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27/01 - Universidade de SC suspende cronograma de ingresso pelo Sisu e notas do Enem
UFSC cita 'indefinição' sobre divulgação das notas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Prédio da reitoria da UFSC no campus de Florianópolis Divulgação/UFSC A Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) informou em nota na tarde desta segunda-feira (27) que suspendeu o cronograma com os prazos e procedimentos de matrícula dos candidatos a ingresso pelas notas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) e via Sistema de Seleção Unificada (Sisu). Como motivo, a instituição cita a "indefinição quanto à divulgação das notas do Enem e da classificação pelo Sisu". Uma decisão liminar da Justiça Federal determina que o processo do Sisu seja suspenso assim que as inscrições forem encerradas, o que na prática significa que os resultados não poderão ser divulgados na terça-feira (28). Além disso, determina que o governo comprove que o erro na correção das provas do Enem 2019 foi totalmente solucionado. A decisão foi divulgada na sexta (24). A UFSC afirmou em nota que "somente após a informação oficial e definitiva repassada pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep/MEC), serão publicados o cronograma e os procedimentos de matrícula para essas modalidades de ingresso na UFSC". Outras instituições A Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc) informou que acompanha o calendário do MEC e que espera por uma decisão do ministério. Porém, enquanto não houver listagem oficial, não há como realizar a matrícula. Por causa disso, é possível que os prazos sejam alterados. O Instituto Federal de Santa Catarina (IFSC) afirmou que não vai divulgar o resultado da chamada do Sisu e que aguarda decisão judicial sobre o caso para poder revelar a classificação final. O G1 aguarda os posicionamentos da Universidade Federal da Fronteira Sul (UFFS) e do Instituto Federal Catarinense (IFC). Veja mais notícias do estado no G1 SC
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27/01 - Unesp 2020 divulga lista de aprovados no vestibular
Candidatos deverão fazer a matrícula virtual até 18h de terça-feira (28). Candidatos entrando em local da prova da segunda fase da Unesp no interior de SP Reprodução TV Globo A Universidade Estadual Paulista (Unesp) divulgou nesta segunda-feira (27) a lista de aprovados no vestibular Unesp 2020. Para ver o resultado, o candidato precisa entrar no site e colocar seu e-mail ou CPF. VEJA A LISTA DOS APROVADOS Quem foi aprovado terá de fazer a matrícula virtual no site da Fundação Vunesp (www.vunesp.com.br) até as 18h de terça-feira (28). (veja as datas das outras chamadas abaixo). O vestibular Unesp 2020 oferece 7.725 vagas em 24 cidades de todas as regiões do estado. Veja a lista dos candidatos classificados Veja a nota comparativa por curso Unesp divulga lista de aprovados no vestibular Outras chamadas A segunda chamada será divulgada a partir das 10h de quinta-feira (30), e a matrícula virtual para os convocados nesta outra lista deverá ser feita até as 18h de sexta-feira (31). A terceira chamada será em 4 de fevereiro. Após esta lista, será aberto o período para confirmação de interesse por vaga, destinado a todos os classificados que ainda não tiverem sido convocados até a terceira chamada. Estes candidatos deverão manifestar o interesse pelo site da Vunesp, até 10 de fevereiro, para serem eventualmente incluídos nas chamadas seguintes. O calendário completo prevê 10 chamadas. Todas as convocações para matrícula, após a terceira chamada, só incluirão nomes de candidatos que tenham confirmado interesse pela vaga no site. Confira o manual do candidato da Unesp 2020 1ª e 2ª fases Com de 95.440 mil inscritos, a primeira fase do vestibular da Unesp ocorreu no dia 15 de novembro, com 90 questões de conhecimentos gerais sobre linguagens e códigos, ciências humanas e ciências da natureza e matemática. As notas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2019 também foram aceitas como parte da pontuação da primeira fase do Vestibular 2020. Na 2ª fase foram 49.581 candidatos, com as provas em dois dias: 15 e 16 de dezembro. No primeiro, foram 24 questões, sendo 12 de ciências humanas (história, geografia, filosofia e sociologia) e 12 de ciências da natureza (biologia, química e física) e matemática. Veja mais notícias da região no G1 São Carlos e Araraquara.
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27/01 - Ao menos 24 ações questionam correção do Enem 2019, aponta levantamento da AGU
Processos pediam desde a suspensão de abertura do Sisu até a divulgação de espelhos dos gabaritos, entre outros pontos. Provas do segundo dia do Enem 2019 Ana Carolina Moreno/G1 Ao menos 24 ações judiciais envolvendo o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2019 foram ajuizadas desde 17 de janeiro, de acordo com um levantamento feito pela Advocacia-Geral da União (AGU). Destas, quatro tiveram o pedido de liminar concedido, três foram indeferidos e o restante não tem informação sobre o andamento processual. Elas pedem a suspensão de abertura do Sistema de Seleção Unificada (Sisu), a revisão de notas individuais, a divulgação de espelhos dos gabaritos, entre outros pontos. A AGU informou que vai recorrer das decisões. As notas do Enem são critério para disputar uma das 237,1 mil vagas em universidades públicas pelo sistema. Algumas das ações foram ajuizadas antes mesmo de o ministro da Educação, Abraham Weintraub, e o presidente do instituto responsável pelo Enem, Alexandre Lopes, afirmarem no sábado (18) que houve "inconsistências" na correção dos gabaritos das provas aplicadas a 3,9 milhões de candidatos em 3 e 10 de novembro do ano passado. Por causa do erro, uma decisão liminar da Justiça de São Paulo suspendeu a divulgação dos resultados do Sistema de Seleção Unificada (Sisu), que deveriam ocorrer nesta terça-feira (28). A AGU entrou com recurso para derrubar a liminar da Justiça de São Paulo, mas teve o pedido negado. Na manhã desta segunda-feira (27), a AGU afirmou ao G1 que ainda estuda como vai recorrer da decisão – o recurso poderá ser apresentado ao Superior Tribunal de Justiça (STJ) ou ao Supremo Tribunal Federal (STF). Ações contra o Enem 2019 e Sisu Confira abaixo o levantamento da AGU sobre as ações envolvendo o Enem e o Sisu Pedidos de liminar concedidos 1 mandado de segurança, impetrado em Goiás, pedindo imediata suspensão dos efeitos da nota a menor e a nova correção e retificação das notas, determinando que seja aceita a inscrição da autora após a retificação das notas pelo Inep assim que disponibilizadas. 1 mandado de segurança, impetrado em Uberlândia (MG), pedindo a divulgação da nota do Enem. 1 mandado de segurança, impetrado no Pará, pedindo revisão de correção da prova. 1 ação individual em Pernambuco para reanálise das provas do autor. Pedidos de liminar indeferidos 1 ação popular, ajuizada no Maranhão, pedindo a suspensão da abertura do Sisu 2020. 1 ação popular, ajuizada no Distrito Federal, com pedido de reabertura dos prazos, por no mínimo 48 horas, para que todos os estudantes e participantes do Enem 2019 possam buscar a revisão de duas notas recebidas, bem como a prorrogação dos demais prazos vinculados, como o do Sisu. 1 ação ordinária, ajuizada no Distrito Federal, pedindo a suspensão do Sisu e a revisão da nota. Pedidos sem informação do andamento processual 1 mandado de segurança, impetrado no Distrito Federal, pedindo a suspensão do Sisu e revisão da correção de prova. 1 ação individual, ajuizada em Goiás, pedindo a divulgação dos espelhos dos gabaritos preenchidos, bem como os critérios da prova. 1 mandado de segurança, impetrado em Montes Claros (MG), pedindo revisão de correção da prova. 1 ação individual, ajuizada no Rio de Janeiro, pedindo nova correção da prova objetiva e da redação. 1 ação individual, em Campo Grande (MS), pedindo acesso ao Cartão-Resposta, correção da redação e a inserção da nota no Sisu. 1 mandado de segurança individual, em São Paulo, pedindo a anulação da correção da prova. 1 ação individual, em Londrina (PR), pedindo a revisão das notas das provas objetivas e de redação. 1 ação individual na Seção Judiciária de Minas Gerais pedindo reexame da prova. 1 ação individual em Itumbiara (GO) pedindo revisão da nota da prova objetiva da impetrante, retificação da sua inscrição no Sisu com todas as notas corrigidas e, por fim, que lhe seja dada a vista da sua prova. 1 mandado de segurança na Seção Judiciária do Maranhão pedindo revisão da prova e inscrição no Sisu. 1 mandado de segurança, em Araguaína (TO), pedindo suspensão do Sisu. 1 mandado de segurança, em São Paulo, pedindo a suspensão das inscrições no Sisu e o imediato acesso pela impetrante de informações sobre a existência ou não de inconsistências no modo de correção de suas provas do Enem 2019. 1 ação civil pública do Ministério Público Federal em Minas Gerais para suspender as inscrições do Sisu, Fies e ProUni, até que seja realizada auditoria no resultado do Enem 2019. 1 mandando de segurança em São José do Rio Preto (SP) para suspensão do prazo de inscrição do Sisu. 1 ação cautelar em São Paulo requerendo revisão da nota do candidato. 1 mandando de segurança em Curitiba (PR) para nova correção das provas do Enem 2019. 1 ação ordinário em Curitiba (PR) visando o acesso ao cartão de respostas da prova objetiva do Enem 2019. O que diz o MEC Quando o erro na correção do Enem foi admitido pelo MEC, o ministro da Educação, Abraham Weintraub, afirmou que corrigiria o problema antes da abertura das inscrições no Sisu. "Apesar de estatisticamente [os participantes afetados] não serem significativos, individualmente não pode haver injustiça como essa. A gente está corrigindo e até segunda-feira será resolvido", afirmou. Em nota, o MEC e o Inep informaram ao G1 que "reforçam a lisura do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) e a ausência de qualquer prejuízo aos inscritos." VÍDEOS Justiça mantém suspensa a divulgação do resultado do Sisu Erro na correção do Enem 2019 afetou cerca de 6 mil candidatos, diz Weintraub Initial plugin text
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27/01 - TJ-SP nega pedido da prefeitura para revogar suspensão do pleito sobre escola cívico-militar em Campinas
Votação no colégio do bairro São Domingos, foi interrompida em 18 de dezembro após pedido o MP-SP, que apontou ausência de debate sobre o projeto. Fachada da escola Professora Odila Maia Rocha Brito, selecionada para receber modelo cívico-militar Arthur Menicucci/G1 O Tribunal de Justiça do Estado (TJ-SP) negou nesta segunda-feira (27) um pedido da prefeitura para revogar a liminar que suspendeu a votação sobre a implantação do modelo cívico-militar em uma escola de Campinas (SP). O pleito ocorreria em 18 de dezembro do ano passado, mas foi interrompido pela decisão judicial em primeira instância após manifestação do Ministério Público (MP). A desembargadora da 6ª Câmara de Direito Público Maria Olívia Alves, que é relatora do processo, argumentou que liminares devem ser revertidas em segunda instância quando estão ilegais, irregulares, ou se possuírem "nulidade insanável". "Na espécie [no pedido], ao menos sob um exame perfunctório, não se configuram quaisquer das causas mencionadas que recomendam a reforma da decisão recorrida", decidiu a desembargadora. Conheça a escola indicada para se tornar cívico-militar Oficiais atuarão na administração e monitoria se modelo passar; entenda No pedido, a Prefeitura de Campinas afirmou que promoveu ampla divulgação das atividades, inclusive pela imprensa, que a liminar se tornou um obstáculo ao cadastramento do município junto ao Ministério da Educação (MEC) para implantação do modelo, "além de afrontar a separação dos poderes". A prefeitura informou ao G1 que aguarda a notificação oficial da decisão para se manifestar, o que não ocorreu até esta publicação. Em 18 de dezembro, quando a liminar foi decidida, a juíza da 2ª Vara da Fazenda Pública, Fernanda Silva Gonçalves, decretou que precisam ser discutidos os argumentos apresentados pelos três promotores que assinaram a ação civil pública -- que apontaram ausência de debate sobre o projeto. Audiência para discutir modelo cívico-militar em Campinas ocorreu um dia antes da votação Arthur Menicucci/G1 Votação interrompida A votação na Escola Municipal de Ensino Fundamental (Emef) Professora Odila Maia Rocha Brito, do bairro São Domingos começou às 18h e, por volta das 18h30, a prefeitura interrompeu o processo após a Secretaria de Educação ser comunicada por um oficial da Justiça sobre a liminar. Poderiam votar professores, funcionários, alunos maiores de 16 anos e pais. A unidade não possui estudantes de 6º a 9º ano do ensino médio maiores de 16 anos. Ao todo são 771 alunos, dos quais 304 de 6º ao 9º ano; e 361 de 1º ao 5º anos do ensino médio. O G1 visitou a unidade. A escola possui biblioteca, sala de computação com cerca de 20 equipamentos, salas de aula com carteiras em bom estado, uma quadra coberta, campo e parquinho. O modelo proposto pelo governo federal é diferente das escolas militares mantidas pelas Forças Armadas. Na prática, os professores vão cuidar da parte pedagógica e os oficiais ficariam responsáveis pela administração. A meta, segundo o Ministério da Educação, é construir 216 escolas no país até 2023. Veja mais notícias da região no G1 Campinas
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27/01 - AGU ainda não recorreu de decisão que suspendeu divulgação de resultados do Sisu, prevista para esta terça
Divulgação está sob disputa após MEC admitir que houve erro na correção do Enem 2019; resultado no exame é critério para concorrer a uma das 237,1 mil vagas em universidades públicas disputadas pelo Sisu. AGU vai recorrer, de novo, contra suspensão da divulgação dos resultados do Sisu A Advocacia-Geral da União (AGU) ainda não recorreu da decisão que manteve a suspensão da divulgação dos resultados do Sistema de Seleção Unificada (Sisu), previsto para esta terça-feira (28). Durante a manhã desta segunda-feira (27), o órgão afirmou que ainda estudava como iria recorrer – o recurso poderia ser apresentado ao Superior Tribunal de Justiça (STJ) ou ao Supremo Tribunal Federal (STF). De tarde, o Ministério da Educação afirmou que a AGU entrará com recurso junto ao STJ. "Ficou definido que o MEC e o Inep apresentarão dados e notas técnicas complementares à AGU, para que esta possa pedir a reforma da decisão do Tribunal Regional Federal na 3ª Região. De posse das informações, a AGU apresentará pedido de suspensão perante o Superior Tribunal de Justiça", afirmou a pasta, em nota. A divulgação do resultado da seleção está em disputa após o Ministério da Educação (MEC) admitir que houve erro na correção do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2019. As notas do Enem são critério para concorrer a uma das 237,1 mil vagas em universidades públicas, disputadas pelo Sisu. Segundo o ministro da Educação, Abraham Weintraub, a falha afetou quase 6 mil candidatos. TRF-3 nega pedido de liminar e mantém Sisu suspenso Na noite deste domingo (26), a presidente do Tribunal Regional Federal da 3ª Região (TRF-3), desembargadora Therezinha Cazerta, rejeitou pedido da AGU para derrubar a decisão que suspende a divulgação do Sisu. TRF-3 nega pedido do governo e mantém suspensa divulgação do resultado do Sisu Com a decisão do TRF-3, segue em vigor a liminar (decisão provisória) concedida pela Justiça Federal de São Paulo – que impede que os resultados sejam divulgados na terça-feira (28), data estimada pelo governo. Para a presidente do TRF-3, os entendimentos da Justiça Federal de São Paulo "nada mais fizeram do que proteger o direito individual dos candidatos do Enem a obterem, da administração pública, um posicionamento seguro e transparente a respeito da prova que fizeram". De acordo com o Inep, 3,9 milhões de pessoas fizeram as provas em 3 e 10 de novembro. Erro na correção do Enem Participantes do Enem 2019 relatam problemas na correção do exame Reprodução/Twitter O ministro da Educação, Abraham Weintraub, e o presidente do instituto responsável pelo Enem, Alexandre Lopes, afirmaram no sábado (18) que houve "inconsistências" na correção dos gabaritos das provas aplicadas em 3 e 10 de novembro do ano passado. Na segunda-feira (20), durante entrevista à imprensa, Lopes afirmou que o erro ocorreu na gráfica. Ele explicou que a gráfica imprime o caderno de questões do candidato, que é identificado com um código de barras do aluno. Depois, imprime o cartão de respostas (gabarito), que também tem um código. Outra máquina une estes dois documentos. O erro ocorreu nesta união e na geração do código de barras. O resultado foi que candidatos que fizeram a prova de uma cor, tiveram o gabarito corrigido como se fosse de outra cor. Com a associação de respostas erradas, teve candidato que perdeu até 454 pontos na correção, comparando com o resultado de 2018. Erro no Enem 2019 'rouba' até 454 pontos de candidatos entre 2018 e 2019, veja relatos Após erro na correção do Enem 2019, participantes temem perder vagas nas universidades federais Segundo o governo, os erros se concentraram em provas que foram aplicadas em quatro cidades: Alagoinhas (BA); Viçosa (MG); Ituiutaba (MG) e Iturama (MG). Problemas recorrentes Além do erro na correção, a edição de 2019 teve também o vazamento de uma das páginas da prova durante o dia do exame, em 3 de novembro. De acordo com o MEC, um aplicador de provas vazou a foto da folha de redação do Enem 2019 antes do final das provas. O ministro da Educação disse que o fato não interferiu no exame, porque o vazamento ocorreu quando todos os candidatos já estavam dentro das salas de aulas. Erro na correção do Enem 2019: relembre histórico de problemas da prova, que inclui vazamentos e gabarito errado VÍDEOS Erro na correção do Enem 2019 afetou cerca de 6 mil candidatos, diz Weintraub Inep abre processo administrativo contra gráfica que imprimiu provas do Enem Initial plugin text
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27/01 - UFPA suspende divulgação de listão após Justiça questionar validade das notas do Enem
Uma liminar foi concedida pela Justiça de São Paulo, após ação da Defensoria Pública da União. Medida determina comprovação de que erro na correção do Enem foi totalmente solucionado. UFPA suspende listão de aprovados que seria divulgado na terça-feira (28). Thiago Pelaes / UFPA A Universidade Federal do Pará (UFPA) suspendeu a divulgação do resultado de seu Processo Seletivo 2020 (PS 2020), que seria divulgada na terça-feira (28). A decisão foi tomada após a Justiça de São Paulo determinar a suspensão do processo do Sistema de Seleção Unificada (Sisu). Uma liminar foi concedida pela 8ª Vara Cível Federal de São Paulo, na última sexta-feira (24), após ação movida pela Defensoria Pública da União. A medida determina que o governo comprove que o erro na correção das provas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2019 foi totalmente solucionado. Em nota, a UFPA informou que com ação judicial questionando a validade das notas do ENEM, que são utilizadas como critério de avaliação dos candidatos a uma vaga na instituição, prefere resguardar os direitos dos candidatos inscritos até que as informações prestadas pelo INEP/MEC sejam reconhecidas como válidas e definitivas. A UFPA ainda lamentou o transtorno causado aos candidatos, familiares e pediu compreensão para que seja garantida a integridade e transparência do processo seletivo.
