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17/01 - Enem 2020: acompanhe as últimas notícias sobre a prova
Prova acontece neste domingo no país com exceção do Amazonas. Enem 2020: acompanhe as últimas notícias sobre a prova Prova acontece neste domingo no país com exceção do Amazonas. Candidatos inscritos somam mais de 5,5 milhões. G1 transmite correção ao vivo depois das 18h30 e faz gabarito extraoficial. App G1 Enem ajuda na preparação com jogos e dicas. Veja como baixar
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17/01 - Justiça Federal de SP nega novo pedido de adiamento do Enem
Adiamento foi pedido pela Defensoria Pública da União (DPU), que alegava que há incompatibilidade entre o número de alunos inscritos em cada cidade e a quantidade de lugares disponíveis nos locais reservados para a aplicação dos exames neste domingo (17). Juiz afirmou, contudo, que defensores não apresentaram provas suficientes da alegação. Estudantes participam de provas de vestibular em SP em 2021. Daniel Teixeira/Estadão Conteúdo A Justiça Federal de São Paulo negou neste sábado (16) um novo pedido da Defensoria Pública da União (DPU) para o adiamento do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), que terá o primeiro dia de provas neste domingo (17) em todo país, com exceção do Amazonas (veja mais abaixo). No pedido, a DPU afirmava que a Justiça Federal foi induzida ao erro por informações inverídicas prestadas pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep), que organiza a prova, em decisões anteriores. A DPU alegava que há incompatibilidade entre o número de alunos inscritos em cada cidade e a quantidade de lugares disponíveis nos locais reservados para a aplicação dos exames. Enem 2020: portões abrirão mais cedo para evitar aglomeração, diz Inep No Enem 2020, como se proteger da Covid-19? Quais os riscos de pegar a doença durante a prova? O juiz Leonardo Henrique Soares, plantonista da Seção Judiciária paulista, considerou que a defensoria apresentou provas insuficientes para demostrar o erro do Inep. "As informações trazidas ao feito pela DPU são insuficientes, no atual momento, para demonstrar, nem mesmo em tese, como assim sugerido em sua manifestação, a existência de situação fática reveladora de intento deliberado, por parte dos organizadores do certame, de violação sistemática dos protocolos e regras de prevenção de contágio pelo novo coronavírus estabelecidas para a realização das provas”, disse Soares. Primeiro dia de provas do Enem vai ser neste domingo (17) Ao negar o pedido de adiamento, o juiz também argumentou que uma força tarefa do Ministério Público Federal (MPF) e da própria DPU nos estados vai poder fiscalizar as medidas sanitárias informadas pelo Inep à Justiça. “Para o controle da regularidade da realização do ENEM 2020, que contará com a participação de cerca de 500.000 (quinhentos mil) profissionais contratados, foi noticiada a realização de ajuste com órgãos do Ministério Público Federal – MPF e da DPU nos Estados para fiscalização do cumprimento dos protocolos de saúde estabelecidos para a aplicação das provas, de modo que eventual violação das estimativas de ocupação das salas de aula poderá ser aferida in loco pelos interessados”, declarou o magistrado. Caderno de provas do Enem 2019 - 1º dia Ana Carolina Moreno/G1 Enem no Amazonas O Inep anunciou nas redes sociais que aplicará o Enem no estado do Amazonas nos dias 23 e 24 de fevereiro, data já prevista no calendário para reaplicação a candidatos que tiveram problema de infraestrutura ou diagnosticados com Covid. "O Inep e o MEC irão unir esforços institucionais em parceria com o governo do Amazonas", afirma a publicação. Na quinta-feira (14) o governo do Amazonas publicou um decreto que confirma a suspensão das provas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) no estado devido ao estado de calamidade pública decretado pelo poder executivo estadual em decorrência do aumento de casos de Covid-19. Os exames não poderão ser aplicados nos dias 17 e 24 de janeiro no estado, que vive uma crise sem precedentes, com caos no sistema de saúde, leitos lotados e hospitais sem oxigênio. Initial plugin text No pedido feito à Justiça, a DPU afirmou que a Justiça Federal foi induzida ao erro por informações inverídicas prestadas pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep), que organiza a prova, em decisões n. A DPU alegava que há incompatibilidade entre o número de alunos inscritos em cada cidade e a quantidade de lugares disponíveis nos locais reservados para a aplicação dos exames. Pelo menos 235 pacientes do Amazonas deverão ser levados a outros 6 estados para receber atendimento médico devido ao colapso no sistema de saúde local, segundo informou o governador Wilson Lima nesta quinta-feira (14). Há quase 6.000 mortos. O decreto estadual desta quinta confirma a suspensão do Enem em todo o estado e proíbe acesso de qualquer pessoa não autorizada às escolas públicas estaduais. Em entrevista ao G1, o presidente do Inep, Alexandre Lopes, disse que haveria problemas logísticos para atender o caso do Amazonas por causa da situação na pandemia. "No Amazonas, tenho locais que não chego de avião. Tem que levar a prova para Manaus, botar em barco, levar, trocar de barco, botar em bicicleta, moto. O Brasil é complicado, é muito grande. Não posso assegurar que vou conseguir reimprimir uma cidade inteira. Não há garantia", alerta. Na última quarta-feira (13), o juiz federal José Ricardo de Sales suspendeu a realização das provas do Enem no Amazonas por meio de uma liminar, sob pena de multa de R$ 100 mil por dia de descumprimento, até o limite de 30 dias. Na decisão, o magistrado justificava a decisão devido ao surto de casos de coronavírus. O governo federal chegou a recorrer, por meio de ação da Advocacia-Geral da União (AGU), para tentar manter as provas no estado. Artistas, clubes e políticos cobram oxigênio para pacientes de Covid-19 em Manaus Médicos e familiares de pacientes descrevem colapso com falta de oxigênio em Manaus Pazuello reconhece 'colapso' na saúde de Manaus e diz que fila por um leito é de quase 500 pacientes Mais de 160 mil estudantes amazonenses se inscreveram para fazer o Enem. VÍDEOS: Manaus vive colapso com hospitais sem oxigênio
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16/01 - Justiça nega pedido para suspender o Enem no RS; provas acontecem neste domingo
Representantes de oito entidades estudantis afirmam que há risco grave de contágio para os candidatos que farão a prova. Juiz substituto da 8ª Vara Federal de Porto Alegre, Eduardo Rivera Palmeira Filho, decidiu que medidas adotadas pelo INEP são adequadas. O juiz substituto da 8ª Vara Federal de Porto Alegre, Eduardo Rivera Palmeira Filho, negou o pedido de suspenção do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), no Rio Grande do Sul, neste sábado (16). As provas acontecem neste domingo (17) e no dia 24 de janeiro. Na decisão, o juiz afirma que "não há como acolher a alegação de risco grave de contágio" já que "as medidas adotadas pelo INEP para neutralizar ou minimizar o contágio pelo coronavírus são adequadas para viabilizar a realização das provas nas datas previstas." Ao G1, os representantes dos estudantes informaram que ainda estão avaliando a possibilidade de recorrer. A solicitação, com caráter de urgência, feita por representantes de oito entidades estudantis alega que a "realização da prova representa gravíssimo risco sanitário ao expor centenas de milhares de pessoas a horas de constante aglomeração". O pedido foi assinado por representantes do Diretório Central de Estudantes da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (UBES), União Nacional de Estudantes (UNE), Diretório Central de Estudantes da Universidade de Passo Fundo (DCE-UPF), Associação de Pós-Graduandos da UFRGS, Federação Nacional dos Estudantes em Ensino Técnico (FENET), União Metropolitana dos Estudantes Secundários de Porto Alegre (Umespa) e a União Gaúcha de Estudantes Secundaristas (Uges), além da deputada federal, Luciana Genro. Os representantes estudantis citam ainda o aumento no número de casos no Rio Grande do Sul, nas últimas semanas. Para o juíz, os candidatos do Enem não estão expostos a esse risco sanitário. "Sem dúvidas, as aglomerações, sem os cuidados de distanciamento e uso de máscara de proteção, foram as causas para o aumento de casos. Mas essa não é a situação que os participantes do ENEM encontrarão nos locais das provas nos dias agendados, uma vez que foram tomadas medidas para que os interessados não adentrem no local de prova sem o uso de máscaras de proteção, sendo que os locais onde serão aplicadas as provas serão organizadas a fim de garantir o distanciamento social, com a redução do número de pessoas por salas", explica na decisão. O juiz cita ainda que o INEP informa a adoção de medidas de biossegurança para a realização da edição 2020 do Enem. "No site www.gov.br/inep, constato que há informações suficientes sobre as medidas de biossegurança (...) a orientação para higienização das mãos com álcool em gel antes de entrar na sala de provas, a disponibilização de álcool em gel nas salas de provas e nos banheiros, as regras para lanches, a necessidade de distanciamento entre os participantes e os procedimentos de ida ao banheiro e vistoria de materiais". A prova está prevista para ocorrer em todo o Brasil, exceto para todo o estado do Amazonas e a cidade de Ji-Paraná (RO), que tiveram decisões locais que suspenderam o exame. Outras decisões Neste sábado, a Defensoria Pública da União (DPU) encaminhou mais um pedido à Justiça Federal para que reconsidere a decisão que manteve as datas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2020. Procurado pelo G1, o Inep afirmou que "não comenta processos em tramitação judicial." O pedido se baseia em denúncias de que as salas de provas terão ocupação acima dos 50% e também pede condenação dos réus por "litigância de má-fé", por enviarem à Justiça informações "inverídicas" que diziam que as salas teriam no máximo a metade da ocupação. O Tribunal Regional Federal da 3ª Região (TRF-3) manteve na quinta (14) a decisão da Justiça Federal em São Paulo que negou o adiamento do Enem e manteve as datas previstas. No texto da decisão, o desembargador Antonio Carlos Cedenho diz que "a aplicação do exame não foi uma decisão isolada e política do Ministério da Educação. Houve a participação de setores diretamente interessados no Enem, inclusive estados e municípios, dando legitimidade e representatividade para a nova data de realização", referindo-se a remarcação da prova de novembro de 2020 para janeiro. Na decisão da última terça, mantida pelo TRF-3, da juíza Marisa Claudia Gonçalvez Cucio, da 12ª Vara Cível Federal de SP, caso uma cidade tenha elevado risco de contágio que justifique medidas severas de restrição de circulação, caberá às autoridades locais impedirem a realização da prova. Se isso acontecer, o Inep, responsável pela prova, terá que reaplicar o exame. Veja vídeos do RBS Notícias
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16/01 - Mais de 86,8 mil estão inscritos para fazer a versão impressa do Enem em Sergipe
As provas serão aplicadas em 365 locais distribuídos em 34 municípios. Sala de aula em Sergipe Maria Odília/Seduc/Arquivo Neste domingo (17), 86.895 pessoas devem fazer a versão impressa do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) em Sergipe, segundo dados do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). Segundo a Secretaria de Estado da Educação, do Esporte e da Cultura (Seduc), desse número, 12.720 são da rede estadual de ensino. As provas serão aplicadas em 365 locais distribuídos em 34 dos 75 municípios do estado. Os candidatos vão responder perguntas sobre linguagens e códigos e ciências humanas, além de fazer a redação. O Enem 2020 estava previsto para ocorrer em novembro, mas devido à pandemia da Covid-19, em maio do ano passado, foi remarcado para 17 e 24 de janeiro (versão impressa) e 31 de janeiro e 7 de fevereiro (versão digital). Para essa fase, em Sergipe, estão inscritos 1.314 candidatos. Os horários do Enem: Abertura dos portões: 11h30 (horário de Brasília) Fechamento dos portões: 13h Início das provas: 13h30 Término das provas 1º dia (17/1): 19h Término das provas 2º dia (24/1): 18h30 Medidas de prevenção Segundo o Inep, as medidas de prevenção contra o coronavírus serão as mesmas para todos os lugares. Entre as medidas, estão: Uso obrigatório de máscaras para candidatos e aplicadores; Disponibilização de álcool em gel nos locais de prova e nas salas (a quantidade total só será conhecida após a aplicação do exame); Recomendação de distanciamento social no deslocamento até as salas de provas Identificação de candidatos do lado de fora das salas, para evitar aglomeração – haverá marcações no piso para ter distanciamento, caso haja fila Contratação de um número maior de salas: na edição de 2019 foram 140 mil locais de aplicação; agora serão 200 mil Salas de provas com cerca de 50% da capacidade máxima Candidatos idosos, gestantes e lactantes ficarão em salas com 25% da capacidade máxima Higienização das salas de aulas, antes e depois do exame É recomendado que o candidato leve máscaras reservas para trocar, já que a prova tem duração máxima de 5h30, quando há redação. No dia em que não há redação, o período máximo para fazer o exame é de 5h. O que levar Cartão de confirmação Documento oficial com foto Caneta esferográfica preta de material transparente máscara para trocar durante a prova água lanche Itens proibidos: Borracha, corretivo, chave com alarme, artigos de papelaria, impressos e anotações, lápis, lapiseira, livros, manuais, régua e caneta de material não transparente; Óculos escuros, boné, chapéu, viseira, gorros ou similares; Dispositivos eletrônicos como celulares, tablets, calculadoras, gravadores, pen drive ou mp3; Alarmes, chaves com alarmes ou qualquer outro componente eletrônico; Fones de ouvido ou qualquer transmissor, gravador e/ou receptor de dados, imagens, vídeos e mensagens. Protetor auricular; Relógios de qualquer tipo. Candidatos doentes O Inep prevê reaplicar a prova para quem tiver doenças infectocontagiosas, entre elas a Covid. Também entram na lista sarampo, rubéola, varicela e coqueluche. Quem tiver diagnóstico positivo e laudo médico comprovando a situação de saúde uma semana antes das provas poderá entrar na página do participante, anexar os documentos, e pedir para refazer o exame em 23 e 24 de fevereiro. Caso os sintomas apareçam na véspera do exame, o indicado é ligar para o 0800-616161.
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16/01 - Enem: mais de 65 mil candidatos fazem provas no Triângulo, Noroeste de Minas e Alto Paranaíba
Cidades com maiores números de participantes são Uberlândia e Uberaba com 24.541 e 10.296 inscritos, respectivamente. Uso de máscara é obrigatório; confira locais de provas. Primeira prova do Enem 2020 é neste domingo (17) TV Globo/Reprodução Neste domingo (17), mais de 65 mil pessoas vão prestar o primeiro dia de provas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2020 nas cidades do Triângulo Mineiro, Alto Paranaíba e Noroeste de MG. Segundo dados divulgados pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), responsável pelo exame, são 65.798 inscritos nas três regiões. O Enem 2020 estava previsto para ocorrer em novembro, mas devido à pandemia da Covid-19, em maio do ano passado, foi remarcado para 17 e 24 de janeiro (versão impressa) e 31 de janeiro e 7 de fevereiro (versão digital). Uma série de medidas de prevenção contra o coronavírus foram tomadas, veja mais abaixo. As cidades com maiores números de participantes são Uberlândia e Uberaba com 24.541 e 10.296 inscritos, respectivamente. Tupaciguara com 513 é que teve o menor número de candidatos confirmados. Ao todo, 5.783.357 candidatos estão confirmados – o número é 13,5% maior do que a edição de 2019, que teve o menor número de candidatos em toda a história. Os portões dos locais de prova do Enem 2020 serão abertos 30 minutos antes do previsto para evitar aglomerações, de acordo com o Inep. Antes, a abertura dos portões ocorreria às 12h; agora, será às 11h30 (horário de Brasília). APLICATIVO G1 ENEM: Baixe o app com jogos de perguntas e respostas sobre o Enem Locais de prova: saiba como consultar onde você fará o Enem 2020 Os horários do Enem são: Abertura dos portões: antes, 12h; agora será às 11h30 (horário de Brasília) Fechamento dos portões: 13h Início das provas: 13h30 Término das provas 1º dia (17/1): 19h Término das provas 2º dia (24/1): 18h30 Transporte Público Uberlândia e Uberaba vão ter uma programação especial para atender os usuários do transporte coletivo que prestarão o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) nos dois próximos domingos, dias 17 e 24 de janeiro. Nestas datas, as frotas de ônibus serão reforçadas para os locais onde as provas serão aplicadas. Confira abaixo as linhas específicas para cada local da prova nas duas cidades. Veja os inscritos por cidade Inscritos n Triângulo Mineiro, Alto Paranaíba e Noroeste de MG Medidas de prevenção Segundo Alexandre Lopes, presidente do Inep, as medidas de prevenção contra o coronavírus serão as mesmas para todos os lugares. Não haverá planejamento especial para os locais que estejam com aumento no número de casos, segundo o presidente do Inep. Entre as medidas, estão: Uso obrigatório de máscaras para candidatos e aplicadores; Disponibilização de álcool em gel nos locais de prova e nas salas (a quantidade total só será conhecida após a aplicação do exame); Recomendação de distanciamento social no deslocamento até as salas de provas Identificação de candidatos do lado de fora das salas, para evitar aglomeração – haverá marcações no piso para ter distanciamento, caso haja fila Contratação de um número maior de salas: na edição de 2019 foram 140 mil locais de aplicação; agora serão 200 mil Salas de provas com cerca de 50% da capacidade máxima Candidatos idosos, gestantes e lactantes ficarão em salas com 25% da capacidade máxima Higienização das salas de aulas, antes e depois do exame É recomendado que o candidato leve máscaras reservas para trocar, já que a prova tem duração máxima de 5h30, quando há redação. No dia em que não há redação, o período máximo para fazer o exame é de 5h. Candidatos com Covid As provas do Enem vão ocorrer pouco mais de duas semanas após as festas de fim de ano, quando houve aglomerações em todo o país. Os sintomas de Covid-19 podem aparecer até 15 dias após o contato com o vírus, segundo especialistas. Isso significa que os candidatos poderão ter sintomas da doença próximo ao primeiro dia de provas. O Inep prevê reaplicar a prova para quem tiver doenças infectocontagiosas, entre elas a Covid. Também entram na lista sarampo, rubéola, varicela e coqueluche, por exemplo. Quem tiver diagnóstico positivo e laudo médico comprovando a situação de saúde uma semana antes das provas poderá entrar na página do participante, anexar os documentos, e pedir para refazer o exame em 23 e 24 de fevereiro. Caso os sintomas apareçam na véspera do exame, o indicado é ligar para o 0800-616161. O que levar para o Enem A informação divulgada pelo Inep afirma ser obrigatório levar os seguintes itens no dia da prova: Caneta esferográfica de tinta preta e fabricada em material transparente; Documento oficial (original) com foto: carteira de identidade, CNH, passaporte ou Carteira de Trabalho e Previdência Oficial (após 1997); Máscara de proteção facial; Itens recomendados: Cartão de confirmação da inscrição; Declaração de comparecimento impressa (se precisar comprovar presença). Ela pode ser baixada no site do Inep. Máscara extras para a troca; Álcool em gel; Lanche, água e outras bebidas não alcoólicas; Itens proibidos: Borracha, corretivo, chave com alarme, artigos de papelaria, impressos e anotações, lápis, lapiseira, livros, manuais, régua e caneta de material não transparente; Óculos escuros, boné, chapéu, viseira, gorros ou similares; Dispositivos eletrônicos como celulares, tablets, calculadoras, gravadores, pen drive ou mp3; Alarmes, chaves com alarmes ou qualquer outro componente eletrônico; Fones de ouvido ou qualquer transmissor, gravador e/ou receptor de dados, imagens, vídeos e mensagens. Protetor auricular; Relógios de qualquer tipo.
