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21/01 - Sisu 2019 abre na terça inscrições para 235 mil vagas no ensino superior
Para participar, é preciso ter feito o Enem 2018. Neste primeiro semestre, serão oferecidas 235.476 vagas em 129 instituições de todo o país. Tela do Sisu Reprodução/TV Globo As inscrições para a primeira edição de 2019 do Sistema de Seleção Unificada (Sisu) abrem nesta terça-feira (22) e vão até sexta-feira (25). Os candidatos devem se inscrever pelo site http://sisu.mec.gov.br/. Segundo o Ministério da Educação (MEC), neste primeiro semestre, serão oferecidas 235.476 vagas em 129 instituições de todo o país. Essa é a primeira vez desde o lançamento do Sisu em que há redução no número de vagas oferecidas. Para participar, é necessário ter tirado nota acima de zero na redação do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2018. O resultado do Enem foi divulgado na última sexta (18); veja como consultar a nota. Cada candidato poderá se inscrever em até duas vagas, especificando a ordem de preferência e o turno no qual pretende estudar. Também é necessário definir qual a modalidade no qual o aluno se encaixa - ampla concorrência ou alguma relativa às ações afirmativas (com critérios raciais ou sociais). Sisu 2019: dicas para se inscrever MEC lança simulador das notas de corte do Sisu Mudanças na lista de espera Este ano, uma das novidades é com relação a lista de espera. Até 2018, o candidato a uma vaga no ensino superior poderia escolher duas opções de curso e desistir da segunda opção para ficar na lista de espera da primeira. Neste ano, a regra mudou. Agora, haverá uma chamada regular e o estudante selecionado em uma das opções de curso desta chamada não poderá participar da lista de espera. Se ele não for selecionado, poderá ficar na lista de espera de apenas uma das suas opções de curso. Segundo o MEC, a mudança na lista de espera é para permitir "maior liberdade de escolha para os estudantes não selecionados na chamada regular dos processos seletivos do Sisu." A expectativa é que se reduza o tempo de convocação das listas de espera e que todos os estudantes estejam matriculados antes do período letivo. De acordo com a pasta, as mudanças poderão ajudar a diminuir a ociosidade das vagas. Calendário do Sisu 1º semestre de 2019 Inscrições: 22/1 a 25/1 1ª chamada: 28/1 Matrículas da 1ª chamada: 30/1 a 4/2 Inscrição na lista de espera: 28/1 a 4/2 Convocações de outras chamadas: a partir de 7/2 Initial plugin text
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20/01 - Piauiense nota 1000 na redação do Enem só viu resultado à noite: ‘Tive medo de olhar’
Estudante foi mais uma piauiense que conquistou a nota mil na prova. Mariana conquistou a nota mil na redação do Enem. Reprodução Mariana Oliveira foi a segunda piauiense, dentre os 55 candidatos do país, a conquistar a nota 1000 na prova de redação do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2018. Ainda na sexta-feira (18) pela manhã, o piauiense João Victor soube do resultado, mas Mariana só descobriu que atingiu a pontuação máxima à noite, porque teve medo de olhar as notas. A garota que tem 19 anos pretende cursar medicina. “Quando saiu o resultado, foi muito nervosismo, passei o dia inteiro com medo de olhar a nota e não ter ido bem, tanto que vim olhar só à noite. Depois, fiquei muito surpresa por ter tirado mil, nunca imaginava. Eu tinha gostado da minha redação, mas não esperava um resultado desses, tinha feito a redação tão rápido que achava impossível tirar mil”, contou a estudante ao G1. Mariana Oliveira pretende cursar medicina. Arquivo pessoal Algumas das dicas da aluna nota mil é ler bastante e fazer várias redações ao longo do ano. Segundo Mariana, as duas dicas ajudam o aluno a adquirir conteúdo e ainda treinar conforme as regras da prova. “Acho que o segredo principal é muita leitura e dedicação, treinar bastante toda semana fazendo várias redações e com diversos assuntos. Ter feito isso foi o que realmente me ajudou a atingir essa nota, porque lendo você começa a ganhar repertório variado e ter novas visões do mundo e ser capaz de dissertar sobre qualquer assunto. E treinando muito você é capaz de perceber os erros cometidos e corrigi-los antes da prova, além de controlar o tempo da redação também”, explicou.