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27/01 - TRF-3 nega pedido do governo e mantém suspensa divulgação do resultado do Sisu
Desembargadora disse que governo ainda precisa dar posicionamento 'seguro e transparente' sobre correção do Enem. Advocacia-Geral da União pode recorrer ao STJ ou ao STF. Sisu encerra as inscrições neste domingo (26) A presidente do Tribunal Regional Federal da 3ª Região (TRF-3), desembargadora Therezinha Cazerta, rejeitou na noite deste domingo (26) pedido da Advocacia-Geral da União (AGU) para derrubar a decisão que suspende a divulgação do resultado do Sistema de Seleção Unificada (Sisu) assim que as inscrições forem encerradas – às 23h59 deste domingo. O governo ainda pode recorrer ao Superior Tribunal de Justiça (STJ) ou ao Supremo Tribunal Federal (STF). Procurada pela TV Globo, a AGU disse que recorrerá da decisão da desembargadora, mas ainda avalia se o recurso será apresentado ao STJ ou ao STF. Com a decisão do TRF-3, segue em vigor a liminar (decisão provisória) concedida pela Justiça Federal de São Paulo – que impede que os resultados sejam divulgados na terça-feira (28), data estimada pelo governo. Para a presidente do TRF-3, os entendimentos da Justiça Federal de São Paulo "nada mais fizeram do que proteger o direito individual dos candidatos do Enem a obterem, da administração pública, um posicionamento seguro e transparente a respeito da prova que fizeram". "Dar prosseguimento ao cronograma, nessa direção, sem enfrentar adequadamente as consequências de algo ocasionado pela própria União Federal é que é um risco à política educacional do país, e não o contrário, porque implica, como fica claro do que consta nestes autos, validar os resultados de um exame, utilizando-o para definir o futuro das pessoas e balizar políticas públicas, sem que houvesse um grau mínimo de transparência a respeito dos pedidos apresentados pelos candidatos e uma reavaliação do impacto que o equívoco teve para os demais candidatos", afirma Therezinha Cazerta na decisão. A 8ª Vara Cível de SP ordenou que o governo comprove que o erro na correção das provas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2019 foi totalmente solucionado. Para a AGU, a decisão de São Paulo representa "prejuízo a todos os estudantes que obtiveram nota necessária e que não poderão ingressar desde logo e mais brevemente em instituição pública de ensino superior". O que diz a desembargadora Na decisão de 24 páginas, a desembargadora destacou que a suspensão de liminar é "um mecanismo processual excepcional", que não pode servir para corrigir uma decisão da instância inferior. Para ser concedida, deve afetar valores como saúde, segurança e economia pública. Por isso, na avaliação dela, o argumento do governo de que um juiz de São Paulo não poderia ter decidido, porque uma ação parecida chegou primeiro na Justiça em Brasília, não serve para suspender a liminar. Conforme a desembargadora, cabe ao governo recorrer nas vias próprias para tentar enviar o processo para Brasília. Therezinha Cazerta afirmou também que, segundo a Defensoria Pública da União em SP, "houve um equívoco na correção das provas" do Enem. Segundo a desembargadora, há um problema "evidente" porque quase 6 mil candidatos tiveram as provas novamente corrigidas e também é preciso atentar para a metodologia aplicada aos demais candidatos. "Assim, mais do que apenas corrigir as provas em que havia o erro gráfico – primeiro aspecto do problema – seria necessário colher uma nova amostra – fazendo-o de um universo em que todas as provas estivessem corretamente corrigidas –, calibrando os itens do exame novamente e produzindo, por consequência, uma nova correção de todas as provas, em que aplicados esses novos parâmetros." Por essa razão, segundo Therezinha Cazerta, a Justiça de São Paulo pediu que o governo comprovasse que a situação foi resolvida. A desembargadora afirmou ainda que o governo não conseguiu comprovar que haverá prejuízo com a suspensão do processo do Sisu até uma averiguação detalhada. Ela afirmou ainda que a situação provocou uma "crise" de "confiabilidade" em relação ao Enem. E que o governo não pode se recusar a dar uma "satisfação transparente". "Os efeitos decorrentes da decisão do juízo de primeiro grau – a exigência de que o Estado forneça uma resposta transparente e adequada, mesmo que ausente mudança de nota, àqueles que o solicitaram – não são inócuos, mas, pelo contrário, traduzem-se na proteção aos direitos dos concorrentes ao exame de terem os esforços que despenderam na realização da prova respeitados pelo ente público", diz trecho da decisão. Conforme a desembargadora, a decisão de primeira instância "exige, em síntese, que a União Federal aja com um mínimo de responsabilidade em relação à situação por ela própria criada, fornecendo uma resposta". Para ela, o governo precisa responder se o erro "prejudicou ou beneficiou" alguém. "Nesse sentido, ao contrário do que consta na nota, a pergunta que incumbe à União Federal responder, de forma clara e direta é se a utilização de uma amostra em que contidas provas corrigidas equivocadamente prejudicou ou beneficiou algum candidato do Exame Nacional do Ensino Médio relativamente aos demais – algo que, reitere-se, não está claro dos autos", declarou Therezinha Cazerta. O que diz o governo No recurso de 60 páginas apresentado ao TRF-3, a AGU informou que não foi formalmente notificada da decisão da Justiça de São Paulo, mas que recorreu antes disso "diante do grave risco de lesão para todos os programas do Ministério da Educação de acesso à educação superior". Isso porque, ao suspender o Sisu após o prazo de inscrições, também podem ficar comprometidos o Prouni e o Fies. O governo disse ao TRF-3 que, assim que os problemas foram detectados, tomou "todas as medidas administrativas necessárias para solução dos problemas" e que há diversas ações protocoladas no país, inclusive antes da que chegou em São Paulo, e por isso o juízo do estado não deveria ser responsável pelas ações. Para o governo, a Justiça do Distrito Federal recebeu antes um processo e, portanto, deveria ser a único responsável por analisar ações sobre o tema. A AGU diz ainda que a Defensoria Pública, autora da ação que gerou a decisão, tem competência apenas para interesses de pessoas necessitadas. "A DPU não apresenta legitimidade para a defesa dos interesses específicos desse grupo de alunos sem que tenha sido feita uma avaliação do real estado da hipossuficiente desses alunos", afirma o recurso. Falha no Enem Na última segunda-feira (20), o presidente do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), Alexandre Lopes, disse que um erro na gráfica Valid Soluções S.A. provocou falha na correção de gabaritos. Lopes afirmou que a gráfica imprime o caderno de questões do candidato, que é identificado com um código de barras do aluno. Depois, imprime o cartão de respostas (gabarito), que também tem um código. Outra máquina une estes dois documentos. O erro ocorreu nesta união e na geração do código de barras. "O que acontece? A gráfica imprimiu a prova e um cartão resposta. Tem um código de barras do aluno. Uma outra máquina pega essa prova e faz a associação com o gabarito e grampeia. Neste momento, temos o código de barras da prova e o código de barras do cartão resposta. Há um casamento: a associação entre a prova e o participante. Neste processamento da gráfica foi onde ocorreram estas inconsistências", disse Lopes. Segundo o Inep, órgão responsável pelo exame, após a revisão, foram identificados problemas em cerca de seis mil provas. Ao todo, 3,9 milhões de pessoas fizeram o Enem 2019.
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26/01 - Ministro da Educação atende a pedido em rede social e determina verificação de resultado de participante do Enem
Pai de concorrente disse que filha tinha 'certeza' de que a prova não teve correção adequada. Abraham Weintraub afirmou que encaminharia caso 'diretamente' para o presidente do Inep. O ministro da Educação, Abraham Weintraub, durante evento do governo em novembro do ano passado Gabriel Jabur/MEC/Divulgação O ministro da Educação, Abraham Weintraub, atendeu ao pedido de um usuário do Twitter e determinou neste sábado (25) a verificação da nota de uma participante do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). A informação foi divulgada pelo jornal "Folha de S. Paulo" neste domingo (26). Na noite deste sábado, o usuário da rede social enviou mensagem a Weintraub na qual dizia: "Ministro, minha filha tem certeza que a prova do Enem dela não teve a correção adequada e que ela foi prejudicada. E agora? A Inês é morta?". Na sequência, o usuário lembrou que o prazo para inscrições no Sistema de Seleção Unificada (Sisu) se encerra neste domingo; e informou o número da inscrição da filha no Enem. Em resposta, o ministro da Educação disse que passaria o caso "diretamente" para Alexandre Lopes, presidente do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), órgão responsável pelo Enem. Cerca de uma hora depois, Weintraub declarou no Twitter que o caso já estava sendo analisado e publicou uma imagem com uma conversa de WhatsApp. Segundo a reprodução da conversa, Weintraub pergunta ao interlocutor: "caro Alê, tem como verificar?". O ministro obtém a seguinte resposta: "vou checar". Mais tarde, Weintraub respondeu ao usuário do Twitter: "Veja a resposta abaixo". A postagem é acompanhada de um novo print de conversa do WhatsApp. Nas mensagens, o interlocutor diz: "Ministro, a participante teve a prova corrigida corretamente. Tudo confere. Fez a prova em Ribeirão Preto (SP). Conferido com a aplicadora. Não houve erro de associação no caso". O usuário, então, agradeceu ao ministro pela iniciativa. "Mesmo assim, muito obrigado Ministro. Justiça feita e consciência tranquila", escreveu. Em outra postagem, publicada após a troca de mensagens com Weintraub, o usuário disse que a filha registrou reclamação no site do Ministério da Educação. "Porém, aproveitei o tweet do ministro e solicitei a checagem, para minha surpresa ele respondeu prontamente. Que seja feita justiça, porém o tempo urge, o Sisu termina amanhã", afirmou. Em seu perfil no Twitter, o usuário se define como uma pessoa que torce pelo "Brasil verde e amarelo" e publica críticas ao Partido dos Trabalhadores. Na reportagem, a "Folha de S.Paulo" diz que há pelo menos 24 ações individuais na Justiça e uma ação civil pública do Ministério Público Federal de Minas Gerais que pedem nova correção do Enem, após a ocorrência de falhas. Ao jornal, o Inep declarou que o órgão está revisando as provas de todas as pessoas que estão reclamando de maneira informal, por meio das redes sociais, mas que não dará respostas individuais, como fez Weintraub no caso citado nesta reportagem. Falha no Enem Na última segunda-feira (20), o presidente do Inep, Alexandre Lopes, disse que um erro na gráfica Valid Soluções S.A. provocou falha na correção de gabaritos. Lopes afirmou que a gráfica imprime o caderno de questões do candidato, que é identificado com um código de barras do aluno. Depois, imprime o cartão de respostas (gabarito), que também tem um código. Outra máquina une estes dois documentos. O erro ocorreu nesta união e na geração do código de barras. "O que acontece? A gráfica imprimiu a prova e um cartão resposta. Tem um código de barras do aluno. Uma outra máquina pega essa prova e faz a associação com o gabarito e grampeia. Neste momento, temos o código de barras da prova e o código de barras do cartão resposta. Há um casamento: a associação entre a prova e o participante. Neste processamento da gráfica foi onde ocorreram estas inconsistências", disse Lopes. Segundo o Inep, após a revisão, foram identificados problemas em cerca de seis mil provas. Ao todo, 3,9 milhões de pessoas fizeram o Enem 2019. Suspensão do Sisu Na última sexta-feira (24), a Justiça Federal em São Paulo suspendeu o processo do Sistema de Seleção Unificada (Sisu) assim que as inscrições forem encerradas – às 23h59 deste domingo (26). A Justiça ordenou que o governo comprove que o erro na correção das provas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2019 foi totalmente solucionado. A liminar (decisão provisória), se não for derrubada, impede que os resultados sejam divulgados na terça-feira (28), data estimada. A Advocacia Geral da União (AGU) recorreu na tarde deste sábado (25) ao Tribunal Regional Federal da 3ª Região (TRF-3) da decisão da Justiça de São Paulo. O recurso do governo será analisado por um desembargador do TRF-3. Não há prazo definido para decisão, mas a AGU pediu urgência.
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26/01 - Notas de corte para medicina em Alagoas estão mais altas no último dia do Sisu
Na 1ª parcial, pontuação mínima para o Campus Arapiraca estava entre as 20 maiores no país. Universidade Federal de Alagoas oferta medicina pelo Sisu 2020 em Maceió e em Arapiraca Reprodução/Sisu As notas de corte para medicina, na modalidade ampla concorrência, nos dois campi da Universidade Federal de Alagoas (Ufal) no último dia do Sistema de Seleção Unificada (Sisu) estão maiores que as que foram divulgadas no primeiro dia de inscrição no sistema. Sisu encerra neste domingo as inscrições; saiba o que avaliar para decidir se muda a opção de curso Instituições de ensino de AL têm mais de 7 mil vagas para o ensino superior A pontuação mínima para ser aprovado em medicina na Ufal em Arapiraca passou de 815,43 para 821,13. No 1º do Sisu, a note de corte para medicina no Campus Arapiraca estava entre as 20 maiores no país. A nota de corte para medicina na Ufal em Maceió aumentou de 770,14 para 781,50. Advocacia Geral da União (AGU) recorreu no ao Tribunal Regional Federal da 3ª Região (TRF-3) da decisão da Justiça de São Paulo que suspendeu o processo do Sisu assim que as inscrições forem encerradas – às 23h59 deste domingo (26). A Justiça ordenou que o governo comprove que o erro na correção das provas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2019 foi totalmente solucionado. A liminar (decisão provisória), se não for derrubada, impede que os resultados sejam divulgados na terça-feira (28), data estimada. Confira mais notas de corte em AL na modalidade ampla concorrência: Direito - Ufal/ Maceió - 718,34 Direito - Ufal / Arapiraca - 713,76 Enfermagem - Ufal/Maceió - 695,20 Enfermagem - Ufal/Arapiraca - 752,11 Odontologia - Ufal/Maceió - 725,60 Nutrição - Ufal/Maceió - 682,24 Psicologia - Ufal/Maceió - 729,63 Psicologia Ufal/Arapiraca - 699,94 Administração Ufal/Maceió/noite - 636,10 Administração Ufal/Maceió/ manhã- 654,18 Administração Ufal/Arapiraca - 676,90 Veja mais notícias da região no G1 Alagoas
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26/01 - Sisu encerra neste domingo as inscrições; saiba o que avaliar para decidir se muda a opção de curso
Notas de corte parciais devem ser analisadas com cautela, apontam especialistas. Candidato que for aprovado em uma das opções de curso não poderá participar da lista de espera. Sisu encerra inscrições neste domingo (26) Reprodução/Sisu As inscrições para o Sistema de Seleção Unificada (Sisu) terminam às 23h59 deste domingo (26). Depois da tensão por causa dos erros na correção do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2019 e das instabilidades no sistema, os candidatos têm, até o último minuto do prazo, chance de alterar as opções de curso que fizeram ao longo da semana. A decisão costuma ser guiada pelas notas de corte parciais, atualizadas sempre à meia-noite, com base no desempenho daqueles que já se inscreveram. Quando o aluno percebe que está muito distante do patamar exigido em determinado curso, tende a querer mudar de opção. De acordo com especialistas ouvidos pelo G1, este é o momento mais delicado do processo. Abaixo, confira o que os especialistas recomendam aos alunos na data final de inscrição. Um spoiler: é preciso ter cuidado. Vale a pena escolher outro curso ou universidade no último dia? O ideal é que o candidato avalie, com antecedência, quais são os cursos de maior interesse. E considere, a partir disso, em quais universidades deseja estudar. É comum, no entanto, que o aluno se desespere ao perceber que sua nota não será suficiente. Diante do risco de não ser aprovado, pode procurar qualquer outra graduação, que tenha notas de corte menores. “A escolha deve ser planejada. Não vale a pena marcar qualquer curso, só para dizer que passou, se depois não fará a matrícula”, afirma JP Ferreira, diretor do Oficina do Estudante. O desafio é encontrar o equilíbrio. Se o sonho do aluno for cursar medicina na Universidade Federal do Rio de Janeiro, cuja nota de corte é 804, mas ele tirou 600, não vale a pena desperdiçar uma das opções. Mas também não deve escolher pedagogia, que tem nota menor, se não for um curso que lhe interesse. Como saber se tem chance de ser aprovado? Não existe um cálculo que permita afirmar, com segurança, de quantos pontos um aluno precisa para ser aprovado em determinado curso. Mas há algumas dicas: Observe o número de vagas ofertadas. Se forem apenas duas, por exemplo, a nota de corte parcial não pode estar tão distante do seu desempenho. Pesquise as notas de corte dos anos anteriores e a quantidade de nomes convocados nas listas de segunda chamada. Principalmente em grandes cidades, como São Paulo e Rio de Janeiro, resultados de universidades importantes, que não participam do Sisu, são divulgados em fevereiro. Candidatos aprovados podem desistir do Sisu para estudar nessas outras instituições. Consequentemente, novos alunos serão convocados na segunda chamada. Compensa preencher a segunda opção com qualquer curso? Não. Preste atenção à regra informada no edital do Sisu: o candidato que for aprovado – seja na primeira ou na segunda opção – perde o direito de concorrer a uma vaga da lista de espera. Exemplo: João se inscreveu em engenharia na Universidade de São Paulo (USP, primeira opção) e em arquitetura na Universidade Federal do Piauí (UFPI, segunda opção). Sua nota não foi suficiente para passar na USP, mas alcançou a pontuação exigida na UFPI. Ele não terá a opção de concorrer à lista de espera de engenharia. Apenas poderá escolher se quer ou não se matricular em arquitetura. “As duas opções devem ser escolhidas com muito critério. O candidato deve apenas se inscrever em cursos que realmente faria. Caso contrário, poderá jogar sua chance fora”, explica João Pitoscio Filho, coordenador de química do Grupo Etapa. Obviamente, critérios práticos também precisam ser avaliados. Inscrever-se para instituições em outros estados pode aumentar as chances de aprovação. Mas a transferência de moradia é viável? De quanto é o auxílio-estudantil pago pela universidade? Financeiramente, é possível se manter em outra cidade? Se a resposta for não, foque apenas em opções em seu município. Atenção: o aluno não é obrigado a escolher duas opções de curso. Se estiver certo de que quer apenas uma universidade, pode se inscrever somente nela. É arriscado deixar para mexer no sistema na última hora? Sim. O Sisu ficou instável no primeiro dia de inscrições e apresentou problemas na tela de login. Segundo o Ministério da Educação (MEC), a falha ocorreu pelo alto número de acessos ao site. Sempre existe o risco de que, nas últimas horas do domingo, o fluxo de visitas ao Sisu seja alto – e, novamente, o sistema não funcione corretamente. “O candidato deve concluir sua inscrição até sábado, para garantir. No domingo, pode entrar de novo e pensar se fará alguma alteração. Mas jamais deixe para se inscrever no último dia”, alerta Pitoscio Filho. “E imagine o azar de ficar sem luz ou sem internet. Não corram o risco.”