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16/01 - Enem 2020: Após denúncias de salas com lotação acima de 50%, Defensoria pede que Justiça reveja decisão que manteve data das provas
Exame está previsto para começar neste domingo (17) para 5,78 milhões de candidatos confirmados. Quinze estados estão com alta nas mortes por Covid-19. Eles somam 3,6 milhões de candidatos inscritos, 63% do total. Inep diz que não comenta processos em tramitação. Imagem de 2019 mostra estudantes aguardando a abertura dos portões no 1º dia de provas do Enem em São Luís (MA). Na pandemia, risco é haver aglomeração. Zeca Soares/G1 MA A Defensoria Pública da União (DPU) encaminhou mais um pedido à Justiça Federal neste sábado (16) para que reconsidere a decisão que manteve as datas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2020, previsto para começar neste domingo (17) O pedido se baseia em denúncias de que as salas de provas terão ocupação acima dos 50% e também pede condenação dos réus por "litigância de má-fé", por enviarem à Justiça informações "inverídicas" que diziam que as salas teriam no máximo a metade da ocupação. O recurso é destinado à Justiça Federal da 3ª Região e assinado pelo defensor regional de direitos humanos da DPU em SP, João Paulo Dorini. Procurado pelo G1, o Inep afirmou que "não comenta processos em tramitação judicial." Mais de 5,7 milhões de candidatos estão confirmados. Quinze estados registram alta nas mortes por Covid-19. Eles somam 3,6 milhões de candidatos inscritos, 63% do total. A prova está prevista para ocorrer em todo o Brasil, exceto para todo o estado do Amazonas e a cidade de Ji-Paraná (RO), que tiveram decisões locais que suspenderam o exame (leia mais abaixo). Informação 'inverídica' Na ação, Dorini contra-argumenta a Justiça, que decidiu por manter as datas das provas considerando as respostas encaminhadas pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). Ele cita um trecho da decisão: “Argumenta o INEP o investimento de 25% (vinte e cinco por cento) superior em relação ao Enem anterior em equipamentos de prevenção da Covid – 19 (máscaras, álcool em gel, e outros equipamentos de proteção) além de aumentar o número de salas em 40% (quarenta por cento) para permitir um número menor de participantes por local de prova, garantindo o necessário distanciamento social. Além disso, repito, previu salas especiais para participantes de grupo de risco, com lotação máxima de 25% (vinte e cinco por cento). Noticia, também, que houve treinamento dos colaboradores que atuarão nos dias das provas.” E afirma que as informações prestadas são "inverídicas". "Contudo, como demonstrado em reportagens do Estadão (...), os réus não estão cumprindo os protocolos sanitários que eles mesmos criaram e ainda induziram a Justiça Federal da 3ª Região a erro, prestando informações inverídicas que vieram a subsidiar as decisões de indeferimento dos pedidos de adiamento, em 1ª e 2ª instância. Como se vê das reportagens, há inúmeros relatos de que a ocupação de muitas das salas será bem superior aos 50% da capacidade, percentual com que os próprios réus haviam se comprometido com esse juízo em suas manifestações. Na maioria desses casos, a ocupação é de cerca de 80%, muito acima de um número “consideravelmente inferior à capacidade máxima”, como também os réus alegaram neste processo", escreve o defensor. Ele também destaca um ofício da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) que alega ter recebido pedido do Inep para usar 80% da capacidade das salas. "(...) o INEP e a Cesgranrio distribuíram os participantes utilizando 80% da capacidade das salas. Em 12 de janeiro, tão logo a informação chegou à Administração Central da UFSC, a Universidade enviou ofício às duas instituições solicitando que respeitassem o limite de 40%. Até o final da tarde desta sexta-feira, 15 de janeiro, não houve resposta", cita o documento reproduzido na ação. "Os réus mentiram não só para a Justiça Federal de São Paulo, mas também para a UFSC", escreve Dorini. "Disso decorre duas gravíssimas consequências: a necessidade de revisão de uma decisão judicial fundada na clara alteração da verdade dos fatos, e a constatação de que os réus faltaram com a lealdade processual que deles se espera e que devem ser considerados litigantes de má-fé." UFSC alerta para aglomeração no Enem; Inep prevê salas com 80% de ocupação Ações contra o Enem 2020 A aplicação do Enem tem sido alvo de disputas judiciais, devido à pandemia. A prova, prevista originalmente para novembro de 2020, foi adiada para janeiro deste ano -- mesmo após enquete com participantes indicar o mês de maio de 2021 como a opção mais votada pelos estudantes. Segundo o governo, a prova em maio atrasaria o cronograma de outros programas de ingresso no ensino superior. A Defensoria Pública da União e entidades estudantis haviam pedido o adiamento da prova em todo o país, alegando risco à saúde da população devido ao deslocamento e aglomeração de alunos em salas de prova. O pedido foi negado. A decisão afirmava que em locais onde haveria necessidade de restringir a circulação de pessoas, as autoridades locais poderiam impedir o Enem. A Justiça do AM determinou a suspensão das provas no estado. Um decreto do governo confirmou a restrição. As Defensorias Públicas do Rio, Mato Grosso e Paraná também pediram a suspensão do exame, mas até o momento, só AM teve data remarcada. Um decreto da prefeitura de Ji-Paraná, em Rondônia, também suspendeu a realização da prova na cidade. Adiada no AM: Inep anuncia que Amazonas fará o Enem nos dias 23 e 24 de fevereiro Suspensa em Ji-Paraná (RO): Prefeitura de Ji-Paraná suspende aplicação do Enem 2020 Mantida em MG: Justiça nega pedido do MPF para adiamento do Enem em MG Mantida no PR: Justiça nega pedido de suspensão do Enem no Paraná O Enem tem uma data oficial de reaplicação (23 e 24 de fevereiro) para atender candidatos que possam ter problemas de infraestrutura, como falta de luz, por exemplo. A prova é montada com questões diferentes, mas com o mesmo nível de dificuldade. Nesta edição, o benefício foi estendido a quem tiver diagnóstico confirmado de Covid Estas são as mesmas datas do Enem para pessoas privadas de liberdade (Enem PPL). Mas, com a possibilidade de cidades ou até estados inteiros impedirem a prova, o Inep afirmou que "não há garantias" de que o governo conseguiria reaplicar a prova. "Não posso assegurar que vamos fazer aplicações em cidades que vão pedir reaplicação", afirmou Alexandre Lopes, presidente do Inep. "Não é que a gente não vai fazer, o que eu não posso é garantir", completou. "No Amazonas, tenho locais que não chego de avião. Tem que levar a prova para Manaus, botar em barco, levar, trocar de barco, botar em bicicleta, moto. O Brasil é complicado, é muito grande. Não posso assegurar que vou conseguir reimprimir uma cidade inteira. Não há garantia", alerta. Na noite de sexta, o Inep informou que acataria a decisão e aplicaria o Enem no Amazonas em 23 e 24 de fevereiro. Mais de 160 mil estudantes amazonenses se inscreveram para fazer o Enem no estado. "O Inep e o MEC irão unir esforços institucionais em parceria com o governo do Amazonas", afirma a publicação. Enem começa neste domingo (17) com distanciamento e uso de máscara VÍDEOS: Saiba tudo sobre o Enem 2020 .
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16/01 - UFSC alerta para aglomeração no Enem; Inep prevê salas com 80% de ocupação
A prefeitura e o Ministério Público Federal foram acionados pela reitoria sobre as medidas de prevenção à Covid-19 durante a aplicação do exame. UFSC alerta para possível aglomeração em salas durante prova do Enem A Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) divulgou uma nota na sexta-feira (15) em que faz um alerta e questiona o Instituto Nacional de Pesquisas Educacionais (Inep) sobre os riscos de aglomeração nas salas dos centros de ensino de Florianópolis. A prefeitura e o Ministério Público Federal (MPF) também foram acionados pela reitoria sobre as medidas de prevenção à Covid-19 durante a aplicação do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). A medida ocorreu após a UFSC receber o plano de salas com ocupação de 80% de candidatos para a realização do Enem. De acordo com a instituição, a condição para ceder os espaços seria que as salas tivessem limite máximo de 40%. A mudança, segundo a UFSC, foi feita pelos responsáveis pela organização e realização do exame. Em nota, a universidade diz não desejar comprometer a realização do Enem, mas ressalta que a evolução da pandemia no país “demanda medidas rigorosas e as ações adotadas têm o único objetivo de preservar vidas”. A piora na pandemia de Covid nas semanas que antecederam o Enem levou a ações judiciais que pedem o adiamento da prova em todo o país, marcada para os dois próximos domingos. Neste ano, as provas ocorrem em cinco locais no campus da UFSC localizado na Trindade. "As unidades ressaltam a obrigatoriedade do uso de máscaras, disponibilização de álcool 70% e manutenção de distanciamento de 1,5m entre os candidatos durante a realização das provas, conforme legislação vigente em Santa Catarina", informou a nota da universidade. A capital catarinense ocupa a segunda posição do estado no total de casos confirmados, com 46.240 infectados. Santa Catarina ultrapassou a marca de 5,8 mil mortes por coronavírus e chegou a 537.036 casos confirmados da doença, com 5.836 mortes. Protocolos sanitários Conforme o infectologista ouvidos pelo G1, há uma maior possibilidade de controle dos protocolos sanitários nos locais de prova. "Com distanciamento adequado entre as carteiras, uso constante de máscara, higienização com álcool 70% e ventilação natural (janelas abertas), os riscos de contaminação não são nulos, mas ficam reduzidos. Não há a mesma garantia nos momentos anteriores ou posteriores à prova", disse Alexandre Naime Barbosa, chefe da infectologia da Universidade Estadual de São Paulo (Unesp) e consultor da Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI). Risco para Covid no Enem é maior no transporte do que na prova, dizem infectologistas Saiba tudo sobre o Enem 2020 Locais de prova: saiba como consultar onde você fará o Enem Se prepare: o que pode ser feito para melhorar o autocontrole A Vigilância Sanitária do município disse que o exame deve seguir as orientações da portaria da Secretaria Estadual de Saúde n° 714. No entanto, a portaria, que trata de concursos e provas, não estabelece um limite nas salas. No trecho são estabelecidos o distanciamento entre os inscritos que deve ser de 1,5m. A mesma orientação sobre distanciamento foi reforçada pelo Governo do Estado. A NSC TV, procurou o MPF e o Inep, mas não obteve retorno. Prova e expectativa São 118 mil inscritos em Santa Catarina. Este ano, além do desafio de enfrentar uma prova que pode ter até 5h30 de duração, a preocupação com a Covid-19 também ronda a cabeça dos jovens. Junto da tradicional caneta e dos documentos, candidatos precisam usar máscaras, item obrigatório nos locais de prova. Os estudantes ouvidos pelo G1 SC esperam que as medidas sanitárias sejam cumpridas para que possam se sentir mais seguros e se concentrar melhor no conteúdo das questões. A preocupação é maior entre os alunos de escolas públicas por causa da falta de aulas em 2020. As atividades foram à distância e nem sempre contaram com videoaulas. Estudantes catarinenses revelam o que sentem um dia antes da prova do Enem O Enem avalia o desempenho do aluno e colabora para o acesso à educação superior e ao financiamento estudantil. A primeira fase da prova, neste domingo (17), terá questões de língua portuguesa, literatura, língua estrangeira (inglês ou espanhol), artes, educação física e tecnologias da informação e comunicação e redação. Os locais devem abrir às 11h30 e a prova começa às 13h. Deve haver distanciamento entre as carteiras de 1,5 metro, disponibilização de álcool em gel 70%, além do uso obrigatório de máscara. SC tem 118 mil participantes inscritos para o Enem neste domingo Vídeos com aulões para o Enem Veja outras notícias do estado no G1 SC
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16/01 - Justiça Federal nega pedido para suspensão das provas do Enem no Amapá
Grupo de estudantes e jovens entrou com ação pública alegando risco de propagação da Covid-19. Magistrado alegou que não há 'evidências claras' do risco à saúde pública. Caderno de provas do Enem 2019 Ana Carolina Moreno/G1 Decisão da Justiça Federal que julgou ação popular protocolada por um grupo de estudantes e jovens, na sexta-feira (15), negou a suspensão da aplicação do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) no Amapá, que terá o primeiro dia de provas no domingo (17). No pedido, os requerentes alegavam que a preparação dos candidatos estava prejudicada pela falta de aulas presenciais, assim como os riscos da concentração de pessoas dentro das salas de aula, sob o risco de propagação da contaminação pela Covid-19. O Amapá tem 72.824 casos confirmados do novo coronavírus, com 56.361 pessoas recuperadas e 994 óbitos registrados pela doença, segundo o último boletim divulgado pela Secretaria de Estado da Saúde, na sexta-feira (15). Na negativa da suspensão das provas, determinada pelo juiz Hilton Sávio Gonçalo Pires, da 6ª Vara Cível, foi apontado que os decretos de restrição de atividades econômicas e sociais do governo estadual preveem que para serviços essenciais é permitida a livre circulação de pessoas. Justificou ainda que não há elementos que "evidenciem com clareza" o risco à saúde pública na realização das provas, pois o organizador do Enem, o Instituto Nacional de Pesquisas Anísio Teixeira (Inep), definiu protocolos de biossegurança para minimizar os riscos de contágio. "Os autores também não trouxeram elementos que demonstrem que a aplicação do exame implicaria em potencial risco de sobrecarga do sistema de saúde do Amapá. Embora os indicadores de saúde assinalem que o Brasil esteja enfrentando o início da 2ª onda do novo coronavírus, há a necessidade da comprovação da excepcionalidade do atual estágio da pandemia no âmbito local, a fim de justificar a adoção de medida tão drástica como a pleiteada na petição inicial", diz a decisão. Provas do Enem Inicialmente, as provas presenciais do Enem estavam marcadas para 1º e 8 de novembro do último ano, mas foram adiadas após demandas de estudantes e parlamentares. Neste domingo (17), será realizada a primeira fase das provas do Enem. Os portões estarão abertos das 11h30 às 13h, com início previsto para 13h30. No estado, 46.483 candidatos estão aptos a realizar o exame. Veja o plantão de últimas notícias do G1 Amapá ASSISTA abaixo o que foi destaque no AP: Initial plugin text
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16/01 - Justiça nega pedido de suspensão do Enem no Paraná
Decisão foi publicada na madrugada deste sábado (16). Pedido tinha sido feito pela Defensoria Pública da União (DPU). Provas estão marcadas para começar a partir deste domingo (17) Divulgação/Seed Uma decisão da 20ª Vara Federal de Curitiba negou o pedido da Defensoria Pública da União (DPU) para suspender a realização das provas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2020 no estado do Paraná. As provas acontecem a partir deste domingo (17). A decisão foi publicada por volta das 4h30 deste sábado (16). Conforme texto, o juiz reconhece o momento vivido em meio à pandemia do novo coronavírus e o direito de todos à saúde, mas afirma que a decisão busca não "prejudicar o direito dos estudantes à realização do Enem, enquanto via de acesso a um conjunto de políticas educacionais". Inicialmente, as provas presenciais do Enem estavam marcadas para 1º e 8 de novembro do último ano, mas foram adiadas após demandas de estudantes e parlamentares. Neste domingo (17), será realizada a primeira fase das provas do Enem. Os portões estarão abertos das 11h30 às 13h, com início da avaliação previsto para 13h30. Na decisão, o juiz questionou o critério para a escolha das novas datas do exame. Segundo Flávio Antônio da Cruz, que assina o despacho, a decisão do adiamento "não teria sido escorada, contudo, em critérios científicos, que atestassem a segurança da realização do exame". O magistrado ainda fez menção à atual situação da pandemia no Paraná, que, segundo ele, é mais alarmante que a registrada em novembro, data inicial do exame. O Paraná tem 493.621 casos confirmados do novo coronavírus, com 362.379 pessoas recuperadas e 8.966 óbitos registrados pela doença, segundo o último boletim divulgado pela Secretaria de Estado da Saúde, na sexta-feira (15). Procurada pela reportagem, a DPU afirmou que se reunirá com as outras partes envolvidas no processo para avaliar se recorrerá da decisão. Protocolo estadual Na decisão, o juiz afirma ainda que o Poder Judiciário não pode interferir nas medidas impostas pelo Governo do Paraná. Conforme texto, protocolos de segurança foram adotados pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) para a aplicação do Enem, "de modo que os riscos de contágio teriam sido avaliados pela autarquia federal". Pedido de reavaliação O pedido para reavaliação das datas do Enem no Paraná foi realizado na última sexta-feira (15), pelo Ministério Público Federal (MPF), Ministério Público do Trabalho (MPT), Ministério Público do Estado do Paraná (MP-PR), Defensoria Pública da União e Defensoria Pública do Estado do Paraná (DPE). Segundo as partes envolvidas, o objetivo da requisição é "evitar aglomerações e a consequente disseminação do novo coronavírus" entre os participantes da prova e demais cidadãos. Por meio de nota, os órgãos ainda ressaltaram o cenário da pandemia no estado e a importância do Enem para o acesso à educação. Conforme texto, os órgãos afirmam que, apesar de não obrigatório, o exame é uma das principais portas de acesso da população de baixa renda ao ensino superior". Diante disso, acredita-se que, apesar do medo, candidatos farão a prova "sob pena de serem prejudicadas no seu futuro acadêmico, profissional e financeiro". VÍDEOS: Pandemia do novo coronavírus no Paraná Veja mais notícias do estado em G1 Paraná.