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25/01 - Governo recorre ao TRF-3 de decisão que impede divulgação de resultado do Sisu
Decisão liminar da Justiça de SP suspendeu processo do sistema assim que inscrições forem encerradas, neste domingo (26). Na prática, suspensão impede divulgação de resultados. A Advocacia Geral da União (AGU) recorreu na tarde deste sábado (25) ao Tribunal Regional Federal da 3ª Região (TRF-3) da decisão da Justiça de São Paulo que suspendeu o processo do Sistema de Seleção Unificada (Sisu) assim que as inscrições forem encerradas – às 23h59 deste domingo (26). A Justiça ordenou que o governo comprove que o erro na correção das provas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2019 foi totalmente solucionado. A liminar (decisão provisória), se não for derrubada, impede que os resultados sejam divulgados na terça-feira (28), data estimada. O recurso do governo será analisado por um desembargador do TRF-3. Não há prazo definido para decisão, mas a AGU pediu urgência. A íntegra do recurso, uma suspensão de segurança (tipo de ação para derrubar decisões de instâncias inferiores), ainda não foi divulgada. Segundo dados atualizados do Ministério da Educação, se inscreveram até o momento no Sisu 1,6 milhão de estudantes. Justiça Federal de SP suspende o processo de seleção do Sisu O que diz o governo No recurso de 60 páginas, a AGU informou que não foi formalmente notificada da decisão da Justiça de São Paulo, mas que recorreu antes disso "diante do grave risco de lesão para todos os programas do Ministério da Educação de acesso à educação superior". Isso porque, ao suspender o Sisu após o prazo de inscrições, também podem ficar comprometidos o Prouni e o Fies. "A decisão ora impugnada suspende o cronograma do Sisu até posterior decisão judicial, ou seja, todos os atos que devem ser praticados para que as vagas sejam efetivadas nas instituições públicas de ensino superior, com o regular início do ano letivo, estão suspensas. Em resumo, existe grave dano à Administração Pública que sequer conseguirá organizar e planejar o ano letivo de 2020 nas instituições públicas de ensino superior", diz o governo. Para a AGU, a decisão de São Paulo representa "prejuízo a todos os estudantes que obtiveram nota necessária e que não poderão ingressar desde logo e mais brevemente em instituição pública de ensino superior". O governo disse ao TRF-3 que, assim que os problemas foram detectados, "todas as medidas administrativas necessárias para solução dos problemas" e que há diversas ações protocoladas no país, inclusive antes da que chegou em São Paulo, e por isso o juízo do estado não deveria ser responsável pelas ações. Para o governo, a Justiça do Distrito Federal recebeu antes um processo e, portanto, deveria ser a único responsável por analisar ações sobre o tema. A AGU diz ainda que a Defensoria Pública, autora da ação que gerou a decisão, tem competência apenas para interesses de pessoas necessitadas. "A DPU não apresenta legitimidade para a defesa dos interesses específicos desse grupo de alunos sem que tenha sido feita uma avaliação do real estado da hipossuficiente desses alunos", afirma o recurso.
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25/01 - Sisu tem mais de 1,5 milhão de inscritos a um dia do prazo de encerramento
Período de inscrição foi prorrogado após problemas na correção do Enem; notas no exame são critério para concorrer a vagas em universidades públicas pelo país. Sisu inscrições abertas Reprodução/Sisu O Sistema de Seleção Unificada (Sisu), que seleciona para vagas em universidades públicas, já teve 1.646.946 pessoas inscritas até sábado (25), de acordo com o balanço divulgado pelo Ministério da Educação (MEC). Como o sistema permite escolher mais de uma vaga, estas pessoas já realizaram 3.161.232 inscrições, informa o MEC. O prazo para inscrição, que deveria terminar nesta sexta, foi estendido até as 23h59 de domingo (26), após os problemas na correção do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2019. O erro afetou cerca de 6 mil candidatos, segundo o ministro da Educação, Abraham Weintraub. Nesta edição do Sisu estão em disputa 237.128 vagas em 128 instituições de ensino superior públicas em todo o país. Sisu 2020: veja dicas para inscrição na seleção do primeiro semestre Justiça de SP pede suspensão Uma decisão liminar da Justiça Federal determinou que o processo do Sisu seja suspenso assim que as inscrições forem encerradas, o que na prática significa que os resultados não poderão ser divulgados na terça-feira (28). Além disso, determina que o governo comprove que o erro na correção das provas do Enem 2019 foi totalmente solucionado. A Advocacia Geral da União (AGU) informou em nota que "não houve prejuízo aos candidatos depois de adotadas as soluções administrativas nos casos pontuais que estão sob análise da Justiça". Nesta quarta-feira (22), o MPF já tinha recomendado ao Ministério da Educação (MEC) que as inscrições do Sisu 2020 fossem suspensas e que o cronograma da seleção unificada fosse modificado. Questionado pelo G1 sobre as recomendações, o Ministério da Educação afirmou que "já prestou esclarecimentos ao Ministério Público Federal". Sisu 2020: como se inscrever As inscrições devem ser feitas na página do Sisu. Podem participar os candidatos que fizeram o Enem em 2019 e não tiraram nota zero na prova de redação. Nesta edição, são 237.128 vagas em 128 instituições de todo o país. Cada candidato poderá se inscrever em até duas vagas, especificando a ordem de preferência e o turno no qual pretende estudar. Também é necessário definir a modalidade na qual o aluno se encaixa – ampla concorrência ou alguma relativa às ações afirmativas (com critérios raciais ou sociais). Acompanhamento das notas Para ter mais chance de conseguir uma vaga, é importante que o candidato entre uma vez ao dia para acompanhar como vai a sua candidatura. Conforme os candidatos vão se inscrevendo, a disputa vai ficando mais acirrada porque o sistema seleciona os estudantes pela nota do Enem. Assim, se um candidato com nota maior se inscreve depois, ele passa à frente do candidato que já estava inscrito. O MEC alerta que todos os dias, entre meia-noite e 1 hora, o sistema é interrompido para serem feitas as classificações de todas as inscrições. Gilberto Alvarez, diretor do Cursinho da Poli, explica que o Sisu tem por princípio não estabelecer uma nota de corte fixa, varia a todo o momento, de acordo com as notas daqueles que estão se inscrevendo no portal. "Por isso, se no segundo dia a nota não valer para entrar no curso escolhido no primeiro dia, o candidato pode mudar de opção", indica Alvarez. VÍDEO Veja dicas e estratégias para escolher o curso certo no Sisu Initial plugin text
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24/01 - Justiça de SP impede divulgação de resultado do Sisu e manda governo comprovar correção de erro no Enem
Decisão liminar foi obtida em processo movido pela Defensoria Pública da União (DPU). Atual edição do Sisu é alvo de ações por causa de erro em notas do Enem. Justiça Federal de SP suspende o processo de seleção do Sisu Uma decisão liminar da Justiça Federal determina que o processo do Sistema de Seleção Unificada (Sisu) seja suspenso assim que as inscrições forem encerradas, o que na prática significa que os resultados não poderão ser divulgados na terça-feira (28). Além disso, determina que o governo comprove que o erro na correção das provas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2019 foi totalmente solucionado. Gráfica admite duas falhas na impressão das provas do Enem Sisu 2020: candidatos usam #erronosisu para relatar problema em notas de corte Divulgada nesta sexta-feira (24), a decisão provisória é da 8ª Vara Cível Federal de São Paulo e foi obtida em ação movida pela Defensoria Pública da União (DPU). O G1 entrou em contato com o Ministério da Educação (MEC) e não obteve retorno até a mais recente atualização desta reportagem. Em nota (veja mais abaixo), a Advocacia-Geral da União disse que "ainda não foi intimada na referida ação". De acordo com a decisão obtida pelo G1, os dois pontos da decisão liminar são: Determina "aos réus que comprovem documentalmente que a revisão ex officio das notas das provas nas quais foram identificadas falhas foram consideradas para a readequação das notas de todos os candidatos no ENEM, em razão da Teoria da Resposta ao Item (TRI), indicando-se quais eram os parâmetros antes e depois da revisão; e que todos os solicitantes de revisão tiveram seu pedido atendido, ainda que a nota não tenha sido alterada, e que foram adequadamente informados de tal decisão". Determina que o Inep deve "SUSPENDER o processo de seleção do SISU, a partir do dia seguinte ao término do prazo de inscrição, previsto no cronograma original do MEC, até posterior decisão judicial". A assessoria da Defensoria Pública da União esclareceu ao G1 que o segundo aspecto da liminar impede que a divulgação dos resultados seja feita como previsto para a próxima semana. A órgão explicou ainda que, após MEC e Inep terem sido intimados, eles têm cinco dias para cumprir o determinado sob pena de multa diária de R$ 10 mil. Argumentos da Defensoria Um dos argumentos da Defensoria Pública no pedido foi o princípio da transparência. Ela alega que o processo de revisão dos erros de correção não foi claro o suficiente. “Há fortes indícios de que os candidatos sequer receberam uma resposta acerca de seu pedido de revisão das notas”, diz a DPU na petição. Além disso a DPU diz que o erro na correção das quase 6 mil provas pode ter influenciado na nota dos demais participantes, já que a metodologia TRI considera a proporção de acertos e erros de todos os candidatos. Para a Defensoria, a solução do problema seria a revisão da nota de todos os inscritos no Enem. "Tantas idas e vindas, tantas informações ditas para serem negadas em seguida causam insegurança. (...) É preciso que as pessoas recebam as informações sobre o que de fato ocorreu, e é isso que a decisão garante" - João Paulo Dorini, defensor público regional em São Paulo AGU nega prejuízo A AGU informou em nota que "não houve prejuízo aos candidatos depois de adotadas as soluções administrativas nos casos pontuais que estão sob análise da Justiça". "Assim como em outras ações que questionam as notas do Enem 2019, a instituição está prestando todos os esclarecimentos necessários sobre as medidas adotadas para manter a regularidade dos processos e evitar o prejuízo que eventual alteração de cronograma relacionado ao Sisu pode acarretar também para outras políticas na área de educação, como Prouni e Fies", declarou a AGU. Questionamentos judiciais A atual edição da seleção de vagas em universidades públicas também é alvo de outros questionamentos judiciais. A AGU diz que, desde a correção das provas, já foram ajuizadas 24 ações relacionados ao Enem – a maioria mandados de segurança pedindo a revisão da nota. O Ministério Público Federal (MPF) pediu nesta sexta à Justiça Federal que suspenda as inscrições do primeiro semestre de 2020 dos três programas de acesso ao ensino superior – Sisu, Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) e Programa Universidade para Todos (Prouni). O MPF informa ter solicitado que a suspensão seja aplicada até que seja feita uma auditoria no resultado do Enem. O comunicado diz que "é solicitado que o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) realize nova conferência dos gabaritos de todos os candidatos que compareceram ao Enem 2019, de forma a garantir a idoneidade, a correção do resultado do exame e a correspondência entre o gabarito utilizado e a prova realizada pelo candidato". Na segunda-feira (20), o presidente do Inep, Alexandre Lopes, disse que o erro nas notas do Enem 2019 já havia sido corrigido e que o problema afetou 5.974 estudantes. Eles representam 0,15% dos 3,9 milhões de inscritos que fizeram as provas em 3 e 10 de novembro. Uma falha já admitida pela gráfica Valid fez com que essas provas fossem associadas a gabaritos trocados. Gráfica responsável pelo Enem admite duas falhas na impressão das provas A ação do MPF – coordenada pela Procuradoria Regional dos Diretos do Cidadão (PRDC) em Minas Gerais – pede ainda que seja apresentada resposta formal a todos os pedidos de revisão feitos pelos estudantes, com eventual correção da nota final. Além disso, o MPF prevê ainda multa diária no valor de R$ 10 milhões caso as medidas não sejam cumpridas. O que se sabe e o que ainda falta esclarecer sobre o erro na correção do Enem 2019 Após erro na correção do Enem 2019, participantes temem perder vagas nas universidades federais Sisu 2020: MEC confirma que inscrição começa nesta terça-feira (21) e divulga prorrogação Participantes do Enem 2019 relatam problemas na correção do exame Reprodução/Twitter MEC diz ter prestado esclarecimentos Nesta quarta-feira (22), o MPF já tinha recomendado ao Ministério da Educação (MEC) que as inscrições do Sisu 2020 fossem suspensas e que o cronograma da seleção unificada fosse modificado. Questionado pelo G1 sobre as recomendações, o Ministério da Educação afirmou que "já prestou esclarecimentos ao Ministério Público Federal". Erros nas notas do Enem Na sexta-feira (17), assim que as notas individuais do Enem 2019 foram divulgadas, começaram a aparecer nas redes sociais relatos de avaliações diferentes entre candidatos que tiveram o mesmo número de acertos ou notas próximas a zero mesmo com número alto de acertos. No sábado (18), Weintraub e Alexandre Lopes afirmaram que houve falhas na correção das provas do segundo dia, o que atingia "um grupo muito pequeno". No domingo (19), o Inep informou que estava revisando as notas dos dois dias de provas do Enem 2019. Ao fim da revisão das notas, foram identificados problemas em 5.974 provas – 96,7% estavam concentrados em 4 cidades: Alagoinhas (BA); Viçosa (MG); Ituiutaba (MG) e Iturama (MG). Governo responde a 18 processos por erros no Enem Initial plugin text
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24/01 - MPF pede suspensão dos calendários do Sisu, Fies e Prouni e revisão de todas as notas do Enem
Ministério Público Federal entrou nesta sexta-feira (24) com pedido de suspensão dos programas de acesso ao ensino superior. Erro em notas afetou quase 6 mil estudantes. O Ministério Público Federal (MPF) pediu nesta sexta-feira (24) à Justiça Federal que suspenda as inscrições do primeiro semestre de 2020 dos três programas de acesso ao ensino superior – Sistema de Seleção Unificada (Sisu), Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) e Programa Universidade para Todos (Prouni). O MPF informa ter solicitado que a suspensão seja aplicada até que seja feita uma auditoria no resultado do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2019, sugerida por especialistas em avaliação educacional. O comunicado diz que "é solicitado que o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) realize nova conferência dos gabaritos de todos os candidatos que compareceram ao Enem 2019, de forma a garantir a idoneidade, a correção do resultado do exame e a correspondência entre o gabarito utilizado e a prova realizada pelo candidato". Na segunda-feira (20), o presidente do Inep, Alexandre Lopes, disse que o erro nas notas do Enem 2019 já havia sido corrigido e que o problema afetou 5.974 estudantes. Eles representam 0,15% dos 3,9 milhões de inscritos que fizeram as provas em 3 e 10 de novembro. Uma falha já admitida pela gráfica Valid fez com que essas provas fossem associadas a gabaritos trocados. Gráfica responsável pelo Enem adimite duas falhas na impressão das provas A ação do MPF – coordenada pela Procuradoria Regional dos Diretos do Cidadão (PRDC) em Minas Gerais – pede ainda que seja apresentada resposta formal a todos os pedidos de revisão feitos pelos estudantes, com eventual correção da nota final. Além disso, o MPF prevê ainda multa diária no valor de R$ 10 milhões caso as medidas não sejam cumpridas. O que se sabe e o que ainda falta esclarecer sobre o erro na correção do Enem 2019 Após erro na correção do Enem 2019, participantes temem perder vagas nas universidades federais Sisu 2020: MEC confirma que inscrição começa nesta terça-feira (21) e divulga prorrogação Participantes do Enem 2019 relatam problemas na correção do exame Reprodução/Twitter Questionamento judicial Nesta quarta-feira (22), o MPF já tinha recomendado ao Ministério da Educação (MEC) que as inscrições do Sisu 2020 fossem suspensas e que o cronograma da seleção unificada fosse modificado. Questionado pelo G1 sobre as recomendações o Ministério afirmou que "já prestou esclarecimentos ao Ministério Público Federal". Além dessa recomendação, o MEC chegou a ser acionado diretamente na Justiça. De acordo com levantamento feito pela Procuradoria-Geral Federal (PGF), órgão da Advocacia-Geral da União (AGU), foram identificadas quatro ações referentes ao Enem 2019 ajuizadas desde 17 de janeiro em Goiás, no Distrito Federal e no Maranhão. Duas dessas ações são populares – ações ajuizadas por um conjunto de pessoas. Uma delas pede a suspensão e a outra pede a prorrogação do prazo do Sisu, além de revisão das notas do Enem. As outras duas são: uma ação individual que pede esclarecimentos sobre o gabarito e um mandado de segurança pedindo nova correção e retificação da nota do Enem. Número de ações contra o governo por conta do Enem aumenta em 24 horas Erros nas notas do Enem Na última sexta-feira (17), assim que as notas individuais do Enem 2019 foram divulgadas, começaram a aparecer nas redes sociais relatos de avaliações diferentes entre candidatos que tiveram o mesmo número de acertos ou notas próximas a zero mesmo com número alto de acertos. No sábado (18), Weintraub e Alexandre Lopes afirmaram que houve falhas na correção das provas do segundo dia, o que atingia "um grupo muito pequeno". No domingo (19), o Inep informou que estava revisando as notas dos dois dias de provas do Enem 2019. Ao fim da revisão das notas, foram identificados problemas em 5.974 provas – 96,7% estavam concentrados em 4 cidades: Alagoinhas (BA); Viçosa (MG); Ituiutaba (MG) e Iturama (MG). Em entrevista na segunda, o presidente do Inep, Alexandre Lopes, afirmou que o erro ocorreu na gráfica Valid Soluções S.A. Lopes explicou que a gráfica imprime o caderno de questões do candidato, que é identificado com um código de barras do aluno. Depois, imprime o cartão de respostas (gabarito), que também tem um código. Outra máquina une estes dois documentos. O erro ocorreu nesta união e na geração do código de barras. Governo responde a 18 processos por erros no Enem Initial plugin text
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24/01 - Após multa da CGU, Conselho Universitário da UFSC se manifesta em solidariedade ao reitor
Houve reunião extraordinária nesta sexta-feira (24). CGU determinou multa para reitor com base em comissão de processo administrativo disciplinar. Reunião extraordinária desta sexta-feira (24) do Conselho Universitário da UFSC Henrique Almeida/Agecom/UFSC/Divulgação Em reunião extraordinária no final da manhã desta sexta-feira (24), o Conselho Universitário da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) emitiu uma nota oficial em solidariedade ao reitor da instituição, Ubaldo Cesar Balthazar. A sessão desta sexta teve como único assunto uma portaria da Controladoria-Geral da União (CGU) que determinou multa a ele. O documento da CGU foi publicado no Diário Oficial da União de quarta (22) e determinou a aplicação de uma penalidade de suspensão de 10 dias, convertida em multa, ao reitor da UFSC. A base do documento é um Processo Administrativo Disciplinar (PAD) relacionado à decisão do Conselho Universitário de manter Ronaldo David Viana Barbosa no cargo do corregedor-geral da instituição. O valor da multa equivale a cerca de R$ 5 mil. Nota Na nota, o Conselho Universitário manifestou solidariedade ao reitor e aos outros dois conselheiros citados na portaria: a vice-reitora, Alacoque Lorenzini Erdmann, e Irineu Manoel de Souza. Para estes dois últimos, a CGU determinou a aplicação de uma advertência. "Os conselheiros e conselheiras expressam sua absoluta indignação com a penalização de gestores investidos legal e legitimamente em suas funções, cujo exercício deu-se na plena convicção de atuação em um Órgão Colegiado, instância máxima de deliberação da Instituição, e à luz do respeito à legalidade, defesa da autonomia constitucional das Universidades Federais e do zelo ao trato das questões de interesse público", diz a nota do Conselho. "O que não se pode admitir, sob qualquer hipótese, e contra isso este Conselho se manifesta com veemência, é a ameaça ao caráter plural, diverso e amplo que constitui uma Instituição Universitária, sob pena da ameaça ao inarredável respeito à Lei, à Constituição, à Democracia", encerra a nota. A UFSC informou o reitor e a vice-reitora se reuniram com um advogado e a defesa avalia a medida mais adequada a ser tomada no caso. “Realmente eu me senti injustiçado porque em momento algum eu considero que pratiquei alguma irregularidade. Se eu cometi um equívoco foi de democratizar um processo de decisão que eu poderia ter feito sozinho no gabinete", disse o reitor em entrevista à CBN Diário. A CGU disse em nota que o órgão tem a prerrogativa de aprovar previamente a indicação dos corregedores das universidades federais. Também afirmou que a decisão de manter Ronaldo David Viana Barbosa no cargo de corregedor da UFSC sem a prévia aprovação da CGU desatendeu as recomendações do órgão, o que contraria normativas vigentes. Segundo a UFSC, Barbosa continua no cargo. Apoio A Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes) e o Sindicato dos Professores das Universidades Federais de Santa Catarina (Apufsc) emitiram notas em solidariedade ao reitor de mais conselheiros. A Andifes disse que "a Andifes, em nome dos reitores das Universidades Federais, justamente revoltados com a decisão da CGU, reitera o inarredável respeito à Lei, à Constituição, à Democracia, ao tempo que expressa inteira solidariedade ao reitor Ubaldo Cesar Balthazar, à vice-reitora Alacoque Lorenzini Erdmann e ao professor Irineu Manoel de Souza, bem como à comunidade da UFSC, mais uma vez atingida". A Apufsc afirmou que "tal medida denota o exagero na pena e a arbitrariedade com que vem tratando problemas administrativos facilmente corrigíveis se vivêssemos em um estado democrático de direito". Entenda o caso Ronaldo David Viana Barbosa e outro servidor foram indicados pelo reitor para atuarem na Corregedoria-Geral da UFSC depois que o corregedor-geral anterior, Rodolfo Hickel do Prado, foi afastado da universidade em novembro de 2017 por licença médica. Depois, Prado pediu férias de 30 dias. Como a Corregedoria-Geral ficaria sem corregedores, os nomes foram sugeridos pelo reitor e aprovados pelo Conselho Universitário em janeiro de 2018. Por um decreto, os indicados para corregedores do órgãos federais precisam ser analisados pela Corregedoria-Geral da União. A controladoria disse que o nome de Barbosa foi enviado à Corregedoria-Geral da União que, após análise, informou o reitor de que o "servidor não preenchia os requisitos necessários para o cargo", já que era investigado em um PAD. A Corregedoria-Geral da União disse que advertiu o reitor sobre possíveis prejuízos da manutenção de Barbosa, já que os atos dele como corregedor poderiam ser considerados nulos por falta de autorização legal para o exercício do cargo. Os mandatos dos dois servidores indicados para corregedores seriam até 8 de maio de 2018. Naquele mês, em nova reunião, o Conselho Universitário decidiu manter os dois corregedores nas funções. Veja mais notícias do estado no G1 SC
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24/01 - Sisu 2020: candidatos usam #erronosisu para relatar suposto problema em notas de corte
Candidatos apontam que sistema está validando as duas opções de curso e que isso está elevando as notas de corte. MEC diz que site funciona normalmente, e Weintraub negou problema. Candidatos que concorrem a vagas do Sistema de Seleção Unificada (Sisu) usaram as redes sociais nesta sexta-feira (24) para relatar o que consideram ser um problema na definição das notas de corte dos cursos. Nos assuntos mais comentados do Twitter está a hastag #erronosisu. Segundo os relatos, o sistema tem considerado alguns candidatos aptos para as duas opções de cursos pretendidos, o que elevaria, segundo os candidatos, as notas de corte. O ministro da Educação, Abraham Weintraub, divulgou no final da tarde desta sexta-feira (24), um vídeo nas redes sociais do Ministério da Educação, junto ao Coordenação-Geral de Programas de Ensino Superior, Thiago Leitão, dizendo que não há erros no Sisu. Leitão explicou que o boletim do candidato divulga as notas das duas opções elegidas e que essas notas são relativas, que vão variando ao longo dos dias. "Essa nota é só uma referência, é só um indicativo de quão perto o estudante está daquela vaga", explicou o coordenador. No fim da noite, o MEC divulgou nota em que afirma que o site do Sisu funciona normalmente e que, diariamente, o sistema atualiza as informações de notas com base no desempenho dos inscritos. Veja a nota na íntegra ao final da reportagem. Comprovativo de inscrição do Sisu 2020 Reprodução Site Sisu Classificação parcial O Sisu permite que cada inscrito escolha dois curso para concorrer. Quando o estudante tem nota suficiente para ser classificado na primeira opção (ainda que temporariamente), ele não é automaticamente considerado "classificado" para a segunda. Com o problema identificado pelos candidatos, pessoas com notas altas estão sendo temporariamente classificadas para as duas escolhas e as notas de corte, que são calculadas com base nas pessoas que se candidatam, estariam mais altas do que o esperado pelos estudantes. "A 2ª opção de muita gente está sendo validada mesmo que essa pessoa esteja acima da nota (de corte) na 1ª (opção), isso não estava acontecendo no começo do processo", escreveu uma candidata no Twitter. Sisu tem mais de 1,5 milhão de inscritos; prazo se encerra no domingo Sisu 2020: veja dicas para inscrição na seleção do primeiro semestre Inscrição do Sisu 2020 poderá ser feita por dispositivos móveis Reprodução/Sisu O prazo para inscrição, que deveria terminar nesta sexta-feira (24), foi estendido até as 23h59 de domingo (26), após os problemas na correção do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2019. O erro afetou cerca de 6 mil candidatos, segundo o ministro da Educação, Abraham Weintraub. Nesta edição do Sisu estão em disputa 237.128 vagas em 128 instituições de ensino superior públicas em todo o país. Veja os relatos dos candidatos: Initial plugin text Initial plugin text Initial plugin text Initial plugin text Íntegra da nota do MEC O Ministério da Educação (MEC) informa que o portal de consultas de vagas do Sistema de Seleção Unificada (Sisu) funciona normalmente. Os candidatos podem visualizar a nota de corte e sua posição em relação aos concorrentes nas duas opções de cursos selecionados. A metodologia dá mais transparência ao processo, auxiliando os participantes em sua decisão. Diariamente, o sistema atualiza essas informações de acordo com o desempenho dos inscritos. Portanto, há variações nos dados ao longo do período de inscrições. Até domingo, 26 de janeiro, último dia para concorrer às 237 mil vagas, os candidatos têm o direito preservado de alterar suas escolhas. Até as 22 horas desta sexta-feira, 24, foram registradas mais de 3,1 milhões de inscrições feitas por 1,6 milhão de pessoas. Após o término do prazo, quem não for contemplado pelas vagas poderá participar da lista de espera. Sisu 2020: inscrições são abertas com prazo estendido; estudantes relataram lentidão em site Initial plugin text
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24/01 - Gráfica admite duas falhas na impressão das provas do Enem
Problemas resultaram em notas erradas para quase seis mil candidatos do Enem 2019. Gráfica responsável pelo Enem adimite duas falhas na impressão das provas A gráfica Valid admitiu ao Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) ter identificado duas falhas na impressão das provas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). As explicações foram dadas pela gráfica no começo da semana, e o Inep já prestou esclarecimentos ao Ministério Público - diretamente à Procuradoria Federal dos Direitos do Cidadão. Juiz federal do DF nega reabrir prazo para que estudantes contestem notas do Enem MPF recomenda que MEC suspenda as inscrições do Sisu 2020 As informações foram divulgadas pelo jornal "Folha de S. Paulo" e confirmadas pela TV Globo. O documento apresentado pela gráfica tem os detalhes sobre os problemas, que resultaram em notas erradas para quase seis mil candidatos do Enem. A Valid, que até agora não se manifestou publicamente, disse ao instituto que eles identificaram duas causas específicas, mas com efeitos similares. De acordo com a gráfica: "As provas passam por uma verificação redundante e todos os casos de desvio na comparação sistêmica com os dados registrados são identificados e encaminhados a uma célula de reprocessamento." E ainda complementou: "um código de desvio, apesar de estar sendo identificada em regime de produção, não estava recebendo o tratamento sistêmico esperado. Por decorrência estas provas não foram encaminhadas à célula de reprocesso para seu respectivo tratamento." Além disso, concluiu que: "nas células de reprocesso, uma para cada dia de aplicação, os casos de desvios identificados são analisados e definido o tratamento correto e estes passam por uma nova verificação redundante nesta fase do processo, e especificamente no segundo dia de aplicação, após sermos acionados pelo Inep, foi identificada uma instabilidade em um sensor específico de disparo de leituras dos cadernos de prova." Ou seja, na hora da impressão ocorreram erros que não foram corrigidos pelo sistema da gráfica. A TV Globo procurou a gráfica Valid e a empresa não vai comentar. O Inep abriu processo administrativo contra a gráfica. Ministro da Educação, Abraham Weintraub (à dir.), afirma que houve 'inconsistências' na correção do Enem 2019; pronunciamento foi feito ao lado de Alexandre Lopes, presidente do Inep, Reprodução/Twitter
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24/01 - Sisu tem mais de 1,5 milhão de inscritos; prazo se encerra no domingo
Período de inscrição foi prorrogado após problemas na correção do Enem; notas no exame são critério para concorrer a vagas em universidades públicas pelo país. Sisu inscrições abertas Reprodução/Sisu O Sistema de Seleção Unificada (Sisu), que seleciona para vagas em universidades públicas, já teve 1.583.045 pessoas inscritas no início da tarde desta sexta-feira (24), de acordo com o balanço divulgado pelo Ministério da Educação (MEC). Como o sistema permite escolher mais de uma vaga, estas pessoas já realizaram 3.033.770 inscrições, informa o MEC. O prazo para inscrição, que deveria terminar nesta sexta, foi estendido até as 23h59 de domingo (26), após os problemas na correção do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2019. O erro afetou cerca de 6 mil candidatos, segundo o ministro da Educação, Abraham Weintraub. Nesta edição do Sisu estão em disputa 237.128 vagas em 128 instituições de ensino superior públicas em todo o país. Sisu 2020: veja dicas para inscrição na seleção do primeiro semestre Sisu 2020: como se inscrever As inscrições devem ser feitas na página do Sisu. Podem participar os candidatos que fizeram o Enem em 2019 e não tiraram nota zero na prova de redação. Nesta edição, são 237.128 vagas em 128 instituições de todo o país. Cada candidato poderá se inscrever em até duas vagas, especificando a ordem de preferência e o turno no qual pretende estudar. Também é necessário definir a modalidade na qual o aluno se encaixa – ampla concorrência ou alguma relativa às ações afirmativas (com critérios raciais ou sociais). Acompanhamento das notas Para ter mais chance de conseguir uma vaga, é importante que o candidato entre uma vez ao dia para acompanhar como vai a sua candidatura. Conforme os candidatos vão se inscrevendo, a disputa vai ficando mais acirrada porque o sistema seleciona os estudantes pela nota do Enem. Assim, se um candidato com nota maior se inscreve depois, ele passa à frente do candidato que já estava inscrito. O MEC alerta que todos os dias, entre meia-noite e 1 hora, o sistema é interrompido para serem feitas as classificações de todas as inscrições. Gilberto Alvarez, diretor do Cursinho da Poli, explica que o Sisu tem por princípio não estabelecer uma nota de corte fixa, varia a todo o momento, de acordo com as notas daqueles que estão se inscrevendo no portal. "Por isso, se no segundo dia a nota não valer para entrar no curso escolhido no primeiro dia, o candidato pode mudar de opção", indica Alvarez. VÍDEO Veja dicas e estratégias para escolher o curso certo no Sisu Initial plugin text
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24/01 - Soros cria rede de universidades para promover a liberdade de expressão e diversidade de crenças
Em um jantar durante o Fórum Econômico Mundial, em Davos, Soros anunciou que investirá US$ 1 bilhão na rede de universidades para lutar contra "os ditadores atuais e em gestação", assim como contra a mudança climática. George Soros, em foto de arquivo de 2019 Ronald Zak/AP O bilionário George Soros anunciou na noite desta quinta-feira (23) a criação de uma rede universitária que deverá preparar os estudantes para enfrentar os "desafios globais atuais e do futuro", de acordo com a Open Society Foundation, instituição criada por ele para promover ações de justiça, governança democrática e direitos humanos. A rede se chamará Open Society University Network (OSUN) e a ideia é integrar ensino e pesquisa de instituições ao redor do mundo. Em um jantar durante o Fórum Econômico Mundial, em Davos, Soros anunciou que investirá US$ 1 bilhão na rede de universidades para lutar contra "os ditadores atuais e em gestação", assim como contra a mudança climática, de acordo com a agência de notícias France Presse. "A sobrevivência das sociedades abertas está ameaçada e enfrentamos uma crise ainda maior: a mudança climática", disse Soros, durante o jantar organizado por ele. Manifestações em defesa do meio ambiente marcaram o último dia do Fórum Econômico Mundial Soros mencionou ainda o presidente Jair Bolsonaro, com críticas às suas políticas ambientais, além da situação na Venezuela. "Na América Latina, continua a ocorrer uma catástrofe humanitária. No início deste ano, quase 5 milhões de venezuelanos tinham emigrado, causando tremenda perturbação nos países vizinhos. Ao mesmo tempo, Bolsonaro não conseguiu impedir a destruição das florestas tropicais no Brasil, a fim de abri-las para a pecuária", de acordo com a agência Deutsche Welle. Acadêmicos em risco A instituição pretende abrir um programa específico para "acadêmicos em risco" que, na definição da fundação, são pesquisadores com alto nível de excelência que estão politicamente ameaçados. De acordo com a Open Society Foundation, a rede deverá promover a educação entre estudantes que mais precisam – entre eles, refugiados, deslocados, ciganos, população carcerária – e promover valores como a liberdade de expressão e a diversidade de crenças. “Nossa maior esperança está no acesso a uma educação que reforce a autonomia do indivíduo, cultivando o pensamento crítico e enfatizando a liberdade acadêmica. Considero a Open University Network o projeto mais importante e duradouro da minha vida e gostaria de vê-la implementada enquanto ainda estou por perto”, afirmou Soros, de acordo com um comunicado. A Universidade da Europa Central (CEU), fundada por Soros, e o Bard College formarão o núcleo da nova rede, segundo o comunicado. Eles deverão fechar uma parceria com a Arizona State University, líder mundial em ensino a distância, e outras instituições ao redor do mundo, como a Universidade Americana da Ásia Central no Quirguistão e a Universidade BRAC em Bangladesh. Conta 'ditadores atuais ou em gestação' Durante o jantar em Davos, Soros afirmou que a "Open Society University Network" é o projeto "mais importante de sua vida" e que todas as universidades do mundo poderão participar, segundo a France Presse. A rede deve permitir chegar "a lugares onde falta educação de qualidade", afirmou. Soros chegou a citar a China, os Estados Unidos e a Rússia e lamentou que estes países estejam nas mãos de "ditadores atuais, ou em gestação". Segundo ele, "o maior e mais aterrorizante passo atrás" afeta a Índia, onde Soros acusa o primeiro-ministro Narendra Modi de criar "um Estado nacionalista hindu". Ele também criticou o presidente americano, Donald Trump, por ser "um golpista e um narcisista" que "superaqueceu" a economia americana. "Uma economia superaquecida não pode se manter por muito tempo fervendo", advertiu. Nascido na Hungria em uma família judia que fugiu dos nazistas, Soros é conhecido por seu ataque especulativo contra a libra esterlina em 1992. Nos últimos anos, tornou-se alvo das críticas dos nacionalistas e dos adeptos de teorias conspiratórias, tanto na Europa quanto nos Estados Unidos.