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16/01 - Estudantes catarinenses revelam o que sentem um dia antes da prova do Enem
Além do nervosismo com a prova, alunos relatam apreensão com a possibilidade de infecção do novo coronanívurs. SC tem 118 mil participantes inscritos para o Enem neste domingo Um dia antes da primeira prova do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), os estudantes catarinenses seguem se preparando. São 118 mil inscritos em Santa Catarina. Este ano, além do desafio de enfrentar uma prova que pode ter até 5h30 de duração, a preocupação com a Covid-19 também ronda a cabeça dos jovens. Junto da tradicional caneta e dos documentos, eles separaram suas máscaras, item obrigatório nos locais de prova. Os estudantes ouvidos pelo G1 SC esperam que as medidas sanitárias sejam cumpridas para que possam se sentir mais seguros e se concentrar melhor no conteúdo das questões. A preocupação é maior entre os alunos de escolas públicas por causa da falta de aulas em 2020. As atividades foram à distância e nem sempre contaram com videoaulas. Saiba tudo sobre o Enem 2020 Locais de prova: saiba como consultar onde você fará o Enem Se prepare: o que pode ser feito para melhorar o autocontrole O Enem avalia o desempenho do aluno e colabora para o acesso à educação superior e ao financiamento estudantil. A primeira fase da prova, neste domingo (17), terá questões de Língua Portuguesa, Literatura, Língua Estrangeira (Inglês ou Espanhol), Artes, Educação Física e Tecnologias da Informação e Comunicação e Redação. Os locais devem abrir às 11h30 e a prova começa às 13h. Deve haver distanciamento entre as carteiras de 1,5 metro, disponibilização de álcool em gel 70%, além do uso obrigatório de máscara. Veja abaixo as expectativas de sete estudantes ouvidos pelo G1 SC para o Enem: 'Estamos em um sistema de educação muito desigual' Candidato de SC fala da expectativa para prova do Enem Natural de Chapecó, no Oeste catarinense e morador de São José, na Grande Florianópolis, Artur Vinícius Zimmerman, de 19 anos, vai fazer a prova do Enem pela quinta vez. Para ele, o principal desafio aos estudantes este ano, além da pandemia, é o fato de muita gente ter ficado sem aula presencial em 2020. "Vai ser uma prova em que muitas pessoas vão encontrar bastante dificuldade, principalmente porque, no Brasil, estamos em um sistema de educação muito desigual. Principalmente os alunos de escola pública vão enfrentar uma parada dura neste ano porque ficaram muito tempo sem aula e com dificuldades técnicas dentro de suas casas. As pessoas que estão enfrentando o exame saíram de patamares muito diferentes umas das outras. O que já afeta normalmente, mas este ano vai afetar ainda mais", afirma. Com isso, o candidato acredita que algumas pessoas possam achar o nível de dificuldade maior. Ele acredita que as orientações do Inep sobre a segurança sanitária tem sido boa, mas que, como a prova envolve muita gente entre alunos e fiscais de provas e outros trabalhadores, há sim preocupação. "A prova deveria ser adiada sim porque foi um ano muito diferente. Além disso, o Inep fez uma enquete perguntando qual deveria ser a nova data do Enem e ela foi totalmente ignorada", disse. Veja o relato completo de Vinicius no vídeo acima. 'Insegura de estar em uma sala com outras pessoas por tanto tempo' A estudante Mariah Koerich Pereira considera a realização da prova do Enem "completamente irresponsável" Mariah Koerich Pereira/Arquivo Pessoal Em Florianópolis, a estudante de 19 anos Mariah Koerich Pereira fará a prova pela quarta vez. A preparação durante todo o ano passado foi intensa e ela se sente preparada, pelo menos para o conteúdo das provas. “A questão do coronavírus me assusta. Já fiz uma prova de vestibular em novembro e, embora tenha sido divulgado antes que todos os cuidados seriam tomados, a realidade não foi essa: houve aglomeração na entrada e as cadeiras não estavam devidamente espaçadas respeitando uma distância mínima de 1,5m. Não sei exatamente se todos os protocolos serão seguidos estritamente nos locais de prova do Enem, mas, de antemão, já me sinto insegura de estar em uma sala com outras pessoas por tanto tempo, mesmo que usando máscaras, álcool gel e distanciamento”, afirmou. Mesmo desejando fazer o teste, Mariah afirma que a realização da prova neste momento de pandemia é “completamente irresponsável”. 'Estou com medo e receio' "Espero que tenha distanciamento mesmo, que a quantidade de aluno por sala esteja reduzida", pede Priscila Mendes, de 17 anos, estudante do 3º ano do Ensino Médio no maior colégio estadual de Santa Catarina, o Instituto Estadual de Educação (IEE). Estudante do maior colégio estadual relatava em 2020 também preocupação com colegas que não tem internet Priscila Mendes/Arquivo pessoal Em 2020, ela compartilhou com o G1 como estava estudando durante as atividades remotas para tentar uma vaga para cursar nutrição. Para ela, o desafio, além dos cuidados por causa do coronavírus, será a redação. "A redação é o que mais me assusta. Nunca fiz a prova do Enem, estou com medo e com receio, não me sinto totalmente preparada. Gostaria que a prova fosse adiada, pois não foi um ano comum para ninguém, e creio que a maioria das pessoas estão inseguras quanto ao vírus e ao ensino também. O 3º ano do ensino médio é uma revisão e preparação para o Enem e vestibulares, e tendo aula à distância, não foi a mesma coisa", afirma. 'Me assusta ter contato com grupo de risco' Realizando o Enem pela primeira vez, Eduarda Martins Schmidt, de 17 anos, diz não se sentir preparada, especialmente com as questões de Física após não ter aula presencial em 2020. Ela estava no 3º ano do Ensino Médio de uma escola estadual em Florianópolis com atividades remotas aos alunos. "Já pensei muito sobre a possibilidade de adiamento da prova. Apesar dos casos de Covid-19, acho que se adiarem vou perder o ano", afirma. Ano passado ela já havia relatado ao G1 SC a preocupação com a preparação para o Enem por causa da pandemia. Eduarda Martins Schmidt estudou em casa tentando se preparar para o Enem Eduarda Martins Schmidt/Arquivo pessoal A possibilidade de ter contato com pessoas do grupo de risco sem saber se tem ou não coronavírus também está entre as preocupações de Eduarda. Ela tem dúvidas se receberá orientações sanitárias adequadas no local de prova. '"Me assusta eu ter contato com o pessoal do grupo de risco. [...] São muitas pessoas para orientarem, então não sei se vai ter pessoas o suficiente para isso", afirma. Educação em SC tem obstáculos nas atividades remotas durante pandemia: 'Difícil entender conteúdos', dizem alunos Volta às aulas presenciais: Alunos, pais e professores falam dos desafios; mais de 460 escolas de SC foram afetadas por ciclone e tornados 'Tento pensar positivo' A estudante Victoria Kelss Pereira, de 18 anos, vai fazer o Enem pela primeira vez em São José. Ela diz estar preocupada com a segurança sanitária da prova Segundo Victoria, os momentos mais críticos serão na hora de beber água e se alimentar. Victoria Kelss Pereira vê riscos sanitários na realização do Enem no domingo Victoria Kelss Pereira/Arquivo Pessoal “Por conta das condições adversas que tivemos em 2020, minha expectativa não está lá das melhores. A mudança brusca para o ensino remoto foi uma coisa que prejudicou muito meus estudos e minha produtividade. Mas tento pensar positivo”, explicou. Para ela, mesmo com o esforço nos estudos acumulado durante o ano, o Enem deveria ser adiado. “Acho que estamos num momento muito crítico da pandemia. Reunir um monte de jovens numa sala apertada e, muitas vezes, sem estrutura não é uma ideia tão boa”, concluiu. 'Mais um adversário na hora da prova' Outro inscrito no Enem que estudou em casa foi Aldo de Souza Martins, de 18 anos. Ele também fez um cursinho pré-vestibular online e vai fazer o exame pela segunda vez com objetivo se conseguir uma vaga no curso de educação física. Aldo vai fazer a prova do Enem e diz que a pandemia será mais um adversário na prova Aldo Martins/Arquivo pessoal Preocupado com os cuidados por causa da pandemia, Aldo acredita que as regras sanitárias sejam cumpridas. Para ele, apesar da situação da Covid-19 no estado, o ideal é que a prova seja mantida. "Pois é umas das poucas oportunidades que teremos este ano", diz. "Infelizmente assusta, porém espero que os organizadores consigam fazer um bom trabalho. Tenho um pouco de medo sim, vai ser mais um adversário na hora da prova", afirma. 'A prova deveria ser adiada' Em Palhoça, também na Grande Florianópolis, Mariáh da Silveira Gaspar, de 18 anos vai para a quarta prova para o Enem. Ela fez a prova duas vezes para treino e uma outra “valendo” em 2019. A candidata espera que a experiência acumulada a faça atingir a nota necessária para poder cursar a graduação dos sonhos: medicina. “A questão da preparação para a prova foi perdida esse ano, no meu caso, eu me considero muito privilegiada nesse sentido, mas infelizmente não é a realidade nem de 20% do Brasil. Então, eu acho que a prova deveria sim ser adiada para que seja possível uma melhor preparação dos alunos e uma melhor realidade em relação ao coronavírus, afinal o Enem é uma prova muito extensa e de nível difícil”, disse. "Não me parece o ideal nesse momento de surto, ainda que com uma boa orientação", afirma Mariáh da Silveira Gaspar sobre a realização da prova do Enem Mariáh da Silveira Gaspar/Arquivo Pessoal Vídeos com aulões para o Enem: Veja outras notícias do estado no G1 SC
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16/01 - Estudante muda de casa e fica sem ver família durante estudos para o Enem na pandemia: 'Achei que não ia conseguir'
João Victor de Lima, de 18 anos, saiu de casa, em Várzea Paulista, para morar com os padrinhos em Jundiaí (SP) e se preparar para o Enem e vestibulares; estudante não tinha computador e internet com boa velocidade. Estudante relata dificuldades que enfrentou para estudar durante a pandemia Arquivo Pessoal Quando as aulas presenciais foram substituídas para o ensino remoto durante a pandemia, o estudante João Victor de Lima, de 18 anos, se deparou com as dificuldades em ter acesso à internet, a falta de um computador e recursos para estudar em casa e se preparar para o Enem e vestibulares. Ainda aos 17 anos, a solução foi morar com os padrinhos, em Jundiaí (SP). Ao G1, João Victor contou que frequentou escolas públicas desde pequeno, em Várzea Paulista (SP). Em março de 2020, ele começou o cursinho preparatório da ONG Professor Chico Poço, em Jundiaí, e precisou conciliar o ensino médio a distância, curso de inglês, academia de dança, onde é bailarino, além das dificuldades de um período pandêmico. "Eu consegui ter um bom desempenho, fui autodidata nessa parte, mas achei que não ia conseguir. A maior dificuldade foi ter a saúde psicológica", relata João Victor. Durante a pandemia, a mãe de João continuou trabalhando como confeiteira e chegou a testar positivo para Covid-19. De acordo com o filho, ela era assintomática e apenas sentiu febre. Nesse período, ele passou a vê-la com menos frequência. "Os meus padrinhos são idosos. O preço das coisas aumentou, o número de mortes cresceu. Minha mãe e meu irmão não pararam de trabalhar. Meus padrinhos me receberam de braços abertos. Eles também aceitaram mudar os hábitos deles e mudaram tudo por mim", conta. João Victor estuda ballet clássico e contemporâneo desde os oito anos, em Jundiaí Divulgação/ Studio Fotográfico Só Dança Preparação Durante a preparação para os vestibulares e Enem, que ocorre neste domingo (16), o jovem chegou a estudar 12 horas por dia, mas logo percebeu que a prática não era saudável e resolveu seguir um cronograma menos extenso. “Eu já tinha em mente que poderiam ter complicações emocionais e mentais. Eu percebi que isso começou a me afetar quando eu ia dormir três horas da manhã. Eu começava a estudar 8h30 da manhã e terminava 3h30.” O jovem prestou a primeira fase do vestibular da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) para o curso de dança, como primeira opção. Caso não alcance a nota necessária, ele deseja entrar na Universidade Federal de Pampa, para cursar produção cultural. 'Usava a internet do terminal' João relata que há dois anos o acesso à internet era muito difícil no local onde ele morava porque as empresas não cobriam a área. Atualmente, a família instalou uma rede com baixa velocidade para ter no celular. “Na rua não chegava internet. Era bizarro porque na rua de baixo tinha internet e tinha tudo. As empresas falavam que teria que ter uma quantidade de assinante para colocar o cabo na rua. Tiveram momentos que eu usava a internet do terminal.” Para ele, o conteúdo desenvolvido no ensino regular não contribuiu muito para a preparação do vestibular, mas espera conseguir ter um bom resultado no Enem. "Estou nervoso, mas acho que vai ser uma prova um pouco mais leve por conta dessa crise. É um meio de entrar em universidades federais. É uma loucura, a gente fica ansioso para o Enem e se perguntando se passou. Eu gosto de me manter neutro, com os pés no chão." Sonhos Entrar em uma universidade estava longe do que João Victor acreditava ser possível para ele. Foi apenas a partir da paixão pela dança que começou a sonhar em se aprofundar nos estudos da área. “Eu comecei a sonhar no final do segundo colegial, mas foi uma construção de muito tempo. Eu tinha em mente que a universidade pública era só para alunos de escola privada, para quem teve acesso a uma boa educação. Mas os meus professores começaram a me mostrar que era possível”, relata. João Victor precisou mudar de casa para conseguir estudar durante a pandemia, em Jundiaí Arquivo Pessoal O primeiro contato com a arte foi aos oito anos, em uma academia de dança em Jundiaí. Desde então, João continuou envolvido com a música e se tornou bailarino. O maior sonho dele atualmente é se tornar professor. Por um lado, estudar ballet clássico e contemporâneo o ajudou a manter a prática de exercício físico durante o isolamento social. “Uma das questões abordadas para ter um bom estudo é a pratica de exercício físico. Apesar de que a dança também é um estudo. Eu tentava reservar o período da manhã de sábado até domingo à noite para descansar.” Veja mais notícias da região em G1 Sorocaba e Jundiaí
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16/01 - Risco do candidato do Enem pegar Covid é maior no transporte público do que na sala de prova, dizem infectologistas
Aglomeração nos portões pode ser também fator de transmissão da doença. Recomendação é seguir, para quem é possível, uma ‘semiquarentena’ nos 14 dias seguintes. Movimentação de passageiros usando máscaras contra Covid-19 na Linha 1-Azul do metrô de São Paulo (SP), na quinta-feira (14). WILLIAN MOREIRA/FUTURA PRESS/ESTADÃO CONTEÚDO O risco de um candidato do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2020 pegar Covid-19 é maior nos deslocamentos até o local da prova do que durante a avaliação. É o que dizem infectologistas entrevistados pelo G1. “São jovens que deveriam estar evitando aglomerações e que vão ser forçados a sair de casa, a pegar transporte público e a talvez encontrar grandes grupos nos corredores e portões”, afirma Alexandre Naime Barbosa, chefe da infectologia da Universidade Estadual de São Paulo (Unesp) e consultor da Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI). “Se for ver todo o processo, a realização da prova em si é o menor dos perigos. A mudança de rotina, sim, vai impactar o número de casos.” No Enem 2020, como se proteger da Covid-19? Quais os riscos de pegar a doença durante a prova? Veja perguntas e respostas sobre as questões judiciais que envolvem a realização do Enem nos próximos domingos Segundo Barbosa, há uma maior possibilidade de controle dos protocolos sanitários nos locais de prova. Com distanciamento adequado entre as carteiras, uso constante de máscara, higienização com álcool 70% e ventilação natural (janelas abertas), os riscos de contaminação não são nulos, mas ficam reduzidos. Não há a mesma garantia nos momentos anteriores ou posteriores à prova. “A gente sabe que não há distanciamento social nem limite de passageiros em ônibus, metrôs e trens ou nos barcos da região amazônica”, diz o infectologista. O Enem foi adiado no Amazonas, mas segue marcado para os dois próximos domingos nos outros estados da bacia amazônica. “E, nos portões [das escolas onde farão a prova], os jovens vão encontrar os amigos ou conhecidos. Em provas de residência médica, recentemente, houve aglomerações absurdas nos corredores e escadas”, diz. O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), para prevenir a concentração de estudantes na entrada, antecipou a abertura dos portões para as 11h30. Ainda assim, Barbosa acredita que há risco de formação de grandes grupos ou de desrespeito ao distanciamento social. Ethel Maciel, epidemiologista e professora da Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes), demonstra a mesma preocupação com a circulação intensa de estudantes nos dias de Enem. “A gente fica falando para todo mundo se manter nas suas bolhas sociais e, agora, vai estourar a bolha no Brasil todo ao mesmo tempo. É irresponsável”, afirma. “Vai acelerar a segunda onda da pandemia, com o perigo de espalhar novas variantes do vírus.” Contato com grupos de risco Depois de pegarem transporte público, de se encontrarem com grandes grupos na porta do local de prova e de permanecerem por mais de 4 horas em uma sala, os candidatos do Enem provavelmente entrarão em contato com familiares ou colegas de trabalho do grupo de risco (idosos, obesos, pessoas com doenças respiratórias etc). Enem em 90 segundos É mais um risco coletivo de transmissão da doença. Para evitá-lo, Barbosa recomenda uma “semiquarentena”. “Se o aluno mora com alguém de risco, é melhor manter distanciamento e usar máscara mesmo em casa, nos 14 dias seguintes. O ideal é ficar mais no quarto e não se expor”, diz. É claro que nem todo mundo tem essa possibilidade. “É mais um contorno trágico da pandemia. Os pobres têm menos condição de fazer isolamento, de usar uma máscara de qualidade e de higienizar as mãos. Há casas sem água corrente ou sabonete. A recomendação de uma quarentena leve é para quando há possibilidade.” Cronograma do Enem Provas impressas: 17 e 24 de janeiro Provas digitais: 31 de janeiro e 7 de fevereiro Reaplicação da prova: 23 e 24 de fevereiro Resultados: 29 de março Veja vídeos com aulões de revisão para a prova:
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16/01 - Veja as diferenças do protocolo contra a Covid adotado por Enem, Fuvest e Unicamp
Processos seletivos anunciaram medidas especiais por causa da pandemia. Enem 2020 foi adiado por causa da pandemia do coronavírus e vai acontecer em janeiro de 2021. Antonio Molina/Fotoarena/Estadão Conteúdo O Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2020, marcado para começar neste domingo (17), vai colocar em deslocamento 5,78 milhões de candidatos inscritos em todo o país. Outros vestibulares podem dar uma pista do que esperar no Enem. APLICATIVO G1 ENEM: Baixe o app com jogos de perguntas e respostas sobre o Enem A prova para a Universidade de São Paulo (USP), a Fuvest, teve 130.766 inscritos, e foi feita em 10 de janeiro, um domingo, assim como o Enem será. A Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), teve 77.653 inscritos e fez as provas em dois dias, para distribuir os candidatos. Elas foram aplicadas em 6 e 7 de janeiro (quarta e quinta) para grupos de alunos inscritos divididos por áreas de conhecimento. O G1 entrevistou: Alexandre Lopes, presidente do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), autarquia do Ministério da Educação (MEC) responsável pelo Enem; José Alves de Freitas Neto, diretor executivo da Comissão Permanente para os Vestibulares da Unicamp (Comvest); e Matheus Torsani, médico assessor da Fuvest, E perguntou quais cuidados foram tomados nas provas que já ocorreram e quais serão aplicados no Enem. Confira abaixo as medidas tomadas pela Fuvest, Unicamp e Enem para a realização das provas: Saiba mais: Justiça nega mais uma vez o adiamento do Enem e mantém prova para este domingo Máscaras obrigatórias O uso foi obrigatório na Fuvest e na Unicamp; Será obrigatório para o Enem 2020, tanto para candidatos quanto para aplicadores; Na Fuvest, além das máscaras, os aplicadores receberam luvas e escudos faciais. Álcool em gel Na Fuvest e Unicamp, havia recipientes com álcool em gel dentro e fora das salas; Candidatos à Fuvest encontraram um sachê com álcool em gel em todas as mesas para limpeza extra; Unicamp não adotou esta medida; Enem não tem previsão de colocar sachê nas mesas dos candidatos, mas haverá recipientes com álcool em gel nos locais de prova. Salas de prova Unicamp, Fuvest e Enem afirmam que aumentaram a quantidade de salas para o vestibular desta edição, para poder acomodar os candidatos com distanciamento. A Unicamp afirmou na edição anterior do vestibular teve 1.502 salas de prova para 76. 312 candidatos (média de 50 pessoas por sala). Nesta edição, foram 3.381 salas para 77.653 (média de 22 candidatos). A Fuvest informou que ocupou 148 locais de prova; na edição anterior, foram 88. O Enem 2020 terá 200 mil salas de aplicação e 14.855 locais de prova para 5.783.357 candidatos. Na média, serão 28 candidatos por sala. Na edição anterior, foram 147.565 salas e cerca de 10.170 locais de prova, para 5.095.308 inscritos confirmados . Na média, são 34 pessoas por sala. Situação local da pandemia No edital da prova da Unicamp, há a previsão de medidas alternativas, caso a situação local da pandemia impedisse a realização da prova: entre elas está a transferência dos candidatos inscritos naquele local para outro mais próximo possível. Para isso, o candidato manifestaria interesse na área do inscrito no site da Comvest. Se não concordasse, a taxa de inscrição seria devolvida. A prova da Unicamp foi aplicada em 5 estados. A assessoria de imprensa da Fuvest confirmou que também havia esta previsão, com espaços alternativos em cidades próximas, mas não houve necessidade de usá-los. O protocolo de biossegurança da instituições foi aprovado pelo Comitê de Contingenciamento, que gerencia a pandemia em SP (a prova não teve aplicação em outros estados). "O protocolo foi desenhado para ser aplicado em qualquer fase", explicou a instituição." Um ponto a ser ponderado é que, há um risco em se mover uma quantidade grande de pessoas de uma área vermelha e levá-los para regiões em outras fases. Até por isso o comitê aprovou a realização na própria cidade", afirmou. O Enem não tem previsão de mudar o local de aplicação da prova caso alguma cidade tenha restrição de locomoção. A Justiça Federal determinou na última terça (12) que em locais onde a pandemia não permitir a realização da prova, para evitar aglomeração, o Inep teria que reaplicar a prova. A autarquia permitiu que o Amazonas, que enfrenta grave problema de saúde pública, faça a prova nos dias 23 e 24 de fevereiro. Abertura dos portões A Fuvest e a Unicamp anteciparam o horário de abertura dos portões para evitar aglomerações na entrada. O Enem também prevê antecipar, em 30 minutos. A Fuvest foi de 12h30 para 12h. A Unicamp abriu 15 min antes no segundo dia de prova, para evitar a aglomeração observada no dia anterior. O Enem também antecipou em 30 minutos. Agora, abrirá às 11h30 e fechará às 13h. Distanciamento social Enem, Fuvest e Unicamp orientam os candidatos a manterem o distanciamento nos locais de aplicação Aferição de temperatura Nenhuma das provas que já ocorreram adotou o uso do termômetro na entrada dos locais de prova. A justificativa é a de evitar aglomeração. No Enem, não haverá medição de temperatura. Distanciamento entre mesas Fuvest e Unicamp adotaram a distância de 1,5 m entre as mesas em que os candidatos fizeram as provas O Enem não tem essa previsão. Segundo Lopes, os organizadores trabalharam com a capacidade de cada sala. "A solução na ponta foi vista caso a caso. A distribuição, a capacidade, foi vista caso a caso. Por isso, não sei quantos alunos vão estar em sala. Tem salas com 40 alunos, outras com 30, outras com 50. Foi feito com base em vistorias", afirmou. Alimentação A Unicamp permitiu que seus candidatos comessem alimentos leves na sala de prova, e assim tirassem a máscara para comer; A Fuvest só permitiu que os candidatos comessem fora da sala de prova. Dentro, só era permitida a ingestão de líquidos. A medida leva em consideração o risco de se ficar sem máscara em um ambiente com muitas pessoas. Enem vai permitir a alimentação dentro de sala de prova, momento em que será possível ficar sem máscara. Ventilação A Unicamp deixou portas e janelas abertas nos locais de prova para melhorar a ventilação e minimizar possíveis infecções pelo coronavírus. Só foi permitido usar ar-condicionado se o aparelho tivesse um filtro específico. O uso do ventilador era para ser adotado "com bom senso". A Fuvest também adotou portas e janelas abertas e estimulou a ventilação natural. O Enem tem a determinação de "possibilitar o máximo de ventilação natural e aeração dos ambientes". Duração da prova A Unicamp tornou a prova mais curta, para diminuir o tempo em que os candidatos ficariam dentro das salas. O número de questões foi de 90 para 72, e o tempo de 5h para 4h; A Fuvest não diminuiu o número de questões, nem o tempo de prova; O Enem também manteve a mesma quantidade de questões de anos anteriores. Vídeos: Saiba tudo sobre o Enem 2020
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16/01 - 'Estou mais preparada que da 1ª vez', diz candidata ao Enem que divide o tempo entre trabalho no supermercado e cursinho popular
No Enem 2019, Michelle Cardoso de Jesus conquistou uma boa nota para entrar na UFMG, porém ainda não foi chamada. Nesta semana, o G1 traz uma série de reportagens sobre os desafios enfrentados por candidatos da periferia de Belo Horizonte. Michelle espera para ser chamada na UFMG, mas decidiu continuar no cursinho Michelle Cardoso de Jesus/Arquivo pessoal Apesar da pandemia, do cansaço, da falta de tempo e de estrutura, Michelle Cardoso de Jesus, de 19 anos, está confiante para prestar o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Moradora do Morro do Papagaio, na Região Centro-Sul de Belo Horizonte, ela se divide entre o trabalho em um supermercado e as aulas pela internet. “Em julho, eu comecei a trabalhar à noite e ia acompanhando as aulas do cursinho popular, mas no final do ano ficou um pouco mais complicado. Aí passei a assistir as aulas gravadas, mas fiquei só com a parte da manhã para estudar”, disse Michelle, que teve o celular quebrado em maio, mas que conseguiu um notebook emprestado. As provas do Enem estão marcadas para os dias 17 e 24 de janeiro. Nesta semana, o G1 publica uma série de reportagens com candidatos da periferia de Belo Horizonte que vão fazer os testes. 'Tinha muitos planos pro Enem, mas não sei se vou conseguir', diz aluno de favela de BH que sofre com ansiedade e falta de internet 'Não me sinto nem um pouco preparada', diz candidata ao Enem, moradora da periferia de BH e mãe de dois filhos Estudantes relatam dificuldades no estudo em ano atípico Metrô de BH amplia horário de funcionamento nos dias do Enem 2020; ônibus também terão reforço Justiça nega pedido para adiar o Enem 2020 MPF entra com ação pedindo adiamento do Enem em MG Portões abrirão mais cedo para evitar aglomeração, diz Inep Locais de prova: saiba como consultar onde você fará o Enem 2020 Pronta para o exame No Enem 2019, Michelle havia conquistado uma nota que permitiria a entrada dela na Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), no curso de fonoaudiologia. Porém, ela ainda não foi chamada. Mas para não perder tempo, Michelle decidiu prestar o Enem mais uma vez, para o mesmo curso. “Caso saia outra lista, pode ser que eu seja chamada, pois na última saiu uma menina que estava na minha frente. Agora é esperar, continuar estudando e manter a calma na hora da prova”, disse ela. Ao contrário de muitos de seus colegas e vizinhos da favela, Michele se diz pronta para o exame. “Até então, a única dificuldade que vinha me prejudicando era a divisão entre o serviço da noite e as aulas, o resto em geral estava dando certo. Estou um pouco menos nervosa e mais preparada que da primeira vez”, contou a jovem. Os vídeos mais vistos no G1 Minas nesta semana:
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15/01 - Inep anuncia que Amazonas fará o Enem nos dias 23 e 24 de fevereiro
Governo federal tentava derrubar decisão judicial que suspendeu as provas por conta da pandemia. Caderno de provas do Enem 2019 - 1º dia Ana Carolina Moreno/G1 O Inep anunciou nas redes sociais que aplicará o Enem no estado do Amazonas nos dias 23 e 24 de fevereiro, data já prevista no calendário para reaplicação a candidatos que tiveram problema de infraestrutura ou diagnosticados com Covid. "O Inep e o MEC irão unir esforços institucionais em parceria com o governo do Amazonas", afirma a publicação. Initial plugin text Nesta quinta-feira (14) o governo do Amazonas publicou um decreto que confirma a suspensão das provas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) no estado devido ao estado de calamidade pública decretado pelo poder executivo estadual em decorrência do aumento de casos de Covid-19. Os exames não poderão ser aplicados nos dias 17 e 24 de janeiro no estado, que vive uma crise sem precedentes, com caos no sistema de saúde, leitos lotados e hospitais sem oxigênio. Pelo menos 235 pacientes do Amazonas deverão ser levados a outros 6 estados para receber atendimento médico devido ao colapso no sistema de saúde local, segundo informou o governador Wilson Lima nesta quinta-feira (14). Há quase 6.000 mortos. O decreto estadual desta quinta confirma a suspensão do Enem em todo o estado e proíbe acesso de qualquer pessoa não autorizada às escolas públicas estaduais. Em entrevista ao G1, o presidente do Inep, Alexandre Lopes, disse que haveria problemas logísticos para atender o caso do Amazonas por causa da situação na pandemia. "No Amazonas, tenho locais que não chego de avião. Tem que levar a prova para Manaus, botar em barco, levar, trocar de barco, botar em bicicleta, moto. O Brasil é complicado, é muito grande. Não posso assegurar que vou conseguir reimprimir uma cidade inteira. Não há garantia", alerta. Na última quarta-feira (13), o juiz federal José Ricardo de Sales suspendeu a realização das provas do Enem no Amazonas por meio de uma liminar, sob pena de multa de R$ 100 mil por dia de descumprimento, até o limite de 30 dias. Na decisão, o magistrado justificava a decisão devido ao surto de casos de coronavírus. O governo federal chegou a recorrer, por meio de ação da Advocacia-Geral da União (AGU), para tentar manter as provas no estado. Artistas, clubes e políticos cobram oxigênio para pacientes de Covid-19 em Manaus Médicos e familiares de pacientes descrevem colapso com falta de oxigênio em Manaus Pazuello reconhece 'colapso' na saúde de Manaus e diz que fila por um leito é de quase 500 pacientes Mais de 160 mil estudantes amazonenses se inscreveram para fazer o Enem. VÍDEOS: Manaus vive colapso com hospitais sem oxigênio
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15/01 - Como se proteger da Covid-19 durante o Enem 2020
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15/01 - Vereadoras de Belo Horizonte pedem adiamento das provas do Enem ao prefeito Alexandre Kalil
Os testes estão marcados para os dias 17 e 24 de janeiro. Segundo elas, há risco de aumento da contaminação por coronavírus. Vereadoras pedem adiamento do Enem ao prefeito Alexandre Kalil Mariana Leal/MEC Um grupo de vereadoras de várias cidades do país entraram com pedidos simultâneos de adiamento do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) em seus municípios. Em Belo Horizonte, Macaé Evaristo (PT), Bella Gonçalves (Psol), Iza Lourença (Psol), Sônia Lansky da Coletiva (Psol) e Cida Falabella (Psol) participaram da ação. 'Tinha muitos planos pro Enem, mas não sei se vou conseguir', diz aluno de favela de BH que sofre com ansiedade e falta de internet 'Não me sinto nem um pouco preparada', diz candidata ao Enem, moradora da periferia de BH e mãe de dois filhos No comunicado enviado ao prefeito Alexandre Kalil (PSD), elas dizem que é de “conhecimento público que a pandemia da COVID-19 tem acentuado cotidianamente as desigualdades sociais anteriores à crise sanitária, colocando estudantes que integram o serviço público de ensino em grave situação de vulnerabilidade, sobretudo em razão da suspensão das aulas presenciais no território nacional”. Nesta sexta-feira (15), a Justiça negou pedido do Ministério Público Federal de Minas Gerais para adiar o Enem no estado. Uma decisão anterior do tribunal de São Paulo colocou nas mãos dos municípios o poder de decisão para adiamento do exame. Mas a Prefeitura de Belo Horizonte informou que é responsável apenas pelo transporte dos candidatos e manteve os exames. As provas estão marcadas para acontecer nos dias 17 e 24 de janeiro. Os vídeos mais vistos do G1 MG:
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15/01 - Justiça nega pedido do MPF para adiamento do Enem em MG e provas estão mantidas
Provas estão marcadas para dias 17 e 24 de janeiro. Órgão queria adiamento 'até que haja condições adequadas para a sua realização'. Caderno de provas do Enem de 2019 Ana Carolina Moreno/G1 A Justiça Federal negou, nesta sexta-feira (15), o pedido do Ministério Público Federal (MPF) para o adiamento do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) em Minas Gerais. A ação foi ajuizada contra a União e o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) nesta quinta-feira (14). Tudo sobre o Enem 2020 A ação foi distribuída para a 16ª Vara Federal de Belo Horizonte. De acordo com a decisão assinada pela juíza federal Rosilene Maria Clemente de Souza Ferreira, "não há comprovação de fato que evidencie qualquer despreparo dos organizadores do exame no tocante à observância dos procedimentos de higiene, já tão amplamente divulgados pela mídia". Mais de meio milhão de pessoas estão inscritas no Enem em Minas Gerais. As provas serão realizadas nos dois próximos domingos, dias 17 e 24 de janeiro. O MPF queria o adiamento até que houvesse "condições adequadas para a sua realização, a serem atestadas por órgão técnico". O procurador da República Helder Magno da Silva disse que a reunião de milhares de pessoas em ambientes fechados vai contra as medidas sanitárias mais restritivas adotadas tanto pelo governo de Minas Gerais, quanto pela Prefeitura de Belo Horizonte (PBH). A juíza federal, no entanto, entendeu que existe a questão jurídica do risco à isonomia das partes: "O pedido desta demanda se encontra adstrito ao estado de Minas Gerais. Com efeito, o Enem é exame de dimensão nacional, e, se considerarmos sua realização em outros estados da federação e um futuro exame em Minas Gerais, a isonomia entre os examinandos ficaria seriamente comprometida, o que caracterizaria uma situação de difícil reparação". Ainda segundo o documento, "até que se prove o contrário, detém o poder público condições de realização das provas com a tomada de todos os cuidados e precauções que o evento exige, de onde se pode extrair que os direitos mais preciosos protegidos pela nossa carta constitucional encontram-se sob responsável cuidado". O MPF recorreu da decisão. Pandemia em Minas Gerais De acordo com a Secretaria de Estado de Saúde (SES), Minas Gerais teve o quinto recorde de casos de Covid-19 em 15 dias, com 9.120 novos casos nas últimas 24h. Até o momento, foram registrados 628.966 infecções por coronavírus e 13.182 mortes em decorrência da doença. Nesta quarta-feira (14), Belo Horizonte passou a marca de 2 mil mortos pela Covid-19. A cidade segue com dois dos três principais indicadores do avanço da pandemia em alerta máximo e, desde segunda-feira (11), só permite o funcionamento de serviços essenciais. Outra decisão da Justiça Nesta quinta-feira (14), o Tribunal Regional Federal da 3ª Região (TRF-3) negou o adiamento das provas e manteve a decisão da última terça-feira (12) que diz que, caso uma cidade tenha elevado risco de contágio que justifique medidas severas de restrição de circulação, caberá às autoridades locais impedirem a realização da prova. Metrô de Belo Horizonte amplia horário de funcionamento nos dias do Enem 2020; ônibus também terão reforço Se isso acontecer, o Inep terá que reaplicar o exame. O presidente do instituto afirmou ao G1, também nesta quinta-feira, que não há como "assegurar que vamos fazer aplicações em cidades que vão pedir reaplicação". A Prefeitura de Belo Horizonte manteve o exame para as datas estabelecidas pelo Inep e disse que "só é responsável pelo transporte público e pelo trânsito nas imediações dos locais de prova". Ao todo, 93.953 pessoas vão fazer o Enem na capital mineira. Vídeos: Aplicativo G1 Enem
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15/01 - TRF 1 mantém adiamento do Enem no Amazonas, mas determina que prova deve ser aplicada em fevereiro
AGU acionou o tribunal depois de uma decisão da Justiça Federal do Amazonas, que adiou o exame no estado por conta da alta de casos de coronavírus. Mais de 160 mil candidatos estão inscritos para a prova no estado. Enem em 2018: Movimentação na saída dos candidatos, em São Paulo. Foto: RONALDO SILVA/FUTURA PRESS/FUTURA PRESS/ESTADÃO CONTEÚDO O Tribunal Regional da 1ª Região (TRF 1) manteve a suspensão da aplicação das provas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2020 no Amazonas, previstas para domingo (17) e o seguinte (24). A decisão determina que o Inep tome providências em conjunto com o governo do Amazonas para viabilizar a realização do exame nos dias 23 e 24 de fevereiro. A decisão é do presidente do tribunal, desembargador federal Ítalo Fioravanti Sabo Mendes. APP G1 Enem: Baixe o app com jogos de perguntas e respostas sobre o Enem Leia também: Presidente do Inep diz que 'não há garantia' de reaplicar Enem 2020 para cidades que impedirem prova, e diz que judicialização é 'natural' A Advocacia-Geral da União acionou o TRF 1 depois de uma decisão da Justiça Federal do Amazonas, que adiou o exame no estado por conta da alta de casos de coronavírus. Os estudantes amazonenses não vão fazer a prova enquanto durar o estado de calamidade pública decretado pelo governo local, sob pena de multa de R$ 100 mil por dia de descumprimento, até o limite de 30 dias. Mais de 160 mil candidatos estão inscritos para a prova no estado. Diante do TRF 1, a AGU defendeu que a suspensão causa dano irreparável aos estudantes do Amazonas. Para a Advocacia, o adiamento tem potencial para provocar um efeito cascata. “Resta patente, destarte, que qualquer decisão que afete os procedimentos referentes ao cronograma do ENEM refletirá nos cronogramas do SISU, do FIES e do PROUNI, resultando, necessariamente, em graves danos ao candidatos, a todas as instituições públicas e privadas envolvidas, e ao interesse público como um todo, uma vez que há toda uma logística por trás da realização de tal Exame, além daquelas afetas aos processos seletivos, tanto no âmbito da União, como das instituições de educação superior”. Veja perguntas e respostas sobre as questões judiciais que envolvem a realização do Enem nos próximos domingos Vídeos: saiba tudo sobre o Enem 2020
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15/01 - Professora Ana Beatriz de Oliveira é nomeada nova reitora da UFSCar
Docente de fisioterapia vai exercer o cargo pelos próximos quatro anos. Ana Beatriz de Oliveira é a nova reitora da UFSCar Juntos pela UFSCar A professora do curso de fisioterapia Ana Beatriz de Oliveira é a nova reitora da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar). Ela foi nomeada pelo presidente da República, Jair Bolsonaro, para exercer o cargo pelo período de quatro anos. A nomeação foi publicada no Diário Oficial da União desta sexta-feira (15). A posse ocorrerá na quarta-feira, às 15h, no Ministério da Educação (MEC), em Brasília, segundo a UFSCar. Ana Beatriz era o segundo nome da lista tríplice enviada ao governo federal. Ela compunha a chapa 'Juntos pela UFSCar', vencedora do processo de consulta eleitoral feito entre a comunidade universitária. O período de votação foi de 3 a 5 de agosto do ano passado. A chapa de Ana Beatriz foi a escolhida, mas componentes de uma das chapas perdedoras entrou na justiça para que novas eleições fossem realizadas. O pedido foi negado de de forma liminar e o processo ainda corre na Justiça. A UFSCar tem campi em São Carlos, Araras, Sorocaba e Buri (Lagoa do Sino). Professora Ana Beatriz de Oliveira é nomeada nova reitora da UFSCar Perfil Graduada (2003) e Doutora (2008) em fisioterapia pela UFSCar, com aprimoramento em Saúde e Segurança Ocupacional pelo Instituto Sueco de Vida no Trabalho (Arbetslivsinstitutet), Ana Beatriz de Olveira é professora do Departamento de Fisioterapia da UFSCar desde 2009 (sendo hoje Professora Associada II) e do Programa de Pós-Graduação em Fisioterapia da UFSCar desde 2011. Ela atua na área de fisioterapia preventiva/ergonomia e estudo do movimento. Publicou 67 artigos científicos e quatro capítulos de livros. Coordena o grupo de pesquisa Cinesiologia Clínica e Ocupacional desde 2011. Foi chefe (2011-2012) e vice-chefe (2013, 2020) do Departamento de Fisioterapia da UFSCar, Diretora do Centro de Ciências Biológicas e da Saúde da UFSCar (2014-2018), Vice-Coordenadora Pró-Tempore do Programa de Pós-Graduação em Fisioterapia da UFSCar (2019) e participou como membro titular de diversos conselhos superiores da UFSCar desde 2011. Anulação do 1º Colégio Eleitoral A 2ª Vara Federal de São Carlos havia suspendido temporariamente, por meio de uma liminar, a lista tríplice elaborada para a escolha do novo reitor da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), adiando a nomeação de uma nova gestão para os quatro campi da universidade. A decisão foi tomada em ação ajuizada pelos docentes Fernando Manuel Araújo Moreira e Fernanda de Freitas Anibal que compunham a chapa 1, batizada como ‘Por uma UFSCar Notável’ e que foi a menos votada, com 9,37% dos votos. Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) São Carlos Fabio Rodrigues/G1 Eles pediram que fosse determinada a nulidade da lista tríplices com reitor e vice-reitor, confeccionadas pelo Colégio Eleitoral da UFSCar em 1º de setembro de 2020 e que fossem compostas nova lista. A UFSCar divulgou, no início de setembro o resultado da pesquisa eleitoral (como é chamada a eleição) para a reitoria, na qual foi escolhida com 66,66% dos votos, a chapa 2 – representada pelo docente do departamento de Física, Adilson Jesus Aparecido de Oliveira, e chamada por ‘Juntos pela UFSCar’. De acordo com o regulamento, essa eleição não decide quem será o reitor da universidade e, após a homologação do resultado, o colégio eleitoral da UFSCar deve elaborar a lista tríplice para ser apresentada ao presidente da República para que decida quem será o novo reitor. Tradicionalmente, na UFSCar, as chapas perdedoras na pesquisa eleitoral não apresentam seus nomes - embora tenham esse direito - para a formação da lista, que acaba sendo compostas apenas por nomes dos membros da chapa vencedora, como forma de garantir que a vontade da comunidade universitária seja respeitada. Outro ponto abordado na decisão é que no pleito deste ano não foi respeitado o peso de 70% para a manifestação do pessoal docente em relação às demais categorias e a votação foi paritária, atribuindo peso igual para docentes, discentes e servidores técnicos-administrativos. VÍDEOS DO BOM DIA CIDADE DESTA SEXTA: Veja mais notícias da região no G1 São Carlos e Araraquara.
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15/01 - Enem digital: locais de prova serão divulgados nesta sexta, às 18h, diz Inep
Inep fornecerá aos candidatos o acesso ao cartão de confirmação - documento que traz informações como o endereço do local de prova e os dados pessoais do aluno. Versão digital será aplicada em 31 de janeiro e 7 de fevereiro. Alexandre Lopes, presidente do Inep, ao apresentar o projeto-piloto de aplicar o Enem em formato digital a partir de 2020 Luis Fortes/MEC O cartão de confirmação dos candidatos do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) digital será divulgado nesta sexta-feira (15), às 18h, segundo o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). O documento traz o endereço do local de prova e os dados pessoais do aluno (como o idioma estrangeiro selecionado por ele - inglês ou espanhol - e o tipo de atendimento especializado a que terá direito). Veja PERGUNTAS E RESPOSTAS sobre o Enem digital Para ter acesso ao cartão, o estudante deve acessar a página do participante e inserir login e senha. Apesar de recomendado, não é obrigatório imprimi-lo e levá-lo no dia da prova. O Enem digital será aplicado nos dias 31 de janeiro e 7 de fevereiro. É a estreia do novo formato, ainda para um número reduzido de candidatos: cerca de 96 mil. Cronograma do Enem Provas impressas: 17 e 24 de janeiro Provas digitais: 31 de janeiro e 7 de fevereiro Reaplicação da prova: 23 e 24 de fevereiro Resultados: 29 de março Veja vídeos com aulões de revisão para a prova:
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15/01 - No Enem 2020, como se proteger da Covid-19? Quais os riscos de pegar a doença durante a prova?