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24/01 - Defensor do criacionismo é anunciado novo presidente da Capes
Benedito Guimarães Aguiar Neto afirmou que teoria que diz que Deus criou a vida deve ser 'contraponto à teoria da evolução'. Ex-reitor do Mackenzie vai substituir Anderson Ribeiro Correia. Benedito Guimarães Aguiar Neto, ex-reitor da Universidade Presbiteriana Mackenzie, em São Paulo, é o novo presidente da Capes Divulgação/Mackenzie Benedito Guimarães Aguiar Neto, o novo presidente da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal do Nível Superior (Capes), que oferece bolsas para pesquisas científicas, defende a abordagem educacional do criacionismo, teoria que diz que Deus criou a vida. Ele é-reitor da Universidade Presbiteriana Mackenzie, em São Paulo, e foi nomeado nesta sexta-feira (24) para presidir o órgão do MEC. Aguiar Neto substituirá Anderson Ribeiro Correia, que reassumiu a reitoria do Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA). Novo presidente da Capes defende a abordagem educacional do Criacionismo Benedito Guimarães Aguiar Neto foi reitor do Mackenzie por 9 anos e promoveu eventos para defender a teoria do criacionismo. Em uma entrevista em novembro após o segundo congresso sobre o tema, Aguiar Neto afirmou que queria colocar o criacionismo como contraponto à teoria da evolução, como revelou o jornal "Folha de S. Paulo". “Queremos colocar um contraponto à teoria da evolução e disseminar que a ideia da existência de um design inteligente pode estar presente a partir da educação básica, de uma maneira que podemos, com argumentos científicos, discutir o criacionismo”, disse. A Universidade Presbiteriana Mackenzie (UPM) mantém um centro de "ciência, fé e sociedade", com foco no debate da teoria chamada Design Inteligente (DI), refutada pela comunidade científica por ser uma versão do criacionismo bíblico. Questionada pela TV Globo, se o novo presidente iria manter essa posição à frente de uma instituição pública, a Capes respondeu que Aguiar Neto não vai se manifestar. Em artigo publicado após a nomeação de Neto, a pesquisadora Natalia Pasternak, presidente do Instituto Questão de Ciência, lembrou que o ensino do criacionismo sofreu sucessivas derrotas judiciais pelo mundo e afirma que "o Design Inteligente não é ciência. É apenas uma manobra política e burocrática, liderada por frentes religiosas, para empurrar o criacionismo parra dentro das escolas". Currículo De acordo com a Capes, Benedito Guimarães Aguiar Neto se formou em Engenharia Elétrica em 1977 pela Universidade Federal da Paraíba (UFPB) e concluiu mestrado na mesma instituição em 1982. Ele concluiu o doutorado na área em 1987 pela Technische Universität Berlin, na Alemanha; e o pós-doutorado em 2008 pela University of Washington, nos Estados Unidos. O novo reitor da Universidade Presbiteriana Mackenzie será Marco Tullio de Castro Vasconcellos. De acordo com a instituição, ele já está eleito, mas ainda não empossado. Orçamento reduzido e corte de bolsas O MEC decidiu cortar pela metade o orçamento da Capes em 2020. Foram reservados R$ 2,2 bilhões para a instituição frente os R$ 4,25 bilhões previstos neste ano. A Capes teve R$ 300 milhões contingenciados neste ano. Considerando o impacto das 11 mil bolsas no Orçamento 2019, a coordenação economiza R$ 90,8 milhões no atual exercício. No primeiro anúncio de corte, em 9 de maio, a Capes comunicou o bloqueio de 3.474 bolsas. Depois, em 4 de junho, a Capes avisou que deixaria de oferecer 2,7 mil bolsas, sendo que esse número foi aplicado em cursos com conceito nota 3. Entenda o que é a Capes A Coordenação de de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) é uma fundação do Ministério da Educação (MEC) responsável por avaliar os cursos de pós-graduação, divulgar as informações científicas, promover a cooperação internacional e fomentar a formação de professores para a educação básica. Ela foi criada em 1951 e oferece, ao todo, quase 200 mil bolsas de estudo em 49 áreas de estudo para universitários da rede pública e privada: são 92.253 bolsistas na pós-graduação (no Brasil e no exterior) e 107.260 bolsista de programas de formação de professores da educação básica. Os valores das bolsas são, em média, de R$ 1,5 mil para o mestrado e de R$ 2,2 mil para o doutorado. No site da Capes é possível ter acesso a pesquisas em destaque. Entre elas, há o estudo que usa dados da Justiça para aprimorar as políticas públicas de saúde e a pesquisa sobre resfriamento de reatores nucleares, além do estudo sobre uma mutação genética que ajuda na proteção contra a malária. VÍDEOS SOBRE A CAPES Governistas articulam fusão entre Capes e CNPq, mas Rodrigo Maia rejeita MEC e Capes desbloqueiam 3.182 bolsas de pós-graduação
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24/01 - Primeiro colocado no PAS da UnB diz que tinha rotina normal: 'Estudo não podia me sobrecarregar'
Gustavo Gentil Jacobina tem 17 anos e é faixa preta de judô. Ele vai cursar medicina e afirma que, nos fins de semana, costumava descansar. Gustavo Gentil Jacobina, ao centro na imagem, ficou em primeiro lugar no PAS da UnB, no campus Darcy Ribeiro Arquivo Pessoal Aos 17 anos, o estudante Gustavo Gentil Jacobina conseguiu a primeira colocação no Programa de Avaliação Seriada (PAS) da Universidade de Brasília (UnB), no campus Darcy Ribeiro. Prestes a ingressar no curso mais concorrido, o de medicina, ele afirma que tinha uma rotina de estudos séria, mas não muito estrita. "Eu sempre coloquei na cabeça que não podia me sobrecarregar com o estudo. Eu me preparava para as provas e ia cofiante do que eu tinha estudado, de que aquilo era suficiente. Mas não deixei de treinar o judô, e até na escola, quando estava com meus amigos, jogava baralho e me divertia nos intervalos." Apesar de não abrir mão dos momentos de descontração, Gustavo conta que estudava de segunda a sexta-feira. "No fim de semana eu descansava, ia ler outras coisas não relacionadas com a escola". Gustavo Gentil Jacobina ficou em primeiro lugar no PAS, do Campus Darcy Ribeiro, da Unb Arquivo Pessoal Um dos alunos do professor Frederico Torres, que conseguiu gabaritar a prova de matemática do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), Gustavo afirma que o curso de medicina sempre foi a primeira opção e que o plano é cursar a graduação na UnB. "Eu quero ficar em Brasília, porque é muito mais fácil para os meus pais me manterem aqui. Em outra cidade seria mais custo, mais trabalho, mais desgaste psicológico de estar em outro lugar." Resultado do PAS G1 no BDDF: Juiz federal nega reabrir prazo para que estudantes contestem notas do Enem O resultado do PAS foi divulgado pelo Centro Brasileiro de Pesquisa em Avaliação e Seleção e de Promoção de Eventos (Cebraspe) na tarde de terça-feira (22). Ao todo, 1.951 estudantes que terminaram o ensino médio no ano passado estão na lista de convocados, em 99 cursos divididos entre os quatro campi da UnB. Na quinta (23), teve início o prazo para registro acadêmico dos aprovados. Entre 20 e 24 de fevereiro, ocorrem as matrículas nas disciplinas. As aulas estão previstas para começar no dia 9 de março. Leia mais notícias sobre a região no G1 DF.
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23/01 - Estudante cego que fez redação do Enem sem transcritor tem nota lançada pelo Inep
Anderson Azevedo, de 22 anos, visualizou nota na manhã desta quinta-feira (23) e vai tentar inscrição no Sisu para realizar o sonho de cursar direito. Anderson Azevedo espera resposta do Inep sobre a nota na redação para se inscrever no Sisu Gladstone Lucasa/G1 Após seis dias de espera, o estudante Anderson Azevedo teve a nota da redação do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2019 divulgada pelo Inep. Por ser cego, o jovem, morador da zona rural de Petrópolis, na Região Serrana do Rio, entregou a redação em braille, já que não encontrou no local do exame um transcritor, profissional responsável por repassar o texto para a escrita comum. "Geralmente, quando eu faço a redação, eu vou falando para um ledor e ele vai transcrevendo para outra folha, na escrita comum. Dessa vez foi diferente. Eu perguntei lá o que eu deveria fazer, eles não sabiam", disse. Desde a última sexta-feira (17), o estudante acessava a página com as notas individuais dos participantes, e não conseguia visualizar o resultado da redação. Mas na manhã desta quinta (23) foi informado pela patroa de sua mãe que a nota estava disponível. "Até agora não tive nenhum contato do Inep, mas, de qualquer forma, é um alívio, pois estava querendo saber o resultado desde a semana passada." Nota da redação apareceu para o estudante de Petrópolis Reprodução Inep Ao G1, Anderson relatou estar com dificuldade em realizar a inscrição no Sisu por conta da lentidão, mas não irá desistir do sonho de continuar os estudos. Como futuro advogado, ele pretende atuar em causas voltadas à acessibilidade, superando barreiras, como a que precisou enfrentar no dia da prova. "A minha maior motivação é a minha família. Os meus pais sempre ofereceram apoio para eu continuar estudando apesar de todas as dificuldades", disse. Para ele, de pais simples, que trabalham como caseiros, o Enem é a oportunidade de acesso gratuito a uma universidade, já que a família não tem condições de pagar uma faculdade particular. O prazo para inscrição do Sisu termina às 23h59 do próximo domingo (26). Até a publicação desta reportagem, nenhum posicionamento do Inep foi enviado ao G1 sobre a situação vivida pelo estudante. Enem 2019: Inep diz que erro que afetou quase 6 mil notas já foi corrigido Sisu 2020: inscrições são abertas com prazo estendido; estudantes relataram lentidão em site *Estagiário sob a supervisão de Ariane Marques.
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23/01 - Novo teto salarial da Unicamp deve beneficiar mil pessoas entre ativos e aposentados
Universidade tem 461 professores e pesquisadores na ativa e 594 aposentados com salários e benefícios que superam o teto anterior de R$ 23 mil; novo vencimento autorizado pelo STF é de R$ 39,2 mil. Vista aérea do campus da Unicamp, em Campinas (SP) Reprodução/EPTV O novo teto salarial da Unicamp, que subiu de R$ 23 mil para R$ 39,2 mil após decisão do presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Dias Toffoli, deve beneficiar 1.055 pessoas, entre professores, pesquisadores e aposentados. A universidade estima que, com a medida, a folha anual deve subir entre 2,5% e 2,6%. Dados da Assessoria de Economia e Planejamento e da Diretoria Geral de Recursos Humanos apontam que, atualmente, a Unicamp conta com 461 professores e pesquisadores ativos e 594 aposentados com salários e benefícios que superam o teto anterior de R$ 23.048,59. De acordo com a Universidade, 68% dos docentes e pesquisadores têm salários inferiores ao subteto do governador; 27% tem salários entre o subteto e R$ 30 mil e 5% possuem vencimentos entre R$ 31 mil e o novo teto. Marcelo Knobel, reitor da Unicamp Mirela Von Zuben/G1 Apesar das dificuldades financeiras, a Unicamp defende que o aumento do limite é relevante para valorizar carreiras, reter talentos e atender reivindicação antiga. O reitor Marcelo Knobel garante que há condições para custear a nova folha. "A gente está avaliando ainda porque é uma coisa muito recente. Importante destacar que não se trata de um aumento, mas sim deixar de cortar os salários de profissionais que se dedicaram durante quase toda vida, 20, 30, 40 anos para a universidade pública. Hoje eles têm salários cortados porque o subsídio do governador do estado de São Paulo é um dos subtetos mais baixos do país", explica Knobel. Veja mais notícias da região no G1 Campinas
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23/01 - UFSJ tem 170 vagas disponíveis para o Sisu no campus Divinópolis
As vagas estão distribuídas entre os cursos de Bioquímica, Enfermagem, Farmácia e Medicina. Campus Centro-Oeste em Divinópolis da Universidade Federal de São João del Rei (UFSJ) UFSJ/Divulgação A Universidade Federal de São João del Rei está com 170 vagas disponíveis para o Sistema de Seleção Unificada (Sisu) no campus Dona Lindu, em Divinópolis. As vagas estão distribuídas entre os cursos de Bioquímica, Enfermagem, Farmácia e Medicina. Ao todo, a UFSJ disponibiliza 1.905 vagas para esta edição do Sisu, divididas entre os seis campi da instituição. As inscrições para todo o país se encerram no próximo domingo (26) às 23h59 (horário de Brasília). Confira abaixo os detalhes para cada curso do campus Dona Lindu: Bioquímica O curso oferece 50 vagas pelo Sisu e a graduação proporciona estudos sobre a vida no âmbito molecular, com conteúdos voltados à ciência, tecnologia e inovação na grade curricular. Enfermagem O curso tem 40 vagas disponíveis para o primeiro semestre. A área visa preparar os universitários a uma prática de cuidados e restabelecimento da saúde das pessoas. Farmácia O curso oferece 50 vagas e é realizado em dez semestres com aulas integrais. Entre as principais atividades do profissional formado estão a realização de pesquisas e a produção de medicamentos e fármacos. Medicina A graduação está com 30 vagas abertas para o Sisu. Com formação mínima de seis anos, os estudantes dessa graduação têm na saúde humana o principal objeto de estudo. Os interessados podem procurar mais informações sobre os cursos de graduação oferecidos pela UFSJ em cada campi através do site.