Especialistas explicam que as condições do local de prova são decisivas: ambientes devem ser amplos e ter ventilação natural. Uso de máscara é essencial - e tirá-la na hora de comer pode ser um problema. Primeiro dia de provas do Enem vai ser neste domingo (17) O Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2020 vai ser aplicado a partir de 17 de janeiro, pouco tempo depois das festas de Natal e de Ano Novo. Segundo infectologistas, já há um agravamento da pandemia de Covid-19, com aumento no número de casos da doença após aglomerações nos feriados. O Brasil voltou a registrar mais de mil mortes em 24 horas e a ter UTIs próximas à capacidade máxima de lotação. Segundo monitoramento do Imperial College de Londres, no Reino Unido, o índice de transmissão também subiu. Ainda assim, apesar da pressão de estudantes e de entidades, a Justiça negou o pedido de adiar o Enem. “A curva [de infectados] vai subir. É um momento muito sério”, afirma Daniel Lahr, professor do Instituto de Biociências da Universidade de São Paulo (USP). Foto mostra estudantes que prestaram a Fuvest, no último domingo (10). Distanciamento a janelas abertas reduzem risco de contágio Daniel Teixeira/Estadão Conteúdo O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), responsável pelo Enem, garante que seguirá regras para evitar a contaminação: redução do número de candidatos por sala, disponibilização de álcool gel nos locais de prova, salas exclusivas para grupos de risco e espaçamento entre as carteiras. Quem tiver sintomas no dia, deverá fazer o exame em outra data. Será que isso é suficiente para proteger os alunos? Quais os riscos? Como evitá-los? Veja abaixo os principais pontos: Qual a quantidade máxima de pessoas por sala, para que não haja riscos? Segundo Raquel Stucchi, infectologista da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), não há como especificar uma quantidade máxima de candidatos por sala. O cálculo varia segundo: o tamanho do espaço; o tipo de ventilação; a distância entre as pessoas; a obediência aos protocolos sanitários (como uso de máscaras e de álcool gel). É preciso manter de 1,5 a 2 metros entre as carteiras, no mínimo. A Universidade de Colorado, nos Estados Unidos, elaborou uma calculadora que estima os riscos de contaminação segundo as condições de cada local. Em uma simulação, foram inseridos os seguintes dados: sala de aula de 25 m de largura, 35 m de comprimento e 4 m de altura; 30 pessoas; 28ºC de temperatura; 4 horas de exposição; dois domingos de aplicação da prova; 100% das pessoas com máscara adequada; ventilação natural. Se houver um candidato contaminado, o risco de um dos outros 29 pegar a doença é de 4,25%, de acordo com a universidade. Como deve ser a ventilação da sala? Para menor risco de transmissão do novo coronavírus, a sala de aula deve ter ventilação natural. Stucchi lembra que estamos no verão, quando as temperaturas são altas na maior parte do país. “Se estiver muito calor, o ventilador e o ar-condicionado podem ser ligados, desde que as janelas estejam abertas”, diz. “Com tudo fechado ou se não houver janela, eles se tornam vilões que colaboram para a transmissão da Covid.” O professor Lahr faz uma ressalva. “Há modelos de ar-condicionado com filtro que expulsam o ar do ambiente. São os únicos que não oferecem riscos”, diz. O uso de máscara é mesmo importante? Quantas levar? Lahr diz que, para combater o coronavírus, “o efeito da máscara é fantástico”, já que a principal forma de transmissão da Covid-19 é por gotículas de saliva. “Mas existe também uma segunda via, por aerossóis. São partículas da respiração muito menores, que têm menos risco de chegar até outra pessoa. Só que, em um espaço pequeno, com muita gente, pouca ventilação e um tempo prolongado de convivência, o ambiente fica saturado. A máscara não vai conseguir segurar”, diz Lahr. Por isso, é tão importante manter o ar circulando. Os especialistas afirmam que o ideal é usar, no mínimo, duas máscaras durante o exame. “No calor, a chance de o tecido ficar úmido com a respiração é grande. Aí, o candidato pode levar uma segunda máscara em um saquinho plástico para trocar. Se pegar transporte público para ir até o local da prova, é bom levar mais outra”, afirma Raquel Stucchi. Pode tirar a máscara na hora de comer? Sim. E segundo os especialistas entrevistados pelo G1, qualquer momento sem máscara representa um risco. Para Daniel Lahr, o ideal, se possível, seria evitar fazer o lanche na sala. “É um tempo muito prolongado de prova. Se for um espaço mal ventilado ou lotado, tirar a máscara traz um perigo seríssimo de contaminação”, diz. “Pesquisas mostraram que, de todas as atividades flexibilizadas até hoje, os níveis maiores de transmissão da Covid são em restaurantes e bares, justamente onde as pessoas tiram a máscara para comer e beber.” Mas como ficar mais de quatro horas sem se alimentar? Lahr diz que o ideal seria estabelecer um sistema de revezamento: a cada momento, um pequeno grupo de candidatos sairia da sala para fazer o lanche em um ambiente externo, com bastante distanciamento. Como isso não está previsto no edital do Enem 2020, Raquel Stucchi dá outra sugestão: tirar a máscara muito rapidamente, apenas para colocar o alimento na boca, e colocá-la de volta logo depois, segurando-a pelo elástico. “A gente já aprendeu que é possível mastigar de máscara”, afirma. Segundo a infectologista, se o candidato for fazer uma pausa grande e ficar 10 minutos comendo, há o risco de alguém próximo tossir e contaminar quem estiver desprevenido. “O papel dos fiscais é importantíssimo. Eles precisam garantir que todo mundo esteja de máscara o máximo de tempo possível”, reforça. “A ‘vantagem’ do Enem é que os alunos ficarão em silêncio. Isso diminui os riscos de contaminação.” Qual cuidado tomar imediatamente antes da prova? Os especialistas pedem muita atenção nos portões dos locais de prova. É comum que os candidatos se aglomerem ali e deixem para entrar nas salas apenas quando faltar pouco tempo para o exame. “O melhor é chegar cedo e entrar com calma, sem se juntar a grandes grupos”, diz Lahr. O Inep anunciou que antecipará a abertura dos portões para as 11h30, justamente com a intenção de evitar aglomerações. Stuchhi complementa. “Depois de entrar na sala, não é para ficar conversando com os outros candidatos. O ideal é manter o silêncio e ficar de máscara.” E nada daquela história de deixar pai ou mãe esperando do lado de fora do prédio - é outro risco de contaminação. Precisa limpar os objetos? Segundo o Inep, as mesas serão higienizadas com álcool 70%. Mas a infectologista da Unicamp sugere que o estudante leve seu próprio potinho transparente, pegue papel no banheiro e faça a limpeza da carteira antes do início do exame. E atenção: o ideal é levar a própria caneta. Se, na correria, o candidato esquecê-la em casa, deve comprar o produto e higienizá-lo com capricho. Impedir a entrada de sintomáticos resolve a questão? A orientação de não prestar o Enem se tiver com sintomas de Covid-19 é importante - mas não zera os riscos de contaminação. Segundo Lahr, além dos assintomáticos, existem os pré-sintomáticos: aqueles que já estão doentes, mas ainda não manifestaram os sinais, como febre e tosse. “Podem não ter nada no dia da prova, mas já estarem contaminados, transmitindo o vírus. Vão se sentir mal só depois de uns dois dias”, explica. Cronograma do Enem Provas impressas: 17 e 24 de janeiro Provas digitais: 31 de janeiro e 7 de fevereiro Reaplicação: 23 e 24 de fevereiro (para pessoas afetadas por eventuais problemas de estrutura) Resultados: a partir de 29 de março Assista a um vídeo com as principais informações sobre o Enem 2020: Enem em 90 segundos
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15/01 - Veja perguntas e respostas sobre as questões judiciais que envolvem a realização do Enem nos próximos domingos
Há um risco de judicialização desta edição? O Enem está adiado no Amazonas? Movimentação no Enem 2018 em local de prova de São Paulo Foto: RONALDO SILVA/FUTURA PRESS/FUTURA PRESS/ESTADÃO CONTEÚDO A piora na pandemia de Covid nas semanas que antecedem o Enem levou a ações judiciais que pedem o adiamento da prova em todo o país, marcada para os dois próximos domingos. Veja perguntas e respostas sobre a realização do exame e as contestações sobre a manutenção da data: O Enem está mantido para os dois próximos domingos? Está mantido para todos os estados do Brasil e no DF – exceto para o estado do Amazonas e a cidade de Ji-Paraná (RO). Na tarde de sexta (15), a Justiça Federal decidiu manter a suspensão das provas no estado devido ao avanço da pandemia. A decisão só vale para o Amazonas. Na noite desta sexta o Inep anunciou que aplicará o Enem no estado do Amazonas nos dias 23 e 24 de fevereiro. "O Inep e o MEC irão unir esforços institucionais em parceria com o governo do Amazonas", afirma a publicação. A prefeitura de Ji-Paraná chegou a publicar um decreto suspendendo a prova na cidade, mas o prefeito voltou atrás. Nesta semana, decisões da Justiça Federal em SP (terça-feira) e do Tribunal Regional Federal da 3ª Região (quinta) negaram o pedido da Defensoria Pública da União, que procurava adiar o exame em todo o país. Com isso, fora o Amazonas, a prova continua marcada para os dias 17 e 24 de janeiro. A decisão, mantida pelo TRF-3, abre a possibilidade para que prefeituras peçam o adiamento do exame, a depender das condições locais da pandemia de Covid-19. Alguma localidade já fez essa solicitação? Manaus e Parintins (AM) pediram na quarta. No mesmo dia, a justiça amazonense suspendeu a realização do exame em todo o estado, o que foi confirmado pela Justiça Federal. O Ministério Público Federal solicitou o adiamento da prova em Minas Gerais, mas a Justiça negou o pedido. APLICATIVO G1 ENEM: Baixe o app com jogos de perguntas e respostas sobre o Enem Qual é a situação do Enem no Amazonas? Na quinta, a Advocacia-Geral da União, representando o Inep, pediu que a decisão da justiça amazonense fosse derrubada e que os 160 mil estudantes do estado façam a prova neste domingo e no seguinte. À noite, o governo do Amazonas publicou um decreto que proíbe o acesso às escolas do estado para a realização do Enem, suspendendo o exame. Nesta sexta, o Tribunal Regional da 1ª Região (TRF 1) manteve a suspensão no Amazonas. Se as prefeituras decidirem pelo adiamento do exame, como permite a decisão da Justiça Federal em SP, quando os candidatos dessas cidades farão a reaplicação do Enem? Não foi anunciada uma data. Na verdade, o presidente do Inep, organizador da prova, disse ao G1 que não pode assegurar que haverá reaplicação do exame nas cidades que suspenderem a realização da prova. "Não é que a gente não vai fazer, o que eu não posso é garantir", afirmou Alexandre Lopes. "O Enem é um processo muito complexo, que demora muito tempo para ser executado." Há um risco de judicialização desta edição do Enem? Se nem todos os candidatos fizerem o exame sob as mesmas condições, há o risco de questionamento, afirma a procuradora Elida Graziane, do Ministério Público de Contas de SP. "O Enem é uma espécie de seleção análoga ao concurso. Ou a prova é igual pra todos, ou é nula para o fim pretendido de seleção de estudantes às vagas das instituições de ensino superior", afirma. O Inep afirma ver com naturalidade as ações judiciais. "A gente respeita, é um direito de qualquer cidadão de recorrer ao judiciário, vejo com naturalidade, e o que a gente faz é se defender em juízo. Não é um problema", disse Alexandre Lopes. O que o Inep disse à Justiça sobre adiar o exame? À Justiça Federal, a autarquia declarou que, se as atuais datas forem desmarcadas, poderá ser inviabilizado "o início do ano letivo nas universidades federais, bem como a adesão aos programas Prouni e Fies". Afirmou que a realização "na data marcada é perfeitamente possível e segura para todos os envolvidos, não havendo riscos de ordem sanitária". Locais de prova: saiba como consultar onde você fará o Enem 2020 Se prepare: o que pode ser feito para melhorar o autocontrole antes da prova Quantas pessoas vão fazer a prova no domingo? Estão inscritos 5,7 milhões de candidatos em todo o país. Há previsão de provas em 1.747 municípios. São 14 mil locais de aplicação, e 205 mil salas. E qual é o protocolo adotado pelo Inep para evitar a contaminação por Covid entre os candidatos? As medidas anunciadas foram: uso obrigatório de máscaras para candidatos e aplicadores; disponibilização de álcool em gel nos locais de prova e nas salas; recomendação de distanciamento social no deslocamento até as salas de provas; identificação de candidatos do lado de fora das salas, para evitar aglomeração – haverá marcações no piso para ter distanciamento, caso haja fila; contratação de um número maior de salas: na edição de 2019, foram 140 mil locais de aplicação; agora, serão 200 mil; salas de provas com cerca de 50% da capacidade máxima. candidatos idosos, gestantes e lactantes em salas com 25% da capacidade máxima; higienização das salas de aulas, antes e depois do exame. O candidato que não usar máscara será desclassificado? O regulamento do Enem prevê eliminação em caso de "descumprir as orientações da equipe de aplicação". Mas o candidato pode tirar a máscara em algum momento? Sim. O protocolo prevê a retirada dela para sua troca ou para alimentação. Não é exigido sair da sala. Segundo especialistas, qualquer momento sem máscara representa um risco. Para Daniel Lahr, professor do Instituto de Biociências da Universidade de São Paulo (USP), o ideal seria evitar fazer o lanche na sala. E o que os infectologistas falam sobre as condições de prova? Márcio Sommer Bittencourt, da USP, diz que, "de forma bem subjetiva", o risco com "pessoas em silêncio, usando máscara, com distanciamento e janelas abertas poderia ser considerado moderado". Mas, em sua avaliação, "estamos fazendo o exame no pior momento da pandemia no Brasil". Miriam Dal Ben, do hospital Sírio-Libanês, de São Paulo, diz que as medidas adotadas pelo Inep "são as indicadas para mitigar o risco, mas o risco não é zero". Já não havia uma data oficial de reaplicação do Enem? Sim, 23 e 24 de fevereiro. Os dois dias já estavam programados para atender candidatos que enfrentaram problemas de infraestrutura (falta de energia no local, por exemplo) e pessoas que tiveram diagnóstico confirmado de Covid. O Inep diz que é difícil usar essas datas caso sejam muitas as cidades a pedir reaplicação por causa da pandemia. A autarquia cita as questões logísticas. Nesta sexta, foi anunciado que o Amazonas também fará nessas datas. Enem em 90 segundos Vídeos: veja Aulões para o Enem
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15/01 - 'Não me sinto nem um pouco preparada', diz candidata ao Enem, moradora da periferia de BH e mãe de dois filhos
As provas estão marcadas para os dias 17 e 24 de janeiro. Nesta semana, o G1 traz uma série de reportagens sobre os desafios enfrentados por candidatos da periferia de Belo Horizonte. Adriana Cardoso com a filha Joana Adriana Cardoso/Arquico pessoal Dois meses antes das provas do Enem, Adriana Cardoso teve Covid-19. Ela ficou doente pouco depois de voltar ao trabalho, em um bar de Belo Horizonte. “Foi em novembro. Tive dor de garganta, sintomas de gripe. Mas aí comecei a ter falta de ar. Dificuldade para subir as escadas da minha casa. Aí fiz o teste. Deu positivo”, contou a moradora do Morro do Papagaio, na Região Centro-Sul da cidade. Este foi um dos obstáculos enfrentados por Adriana, que sonha em cursar administração. Mãe de duas crianças, ela havia se matriculado em um cursinho popular na comunidade, e tinha prazer em pegar os cadernos e ir até a sala de aula. Mas, com a pandemia, cuidar da casa, dos filhos e ainda ter o celular como única forma de acompanhar o conteúdo foi demais para ela. “Em casa tenho estudado muito pouco. Eu não me adaptei a essa vida on-line. Não tenho foco, paciência. Sala de aula ainda é o melhor lugar”, contou a atendente de bar. As provas do Enem estão marcadas para os dias 17 e 24 de janeiro. Nesta semana, o G1 publica uma série de reportagens com candidatos da periferia de Belo Horizonte que vão fazer os testes. Estudantes relatam dificuldades no estudo em ano atípico 'Tinha muitos planos pro Enem, mas não sei se vou conseguir', diz aluno de favela de BH que sofre com ansiedade e falta de internet MPF entra com ação pedindo adiamento do Enem em MG Justiça nega pedido para adiar o Enem 2020 Portões abrirão mais cedo para evitar aglomeração, diz Inep Locais de prova: saiba como consultar onde você fará o Enem 2020 'Seria melhor adiar' Tribunal nega recurso e mantém realização do Enem nos próximos dois domingos Apesar das dificuldades, a atendente de bar vai fazer a prova. “Não me sinto nem um pouco preparada. Acredito que seria melhor se adiasse mais um tempo”, disse ela. MPF entra com ação pedindo adiamento do Enem em MG Com a pandemia, Adriana prefere não fazer mais planos. "Cada dia as coisas mudam e a gente tem que se adaptar. Você planeja uma coisa, não dá certo. É como se tivesse emendando um ano no outro. A gente espera é a vacina. E voltar a viver normalmente. É difícil acostumar com essa vida. Você acha que está acabando o número de mortos, aí sobe de novo", falou Adriana, que hoje está em casa, e não no trabalho, após mais um fechamento do comércio da cidade. Os vídeos mais vistos do G1 Minas nesta semana:
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15/01 - Período de inscrição no Prouni 2021 termina nesta sexta
Programa seleciona candidatos para bolsas parciais e integrais em universidades particulares. Prouni dá bolsas de estudo em universidades particulares. David Mark/Pixabay O período de inscrições para o Programa Universidade Para Todos (Prouni) 2021 termina nesta sexta (15) às 23h59. O Prouni seleciona candidatos para bolsas parciais e integrais em universidades particulares. Um dos critérios de seleção é o desempenho dos candidatos no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Com o adiamento do Enem 2020 por causa da pandemia, a nota desta edição só será divulgada no fim de março. Por isso, a seleção do Prouni deste primeiro semestre adotará as notas do Enem 2019. Para se inscrever, é preciso acessar o site oficial do programa: http://prouniportal.mec.gov.br/. É possível escolher até duas opções de instituição, curso e turno. Todos os dias, ao longo do período de inscrição, o sistema atualiza as notas de corte. Por isso, se o candidato já fez a inscrição, é recomendado que ele entre de novo no sistema e veja as chances de aprovação. Caso a nota de corte tenha mudado muito, é possível alterar as opções e concorrer a outras vagas. Os resultados serão divulgados em 19 de janeiro (primeira chamada) e 1º de fevereiro (segunda chamada). Para participar, é necessário se encaixar em uma das seguintes categorias: ter cursado o ensino médio completo na rede pública; ter sido bolsista integral em escolas particulares durante todo o ensino médio; ter alguma deficiência; ser professor da rede pública de ensino, na educação básica. Com exceção dos docentes, os demais candidatos não podem ter diploma do ensino superior. Critérios de renda O Prouni dá direito a bolsas de estudo em universidades particulares. São duas modalidades: bolsa integral: renda familiar mensal per capita de até 1,5 salário mínimo; bolsa parcial (50% da mensalidade): renda familiar mensal per capita de 1,5 a 3 salários mínimos. Lista de espera Os estudantes não convocados nas duas primeiras chamadas deverão manifestar interesse em continuar no processo seletivo entre os dias 18 e 19 de fevereiro. A lista de espera estará disponível para consulta em 22 de fevereiro. Fies O Programa de Financiamento Estudantil (Fies) também abrirá as inscrições em janeiro. A seleção para concorrer a um dos contratos de financiamento para mensalidades em universidades privadas começa em 26 de janeiro e se encerra em 29 de janeiro. O Fies também usa as notas do Enem como critério de seleção e, para a edição do primeiro semestre de 2021, adotará o desempenho do Enem de anos anteriores (de 2010 a 2019). Saiba mais: MEC publica edital do Fies 2021 com inscrições em janeiro e Enem de anos anteriores Sisu Já o Sistema de Seleção Unificada (Sisu), que seleciona alunos para universidades públicas, ficará para abril. Como as notas do Enem 2020 sairão em março, haverá tempo de usá-las no processo de seleção. Cronograma do Prouni Inscrições: 12 a 15 de janeiro Resultado (primeira chamada): 19 de janeiro Segunda chamada: 1º de fevereiro Interesse em participar da lista de espera: 18 e 19 de fevereiro Resultado da lista de espera: 22 de fevereiro VÍDEOS: confira as notícias sobre Educação
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15/01 - Decreto do governo do Amazonas confirma suspensão do Enem no estado
Governo federal tenta derrubar decisão judicial que suspendeu as provas por conta da pandemia. Suspensão ocorre devido ao alto nível de contágios do novo coronavírus no estado, que vive colapso no sistema de saúde com recorde de internações. Primeira prova do Enem 2020 acontece neste domingo (17) TV Globo/Reprodução O governo do Amazonas publicou um decreto nesta quinta-feira (14) que confirma a suspensão das provas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) no estado. Devido ao estado de calamidade pública decretado pelo poder executivo estadual em decorrência do aumento de casos de Covid-19, os exames não poderão ser aplicados nos dias 17 e 24 de janeiro. O estado vive uma crise sem precedentes, com caos no sistema de saúde, leitos lotados e hospitais sem oxigênio. Pelo menos 235 pacientes do Amazonas deverão ser levados a outros 6 estados para receber atendimento médico devido ao colapso no sistema de saúde local, segundo informou o governador Wilson Lima nesta quinta-feira (14). Na última quarta-feira (13), o juiz federal José Ricardo de Sales suspendeu a realização das provas do Enem no Amazonas por meio de uma liminar, sob pena de multa de R$ 100 mil por dia de descumprimento, até o limite de 30 dias. Na decisão, o magistrado justificava a decisão devido ao surto de casos de coronavírus. O governo federal chegou a recorrer, também nesta quinta por meio de ação da Advocacia-Geral da União (AGU), para tentar realizar as provas no estado, mas ainda não houve nova decisão da Justiça. O decreto estadual desta quinta confirma a suspensão do Enem em todo o estado e proíbe acesso de qualquer pessoa não autorizada às escolas públicas estaduais. Governador anuncia decreto que proíbe circulação de pessoas entre 19h e 6h em Manaus Artistas, clubes e políticos cobram oxigênio para pacientes de Covid-19 em Manaus Médicos e familiares de pacientes descrevem colapso com falta de oxigênio em Manaus Pazuello reconhece 'colapso' na saúde de Manaus e diz que fila por um leito é de quase 500 pacientes ANA FLOR: Defensoria e MP afirmam que responsabilidade é do governo federal Mais de 160 mil estudantes amazonenses se inscreveram e agora ficam sem a garantia de realizar as provas. No início desta semana, decisão da Justiça Federal em São Paulo válida para todo o país já havia negado o adiamento das provas do Enem e mantido o exame para 17 e 24 de janeiro, como mostra o vídeo abaixo. No entanto, a decisão previa que o Inep deveria reaplicar a prova em outra data nos lugares onde as autoridades locais impedissem que o exame fosse feito devido aos elevados números de contágios do novo coronavírus. Com exceção do Amazonas, decisões judiciais mantêm provas do Enem nos dias 17 e 24 O presidente do Inep, Alexandre Lopes, no entanto, afirmou nesta quinta-feira (14) em entrevista ao G1 que "não há garantia" de que conseguirá reaplicar os exames nas cidades que impedirem a sua realização. "Não posso assegurar que vamos fazer aplicações em cidades que vão pedir reaplicação", afirmou Alexandre Lopes, presidente do Inep. "Não é que a gente não vai fazer, o que eu não posso é garantir", disse. Segundo Lopes, embora o Enem tenha uma data oficial de reaplicação (23 e 24 de fevereiro), casos de suspensão da prova ligados à pandemia não poderão ser encaixados neste dia. "A reaplicação é para casos excepcionais. Não é segunda aplicação total do Enem. Preciso saber quantos vão fazer a prova, e aí eu imprimo", explica. "Se tiver 5 mil, 10 mil pessoas ou mais, consigo assegurar todas. A depender da logística que for necessária ou quantidade provas a serem impressas, não consigo. Não é que a gente não vai fazer, o que eu não posso é garantir", afirma. "Quem vai me dizer quando tiver condição sanitária boa? Não adianta chegar 3 dias antes da prova e pedir para aplicar. A visão não é só minha, preciso que o prefeito diga que em 23 e 24 de fevereiro eu vou ter condições de aplicar lá". Explosão de casos O estado do Amazonas registrou 3.816 novos casos de Covid-19 nesta quinta-feira (14), sendo 2.516 somente em Manaus. Foi o maior número de novos casos registrados no estado e na capital amazonense desde o início da pandemia, em março de 2020. O número de mortes subiu para 5.930, com mais 51 mortes causadas pela doença. Do total, 44 óbitos ocorreram nas últimas 24 horas e outros sete foram registrados em dias anteriores, mas confirmados agora. Manaus voltou a bater o recorde de internações diárias por Covid-19. Foram 254 novas hospitalizações no capital, número mais alto registrado no estado desde o início da pandemia, mesmo com o colapso na rede de saúde, vivido entre abril e maio de 2020. Outras quatro internações foram registradas no interior do estado, fazendo o total de casos chegar a 258 no estado. VÍDEOS: Manaus vive colapso com hospitais sem oxigênio
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15/01 - O Assunto #369: Enem da pandemia - chegou a hora
Exame será realizado para quase 6 milhões de estudantes a partir de 17 de janeiro - decisão confirmada pela Justiça nesta quinta-feira (14). No Amazonas, outra decisão judicial adiou a prova no Estado e o MEC segue sem apresentar uma alternativa. Você pode ouvir O Assunto no G1, no Spotify, no Castbox, no Google Podcasts, no Apple Podcasts, no Deezer, na Amazon Music, no Hello You ou no aplicativo de sua preferência. Assine ou siga O Assunto, para ser avisado sempre que tiver novo episódio. Adiado por causa do novo coronavírus, o exame que envolve quase 6 milhões de estudantes começa no domingo, 17 de janeiro. Apesar do apelo alunos, entidades e alguns prefeitos, a prova está mantida por decisão do TRF-3 - menos no Amazonas, onde a primeira instância suspendeu a realização. Mas como será fazer o exame neste momento de alta de casos de Covid? Neste episódio, Renata Lo Prete conversa com Luiza Tenente, repórter de educação do G1. Luiza explica as orientações em meio ao processo de judicialização e da carência de explicações do governo sobre o que vai acontecer com quem estiver em cidades onde a prova não será aplicada. Ela detalha cuidados a tomar e o que levar na hora de fazer o ENEM: máscara e caneta preta. "A recomendação dos médicos é que o estudante leve um lanche rápido", diz. E dá uma dica: ter foco e combater a ansiedade. O que você precisa saber: Justiça nega mais uma vez o adiamento do Enem e mantém prova para este domingo Justiça Federal suspende provas do Enem no Amazonas Presidente do Inep diz que 'não há garantia' de reaplicar Enem 2020 para cidades que impedirem prova Candidatos ao Enem 2020 contam que pandemia de Covid virou pressão extra para a hora da prova 'Tinha muitos planos pro Enem, mas não sei se vou conseguir', diz aluno de favela de BH que sofre com ansiedade e falta de internet O podcast O Assunto é produzido por: Mônica Mariotti, Isabel Seta, Gessyca Rocha, Luiz Felipe Silva, Thiago Kaczuroski, Renata Bitar e Giovanni Reginato. Nesta semana colaborou também Laís Modelli. Apresentação: Renata Lo Prete Comunicação/Globo O que são podcasts? Um podcast é como se fosse um programa de rádio, mas não é: em vez de ter uma hora certa para ir ao ar, pode ser ouvido quando e onde a gente quiser. E em vez de sintonizar numa estação de rádio, a gente acha na internet. De graça. Dá para escutar num site, numa plataforma de música ou num aplicativo só de podcast no celular, para ir ouvindo quando a gente preferir: no trânsito, lavando louça, na praia, na academia... Os podcasts podem ser temáticos, contar uma história única, trazer debates ou simplesmente conversas sobre os mais diversos assuntos. É possível ouvir episódios avulsos ou assinar um podcast – de graça - e, assim, ser avisado sempre que um novo episódio for publicado.
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14/01 - MPF entra com ação pedindo adiamento do Enem em MG
Provas estão marcadas para dias 17 e 24 de janeiro. Órgão quer adiamento 'até que haja condições adequadas para a sua realização'. Ministério Público Federal entra com ação pedindo adiamento do Enem em MG O Ministério Público Federal (MPF) pediu o adiamento do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) em Minas Gerais. De acordo com o órgão, a ação foi ajuizada contra a União e o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) nesta quinta-feira (14). Tudo sobre o Enem 2020 Mais de meio milhão de pessoas estão inscritas no Enem em Minas Gerais. As provas estão previstas para os dois próximos domingos, dias 17 e 24 de janeiro. O MPF quer o adiamento "até que haja condições adequadas para a sua realização, a serem atestadas por órgão técnico, ou então, pelo menos que o Enem seja remarcado para os próximos meses, ressalvando-se, porém, a hipótese de novo adiamento em caso de continuidade da calamidade sanitária". De acordo com a Secretaria de Estado de Saúde (SES), Minas Gerais registrou, até o momento, 619.846 mil casos e coronavírus. Ao todo, 13.028 pessoas morreram em decorrência da Covid-19. Caderno de provas do Enem de 2019 Ana Carolina Moreno/G1 Nesta quarta-feira (14), Belo Horizonte passou a marca de 2 mil mortos pela doença. A cidade segue com dois dos três principais indicadores do avanço da Covid-19 em alerta máximo e, desde segunda-feira (11), só permite o funcionamento de serviços essenciais. Segundo o MPF, o procurador da República Helder Magno da Silva acredita que a reunião de milhares de pessoas em ambientes fechados vai contra as medidas sanitárias mais restritivas adotadas tanto pelo governo de Minas Gerais, quanto pela Prefeitura de Belo Horizonte (PBH). A ação foi distribuída para a 16ª Vara Federal de Belo Horizonte. A Advocacia-Geral da União (AGU) disse que não comenta processos em tramitação judicial. O G1 entrou em contato com o Inep, por volta das 20h40, mas não havia obtido retorno até a última atualização desta reportagem. Decisão na Justiça Nesta quinta-feira (14), o Tribunal Regional Federal da 3ª Região (TRF-3) negou o adiamento das provas e manteve a decisão da última terça-feira (12) que diz que, caso uma cidade tenha elevado risco de contágio que justifique medidas severas de restrição de circulação, caberá às autoridades locais impedirem a realização da prova. Metrô de Belo Horizonte amplia horário de funcionamento nos dias do Enem 2020 Se isso acontecer, o Inep terá que reaplicar o exame. O presidente do instituto afirmou ao G1, também nesta quinta-feira, que não há como "assegurar que vamos fazer aplicações em cidades que vão pedir reaplicação". A Prefeitura de Belo Horizonte manteve o exame para as datas estabelecidas pelo Inep e disse que "só é responsável pelo transporte público e pelo trânsito nas imediações dos locais de prova". Ao todo, 93.953 pessoas vão fazer o Enem na capital mineira. Vídeos: Aplicativo G1 Enem
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14/01 - Governo federal recorre de decisão que suspendeu provas do Enem no Amazonas
Juiz federal do Amazonas suspendeu nesta quarta a aplicação da prova no estado; recurso da AGU foi levado ao TRF-1, com sede em Brasília. Enem está marcado para 17 e 24 de janeiro. A Advocacia-Geral da União (AGU) recorreu nesta quinta-feira (14) da decisão da Justiça federal do Amazonas que suspendeu as provas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) no estado. A suspensão foi determinada nesta quarta (13) pelo juiz federal José Ricardo de Sales. O recurso do governo federal foi levado ao Tribunal Regional Federal da Primeira Região (TRF-1), com sede em Brasília. O Enem está marcado para os dias 17 e 24 deste mês. Mais de 160 mil estudantes amazonenses estão inscritos. O juiz federal José Ricardo Sales suspendeu a aplicação das provas alegando o aumento no número de casos de Covid-19 registrados do Amazonas. Até esta quarta-feira, mais de 5 mil pessoas já haviam morrido no estado em razão da doença. Sales decidiu que as provas devem ficar suspensas enquanto durar o estado de calamidade pública decretado pelo governo local, sob pena de multa de R$ 100 mil por dia de descumprimento, até o limite de 30 dias. Justiça Federal suspende Enem no Amazonas O que diz a AGU No recurso, A AGU afirma que a suspensão causa dano irreparável aos estudantes do estado do Amazonas. O órgão argumenta ainda que o adiamento tem potencial para provocar um efeito cascata. "Qualquer decisão que afete os procedimentos referentes ao cronograma do Enem refletirá nos cronogramas do Sisu, do Fies e do Prouni, resultando, necessariamente, em graves danos ao candidatos, a todas as instituições públicas e privadas envolvidas, e ao interesse público como um todo", argumentou a AGU. O governo alegou ainda que a aplicação simultânea da prova representa garantia do atendimento isonômico aos estudantes. A AGU também listou uma série de medidas de prevenção ao coronavírus que serão adotadas para a realização das provas, como higienização do local de prova, uso de máscara, redução do número de alunos por sala, entre outras. Segundo o governo federal, a logística do Enem preparada para o estado é a seguinte: 410 locais de aplicação; 5.996 salas; 160.548 inscritos; aumento de 70% do número de locais e de salas de provas para garantir o distanciamento social entre os participantes. A AGU afirmou que, dos 56 municípios do estado, 45 correspondem a locais de difícil acesso. Já foram enviados malotes com as provas para 28 rotas de interiorização, correspondendo a 49% das rotas.
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14/01 - Enem 2020: Aulão do G1 traz dicas para estruturar a sua redação; veja os VÍDEOS
O programa teve participação do professor Eduardo Valladares, do cursinho Descomplica. Enem 2020: aulão tira dúvidas sobre redação O G1 fez nesta quinta (14) um aulão de preparação para o Enem com dicas para a redação. O professor Eduardo Valladares explicou como montar a sua argumentação, independente do tema que aparecer na hora da prova, e o que evitar para perder pontos. A prova é no primeiro dia de Enem, neste domingo (17). A parte inicial do Aulão você pode ver no vídeo acima. Veja os demais temas nos vídeos mais abaixo. APLICATIVO G1 ENEM: Baixe o app com jogos de perguntas e respostas sobre o Enem Valladares mostrou como introduzir a sua proposta, levantar o tema central e arrematar a redação. A apresentação foi de Luiza Tenente. Locais de prova: saiba como consultar onde você fará o Enem 2020 Se prepare: o que pode ser feito para melhorar o autocontrole antes da prova O G1 ainda transmitirá, sempre às 13h, mais dois aulões para ajudar na segunda prova, marcada para o dia 24/1: 19/1 Ciências da natureza 21/1 Matemática Assista aos outros tópicos do Aulão Enem 2020: aulão tira dúvidas sobre redação Enem 2020: aulão tira dúvidas sobre redação Vídeos: veja mais Aulões para o Enem
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14/01 - Presidente do Inep diz que 'não há garantia' de reaplicar Enem 2020 para cidades que impedirem prova, e diz que judicialização é 'natural'
Alexandre Lopes cita logística e flutuação da pandemia como empecilhos para reaplicação do Enem em locais que estão com alta de casos de coronavírus. Enem 2020 foi adiado de novembro para janeiro, por causa da pandemia no coronavírus, mas nova alta de casos coloca aplicação em debate André Melo Andrade/Myphoto Press/Estadão Conteúdo O presidente do Inep, Alexandre Lopes, afirmou nesta quinta-feira (14) em entrevista ao G1 que "não há garantia" de que conseguirá reaplicar o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2020 nas cidades que impedirem a realização da prova, devido aos casos de coronavírus. O Inep é uma autarquia do Ministério da Educação (MEC) e coordena a aplicação do exame. O Enem tem uma data oficial de reaplicação (23 e 24 de fevereiro) para atender candidatos que possam ter problemas de infraestrutura, como falta de luz, por exemplo. Nesta edição, o benefício foi estendido a quem tiver diagnóstico confirmado de Covid (leia mais abaixo). Estas são as mesmas datas do Enem para pessoas privadas de liberdade (Enem PPL) mas, segundo Lopes, caso muitas cidades peçam reaplicação por causa da pandemia, não haverá provas suficientes para distribuir. Lopes citou a logística que envolve a distribuição dos cadernos de questões e a flutuação dos casos na pandemia, que dificultam o planejamento. "Não posso assegurar que vamos fazer aplicações em cidades que vão pedir reaplicação", afirmou Alexandre Lopes, presidente do Inep. "Não é que a gente não vai fazer, o que eu não posso é garantir", completou. "O Enem é um processo muito complexo, que demora muito tempo para ser executado. É uma preparação de quase um ano. A prova que vai acontecer domingo, nós começamos a distribuir em 11 de dezembro", afirmou Lopes. O exame está marcado para começar neste domingo (17). O segundo dia de provas impressas será no domingo seguinte (24). Estão confirmados 5,78 milhões de candidatos. Com o aumento de casos na pandemia, a realização do Enem foi parar na Justiça, que negou o pedido de adiamento e manteve as datas. Mas, transferiu às prefeituras e governos locais a responsabilidade em garantir se é seguro ter Enem naquela região. Com isso, a prefeitura de Manaus disse que não cederia escolas municipais, e a prefeitura de Belo Horizonte, em lockdown, afirmou que manteria as provas. E, na noite desta quarta, uma decisão judicial suspendeu a realização do exame no Amazonas. Saiba mais: Justiça nega mais uma vez o adiamento do Enem e mantém prova para este domingo Datas de reaplicação Segundo Alexandre Lopes, embora o Enem tenha uma data oficial de reaplicação (23 e 24 de fevereiro), casos de suspensão da prova ligados à pandemia de Covid não poderão ser encaixados neste dia. "A reaplicação é para casos excepcionais. Não é segunda aplicação total do Enem. Preciso saber quantos vão fazer a prova, e aí eu imprimo", explica. "Se tiver 5 mil, 10 mil pessoas ou mais, consigo assegurar todas. A depender da logística que for necessária ou quantidade provas a serem impressas, não consigo. Não é que a gente não vai fazer, o que eu não posso é garantir", afirma. "Quem vai me dizer quando tiver condição sanitária boa? Não adianta chegar 3 dias antes da prova e pedir para aplicar. A visão não é só minha, preciso que o prefeito diga que em 23 e 24 de fevereiro eu vou ter condições de aplicar lá". Enem no Amazonas A realização do Enem está suspensa no Amazonas. A decisão da Justiça vale enquanto durar o estado de calamidade pública, sob pena de multa de R$ 100 mil por dia de descumprimento, até o limite de 30 dias. Para Lopes, a reaplicação no Amazonas esbarra em problemas logísticos. "No Amazonas, tenho locais que não chego de avião. Tem que levar a prova para Manaus, botar em barco, levar, trocar de barco, botar em bicicleta, moto. O Brasil é complicado, é muito grande. Não posso assegurar que vou conseguir reimprimir uma cidade inteira. Não há garantia", alerta. Judicialização Casos como este podem levar a outras ações judiciais que podem contestar a isonomia do Enem. A nota da prova é critério de seleção para vagas em universidades federais. Se nem todos os candidatos fizerem o exame sob as mesmas condições, há o risco de questionamento, afirma a procuradora Elida Graziane, do Ministério Público de Contas de SP. "O Enem é uma espécie de seleção análoga ao concurso. Ou a prova é igual pra todos, ou é nula para o fim pretendido de seleção de estudantes às vagas das instituições de ensino superior", afirma. Lopes afirma ver com naturalidade as ações judiciais contra o Enem. "A judicialização, ela já está acontecendo, ela ocorre em toda as edições do Enem. A gente respeita, é um direito de qualquer cidadão de recorrer ao judiciário, vejo com naturalidade, e o que a gente faz é se defender em juízo. Não é um problema, é uma coisa natural", afirma Lopes. Enem e lockdown A decisão da Justiça que manteve a data do Enem cita que o Enem pode ser suspenso em cidades em 'lockdown': "Se o risco maior de contágio em determinado município ou localidade venha a justificar eventuais restrições mais severas de mobilidade social ou mesmo de “lockdown” por parte das autoridades sanitárias locais ou regionais, que impeçam a realização de provas, ficará o Inep obrigado à reaplicação do exame diante da situação específica", afirma o documento. Mas, para Alexandre Lopes, cidades que estiverem com alta de casos deveriam justamente decretar lockdown para que os candidatos fossem os únicos circulando na cidade, diminuindo a cadeia de possível contágio. "Lockdown não é problema para Enem. Lockdown ajuda. Neles, as atividades essenciais são permitidas, e fazer Enem é atividade essencial. Se cidade tiver lockdown, é menos gente na rua. Nós asseguramos ambiente de prova. Na cidade, a responsabilidade é a solidariedade das pessoas, que fiquem em casa no domingo", afirma Lopes. Caderno de provas do Enem 2019 - 1º dia Ana Carolina Moreno/G1 VÍDEOS: saiba tudo sobre o Enem 2020
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14/01 - Justiça nega mais uma vez o adiamento do Enem e mantém prova para este domingo
Decisão foi do Tribunal Regional Federal da 3ª região. Defensoria Pública da União havia recorrido de determinação da Justiça Federal em SP na última terça. Prova do Enem em Ribeirão Preto, SP, em 2019 Guilherme Leoni/EPTV O Tribunal Regional Federal da 3ª Região (TRF-3) manteve nesta quinta (14) a decisão da Justiça Federal em SP que negou o adiamento do Enem e manteve as datas para o próximo domingo (17) e o seguinte (24). No texto da decisão, o desembargador Antonio Carlos Cedenho diz que "a aplicação do exame não foi uma decisão isolada e política do Ministério da Educação. Houve a participação de setores diretamente interessados no Enem, inclusive estados e municípios, dando legitimidade e representatividade para a nova data de realização", referindo-se a remarcação da prova de novembro de 2020 para janeiro. "Embora as infecções pelo novo coronavírus tenham se intensificado, devido, sobretudo, às festas de fim de ano, a observância das normas sanitárias minimiza o risco durante a prova. Similarmente às eleições para prefeitos e vereadores, o Enem sintetiza um interesse público de difícil postergação." Na decisão da última terça, mantida nesta quinta pelo TRF-3, da juíza Marisa Claudia Gonçalvez Cucio, da 12ª Vara Cível Federal de SP, caso uma cidade tenha elevado risco de contágio que justifique medidas severas de restrição de circulação, caberá às autoridades locais impedirem a realização da prova. Se isso acontecer, o Inep, responsável pela prova, terá que reaplicar o exame. No documento do desembargador, afirma-se que "a suspensão do exame levará à desestabilização da educação básica e do ensino superior, em prejuízo das deliberações tomadas, do planejamento de realização da prova, dos programas de governo, de cunho assistencial e afirmativo (Sisu, Prouni, Fies e cotas sociais e raciais), e da vontade de parte significativa do corpo discente". Ele também diz que "o próprio Inep já cogita de novas datas para os municípios que, no exercício da autonomia federativa - reconhecida pelo STF no combate aos efeitos da pandemia da Covid-19 -, decidirem suspender o exame em função do crescimento de mortes e infecções" e cita reportagem do G1. A nota foi baseada em informação transmitida pela assessoria de comunicação do Inep. A autarquia procurou o site posteriormente e retificou a informação passada à reportagem. Disse que ainda não há data definidas. O presidente do Inep afirmou no começo da tarde desta quinta ao G1 que não há como "assegurar que vamos fazer aplicações em cidades que vão pedir reaplicação". A realização do Enem 2020 colocará 5,78 milhões de candidatos em circulação. O exame terá 14 mil locais de prova e 205 mil salas em todo o país. O balanço com número de cidades que terão Enem só será divulgado após a aplicação, segundo o Inep. Em relação aos estados, SP é o que tem o maior número de inscritos (910.482), seguido por MG (577.227) e BA (446.978). Os estados com menor número de inscritos são RR (16.897), AC (41.841) e AP (47.279). Amazonas suspendeu a prova Nesta noite de quarta, a Justiça Federal do Amazonas suspendeu a realização da prova no estado. A decisão liminar foi concedida pelo juiz federal José Ricardo de Sales. Inep corrige informação e diz que ainda analisará nova data do Enem para cidades que não fizerem a prova De acordo com a determinação, as provas devem ficar suspensas enquanto durar o estado de calamidade pública decretado pelo poder executivo estadual, sob pena de multa de R$ 100 mil por dia de descumprimento, até o limite de 30 dias. Na decisão, o magistrado considera o surto de casos da Covid-19 que acomete o Amazonas. Até esta quarta-feira (13), mais de 219 mil pessoas foram infectadas pela Covid em todo estado, e mais de 5,8 mil morreram com a doença. Em Manaus, o número de mortes passa de 3,8 mil e a capital voltou a sofrer com hospitais e cemitérios lotados por conta de um novo surto da Covid. A prefeitura da capital decidiu não liberar as escolas municipais para a realização do exame. Avaliação de infectologistas O G1 procurou no último domingo (10) a avaliação de especialistas sobre a data marcada para o Enem nesse momento da pandemia nas condições descritas pelo Inep. Márcio Sommer Bittencourt, da Clínica Epidemiológica do Hospital Universitário da USP, diz que, "de forma bem subjetiva", o risco com "pessoas em silêncio, usando máscara, com distanciamento e janelas abertas poderia ser considerado moderado" nas condições anunciadas pelo Inep. Em sua avaliação, a decisão de manter ou adiar o Enem é "muito complicada, mas acho que estamos fazendo o exame no pior momento da pandemia no Brasil. Está pior do que na data em que foi adiado [maio do ano passado]". Para o infectologista Jamal Suleiman, do Instituto Emílio Ribas, de São Paulo, "o risco de transmissão nesse cenário é mínimo, porque a possibilidade de disseminação de gotículas é praticamente zero. Não há comunicação oral nem contato físico durante a permanência nas salas". Suleiman ressalta que "atenção especial deve ser dada aos momentos de entrada e saída da prova para que não ocorra aglomeração". "O ponto central é que, se o processo seguir rigorosamente protocolo de segurança, estaremos executando a flexibilização de maneira correta." Miriam Dal Ben, infectologista do hospital Sírio-Libanês, de São Paulo, diz que as medidas adotadas pelo Inep "são as indicadas para mitigar o risco, mas o risco não é zero". Veja mais vídeos do G1 Amazonas
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14/01 - Enem 2020: veja nesta quinta, às 13h, o Aulão que dá dicas para a redação
Tem dúvidas sobre o assunto? Deixe nos comentários. Nesta quinta (14), às 13h, o G1 faz um aulão de preparação para o Enem sobre a redação. O professor Eduardo Valladares, do cursinho Descomplica, indica alguns caminhos para embasar o seu texto no momento em que você estiver com a caneta (obrigatoriamente preta) na mão. A prova é no primeiro dia de Enem, neste domingo (17). Você pode acompanhar o aulão por aqui a partir das 13h. Locais de prova: saiba como consultar onde você fará o Enem 2020 App do Enem: uma ajuda na maratona de estudos com jogos de perguntas e respostas A apresentação é de Luiza Tenente. Você pode deixar nos comentários suas dúvidas para serem esclarecidas durante o aulão. O G1 ainda transmite, sempre às 13h, mais dois aulões para ajudar nessa reta final do Enem: Terça, 19/1 Ciências da natureza Quinta, 21/1 Matemática Outros dois já foram transmitidos. Você pode rever os vídeos com dicas sobre linguagens e ciências humanas: Linguagens: confira a revisão sobre temas recorrentes no exame Ciências humanas: reveja os vídeos com dicas para a prova Um 2020 difícil e agora chega o Enem: o que pode ser feito para melhorar o autocontrole antes da prova VÍDEOS: Veja as últimas notícias sobre o Enem 2020
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14/01 - Candidatos ao Enem 2020 contam que pandemia de Covid virou pressão extra para a hora da prova