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23/01 - Unicamp é vítima de hackers e informa que houve violação de dados privados
Universidade de Campinas montou equipe para identificar o que provocou o incidente. Não há informações sobre qual é a extensão dos danos. Estudantes no campus da Unicamp, em Campinas Antonio Scarpinetti / Unicamp A Unicamp informou nesta quinta-feira (23) que foi alvo de hackers que violaram alguns de seus sistemas computacionais, com "consequente vazamento de dados privados". Segundo nota, o problema foi detectado pela Diretoria Acadêmica, e pode ter afetado outros sistemas. O ataque cibernético foi reportado às autoridades e não está clara a extensão do vazamento. Segundo a universidade, a Coordenadoria Geral de Tecnologia de Informação e Comunicação (CITIC) designou uma equipe para identificar o que provocou o incidente e qual a extensão dos danos. "Medidas de contingência já estão sendo tomadas e não é necessária, por ora, nenhuma ação por parte dos usuários", informa, em nota. A Unicamp destaca que "usuários serão comunicados caso haja necessidade de alguma ação individual". Veja mais notícias da região no G1 Campinas
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23/01 - Universidades estaduais de SP vão aumentar teto salarial de professores após decisão do STF
Liminar concedida pelo ministro Dias Toffoli no sábado (18) unificou o teto salarial de universidades estaduais e federais do país. USP, Unicamp e Unesp dizem que vão cumprir regra, apesar de impactos no orçamento. Professor universitário estadual pode receber o mesmo que o federal O ministro Dias Toffoli, presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), concedeu liminar neste sábado (18) para equiparar o teto salarial de universidades estaduais e federais do país. Com isso, os salários de professores e pesquisadores das três estaduais de São Paulo – USP, Unesp e Unicamp – terão o mesmo teto das federais. Procuradas pelo G1 SP, as três universidades do estado afirmaram que vão cumprir a nova regra e que consideram a medida positiva como política de valorização e retenção de docentes. Em uma decisão de novembro de 2015, o STF determinou que os salários dos servidores estaduais não poderiam ultrapassar a remuneração do governador, de R$ 23 mil por mês. Agora, com a decisão provisória de Toffoli, o teto no estado de São Paulo passa a ser correspondente ao salário de um ministro do STF, de R$ 39,2 mil. As universidades estaduais de São Paulo estimam que o impacto da decisão na folha de pagamento será de 2% a 2,7% ao ano. Cerca de 4 mil docentes serão beneficiados (veja mais no quadro abaixo). Impacto do novo teto nas universidades de SP Não haverá aumento automático no salário dos docentes: as remunerações dependem de tempo de serviço e outras incorporações previstas em lei. Serão beneficiados somente os professores que recebiam apenas parte do salário para respeitar o antigo teto estadual em vigor. A partir da publicação da medida, esses docentes poderão receber o valor total, dentro do máximo determinado pelo STF. As universidades estaduais de São Paulo vivem momento de dificuldade orçamentária e já gastam mais com salário de professores do que o recomendado. Em média, a Universidade de São Paulo (USP), a Universidade Estadual Paulista (Unesp) e a Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) comprometem 89% da receita com a folha de pagamento, segundo dados de novembro de 2019. A lei que estabelece a autonomia universitária das estaduais recomenda que esse gasto não supere 75% das verbas disponíveis. Apesar de projetar déficit nas contas, Unicamp garante teto salarial aprovado por Toffoli Em setembro, a USP anunciou a redução do salário de 2.082 servidores ativos e inativos (aposentados) que ganhavam acima do teto estadual, de R$ 23.048 – valor do salário do governador João Doria (PSDB). A Unesp e a Unicamp adotaram a mesma medida. Campus da Unesp em Jaboticabal, SP Aurélio Aureliano/EPTV Impactos da medida O novo teto é visto com bons olhos pelos reitores das três universidades, segundo o presidente do Conselho de Reitores das Universidades Estaduais Paulistas (Cruesp). Marcelo Knobel, que também é reitor da Unicamp, afirma que as universidades de SP estavam perdendo professores por adotar um teto mais baixo que o de outros estados. "O maior risco estava na desvalorização das carreiras aqui, que estava fazendo com que muita gente pedisse demissão", afirma Knobel. "Estávamos tendo dificuldade em conseguir candidatos pra concursos e perdendo professores para universidades federais e instituições do exterior." - Marcelo Knobel, reitor da Unicamp. Segundo um levantamento do Cruesp feito em 2019, o teto imposto no estado de São Paulo era o menor dentre todas as unidades da federação. De acordo com o Cruesp, o limite de R$ 23 mil em vigor no estado era inferior não apenas ao dos estados que adotavam o limite de R$ 39 mil, correspondente ao salário de um ministro do STF, mas também dos estados que impunham teto de R$ 36 mil, equivalente ao salário de um desembargador federal. Em entrevista ao SP1, o reitor da USP, Vahan Agopyan, também considerou a medida positiva e disse que ela representa um alívio para que a universidade pare de perder talentos para outras instituições. Vista da Praça do Relógio e Prédio da Reitoria da Universidade de São Paulo - Campus Butantã. Marcos Santos/USP Imagens Segundo Agopyan, a medida vai beneficiar 1,8 mil dos 8,9 mil docentes da universidade. A folha de pagamento vai passar a ocupar 89% do orçamento da USP, contra os 87% atuais. O posicionamento do reitor da Unesp, o professor Sandro Roberto Valentini, é similar. Para ele, é preciso estimular a formação de profissionais qualificados para o desenvolvimento da ciência no estado. "A equiparação do teto salarial corrige o que poderia tornar-se, com o passar do tempo, um limitante para a atratividade da carreira do professor universitário nas três universidades estaduais paulistas, que formam um sistema de ensino superior ímpar e respondem por 1/3 da produção científica brasileira." - Sandro Roberto Valentini, reitor da Unesp. “A Unesp considera a decisão justa com docentes que evoluíram em direção ao topo de suas respectivas carreiras acadêmicas e contribuíram para a transformação da Unesp em uma universidade de excelência", explica Valentini.
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23/01 - Sisu 2020 tem quase 1,5 milhão de inscritos; seleção vai até domingo
Sisu já teve 1.450.608 inscritos e 2.772.054 inscrições, segundo balanço divulgado pelo ministério da Educação (MEC) na manhã desta quinta-feira (23). O Sistema de Seleção Unificada (Sisu) teve 1.450.608 de inscritos até a manhã desta quinta-feira (23), de acordo com o Ministério da Educação (MEC). Os candidatos fizeram mais de 2,7 milhões de inscrições. O número é maior que o de inscritos por que cada pessoa pode tentar até duas vagas, sendo elas sua primeira e segunda opção de curso. Nesta edição do Sisu estão em disputa 237.128 vagas em 128 instituições de ensino superior públicas em todo o país. Sisu 2020: veja dicas para inscrição na seleção do primeiro semestre MPF recomenda que MEC suspenda as inscrições do Sisu 2020 Juiz federal do DF nega reabrir prazo para que estudantes contestem notas do Enem Inscrição do Sisu 2020 pode ser feita por dispositivos móveis Reprodução/Sisu Cronograma do Sisu 2020 O Sisu abriu inscrição na última terça-feira (21) Fim das inscrições: 23h59 de 26 de janeiro (domingo) Resultados: 28 de janeiro Prazo para participar da lista de espera: 29 de janeiro a 04 de fevereiro Convocação dos candidatos em lista de espera: 07 de fevereiro a 30 de abril Acompanhamento das notas Para ter mais chance de conseguir uma vaga, é importante que o candidato entre uma vez ao dia para acompanhar como vai a sua candidatura. Conforme os candidatos vão se inscrevendo, a disputa vai ficando mais acirrada porque o sistema seleciona os estudantes pela nota do Enem. Assim, se um candidato com nota maior se inscreve depois, ele passa à frente do candidato que já estava inscrito. O MEC alerta que todos os dias, entre meia-noite e 1 hora, o sistema é interrompido para serem feitas as classificações de todas as inscrições. Gilberto Alvarez, diretor do Cursinho da Poli, explica que o Sisu tem por princípio não estabelecer uma nota de corte fixa, varia a todo o momento, de acordo com as notas daqueles que estão se inscrevendo no portal. "Por isso, se no segundo dia a nota não valer para entrar no curso escolhido no primeiro dia, o candidato pode mudar de opção", indica Alvarez. Ao entrar no Sisu para verificar o ranking, o estudante deve avaliar (ver foto): Quantas vagas estão disponíveis; Qual a posição em que se encontra; Se a nota é suficiente para garantir uma vaga. Classificação, como aparece para os candidatos, é atualizada uma vez ao dia. Reprodução site Sisu Se o estudante quiser concorrer a apenas uma vaga em uma única instituição, ele não precisa verificar o sistema todos os dias. Basta se inscrever e esperar. Mas se tiver mais de uma opção, o recomendado é que ele verifique a inscrição ao menos uma vez ao dia, entre 21 e 24 de janeiro, para ver se quer manter as opções selecionadas, ou se quer trocar de curso, instituição ou cidade. Sisu 2020: como se inscrever As inscrições devem ser feitas na página do Sisu. Podem participar os candidatos que fizeram o Enem em 2019 e não tiraram nota zero na prova de redação. Nesta edição, são 237.128 vagas em 128 instituições de todo o país. Cada candidato poderá se inscrever em até duas vagas, especificando a ordem de preferência e o turno no qual pretende estudar. Também é necessário definir a modalidade na qual o aluno se encaixa – ampla concorrência ou alguma relativa às ações afirmativas (com critérios raciais ou sociais). Entenda como a nota do Enem influencia no Sisu com simulador
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23/01 - Apesar de projetar déficit nas contas, Unicamp garante teto salarial aprovado por Toffoli
Liminar concedida pelo presidente do STF unifica teto salarial de universidades estaduais e federais. Reitor da Unicamp admite impacto financeiro, mas destaca valorização de carreiras. Estudantes no campus da Unicamp, em Campinas Antonio Scarpinetti / Unicamp A decisão do ministro Dias Toffoli, presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), em unificar o teto salarial de universidades estaduais e federais do país provocou uma aparente contradição na Unicamp. Apesar das dificuldades financeiras, a instituição defende que o aumento do limite de R$ 23 mil para a casa dos R$ 39,2 mil é relevante para valorizar carreiras, reter talentos e atender reivindicação antiga. Decisão de Toffoli equipara teto salarial de universidades estaduais e federais do país; Atual teto na Unicamp é de R$ 23 mil, equivalente ao subsídio do governador de SP; Teto federal corresponde ao subsídio de um ministro do STF, equivalente a R$ 39,2 mil; Universidade projeta déficit, mas destaca valorização de carreiras e retenção de talentos; Em 2019, Unicamp suspendeu parcela "excedente" nos salários de 437 servidores; Universidade estima que a folha anual deve subir entre 2,5% e 2,6%; Atualmente, o teto salarial aplicado pela Unicamp é de R$ 23 mil e corresponde ao subsídio mensal recebido pelo governador do estado. Com a liminar concedida por Toffoli - decisão provisória que ainda pode ser revista pelo plenário da Corte - professores e pesquisadores da universidade podem ter os vencimentos elevados ao teto federal, equivalente ao subsídio dos ministros do STF, de R$ 39,2 mil. A Unicamp projeta usar R$ 204 milhões da reserva financeira para cobrir o déficit orçamentário estimado para este ano, mas o reitor, Marcelo Knobel, garante que há condições para custear a nova folha, que deve subir entre 2,5% e 2,6% em um ano. Além disso, ele avalia que a decisão é importante para retenção de talentos e tornar a universidade mais atrativa aos profissionais para desenvolvimento de carreiras. "A gente está avaliando ainda porque é uma coisa muito recente. Importante destacar que não se trata de um aumento, mas sim deixar de cortar os salários de profissionais que se dedicaram durante quase toda vida, 20, 30, 40 anos para a universidade pública. Hoje eles têm salários cortados porque o subsídio do governador do estado de São Paulo é um dos subtetos mais baixos do país", explica. Unicamp prevê usar reserva para cobrir déficit de R$ 204 milhões, mas alta em bolsas de auxílio Toffoli determina teto salarial único para universidades estaduais e federais A Unicamp não confirmou, até esta publicação, quantos profissionais devem ser beneficiados pela decisão e qual o valor exato do impacto financeiro. Por outro lado, valoriza os benefícios a longo prazo. "A preocupação principal é com excelência para o futuro. Estávamos vendo diversos professores se demitindo da universidade porque não enxergavam perspectivas boas de uma carreira e, também em algumas áreas competitivas, não havia candidatos para os concursos. Isso mostra que muita gente talentosa e jovem não estava escolhendo a universidade como um destino possível. Isso é realmente algo que nos preocupa do ponto de vista institucional, manter uma carreira forte e valorizada." No ano passado, a universidade decidiu suspender "excedente" das remunerações de 437 servidores, incluindo ativos e aposentados, após determinação do Tribunal de Contas do estado (TCE-SP). O reitor da Unicamp, Marcelo Knobel Luciano Calafiori/G1 Déficit orçamentário e contas Em relação ao déficit, o orçamento da Unicamp indica que um saldo negativo de R$ 75,4 milhões deve ser contabilizado até dezembro deste ano, enquanto outros R$ 128,5 milhões representam valores referentes às obrigações estabelecidas em anos anteriores. Knobel lembra que a universidade adotou uma série de medidas para melhorar as contas e a universidade tem condições para pagar as despesas. "Certamente vai ter um impacto, mas a gente tem feito um trabalho no sentido de buscar equilíbrio nas contas, melhorar a gestão, reduzir custos da universidade, otimizar processos. Isso possibilita contemplar essa demanda importante de perspectiva para o futuro da universidade", diz o reitor. Outro ponto abordado na entrevista de Knobel ao G1 foram despesas com pessoal terem representado 91,2% dos recursos no período de janeiro a outubro de 2019 (R$ 1,74 bilhão), embora a recomendação do TCE-SP seja para que o índice seja limitado a 75%, conforme um decreto estadual de 1989. A assessoria do tribunal afirma que este percentual inclui ativos e aposentados, mas o reitor da Unicamp contesta a informação. "A questão da recomendação é para os ativos. Os 90% que temos hoje inclui os ativos e inativos. Se for colocar somente os ativos, a gente está bem abaixo", falou o reitor da universidade ao mencionar que 35% da folha da instituição é referente aos servidores inativos. Veja mais notícias da região no G1 Campinas.
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23/01 - Cinco jovens baianos vencem torneio mundial do Hackathon promovido pela NASA
Competição aconteceu em outubro do ano passado. Resultado foi divulgado nesta quarta-feira (22), pela Agência Espacial Americana (NASA). Cinco jovens baianos vencem torneio mundial do Hackaton promovido pela NASA Divulgação Cinco estudantes baianos venceram o torneio Nasa Space Apps Challenge 2019, realizado simultaneamente em 230 cidades de 80 países, em 20 de outubro do ano passado, com a participação de 29 mil pessoas. O resultado foi divulgado nesta quarta-feira (22), pela Agência Espacial Americana (NASA). A equipe Cafeína, formada pelo estudante de Engenharia Química, Ramon de Almeida, 22 anos, pelos alunos de Administração Antonio Rocha, 18, Pedro Dantas, 19, e Genilson Brito, 18, e pelo futuro analista e desenvolvedor de sistemas, Thiago Barbosa, 23, usou como base o Gerador de Van Der Graff para desenvolver um mecanismo que possa atrair e captar resíduos plásticos nos oceanos. Como premiação, os jovens irão conhecer o Nasa Kennedy Space Center, que fica no estado da Flórida, nos Estados Unidos e ter a oportunidade fazer a apresentação do projeto. Os estudantes disputaram o primeiro lugar entre 2.076 projetos, na primeira etapa. O objetivo do grupo é tentar retirar os resíduos plásticos que podem ser ingeridos por animais marinhos. A representante oficial do Nasa Space em Salvador, Leka Hattori, comemorou a vitória histórica, que veio já no segundo ano de realização do evento na capital baiana. "Eu já estava comemorando estarmos entre os 30 melhores do mundo, mas chegar a esse resultado em tão pouco tempo é, sem dúvida, uma grande conquista para mim e toda a equipe envolvida no projeto", disse Leka. "Também é importante para as empresas e instituições que apoiaram o evento, os mentores, palestrantes e jurados voluntários, para o ecossistema de inovação local e, principalmente, os jovens da equipe Cafeína, que vão levar o nome da Bahia para o mundo através da ciência e empreendedorismo." Além da equipe de Salvador, uma equipe de São Paulo ficou entre as 6 vencedoras no mundial. Hackathon em Salvador Em 2019, além da equipe Cafeína, mais 29 equipes participaram do hackathon em Salvador, chegando a cerca de 200 competidores, dos 520 inscritos na primeira etapa do evento. A meta inicial para 2020 era chegar a 500 pessoas disputando os primeiros lugares. A expectativa da Nasa Space na Bahia é de que o número de participantes na próxima edição dobre após a vitória no mundial. Na edição realizada em outubro do ano passado, as equipes receberam o suporte de 5 palestrantes, 20 mentores e cinco professores de inglês para interpretar os dados da Nasa disponibilizados para consulta durante a competição. O desafio internacional aconteceu em mais 26 cidades brasileiras, entre elas São José do Rio Preto (SP), Aracaju, Belo Horizonte (que teve uma equipe que recebeu uma menção honrosa nesta etapa final), Brasília, Curitiba, Goiânia, Fortaleza, Manaus, Porto Alegre, Porto Velho, Recife, Rio de Janeiro, São Paulo, e Brasília. Veja mais notícias do estado no G1 Bahia.