Exame começa neste domingo (17) para 5,78 milhões de candidatos inscritos no país. A pressão que aparece nos dias que antecedem o Enem ficou maior para os candidatos preocupados com o agravamento da pandemia de Covid no Brasil e porque estarão em meio a dezenas de pessoas dentro de uma sala neste domingo. Pelo protocolo do Inep, que organiza o exame, todos devem estar de máscara na sala. Janelas e portas precisam estar sempre abertas. Infectologistas consideram o risco de contágio baixo nessas condições, mas dizem que ele não é zero. Na noite desta quarta (13), a Justiça Federal suspendeu o exame no Amazonas. Na última terça uma decisão da Justiça Federal em SP para o território nacional decidiu por manter a data da prova. Mas determinou que cabe às prefeituras locais avaliarem se a cidade tem condições ou não de realizar o Enem. A prova deste domingo tem duração máxima de 5 horas e meia. Pelas regras, é necessário aguardar um mínimo de duas horas para deixar o local de prova. A máscara é obrigatória, mas pode ser retirada para troca e para alimentação. Segundo especialistas, qualquer momento sem a máscara representa um risco de infecção. APLICATIVO G1 ENEM: Baixe o app com jogos de perguntas e respostas sobre o Enem Locais de prova: saiba como consultar onde você fará o Enem 2020 Apesar das preocupações com os riscos, estudantes dizem que deixar de fazer Enem pode atrasar a entrada na faculdade – e consequentemente a chegada do diploma. Veja abaixo depoimentos sobre os efeitos da pandemia sobre o Enem: 'E se eu deixar essa chance passar?' Arquivo Pessoal Cícera Grazielle Rezende Novaes, 18 anos, de Itacuruba (PE) "Me sinto insegura pela pandemia, porque estamos com pico muito alto da infecção. Eu faço Enem desde que entrei no ensino médio e sempre foi um exame onde as escolas ficam lotadas. Infelizmente não foi adiado. A gente se vê muito pressionado quando a gente sai do ensino médio. Todo mundo fala para fazer algo da vida, entrar logo na faculdade. E se eu deixar essa chance passar? Poderia me arrepender, a gente fica em beco sem saída. Eu moro em Itacuruba, no sertão de Pernambuco, e vou fazer a prova em Floresta, cidade vizinha daqui [cerca de 80 km]. Em Itacuruba são 40 casos confirmados. Em Floresta tem 400. Muito mais. Dá medo de trazer o vírus para casa. A prefeitura disponibiliza transporte escolar para fazermos a prova. No ano passado, foram dois ônibus, mas não estavam lotados. Este ano, não sabemos ainda como vai ser. Alguns amigos fizeram a inscrição e não vão prestar a prova porque os pais não deixaram, pelos riscos que correm. Mas minha mãe me apoia. Se eu entrar na faculdade, seria a primeira da família [a ter curso superior]. Meu maior sonho, de primeiro, é medicina. O Enem ajudaria a entrar na Universidade Federal do Vale do São Francisco (Univasf), em Petrolina." 'Na véspera do Enem, não dá para mudar tudo' Arquivo Pessoal Luiz Gustavo Guimarães, 20 anos, de Campos dos Goytacazes (RJ) "Não queria que o Enem fosse adiado. Porque eu acho que o governo tem que ter preparação e a gente tem que estabelecer datas e metas, e cumprir com elas. Na véspera do Enem, não dá para mudar tudo. Eu fiz Fuvest e me senti seguro. Tinha distanciamento, pessoas com máscaras. Só podia tirar para beber água. Ninguém tossiu ou espirrou. Tinha sachê com álcool em todas as mesas. Se o Enem tiver as mesmas medidas, acho que pode ser tão bom quanto. O que me preocupa é o calor. Aqui em Campo dos Goytacazes [interior do RJ] faz muito calor. As janelas e portas têm que estar abertas [para prevenir a transmissão do coronavírus]. Só espero que liguem também o ar-condicionado e os ventiladores. Porque mesmo com janelas e portas abertas, é muito quente. Eu não consigo pensar se estiver muito quente, ainda mais respirando um ar abafado da máscara. Quero fazer logo o Enem e tirar isso da frente. Eu me sinto preparado para a prova. Não acho que vou para um 'abatedouro'. Conto com profissionais para terem cuidado e responsabilidade em fiscalizar os candidatos. Quando a gente vai para um supermercado, um médico, a qualquer lugar, a gente está se expondo da mesma forma. Se tiver medidas de prevenção, vale o risco de fazer a prova." 'Sou treineira. Vou esperar o ano que vem' Arquivo Pessoal Lais Alcântara Feitoza, 16 anos, de Manaus "Apesar de já ter tido Covid anteriormente, eu não me sinto nem um pouco segura para fazer a prova neste momento. Acredito que muitos estudantes se vejam na mesma situação. Eu ainda sou grupo de risco, tenho asma. Em Manaus, não tem mais vagas nos hospitais. As pessoas estão sendo atendidas no chão. Não tem respiradores, não tem oxigênio [a Justiça do Amazonas suspendeu na quarta a realização do Enem no estado]. Então me colocar na posição de ir fazer a prova, podendo esperar para fazer ano que vem, já que estou no segundo ano, seria colocar outros estudantes em risco, a família de outros estudantes em risco, e colocar a minha família em risco. Então não me sinto segura, nem um pouco, não quero ser responsável por espalhar a Covid e muito menos por submeter as pessoas à situação em que está o sistema de saúde no Amazonas neste momento. Não me sinto segura para fazer a prova. Posso fazer a prova em outro momento, como treineira, acho que é a decisão mais consciente a se tomar." 'Ficaria mais segura com o adiamento' Arquivo pessoal Izabela Monteiro, 45 anos, de São Paulo “Tenho 45 anos, sou mulher trans. Vou fazer o Enem para tentar uma vaga em psicologia ou filosofia na Universidade Federal de São Bernardo (UFABC). Eles dão 40 bolsas para mulheres trans, conforme o desempenho na prova. É um dinheiro para ajudar a nos manter estudando. Estar domingo no Enem, para mim, é menos [arriscado] do que fiz ao longo do ano para poder comer, pagar aluguel e sobreviver. Trabalho na área de beleza e os salões tiveram que ficar fechados muito tempo. Depois, tive que trabalhar quando fui chamada, tive que pegar transporte público e me expus muito, porque precisa, né? Sozinha em SP, a família toda no Nordeste. E vou fazer a prova domingo. Já separei minhas canetas, minhas máscaras, vou levar lanchinhos. Vou sair de casa 10 minutos antes, não vou ficar de ‘falação’ na área externa. Vou entrar, me concentrar, focar e tirar a melhor nota possível. Mas eu me sentiria mais segura com o adiamento do Enem, não só por mim, mas por toda a população. Essa coisa da exposição é algo muito sério. Como o vírus é invisível, não dá para saber quem está levando e quem não está. Adiar a prova para depois da vacina seria uma precaução. O brasileiro é relaxado, como acreditar que as medidas de segurança vão dar certo?" 'Não quero prorrogar o sofrimento' Arquivo Pessoal Matheus Geiling Cardoso Falconi, 19 anos, de São Paulo "Fazer a prova na pandemia sempre traz um pouco de receio. Meu pai é grupo de risco, tem sobrepeso, pressão alta. Mas não temos opção. Eu me preparei, fiz as aulas com os professores e estudei por conta própria. Não sei se queria que o Enem fosse adiado. Acho que sim e não. Queria que o Enem fosse adiado porque estamos na pandemia, ainda em quarentena e, até onde sei, em fase vermelha [em SP]. Mas também queria que continuasse na mesma data para não prorrogar o sofrimento. Quero que acabe logo. É como tirar um curativo puxando de uma vez. Não sei se adiantaria muito adiar. Adianta um mês, continua a pandemia, não necessariamente vai mudar o cenário [de casos em alta]." 'Álcool em gel de meia em meia hora' Arquivo pessoal Heitor Pedrosa, 19 anos, de Campina Grande (PB) "Não estou com medo de fazer o Enem , mas estou com medo da pandemia. É a primeira vez que vou fazer a prova com um ano inteiro de estudo. Vou chegar o mais cedo possível, procurar andar onde tem menor movimentação para ir mais rápido até a sala de prova e entrar logo. Vou ficar esperando lá dentro, é mais seguro. Vejo pelas redes sociais do MEC que reforçaram o uso de máscaras, mas não divulgaram nada muito além disso. Não sei ao certo se contrataram mesmo mais salas. Mas essa não será a primeira prova. Sou de Campina Grande (PB) e viajei para fazer a Fuvest em Guarulhos (SP). Achei que os cuidados foram suficientes. Usei duas máscaras, na minha sala tinha, em cada mesa, um papel com álcool em gel para higienização. Senti que dentro da sala o risco de exposição não era tão alto por ter as portas e janelas abertas, havia ventilação. Eles se comunicavam o tempo todo com a gente falando sobre os cuidados. Para o Enem vou usar máscaras N-95 que são mais seguras, vou levar álcool em gel, passar de meia em meia hora, ficar longe das pessoas no momento da chegada. É o que a gente tem para fazer, mas poderia ser melhor se tivesse liderança no governo e não houvesse negligências [na pandemia].” 'Tento não pensar muito, vou no fluxo' Arquivo Pessoal Rayane Costa Pereira da Silva, 28 anos, de São Paulo "Eu já faço faculdade, estudo Engenharia de Minas na USP, mas quero fazer Enem para tentar uma vaga em medicina. Com EAD no cursinho e na faculdade, foi até mais fácil conciliar os estudos na pandemia. Eu entendo o medo de fazer a prova na pandemia e de ter aglomeração. Eu realmente estou em isolamento este tempo todo. Mas dá medo adiar e depois não ter mais Enem. Eu vou no fluxo. Procuro não pensar. Eu não posso fazer nada, só posso estudar, e é isso que estou fazendo. Fiz Fuvest e Unicamp e achei que as mesas estavam bem afastadas. Entrei mais cedo na sala, preferi ficar um tempo olhando para o nada do que pegar aglomeração na porta. Fiz as duas provas na mesma escola. Pela minha idade, se não tiver nota no Enem para medicina na USP, acho que vou terminar a faculdade. Não sei se depois que tiver o diploma, se vou voltar a estudar. O plano já era esse, estudar este ano, com pandemia ou não. Estou bastante cansada. Nesta época do ano era para já ter acabado todos os vestibulares. Está sendo um ano bem logo para os vestibulandos." Vídeos: saiba tudo sobre o Enem 2020
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14/01 - 'Tinha muitos planos pro Enem, mas não sei se vou conseguir', diz aluno de favela de BH que sofre com ansiedade e falta de internet
As provas estão marcadas para os dias 17 e 24 de janeiro. Nesta semana, o G1 traz uma série de reportagens sobre os desafios enfrentados por candidatos da periferia de Belo Horizonte. Davidson Junio se sente mal preparado para fazer o Enem Davidson Junio/Arquivo pessoal Em maio de 2020, Davidson Junio, de 25 anos, dedicava quatro horas diárias de estudo para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Morador do Morro do Papagaio, na Região Centro-Sul de Belo Horizonte, ele contava com um cursinho popular e tentava se adaptar às aulas on-line, com a então recente crise provocada pela pandemia do novo coronavírus. Mas, oito meses depois, ele vê o sonho de ser o primeiro da família a entrar em uma faculdade ficar cada vez mais distante. “Eu tenho muita dificuldade de acompanhar as aulas direto porque a internet lá em casa é ruim, cai muito. Eu ainda trabalho de porteiro. Chego em casa muito cansado. Aula on-line para gente que é de periferia ficou muito ruim. Mas eu estou tentando. Estou me empenhando. É a luta, né?”, disse ele, que pretende fazer um curso na área de tecnologia de informação. ENEM 2021: Série do G1 traz as dificuldades de jovens da periferia que vão fazer as provas As provas do Enem estão marcadas para os dias 17 e 24 de janeiro. Nesta semana, o G1 traz uma série de reportagens sobre os desafios enfrentados por candidatos da periferia de Belo Horizonte. Estudantes relatam dificuldades no estudo em ano atípico 'Não me sinto nem um pouco preparada', diz candidata ao Enem, moradora da periferia de BH e mãe de dois filhos Justiça nega pedido para adiar o Enem 2020 MPF entra com ação pedindo adiamento do Enem em MG Portões abrirão mais cedo para evitar aglomeração, diz Inep Locais de prova: saiba como consultar onde você fará o Enem 2020 Crises de ansiedade Além de se sentir mal preparado, Davidson tem medo de entrar em uma sala fechada com vários candidatos por causa da Covid-19. A pandemia o deixou com crises de ansiedade. “Eu era um menino tão ativo. Um menino que não tinha nada. Tenho medo de contrair um vírus, matar pai e mãe. Pra mim o Enem tinha que ser adiado, mas eu vou fazer. Eu tenho que fazer”, disse ele. Davidson mora com duas irmãs e com dois sobrinhos de 11 e 13 anos de idade. Ninguém da sua família ficou doente, mas o medo, o cansaço e a falta de estrutura têm paralisado sua vontade de melhorar de vida. “Mexer com TI é meu sonho, né? Eu tinha muitos planos pra esse Enem, mas pelo jeito não sei se vou conseguir tirar a nota que pretendo”, desabafou. Os vídeos mais vistos no G1 Minas:
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14/01 - Justiça Federal suspende provas do Enem no Amazonas
A primeira etapa do exame está marcada no país para este domingo (17). Justiça Federal suspende Enem no Amazonas A Justiça Federal do Amazonas suspendeu a realização da prova do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2020, marcada para este domingo (17). A decisão liminar foi concedida pelo juiz federal José Ricardo de Sales, na noite desta quarta (13). Inep corrige informação e diz que ainda analisará nova data do Enem para cidades que não fizerem a prova De acordo com a determinação, as provas devem ficar suspensas enquanto durar o estado de calamidade pública decretado pelo poder executivo estadual, sob pena de multa de R$ 100 mil por dia de descumprimento, até o limite de 30 dias. Na decisão, o magistrado considera o surto de casos da Covid-19 que acomete o Amazonas. Até esta quarta-feira (13), mais de 219 mil pessoas foram infectadas pela Covid em todo estado, e mais de 5,8 mil morreram com a doença. Em Manaus, o número de mortes passa de 3,8 mil e a capital voltou a sofrer com hospitais e cemitérios lotados por conta de um novo surto da Covid. A prefeitura da capital decidiu não liberar as escolas municipais para a realização do exame. Nesta terça (12), a Justiça Federal em São Paulo negou o pedido de adiamento das provas. O Enem também ocorre no domingo seguinte (24). De acordo com a decisão, caso uma cidade tenha elevado risco de contágio que justifique medidas severas de restrição de circulação, caberá às autoridades locais impedirem a realização da prova. Se isso acontecer, o Inep, responsável pela prova, terá que reaplicar o exame. Ainda não há data definida. A realização do Enem 2020 colocará 5,78 milhões de candidatos em circulação. O exame terá 14 mil locais de prova e 205 mil salas em todo o país. O balanço com número de cidades que terão Enem só será divulgado após a aplicação, segundo o Inep. O Brasil registrou nesta quarta 1.283 mortes por Covid em 24 horas e ultrapassou 206 mil no total. Avaliação de infectologistas O G1 procurou no último domingo (10) a avaliação de especialistas sobre a data marcada para o Enem nesse momento da pandemia nas condições descritas pelo Inep. Márcio Sommer Bittencourt, da Clínica Epidemiológica do Hospital Universitário da USP, diz que, "de forma bem subjetiva", o risco com "pessoas em silêncio, usando máscara, com distanciamento e janelas abertas poderia ser considerado moderado" nas condições anunciadas pelo Inep. Em sua avaliação, a decisão de manter ou adiar o Enem é "muito complicada, mas acho que estamos fazendo o exame no pior momento da pandemia no Brasil. Está pior do que na data em que foi adiado [maio do ano passado]". Para o infectologista Jamal Suleiman, do Instituto Emílio Ribas, de São Paulo, "o risco de transmissão nesse cenário é mínimo, porque a possibilidade de disseminação de gotículas é praticamente zero. Não há comunicação oral nem contato físico durante a permanência nas salas". Suleiman ressalta que "atenção especial deve ser dada aos momentos de entrada e saída da prova para que não ocorra aglomeração". "O ponto central é que, se o processo seguir rigorosamente protocolo de segurança, estaremos executando a flexibilização de maneira correta." Miriam Dal Ben, infectologista do hospital Sírio-Libanês, de São Paulo, diz que as medidas adotadas pelo Inep "são as indicadas para mitigar o risco, mas o risco não é zero". Veja mais vídeos do G1 Amazonas Initial plugin text
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14/01 - Prefeito de Parintins, no AM, suspende aplicação de provas do Enem
Decreto municipal considera avanço da Covid-19 no Amazonas. Reaplicação do exame deve ocorrer em fevereiro. Parintins tem toque de recolher entre 15h e 5h. Divulgação O prefeito de Parintins, Bi Garcia, suspendeu, nesta quarta-feira (13), a aplicação das provas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) na cidade. A medida foi tomada, segundo o prefeito, por conta do avanço da Covid-19 no Amazonas. O estado voltou a sofrer com um novo surto da doença, e a capital enfrenta, mais uma vez, hospitais e cemitérios lotados. O governador Wilson Lima declarou que estuda a possibilidade de suspender as provas do Enem em Manaus e na região metropolitana. Até esta quarta-feira (13), mais de 219 mil pessoas foram infectadas no estado, e mais de 5,8 mil morreram com a doença. Em Parintins, são mais de 7,5 mil casos e mais de 160 mortes. CONTRA COVID-19: Parintins (AM) decreta toque de recolher entre 15h e 5h PROVAS DO ENEM: Prefeitura de Manaus diz que não irá liberar escolas municipais De acordo com a Prefeitura de Parintins, o adiamento da prova foi feito através do Decreto Municipal Nº 032/2021-PGMP, que leva em consideração os índices da pandemia do novo coronavírus. A decisão segue também recomendações do Ministério Público e Defensoria Pública do Estado. A prova seria aplicada nos dias 17 e 24 de janeiro. Com a suspensão do exame, a Prefeitura informará o cancelamento aos órgãos responsáveis e solicitará reaplicação em Parintins, que ocorrerá nos dias 23 d 24 de fevereiro. O Decreto Municipal Nº 032/2021 também proíbe o transporte fluvial de passageiros em Parintins. Em seu Artigo 1º, a determinação abre exceção para o transporte em caráter de emergência mediante autorização da Vigilância em Saúde. Cresce número de internações por Covid em Parintins Autoridades locais podem adiar o Enem O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) afirmou que o Enem 2020 será aplicado em 23 e 24 de fevereiro, apenas nos municípios em que autoridades locais decidirem pelo adiamento da prova, por causa da pandemia. No restante do país, a prova impressa está mantida para 17 e 24 de janeiro. Na terça (12), a Justiça Federal de São Paulo determinou que, caso sejam necessárias "eventuais restrições mais severas de mobilidade social ou lockdown (...) que impeçam a realização" do exame em alguma região, a prova deverá ser reaplicada pelo Inep - mas apenas nestes casos específicos. Ao G1, o Inep afirmou que, "para qualquer caso dos que são passíveis de reaplicação", o exame ocorrerá em 23 e 24 de fevereiro. São as mesmas datas em que candidatos privados de liberdade ou que tiverem sintomas de Covid-19 em janeiro poderão prestar o Enem. VÍDEOS: mais assistidos do G1 AM nos últimos 7 dias
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13/01 - Inep corrige informação e diz que ainda analisará nova data do Enem para cidades que não fizerem a prova
Decisão judicial permite que, se autoridades sanitárias considerarem arriscada a realização da prova, o Inep deverá reagendar o exame. A autarquia afirmou posteriormente que essa data ainda será anunciada. Enem será adiado apenas em casos pontuais. Ana Carolina Moreno/G1 O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) corrigiu uma informação passada nesta quarta (13) e disse que ainda será marcada uma data especial para as cidades que considerarem a realização do Enem perigosa no contexto da pandemia de Covid-19. Correção: ao ser publicada, às 18h15, essa reportagem afirmava que o Enem 2020 seria reaplicado nos dias 23 e 24 de fevereiro aos candidatos dos casos previstos pela decisão da Justiça Federal em SP da última terça (12). A nota se baseou em informação transmitida pela assessoria de comunicação do Inep. Essa data ainda será definida e anunciada posteriormente. A informação foi corrigida às 21h20. Na terça (12), a juíza Marisa Cucio, da 12ª Vara Cível Federal de SP, negou o pedido de adiamento da prova, e afirmou que caso sejam necessárias "eventuais restrições mais severas de mobilidade social ou lockdown (...) que impeçam a realização" do exame em alguma região, a prova deverá ser reaplicada pelo Inep – mas apenas nestes casos específicos. O Inep possui uma data de reaplicação de prova (23 e 24 de fevereiro), que servirá para que candidatos privados de liberdade ou que tiverem sintomas de Covid-19 em janeiro. A data, no entanto, não valerá para municípios que não aplicarem o exame com base na decisão judicial. Cronograma Abaixo, veja as datas atualizadas: 17 e 24 de janeiro: Enem impresso para todo o país 31 de janeiro e 7 de fevereiro: Enem digital 23 e 24 de fevereiro: Enem para Pessoas Privadas de Liberdade (PPL); reaplicação para afetados por problemas pontuais, como enchentes, que impeçam o acesso ao local de prova.
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13/01 - Secretários estaduais de Educação dizem ter 'preocupação' com Enem na pandemia; Inep reafirma medidas de biossegurança
Consed emitiu nota afirmando que expôs as preocupações ao governo, que garantiu cumprir os protocolos de saúde para evitar transmissão de coronavírus. Secretários de Saúde pediram que prova seja adiada. Na edição de 2019 do Enem, candidatos se aglomeraram para esperar a abertura dos portões no Colégio Estadual Manoel Devoto, em Salvador Phael Fernandes/G1 O Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed) emitiu nota na noite desta terça-feira (12) em que diz ter preocupação com a realização do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2020 durante a pandemia. As provas impressas estão marcadas para o próximo domingo (17) e o seguinte (24). Mais de 5,78 milhões de candidatos estão confirmados. Segundo o Consed, o grupo se reuniu com o Inep, autarquia do Ministério da Educação responsável pelo exame, para expor a preocupação. O governo garantiu ao Consed que os protocolos de biossegurança estabelecidos pelas autoridades sanitárias serão seguidos. APLICATIVO G1 ENEM: Baixe o app com jogos de perguntas e respostas sobre o Enem Também na terça, o Conass (Conselho Nacional de Secretários de Saúde) aprovou uma posição conjunta para defender que o Enem seja adiado devido ao aumento de número de casos de Covid no Brasil. O pedido é dirigido ao ministro da Educação, Milton Ribeiro. As manifestações ocorrem após a Justiça negar um novo adiamento da prova, manter as datas previstas, e repassar às prefeituras a responsabilidade final em garantir a segurança para o exame (leia mais abaixo). Originalmente, o Enem 2020 seria feito em novembro, mas foi adiado devido à pandemia. Prefeitura de Manaus diz que não irá liberar escolas municipais para realização do Enem Prefeitura de BH, que adotou medidas severas para conter aumento dos casos de Covid-19, não irá adiar provas do Enem Enem em 90 segundos Secretários de Saúde pedem adiamento Na carta do Conass, os secretários de saúde afirmam que colocar os candidatos ao Enem em circulação poderá fazer o vírus circular mais e atingir a população vulnerável. "Apesar dos jovens terem menor risco de desenvolver formas graves e tampouco estar prevista a vacinação da população com menos de 18 anos, o aumento da circulação do vírus nesta população pode ocasionar um aumento da transmissão nos grupos mais vulneráveis", diz a carta assinada pelo presidente do Conass, Carlos Lula (secretário do Maranhão). "Não é adequado realizar um exame nacional destas proporções num contexto de alta transmissão da doença [Covid-19] e em realidades tão assimétricas no país. Todos os estados possuem regiões de alta transmissão", disse Nésio Fernandes de Medeiros Junior, secretário estadual de Saúde do Espírito Santo, no Twitter. "Cada estado possui protocolos específicos para realização de atividades escolares, o Inep [organizador da prova] deveria ter condições de adaptar-se a essas normas. Não sendo possível, o único caminho é adiar o exame. Estamos na véspera de iniciar a vacinação no país", complementou. Secretários Estaduais de Saúde pedem ao MEC que prova do Enem seja adiada Nesta terça (12), a média móvel de casos de Covid voltou a bater recorde no Brasil. Nenhum estado apresenta queda nas mortes há 5 dias. O exame terá 14 mil locais de prova e 205 mil salas em todo o país. Nos estados, SP é o que tem o maior número de inscritos (910.482), seguido por MG (577.227) e BA (446.978). Os estados com menor número de inscritos são RR (16.897), AC (41.841) e AP (47.279). Autoridades locais devem garantir segurança Justiça nega pedido para adiar o Enem 2020 As manifestações dos conselhos de secretários ocorrem após a Justiça negar nesta terça (12) um novo adiamento da prova, pedido pela Defensoria Pública na União na última sexta (7) em ação com entidades de educação. A Defensoria recorreu da determinação ao Tribunal Regional Federal da Terceira Região (TRF-3). De acordo com a decisão da Justiça que manteve as datas do Enem, caso uma cidade tenha elevado risco de contágio que justifique medidas severas de restrição de circulação, caberá às autoridades locais impedirem a realização da prova. Se isso acontecer, o Inep terá que reaplicar o exame. A reaplicação está contida na programação do Enem e segue as medidas de segurança da prova tradicional. Ela é voltada a casos onde houve problemas estruturais para a prova, como falta de luz, por exemplo. Neste ano, a reaplicação inclui também pessoas que tiverem disgnóstico de doenças infectocontagiosas, como sarampo e Covid. Tem sintomas? Inscritos com sintomas de Covid-19 poderão pedir reaplicação da prova Locais de prova: saiba como consultar onde você fará o Enem 2020 Mas em Belo Horizonte, por exemplo, onde desde segunda-feira (11) apenas os serviços essenciais estão funcionando, as provas serão mantidas. "As provas do Enem serão realizadas em Belo Horizonte conforme calendário determinado pelo governo federal e o Inep. A Prefeitura de Belo Horizonte só é responsável pelo transporte público e pelo trânsito nas imediações dos locais de prova", diz a nota da prefeitura, na íntegra. Em entrevista à CBN na manhã de terça, o prefeito Alexandre Kalil (PSD) já tinha adiantado o posicionamento. "A única parte que é de responsabilidade do município – porque nem prédios municipais foram solicitados neste ano no Enem – é o transporte público. Nós vamos colocar o transporte à disposição. Nós não queremos prejudicar ninguém. É o mesmo caso do futebol. O Brasil é que tem tomar a decisão", disse Kalil. Em Manaus, a prefeitura disse que não vai liberar as escolas municipais para fazerem as provas do Enem. Pedido de adiamento Na última sexta (7), a Defensoria Pública da União pediu à Justiça o adiamento do Enem, frente ao aumento no número de casos no Brasil. A ação é com conjunto com a União Nacional dos Estudantes (UNE), a União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (Ubes) e as entidades Campanha Nacional pelo Direito à Educação e Educafro. Na mesma sexta, mais de 45 entidades científicas publicaram uma carta endereçada ao ministro da Educação, Milton Ribeiro, em que expressam preocupação pela realização do exame. Segundo a carta, as medidas do Inep e do governo federal "não são suficientes para garantir a segurança da população brasileira, num momento de visível agravamento da pandemia no país". Medidas de segurança Em entrevista ao G1, o presidente do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), Alexandre Lopes, afirmou no início da semana passada que a instituição está preparada para a realização das provas em plena pandemia. Lopes afirma que as medidas de prevenção contra o coronavírus serão as mesmas para todos os lugares. Não haverá planejamento especial para os locais que estejam com aumento no número de casos, segundo o presidente do Inep. Entre as medidas, estão: Uso obrigatório de máscaras para candidatos e aplicadores; Disponibilização de álcool em gel nos locais de prova e nas salas (a quantidade total só será conhecida após a aplicação do exame); Abertura dos portões mais cedo, às 11h30 (horário de Brasília) Recomendação de distanciamento social no deslocamento até as salas de provas Identificação de candidatos do lado de fora das salas, para evitar aglomeração – haverá marcações no piso para ter distanciamento, caso haja fila Contratação de um número maior de salas: na edição de 2019 foram 140 mil locais de aplicação; agora serão 200 mil Salas de provas com cerca de 50% da capacidade máxima Candidatos idosos, gestantes e lactantes ficarão em salas com 25% da capacidade máxima Higienização das salas de aulas, antes e depois do exame Além disso, Lopes destaca que as provas vão ser feitas aos domingos, quando há menor circulação de pessoas nas cidades. É recomendado que o candidato leve máscaras reservas para trocar, já que a prova tem duração máxima de 5h30, quando há redação. No dia em que não há redação, o período máximo para fazer o exame é de 5h. "Tem que lembrar que ambiente de provas é diferente de aulas. As pessoas comparam muito. ‘Ah, mas as escolas estão fechadas’. Mas na escola você tem interação entre professores e alunos, o professor está falando, os alunos perguntam, conversam entre si. Em ambiente de prova, as pessoas não vão poder falar entre si. As pessoas vão, como sempre em ambiente de prova, permanecer em silêncio. As pessoas não vão estar interagindo, trocando, elas vão sentar com espaçamento em silêncio e depois vão para as suas casas", estima Lopes. Avaliação de infectologistas O G1 procurou no último domingo (10) a avaliação de especialistas sobre a data marcada para o Enem nesse momento da pandemia nas condições descritas pelo Inep. Márcio Sommer Bittencourt, da Clínica Epidemiológica do Hospital Universitário da USP, diz que, "de forma bem subjetiva", o risco com "pessoas em silêncio, usando máscara, com distanciamento e janelas abertas poderia ser considerado moderado" nas condições anunciadas pelo Inep. Em sua avaliação, a decisão de manter ou adiar o Enem é "muito complicada, mas acho que estamos fazendo o exame no pior momento da pandemia no Brasil. Está pior do que na data em que foi adiado [maio do ano passado]". Para o infectologista Jamal Suleiman, do Instituto Emílio Ribas, de São Paulo, "o risco de transmissão nesse cenário é mínimo, porque a possibilidade de disseminação de gotículas é praticamente zero. Não há comunicação oral nem contato físico durante a permanência nas salas". Suleiman ressalta que "atenção especial deve ser dada aos momentos entrada e saída da prova para que não ocorra aglomeração". "O ponto central é que, se o processo seguir rigorosamente protocolo de segurança, estaremos executando a flexibilização de maneira correta." Miriam Dal Ben, infectologista do hospital Sírio-Libanês, de São Paulo, diz que as medidas adotadas pelo Inep "são as indicadas para mitigar o risco, mas o risco não é zero". Vídeos: saiba tudo sobre o Enem 2020
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12/01 - Enem 2020: secretários estaduais de Saúde pedem ao ministro da Educação que a prova seja adiada
O Conass, que reúne os responsáveis pela saúde nos estados, aprovou posição que pede a mudança na data do exame. Veja os destaques do Bom Dia Brasil desta quarta-feira O Conass (Conselho Nacional de Secretários de Saúde) aprovou uma posição conjunta para defender que o Enem, marcado para começar neste domingo, seja adiado em razão das condições da pandemia no Brasil. O pedido é dirigido ao ministro da Educação, Milton Ribeiro. "Apesar dos jovens terem menor risco de desenvolver formas graves e tampouco estar prevista a vacinação da população com menos de 18 anos, o aumento da circulação do vírus nesta população pode ocasionar um aumento da transmissão nos grupos mais vulneráveis", diz a carta assinada pelo presidente do Conass, Carlos Lula (secretário do Maranhão). Nesta terça (12), a Justiça Federal em São Paulo negou o pedido de adiamento das provas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2020. Com isso, estão mantidas as datas de realização da prova, marcadas para 17 e 24 de janeiro (versão impressa). APLICATIVO G1 ENEM: Baixe o app com jogos de perguntas e respostas sobre o Enem Prepare-se: G1 faz nesta quinta, às 13h, aulão sobre o que costuma cair em humanas De acordo com a decisão, caso uma cidade tenha elevado risco de contágio que justifique medidas severas de restrição de circulação, caberá às autoridades locais impedirem a realização da prova. Se isso acontecer, o Inep, responsável pela prova, terá que reaplicar o exame. "Não é adequado realizar um exame nacional destas proporções num contexto de alta transmissão da doença [Covid-19] e em realidades tão assimétricas no país. Todos os estados possuem regiões de alta transmissão", disse Nésio Fernandes de Medeiros Junior, secretário estadual de Saúde do Espírito Santo, no Twitter. "Cada estado possui protocolos específicos para realização de atividades escolares, o Inep [organizador da prova] deveria ter condições de adaptar-se a essas normas. Não sendo possível, o único caminho é adiar o exame. Estamos na véspera de iniciar a vacinação no país", complementou. Nesta terça (12), a média móvel de casos de Covid voltou a bater recorde no Brasil. Nenhum estado apresenta queda nas mortes há 5 dias. A Defensoria Pública da União já recorreu da determinação. Candidatos na entrada da PUC-PR, em Curitiba, em 2015 Daiane Baú/ G1 Paraná A realização do Enem 2020 colocará 5,78 milhões de candidatos em circulação. O exame terá 14 mil locais de prova e 205 mil salas em todo o país. O balanço com número de cidades que terão Enem só será divulgado após a aplicação, segundo o Inep. Em relação aos estados, SP é o que tem o maior número de inscritos (910.482), seguido por MG (577.227) e BA (446.978). Os estados com menor número de inscritos são RR (16.897), AC (41.841) e AP (47.279). Locais de prova: saiba como consultar onde você fará o Enem 2020 Justiça nega pedido para adiar o Enem 2020 Originalmente, o exame seria feito em novembro, mas foi adiado devido à pandemia. Com o aumento no número de casos de transmissão no país, entidades estudantis e a Defensoria Pública da União pediram um novo adiamento da prova. Pedido de adiamento Na última sexta (7), a Defensoria Pública da União pediu à Justiça o adiamento do Enem, frente ao aumento no número de casos no Brasil. A ação é com conjunto com a União Nacional dos Estudantes (UNE), a União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (Ubes) e as entidades Campanha Nacional pelo Direito à Educação e Educafro. Na mesma sexta, mais de 45 entidades científicas publicaram uma carta endereçada ao ministro da Educação, Milton Ribeiro, em que expressam preocupação pela realização do exame. Segundo a carta, as medidas do Inep e do governo federal "não são suficientes para garantir a segurança da população brasileira, num momento de visível agravamento da pandemia no país". Avaliação de infectologistas O G1 procurou no último domingo (10) a avaliação de especialistas sobre a data marcada para o Enem nesse momento da pandemia nas condições descritas pelo Inep. Márcio Sommer Bittencourt, da Clínica Epidemiológica do Hospital Universitário da USP, diz que, "de forma bem subjetiva", o risco com "pessoas em silêncio, usando máscara, com distanciamento e janelas abertas poderia ser considerado moderado" nas condições anunciadas pelo Inep. Em sua avaliação, a decisão de manter ou adiar o Enem é "muito complicada, mas acho que estamos fazendo o exame no pior momento da pandemia no Brasil. Está pior do que na data em que foi adiado [maio do ano passado]". Para o infectologista Jamal Suleiman, do Instituto Emílio Ribas, de São Paulo, "o risco de transmissão nesse cenário é mínimo, porque a possibilidade de disseminação de gotículas é praticamente zero. Não há comunicação oral nem contato físico durante a permanência nas salas". Ressalta Suleiman afirma que "atenção especial deve ser dada aos momentos entrada e saída da prova para que não ocorra aglomeração". "O ponto central é que, se o processo seguir rigorosamente protocolo de segurança, estaremos executando a flexibilização de maneira correta." Miriam Dal Ben, infectologista do hospital Sírio-Libanês, de São Paulo, diz que as medidas adotadas pelo Inep "são as indicadas para mitigar o risco, mas o risco não é zero". Vídeos: saiba tudo sobre o Enem 2020
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