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22/01 - Juiz federal do DF nega reabrir prazo para que estudantes contestem notas do Enem
Canal de comunicação aberto no site do Inep funcionou por 12 horas, entre noite de domingo (19) e manhã de segunda-feira (20). Ação popular questionou prazo e publicidade dada ao serviço pelo Ministério da Educação. Provas do segundo dia do Enem 2019 Ana Carolina Moreno/G1 O juiz Diego Câmara, da 17ª Vara da Justiça Federal do Distrito Federal, negou nesta quarta-feira (22) pedido de reabertura de prazo para que estudantes que detectaram problemas na correção de suas provas no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) possam solicitar a revisão das notas. O pedido de reabertura do prazo tinha sido feito por parlamentares do PT, em ação popular apresentada na última segunda-feira (20), após a ocorrência de erros na correção de provas. Segundo o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), a falha afetou 5.974 estudantes. Na ação, os deputados argumentaram que não houve publicidade necessária no canal de comunicação no site do Inep para que os alunos apresentassem suas contestações da nota. MPF recomenda que MEC suspenda as inscrições do Sisu 2020 Erro na correção do Enem 2019 afetou cerca de 6 mil candidatos, diz Weintraub Além disso, consideraram que o prazo para apresentar as reclamações foi curto, já que o sistema funcionou entre as 22h do domingo (19) até às 10h da segunda-feira (20). "A decisão administrativa de limitar, em poucas horas, os pedidos de revisões, além de macular o texto constitucional, na vertente dos princípios da publicidade e moralidade, prejudica milhões de estudantes, que não terão mais, salvo uma tutela judicial, em face do Poder Público, direito de petição onde possam informar eventuais equívocos administrativos na correção das provas do Enem", afirmaram os deputados no documento. Na decisão, o juiz federal apontou que, de acordo com as informações apresentadas pelo Inep, as falhas na correção de provas se concentraram em cinco municípios, em Minas Gerais e na Bahia. "Nesse descortino, tenho por incabível e desproporcional o acatamento do pedido de ampla reabertura do prazo recursal", afirmou o magistrado. Cidades afetadas Em relação aos candidatos afetados nos municípios atingidos pelos problemas, o juiz verificou, na nota técnica apresentada pelo Inep, que houve a correção das provas aplicadas nas localidades. "Destarte, não vislumbro efetivo prejuízo aos candidatos que realizaram o Enem 2019 nestas localidades, dado o saneamento da irregularidade por ato da própria Administração". O juiz Diego Câmara considerou ainda que a reabertura do prazo poderia ter efeitos no cronograma do Sistema de Seleção Unificada (Sisu), pelo qual os estudantes usam as notas do Enem para se candidatar a vagas em universidades. "Destaco, por relevante, que o acatamento do pedido de reabertura do prazo recursal formulado pela demandante necessita de robusta comprovação da plausibilidade do direito alegado, uma vez que tal medida ocasionaria efeitos reflexos em todo o cronograma do SISU, bem como no período de matrículas e no início do ano letivo", diz na decisão. Suspensão do Sisu Nesta quarta-feira, o Ministério Público Federal recomendou ao Ministério da Educação (MEC) que suspenda o prazo para as inscrições no Sisu, que começaram na terça-feira (21) e vão até domingo (26). Segundo o MPF, o pedido é para garantir que o Inep tenha tempo de conferir os gabaritos de todos os candidatos do Enem. Erro na correção do Enem 2019 ocorreu na gráfica; veja perguntas e respostas Sisu 2020: mais de 1 milhão de inscritos; ministério afirma que site está estável A nota diz, ainda que são inúmeras as queixas de cidadãos, pais e/ou estudantes já recebidas pela instituição. O MEC não é obrigado a cumprir a recomendação do MPF. No entanto, o MPF afirma que o "prazo para o acatamento da Recomendação é de 24 horas e seu descumprimento pode implicar a adoção de providências administrativas e judiciais cabíveis". Erro na correção Após erros na correção de provas do Enem, governo estende inscrição no Sisu Na segunda feira, o Inep informou que o erro que afetou a correção das provas de quase 6 mil estudantes foi totalmente corrigido. Em entrevista coletiva, o presidente do instituto, Alexandre Lopes, disse que uma falha na gráfica fez com que provas fossem associadas a gabaritos trocados. Ainda de acordo com o presidente do Inep, ocorreram erros na correção de provas de candidatos de 24 estados e do Distrito Federal – as exceções Amapá e Roraima. De acordo com Lopes, 95% dos casos se concentraram em quatro cidades: Alagoinhas (BA) Viçosa (MG) Ituiutaba (MG) Iturama (MG) Initial plugin text Leia mais notícias sobre a região no G1 DF.
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22/01 - UnB divulga lista de aprovados no PAS para 1º semestre de 2020; confira
Ao todo, 1.951 estudantes foram convocados para ingresso na universidade. Instituição oferece 99 cursos em quatro campi. Estudantes comemoram aprovação no PAS-UnB Raquel Aviani/Secom-UnB O Centro Brasileiro de Pesquisa em Avaliação e Seleção e de Promoção de Eventos (Cebraspe) divulgou, nesta terça-feira (22), a lista dos aprovados (veja abaixo) em primeira chamada no Programa de Avaliação Seriada da Universidade de Brasília (PAS-UnB). Ao todo, 1.951 estudantes que terminaram o ensino médio no ano passado estão na lista de convocados, em 99 cursos divididos entre os quatro campi da universidade. A partir desta quinta (23), tem início o prazo para registro acadêmico dos aprovados. As aulas estão previstas para começar no dia 9 de março. Estudantes aprovados no PAS comemoram na UnB No ano passado, as provas do PAS ocorreram no dia 1º dezembro. Ao todo, 61.984 estudantes se inscreveram para a prova, que teve índice de abstenção de 3,56%. Além das vagas oferecidas para o 1º semestre de 2020, a UnB prevê outras 2.120 vagas para o segundo semestre do ano pelo programa. Lista de aprovados pelo PAS-UnB para 1º semestre de 2020 Leia mais notícias sobre a região no G1 DF.
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22/01 - MPF recomenda que MEC suspenda as inscrições do Sisu 2020
Procuradores pedem que Inep realize nova conferência dos gabaritos do Enem. Governo disse que provas já foram revisadas e que as inconsistências foram resolvidas. O Ministério Público Federal enviou na tarde desta quarta-feira (22) uma recomendação ao governo federal para que sejam suspensas as inscrições do Sistema de Seleção Unificada (Sisu) 2020, e que o cronograma da seleção unificada seja modificado. O Ministério da Educação (MEC) não é obrigado a cumprir a recomendação do MPF. Apesar disso, o MPF afirma que o "prazo para o acatamento da Recomendação é de 24 horas e seu descumprimento pode implicar a adoção de providências administrativas e judiciais cabíveis". Erro na correção do Enem 2019 ocorreu na gráfica; veja perguntas e respostas Sisu 2020: mais de 1 milhão de inscritos; ministério afirma que site está estável Segundo a nota do MPF, o pedido de suspensão do Sisu é para garantir que o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) tenha tempo de conferir os gabaritos de todos os candidatos do Exame Nacional do Ensino médio (Enem). A nota diz, ainda que são inúmeras as queixas de cidadãos, pais e/ou estudantes já recebidas pela instituição. De acordo com o MPF, o documento foi encaminhado ao ministro da Educação, ao secretário de Educação Superior do MEC e ao Inep. A recomendação foi assinada pela Procuradoria Regional dos Direitos do Cidadão em Minas Gerais e a Procuradoria Federal dos Direitos do Cidadão (PFDC), além do Grupo de Trabalho da PFDC sobre Educação em Direitos Humanos. Posicionamento e reunião na PGR Em nota ao G1, o MEC informou que "encaminhará, em breve, ao Ministério Público Federal os esclarecimentos solicitados". O Inep já havia afirmado na última segunda-feira (20) que "todas as provas dos 3,9 milhões de participantes foram analisadas" e que delas o instituto "identificou inconsistências nas notas de 5.974 participantes do Enem 2019, o que representa 0,15% do total de presentes". Nesta tarde, representantes do Inep participaram de reunião na sede da Procuradoria-Geral da República na tarde desta quarta-feira (22). Alexandre Lopes, presidente do órgão, reafirmou que nenhum candidato foi prejudicado, uma vez que o problema com as notas foi solucionado antes da abertura das inscrições do processo seletivo. Para garantir a igualdade de condições aos alunos que tiveram as notas erradas divulgadas, o Ministério da Educação (MEC) decidiu prorrogar o prazo de inscrições. Alerta na página no Sisu na madrugada desta terça-feira (21) Reprodução/Sisu Questionamento judicial Além da recomendação do MPF, o MEC chegou a ser acionado diretamente na Justiça. De acordo com levantamento feito pela Procuradoria-Geral Federal (PGF), órgão da Advocacia-Geral da União (AGU), foram identificadas quatro ações referentes ao Enem 2019 ajuizadas desde 17 de janeiro em Goiás, no Distrito Federal e no Maranhão. Duas dessas ações são populares - ações ajuizadas por um conjunto de pessoas. Uma delas pede a suspensão e a outra pede a prorrogação do prazo do Sisu, além de revisão das notas do Enem. As outras duas são: uma ação individual que pede esclarecimentos sobre o gabarito e um mandado de segurança pedindo nova correção e retificação da nota do Enem.  Erros nas notas do Enem Na última sexta-feira (17), assim que as notas individuais do Enem 2019 foram divulgadas, começaram a aparecer nas redes sociais relatos de avaliações diferentes entre candidatos que tiveram o mesmo número de acertos ou notas próximas a zero mesmo com número alto de acertos. No sábado (18), Weintraub e Alexandre Lopes afirmaram que houve falhas na correção das provas do segundo dia, o que atingia "um grupo muito pequeno". No domingo(19), o Inep informou que estava revisando as notas dos dois dias de provas do Enem 2019. Ao fim da revisão das notas, foram identificados problemas em 5.974 provas – 96,7% estavam concentrados em 4 cidades: Alagoinhas (BA); Viçosa (MG); Ituiutaba (MG) e Iturama (MG). Em entrevista à imprensa na última segunda-feira (20), o presidente do Inep, Alexandre Lopes, afirmou que o erro ocorreu na gráfica Valid Soluções S.A. Lopes explicou que a gráfica imprime o caderno de questões do candidato, que é identificado com um código de barras do aluno. Depois, imprime o cartão de respostas (gabarito), que também tem um código. Outra máquina une estes dois documentos. O erro ocorreu nesta união e na geração do código de barras. Sisu 2020 tem quase 1 milhão de inscritos no primeiro dia
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22/01 - UFJF inicia pré-matrícula on-line para aprovados no Pism
Esta é uma fase obrigatória do processo de ingresso e os candidatos que não fizerem não poderão participar da matrícula presencial. UFJF, Universidade Federal de Juiz de Fora Clara Downey/UFJF A Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) iniciou nesta quarta-feira (22) o período de pré-matrícula on-line dos aprovados para o primeiro semestre de 2020 do Programa de Ingresso Seletivo Misto (Pism). O prazo se encerra no próximo domingo (26). O resultado final do Módulo III do Pism 2020 foi divulgado pela UFJF na semana passada. Os candidatos aprovados que não fizeram a pré-matrícula on-line não vão estar aptos para a matrícula presencial. Esta é uma fase obrigatória do processo de ingresso. Os estudantes que encontrarem problemas para realização da pré-matrícula on-line devem entrar em contato com a instituição através do e-mail cdara@ufjf.edu.br. A matrícula presencial será realizada nos dias 30 e 31 de janeiro no campus Juiz de Fora e nos dias 3 e 4 de fevereiro em Governador Valadares. Como as datas e horários são diferentes para cada curso, os candidatos devem consultar o site da UFJF. Após o período das matrículas presenciais, os candidatos que não foram aprovados devem ficar atentos ao cronograma de reclassificação. O primeiro edital será divulgado no dia 12 de fevereiro.
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22/01 - Sisu 2020 passa de 1 milhão de inscritos; ministério afirma que site está estável
Sisu já teve 1.315.000 inscritos segundo balanço divulgado por ministério da Educação (MEC), nesta quarta-feira (22). Seleção unificada oferece 237 mil vagas em universidades públicas. O Sistema de Seleção Unificada (Sisu) teve mais de 1 milhão de candidatos inscritos no processo seletivo de 2020, segundo o último levantamento publicado pelo ministério da Educação (MEC) em uma nota nesta quarta-feira (22). Até as 20h, foram 2,5 milhões inscrições realizadas por 1.315.000 pessoas. Cada candidato pode se candidatar em até dois cursos. Os candidatos usam as notas obtidas no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) na disputa por uma das 237 mil vagas em instituições públicas de ensino superior do Brasil oferecidas por meio do sistema. Sisu 2020 teve quase 1 milhão de inscritos no 1° dia; candidatos voltam a relatar lentidão no site Sisu 2020: veja dicas para inscrição na seleção do primeiro semestre Sobre os problemas apresentados no site de inscrição, no fim desta quarta-feira (22), o ministro disse em uma rede social que “O sistema está rodando normalmente. Não teve interrupção. [...] Está tudo funcionando". Entretanto, estudantes voltaram a relatar instabilidades na tarde deste segundo dia de Sisu. O MEC relembrou que entre meia-noite e 1 hora desta quinta-feira, (22), o Sistema será interrompido para as classificações de todas as inscrições serem feitas. Classificação é atualizada uma vez ao dia.Candidatos podem mudar opções de curso ao longo do processo. Reprodução site Sisu Acompanhamento das notas Para ter mais chance de conseguir uma vaga, é importante que o candidato entre uma vez ao dia para acompanhar como vai a sua candidatura. Conforme os candidatos vão se inscrevendo, a disputa vai ficando mais acirrada porque o sistema seleciona os estudantes pela nota do Enem. Assim, se um candidato com nota maior se inscreve depois, ele passa à frente do candidato que já estava inscrito. Gilberto Alvarez, diretor do Cursinho da Poli, explica que o Sisu tem por princípio não estabelecer uma nota de corte fixa, varia a todo o momento, de acordo com as notas daqueles que estão se inscrevendo no portal. "Por isso, se no segundo dia a nota não valer para entrar no curso escolhido no primeiro dia, o candidato pode mudar de opção", indica Alvarez. Ao entrar no Sisu para verificar o ranking, o estudante deve avaliar: Quantas vagas estão disponíveis; Qual a posição em que se encontra; Se a nota é suficiente para garantir uma vaga. Se o estudante quiser concorrer a apenas uma vaga em uma única instituição, ele não precisa verificar o sistema todos os dias. Basta se inscrever e esperar. Mas se tiver mais de uma opção, o recomendado é que ele verifique a inscrição ao menos uma vez ao dia, entre 21 e 24 de janeiro, para ver se quer manter as opções selecionadas, ou se quer trocar de curso, instituição ou cidade. Inscrição do Sisu 2020 poderá ser feita por dispositivos móveis Reprodução/Sisu As primeiras 24 horas de inscrição Na primeira 24 horas, foram 993.311 pessoas inscritas. No ano anterior foram 492 mil candidatos no mesmo período, segundo o Ministério da Educação (MEC). Como os participantes podem se inscrever em até dois cursos, o número de candidaturas registradas era, até 1h, 1.870.751. Os concorrentes podem se inscrever até as 23h59 do próximo domingo (26). O balanço do primeiro dia de inscrições foi divulgado pelo ministro da Educação, Abraham Weintraub, na manhã desta quarta-feira (22). Após a crise provocada pelo erro na correção de parte das provas, o primeiro dia de Sisu foi marcado por instabilidades no acesso ao site. No fim da terça, o ministro disse que os problemas estavam resolvidos. Entretanto, estudantes voltaram a relatar instabilidades na tarde deste segundo dia de Sisu. Em nota desta quarta, o MEC informou que o site está funcionando normalmente e justificou a lentidão no início do processo como "uma questão de adaptação ao novo modelo". Comprovativo de inscrição do Sisu 2020 Reprodução Site Sisu Sisu 2020: como se inscrever As inscrições devem ser feitas na página do Sisu. Podem participar os candidatos que fizeram o Enem em 2019 e não tiraram nota zero na prova de redação. Nesta edição, são 237.128 vagas em 128 instituições de todo o país. Cada candidato poderá se inscrever em até duas vagas, especificando a ordem de preferência e o turno no qual pretende estudar. Também é necessário definir a modalidade na qual o aluno se encaixa – ampla concorrência ou alguma relativa às ações afirmativas (com critérios raciais ou sociais). Cronograma do Sisu 2020 Abertura das inscrições: 21 de janeiro (terça-feira) Fim das inscrições: 23h59 de 26 de janeiro (domingo) Resultado: 28 de janeiro Prazo para participar da lista de espera: 29/1 a 04/2 Convocação dos candidatos em lista de espera: 07/2 a 30/4 Sisu 2020 tem quase 1 milhão de inscritos no primeiro dia
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22/01 - Nota de corte para medicina na Ufal em Arapiraca no 1º dia do Sisu está entre as 20 maiores no país
Pontuação mínima no Campus Arapiraca é 815,43 e em Maceió, 770,14. Universidade Federal de Alagoas (Ufal) oferta vagas em medicina em dois campi, um em Maceió e outro em Arapiraca Reprodução/Sisu A nota de corte para medicina no Campus Arapiraca da Universidade Federal de Alagoas (UFAL), na modalidade ampla concorrência, está entre as 20 maiores notas de corte para o curso no Brasil. Segundo a primeira parcial do Sistema de Seleção Unificada (Sisu), divulgada na madrugada desta quarta-feira (22), a pontuação mínima para ser aprovado em medicina na Ufal em Arapiraca seria 815, 43. Para medicina na Ufal em Maceió, a nota mínima seria 770,14. De acordo com um levantamento do G1 baseado nas informações divulgadas pelo Ministério da Educação (MEC) no site do sistema, a nota de corte para medicina no 1º dia do Sisu vai de 717,97 a 928,13 na ampla concorrência, sendo da Universidade Federal do Maranhão (UFMA) a maior nota. O Sisu é o sistema do Ministério da Educação que seleciona estudantes para vagas em universidades públicas com base nas notas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). A seleção começou na terça e vai até as 23h59 de domingo (26). As notas são atualizadas pelo MEC em balanços parciais uma vez por dia. Com base nas notas de corte, os alunos avaliam se têm a pontuação suficiente e em qual posição ficam na concorrência por uma vaga. A próxima parcial do Sisu vai ser divulgada a partir de 0h da quinta-feira (23). 77 das 128 instituições participantes do Sisu 2020 oferecem cursos de medicina. Ao todo são 2.074 vagas em medicina na modalidade de ampla concorrência neste primeiro semestre. Há ainda vagas em disputa na modalidade ações afirmativas, que incluem, por exemplos cotas raciais ou reserva de vagas para deficientes e outros públicos. Sisu 2020: como se inscrever As inscrições devem ser feitas na página do Sisu. Podem participar os candidatos que fizeram o Enem em 2019 e não tiraram nota zero na prova de redação. Nesta edição, são 237.128 vagas em 128 instituições de todo o país. Cada candidato poderá se inscrever em até duas vagas, especificando a ordem de preferência e o turno no qual pretende estudar. Também é necessário definir a modalidade na qual o aluno se encaixa – ampla concorrência ou alguma relativa às ações afirmativas (com critérios raciais ou sociais). Sisu em 9 pontos As inscrições vão de 21/1 a 26/1 É possível escolher dois cursos (primeira e segunda opção) O sistema atualiza uma vez ao dia e muda a ordem dos inscritos conforme a nota do Enem A primeira atualização será divulgada a partir da 0h de 23/1 Recomenda-se que o estudante entre no sistema uma vez ao dia para saber se a disputa pela vaga ainda é viável ou se prefere mudar de curso O resultado da chamada regular sai no dia 28/1 Se for aprovado na segunda opção de curso, o candidato não será incluído na lista de espera da primeira opção O prazo para escolher participar da lista de espera é de 29/1 a 04/2 A convocação da lista de espera será no dia 7/2 a 30/4 Cronograma do Sisu 2020 Abertura das inscrições: 21 de janeiro (terça-feira) Fim das inscrições: 23h59 de 26 de janeiro (domingo) Resultado: 28 de janeiro Prazo para participar da lista de espera: 29/1 a 04/2 Convocação dos candidatos em lista de espera: 07/2 a 30/4 Veja mais notícias da região no G1 Alagoas
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22/01 - MPF tem seis representações contra resultado do Enem 2019 no Ceará
Candidatos apontam possíveis falhas nas notas. Cabe ao MPF avaliar se recorre ou não à Justiça. Ministro da Educação, Abraham Weintraub (à esq.), afirma que houve 'inconsistências' na correção do Enem 2019 Luis Fortes/MEC Candidatos cearenses do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2019 registraram seis representações no Ministério Público Federal no Ceará (MPF-CE) apontando possíveis inconsistências na correção das provas. Entre os pedidos, estão a reanálise das provas de linguagens e de redação, assim como o acesso ao espelho dos candidatos e a suspensão do processo de inscrição no Sistema de Seleção Unificada (SISU), que seleciona os aprovados para as universidades públicas por meio das notas do Enem. O Ministério da Educação reconheceu um erro que afetou seis mil candidatos e afirma que já iniciou o processo de correção. Com as representações já protocoladas, cabe ao MPF-CE apurar as informações recebidas e decidir se entra ou não com ação judicial contra o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). Representação coletiva Dentre as representações, uma é coletiva e conta, até o momento, com pelo menos 23 candidatos. A advogada do grupo, Laciana Lacerda, afirma, no entanto, que o número de pessoas alegando prejuízo chega a 40. “O nosso pedido não foi específico tão somente para um grupo, e sim vai criar, uma vez deferido, a instauração de um inquérito civil de forma institucionalizada através do Ministério Público Federal”, comenta. A inconsistência nos gabaritos dos candidatos, segundo relata a advogada, é o principal motivador da denúncia. “Tem gente falando que fez até 20 questões a mais que o ano passado e a nota caiu. É uma irresponsabilidade o ministro da educação ir em rede nacional minimizar o problema, quando na verdade ele sequer disponibiliza os espelhos para se averiguar se esse erro realmente aconteceu”, afirma. Na última segunda-feira (20), o ministro Abraham Weintraub estimou em quase seis mil pessoas o número de afetados por erro na correção da prova do Enem 2019, excluindo a possibilidade de erro no Ceará. O Inep chegou a anunciar uma força tarefa para averiguar o problema e disponibilizou um e-mail (enem2019@inep.gov.br) para registro de demandas por revisão das notas. Sisu é mantido Apesar de os candidatos apontarem falhas na correção, o Ministério da Educação manteve o início das inscrições do Sisu para esta semana. Confira como se inscrever: As inscrições devem ser feitas na página do Sisu. Podem participar os candidatos que fizeram o Enem em 2019 e não tiraram nota zero na prova de redação. Nesta edição, são 237.128 vagas em 128 instituições de todo o país. Cada candidato poderá se inscrever em até duas vagas, especificando a ordem de preferência e o turno no qual pretende estudar. Também é necessário definir a modalidade na qual o aluno se encaixa – ampla concorrência ou alguma relativa às ações afirmativas (com critérios raciais ou sociais).
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22/01 - Sisu 2020: Veja quais são os cursos com as maiores notas de corte nas universidades federais do Ceará
Cursos de Medicina, Direito e Engenharias são os mais procurados no Estado. Sisu 2020 oferece 237.128 vagas em 128 instituições do País. Foto: Reprodução/Sisu As primeiras notas de corte para ingresso nos cursos de ensino superior via Sistema de Seleção Unificada (Sisu) de 2020 foram divulgadas nesta quarta-feira (21), e o padrão histórico se repete: o curso de Medicina é o mais concorrido do Ceará. O G1 listou as dez maiores notas de corte das Universidades Federal do Ceará (UFC), do Cariri (UFCA) e da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira (Unilab). As notas se referem à ampla concorrência, para a qual são disponibilizadas 50% das vagas. As demais são reservadas às cotas. As próximas médias mínimas parciais serão divulgadas a partir da meia-noite desta quinta-feira (23). Universidade Federal do Ceará (UFC) Total de vagas: 6.288 vagas Número de cursos: 110 cursos de graduação presencial Campi em: Fortaleza, Crateús, Quixadá, Russas e Sobral Nota de Corte Universidade Federal do Cariri (UFCA): Total de vagas: 880 Número de cursos: 19 Campi em: Juazeiro do Norte, Crato, Barbalha e Brejo Santo Nota de Corte Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira (Unilab) Total de vagas no Ceará: 296 Número de cursos: 15 Campus em: Redenção Nota de Corte Sisu 2020: como se inscrever As inscrições devem ser feitas na página do Sisu. Podem participar os candidatos que fizeram o Enem em 2019 e não tiraram nota zero na prova de redação. Nesta edição, são 237.128 vagas em 128 instituições de todo o país. Cada candidato poderá se inscrever em até duas vagas, especificando a ordem de preferência e o turno no qual pretende estudar. Também é necessário definir a modalidade na qual o aluno se encaixa – ampla concorrência ou alguma relativa às ações afirmativas (com critérios raciais ou sociais). Sisu em 8 pontos As inscrições vão até domingo (26) É possível escolher dois cursos (primeira e segunda opção) O sistema atualiza uma vez ao dia e muda a ordem dos inscritos conforme a nota do Enem Recomenda-se que o estudante entre no sistema uma vez ao dia para saber se a disputa pela vaga ainda é viável ou se prefere mudar de curso O resultado da chamada regular sai no dia 28/1 Se for aprovado na segunda opção de curso, o candidato não será incluído na lista de espera da primeira opção O prazo para escolher participar da lista de espera é de 29/1 a 04/2 A convocação da lista de espera será no dia 7/2 a 30/4 Próximas datas do Sisu 2020 Fim das inscrições: 23h59 de 26 de janeiro (domingo) Resultado: 28 de janeiro (terça-feira) Prazo para participar da lista de espera: 29/1 a 4/2 Convocação dos candidatos em lista de espera: 7/2 a 30/4
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22/01 - Nota de corte para medicina no 1º dia do Sisu vai de 717,97 a 928,13 na ampla concorrência
Valores são apenas informativos e representam a nota mínima para aprovação entre todos os candidatos inscritos na modalidade ampla concorrência em cada curso até a 0h desta quarta-feira (22). Sisu 2020 oferece vagas em 81 cursos de medicina de 77 instituições diferentes pelo Brasil Foto: Reprodução/Sisu Candidatos que buscam uma vaga em medicina na Universidade Federal do Maranhão (UFMA) – na modalidade ampla concorrência – enfrentam a nota de corte mais alta para o curso no país. De acordo com a primeira parcial do Sistema de Seleção Unificada (Sisu) divulgada na madrugada desta quarta-feira (22), seria preciso ter ao menos 928,13 pontos para ficar com uma das 25 vagas oferecidas aos futuros médicos. O Sisu é o sistema do Ministério da Educação (MEC) que seleciona estudantes para vagas em universidades públicas com base nas notas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). A seleção começou na terça e vai até as 23h59 de domingo (26). As notas são atualizadas pelo MEC em balanços parciais uma vez por dia. Com base nas notas de corte, os alunos avaliam se têm a pontuação suficiente e em qual posição ficam na concorrência por uma vaga. A nota de corte mais baixa para medicina, na primeira parcial, era de 717,97 pontos na Universidade Estadual do Piauí (Uespi), segundo um levantamento feito pelo G1 com base nas informações divulgadas pelo Ministério da Educação no site do sistema. Na edição 2020, 77 das 128 instituições participantes do Sisu 2020 oferecem cursos de medicina. Ao todo são 2.074 vagas em medicina na modalidade de ampla concorrência neste primeiro semestre. Há ainda vagas em disputa na modalidade ações afirmativas, que incluem, por exemplos cotas raciais ou reserva de vagas para deficientes e outros públicos. Bônus local na ampla concorrência A UFMA tem o corte mais alto identificado pelo levantamento. De acordo com o site do Sisu, a instituição acrescenta um bônus de 20% na nota final para os candidatos que tenham cursado o último ano do ensino fundamental e o ensino médio completo em escolas públicas ou privadas do estado do Maranhão. (Veja abaixo as notas de corte para medicina na 1ª parcial, que considera os dados incluídos pelos candidatos no sistema até 23h59 de terça-feira.) As 20 maiores notas de corte em medicina no Sisu 2020 Sisu 2020: como se inscrever As inscrições devem ser feitas na página do Sisu. Podem participar os candidatos que fizeram o Enem em 2019 e não tiraram nota zero na prova de redação. Nesta edição, são 237.128 vagas em 128 instituições de todo o país. Cada candidato poderá se inscrever em até duas vagas, especificando a ordem de preferência e o turno no qual pretende estudar. Também é necessário definir a modalidade na qual o aluno se encaixa – ampla concorrência ou alguma relativa às ações afirmativas (com critérios raciais ou sociais). Veja dicas e estratégias para escolher o curso certo no Sisu Sisu em 9 pontos As inscrições vão de 21/1 a 26/1 É possível escolher dois cursos (primeira e segunda opção) O sistema atualiza uma vez ao dia e muda a ordem dos inscritos conforme a nota do Enem A primeira atualização será divulgada a partir da 0h de 23/1 Recomenda-se que o estudante entre no sistema uma vez ao dia para saber se a disputa pela vaga ainda é viável ou se prefere mudar de curso O resultado da chamada regular sai no dia 28/1 Se for aprovado na segunda opção de curso, o candidato não será incluído na lista de espera da primeira opção O prazo para escolher participar da lista de espera é de 29/1 a 04/2 A convocação da lista de espera será no dia 7/2 a 30/4 Cronograma do Sisu 2020 Abertura das inscrições: 21 de janeiro (terça-feira) Fim das inscrições: 23h59 de 26 de janeiro (domingo) Resultado: 28 de janeiro Prazo para participar da lista de espera: 29/1 a 04/2 Convocação dos candidatos em lista de espera: 07/2 a 30/4
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22/01 - Candidata eliminada do Enem 2019 tem as notas validadas após correção de troca de nomes
Rebecca Ferreira foi confundida com Rebeca Moura, dona do celular que tocou no segundo dia de provas, e chegou a mandar 150 e-mails para o Inep. Candidata é de Nova Friburgo, no RJ. Candidata teve as notas computadas no sistema após correção de erro no Enem O presidente do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Anísio Teixeira (Inep), Alexandre Lopes, entrou em contato por telefone com a candidata ao Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2019, Rebecca Ferreira, de 18 anos, enquanto ela estava ao vivo com a equipe da Inter TV no programa Estúdio i, da Globo News. Rebecca Ferreira teve as notas computadas no sistema, para alívio da família, após a correção de um erro da organização. A estudante havia sido eliminada do exame ao ser confundida com Rebeca Moura, dona de um aparelho celular que tocou no segundo dia de provas. A família chegou a enviar cerca de 150 e-mails para o Inep na tentativa de resolver a confusão. Isso porque uma nova regra na edição de 2019 afirma que qualquer som emitido por um aparelho eletrônico geraria eliminação na hora. Rebecca Ferreira recebeu a ligação do presidente do Inep e teve as notas do Enem validadas Reprodução/Inter TV A questão é que o som não tinha vindo do celular dela. Elas fizeram a prova na mesma sala, na Universidade Federal Fluminense (UFF), em Nova Friburgo, Região Serrana do Rio. Ela e a mãe fizeram várias postagens nas redes sociais e conseguiram contato com a família da xará, que imediatamente ajudou. A mãe da Rebeca Moura, que é menor de idade, fez uma declaração de próprio punho reconhecendo que a filha foi retirada de sala porque o celular dela tocou durante a prova. Mas mesmo com os documentos em mãos, a família da estudante vítima da confusão encontrou muita dificuldade para que a organização das provas reconhecesse o erro. Rebecca Ferreira conta que foi eliminada do Enem 2019 porque o celular de outra Rebeca tocou durante a aplicação da prova Reprodução/Twitter Ana Cláudia Moura, mãe da Rebeca Moura, conta que entrou com uma ação na Justiça de Nova Friburgo para garantir que a nota seja revista. A preocupação com a rapidez na correção do erro é porque a estudante pretende usar o desempenho no Enem para concorrer a uma das 237,1 mil vagas disponíveis no Sistema de Seleção Unificada (Sisu). Quanto maior a nota, maiores as chances de conseguir uma vaga. Enem 2019: Inep diz que erro que afetou quase 6 mil notas já foi corrigido Sisu 2020: inscrições são abertas com prazo estendido; estudantes relataram lentidão em site O Sisu segue com o processo aberto até domingo (26) e agora a Rebecca já poderá participar do processo utilizando o desempenho no Exame Nacional do Ensino Médio. Aluna tem Enem anulado após ser confundida com outra pessoa
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22/01 - Sisu 2020 teve quase 1 milhão de inscritos no 1° dia; candidatos voltam a relatar lentidão no site
Processo seletivo teve 993.311 inscritos nas primeiras 24 horas, de acordo com o MEC. Sisu seleciona estudantes para 237 mil vagas públicas no ensino superior. O Sistema de Seleção Unificada (Sisu) teve quase 1 milhão de candidatos inscritos no 1° dia de funcionamento do processo seletivo de 2020. Os candidatos usam as notas obtidas no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) na disputa por uma das 237 mil vagas em instituições públicas de ensino superior do Brasil oferecidas por meio do sistema. Lentidão, nota de corte, ansiedade: inscrições no Sisu geram memes na internet Sisu 2020: veja dicas para inscrição na seleção do primeiro semestre Ao todo, nas primeiras 24 horas, foram 993.311 pessoas inscritas. No ano anterior foram 492 mil candidatos no mesmo período, segundo o Ministério da Educação (MEC). Como os participantes podem se inscrever em até dois cursos, o número de candidaturas registradas era, até 1h, 1.870.751. Os concorrentes podem se inscrever até as 23h59 do próximo domingo (26). O balanço do primeiro dia de inscrições foi divulgado pelo ministro da Educação, Abraham Weintraub, na manhã desta quarta-feira (22). Após a crise provocada pelo erro na correção de parte das provas, o primeiro dia de Sisu foi marcado por instabilidades no acesso ao site. No fim da terça, o ministro disse que os problemas estavam resolvidos. Entretanto, estudantes voltaram a relatar instabilidades na manhã deste segundo dia de Sisu. Em nota desta quarta, o MEC informou que o site está funcionando normalmente. Prazo ampliado O prazo, que antes se encerraria na sexta (24), foi prorrogado para até 23h59 de domingo (26). Isso ocorreu por causa de erros nas correções de provas do Enem. De acordo com o MEC, a falha afetou quase 6 mil candidatos e foi corrigida pouco antes da abertura das inscrições do Sisu. Comprovativo de inscrição do Sisu 2020 Reprodução Site Sisu Lentidão No primeiro dia de Sisu, logo após o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Anísio Teixeira (Inep) liberar as inscrições no site, estudantes relataram lentidão e dificuldades para se candidatar às vagas das universidades públicas. O G1 entrou em contato com o Ministério da Educação (MEC), que disse que o sistema foi restabelecido e que o problema de lentidão é ocasionado pelo grande número de acessos simultâneos de usuários. As reclamações seguiram ao longo de toda a terça-feira e alguns candidatos relatam, na quarta-feira, que não conseguiam fazer a inscrição. Inscrição do Sisu 2020 poderá ser feita por dispositivos móveis Reprodução/Sisu Sisu 2020: como se inscrever As inscrições devem ser feitas na página do Sisu. Podem participar os candidatos que fizeram o Enem em 2019 e não tiraram nota zero na prova de redação. Nesta edição, são 237.128 vagas em 128 instituições de todo o país. Cada candidato poderá se inscrever em até duas vagas, especificando a ordem de preferência e o turno no qual pretende estudar. Também é necessário definir a modalidade na qual o aluno se encaixa – ampla concorrência ou alguma relativa às ações afirmativas (com critérios raciais ou sociais). Veja dicas e estratégias para escolher o curso certo no Sisu O que o candidato deve saber sobre a inscrição do Sisu: As inscrições vão de 21/1 a 26/1; É possível escolher dois cursos (primeira e segunda opção); O sistema atualiza uma vez ao dia e muda a ordem dos inscritos conforme a nota do Enem; A primeira atualização será divulgada a partir da 0h de 23/1; Recomenda-se que o estudante entre no sistema uma vez ao dia para saber se a disputa pela vaga ainda é viável ou se prefere mudar de curso; O resultado da chamada regular sai no dia 28/1; Se for aprovado na segunda opção de curso, o candidato não será incluído na lista de espera da primeira opção (leia mais abaixo); O prazo para escolher participar da lista de espera é de 29/1 a 04/2; A convocação da lista de espera será no dia 7/2 a 30/4; Cronograma do Sisu 2020 Abertura das inscrições: 21 de janeiro (terça-feira) Fim das inscrições: 23h59 de 26 de janeiro (domingo) Resultado: 28 de janeiro Prazo para participar da lista de espera: 29/1 a 04/2 Convocação dos candidatos em lista de espera: 07/2 a 30/4
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