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19/01 - ‘Estudava 16 horas por dia’, diz jovem de Franca que conquistou nota mil na redação do Enem 2018
De olho em vaga em medicina, Aimée Utuni, de 17 anos, associa bom resultado a leitura constante e produção de quatro textos por semana. Aimée conta que estudou 16 horas por dia antes do Enem 2018 Aimée Utuni/ Arquivo pessoal Um dos 55 estudantes de todo o país a tirar nota mil na redação do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), a jovem de Franca (SP) Aimée Utuni, de 17 anos, conta que chegou a escrever quatro textos por semana e a estudar 16 horas por dia. Surpresa, mas feliz com o resultado divulgado na sexta-feira (18), ela associa a conquista à sua formação escolar e ao hábito da leitura. Além disso, conta que se inscreveu em uma escola de redação desde o primeiro ano do ensino médio. “Eu comecei a praticar desde o primeiro colegial e acho que o que mais me ajudou nesse processo todo foi a leitura. Sempre li muito sobre tudo, mas principalmente textos de livros sobre literatura mundial, que foram importantes para o vocabulário. Mas o treinamento é importante, porque eu fazia quatro redações por semana”, diz. Estudante de Franca (SP), Aimée Utuni, tirou nota máxima no Enem 2018 Divulgação/Aimée Utuni O resultado positivo aumenta as expectativas dela em cursar medicina e seguir a mesma carreira dos pais. “Vou tentar o Sisu [Sistema de Seleção Unificada] para medicina. Tenho preferência pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul e pela Federal do Paraná, porque eu pesquisei sobre as universidades e, para mim, nessas duas instituições o ensino é melhor”, explica. A estudante Aimée Utuni, nota mil no Enem 2018, de Franca (SP) Aimée Utuni/ Arquivo pessoal 'Estava preparada' Para Aimée, o tema explorado na redação, "Manipulação do comportamento do usuário pelo controle de dados na internet", não foi um desafio. Ela conta que já esperava algo ligado à atualidade. VEJA DICAS DE CANDIDATOS COM NOTA MIL NA REDAÇÃO “Eu gostei do tema, achei até fácil, porque acredito que foi muito relacionado com o que a gente vive agora, envolve o cotidiano. Eu estava preparada. Aí foi ler com atenção o que era pedido, os textos de apoio e seguir as orientações da prova”, conta. A estudante disse que mantinha uma rotina disciplinada, estudava 16 horas por dia - em casa e na escola - e que já prestou outras provas do Enem para treinar. “Esse é o terceiro Enem que presto. Fazia a prova antes para praticar e sempre tive notas boas. Esse ano eu assumi uma rotina mais regrada e estudava dez horas em casa, além das seis horas que passava na escola. Mas na sexta-feira e no fim de semana eu procurava descansar um pouco para manter o foco na outra semana”, explica a estudante. Aimée considera a leitura fundamental para a produção de um bom texto. “A principal dica é a leitura para quem quer escrever bem. A pessoa precisa ler muito sobre tudo, principalmente filosofia, porque cai muito nas provas e ajuda em qualquer coisa. Ficar muito atenta às atualidades, buscar saber orientações da prova e manter o foco nos estudos”, diz. Para ela, a atividade é válida inclusive nos momentos de descanso dos estudos. “Livros sobre ficção, que não sejam tão sérios, são bons para poder relaxar”, conta. Agora mais tranquila, Aimée também aguarda o resultado de outros quatro vestibulares. “Prestei Fuvest, Unesp, Unicamp e para uma universidade particular, mas ainda espero as respostas. No segundo ano eu também prestei essas provas para treinar e fui relativamente bem. Acho que terei um bom retorno”, conta. Nota mil no Enem, Aimée Utuni, de Franca (SP), quer seguir carreira de medicina Aimée Utuni/ Arquivo pessoal Método de avaliação Dois corretores foram responsáveis pela análise das redações do Enem e, caso houvesse discordância entre as avaliações, um terceiro corretor seria acionado. Para a nota máxima, foram levados em conta os seguintes critérios: domínio da forma padrão da língua nativa (português) compreensão da proposta do tema seleção e organização das ideias demonstração de conhecimento da língua necessária para argumentação elaboração de propostas de solução para os problemas apresentados Para cada categoria foi atribuída uma nota entre 0 e 200. O resultado final foi dado pela média de cada uma das pontuações. Enem 2018 - Prova Amarela - Redação Reprodução Initial plugin text Veja mais notícias do G1 Ribeirão Preto e Franca
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19/01 - ‘Educação é transformar, libertar e fazer pensar ciência’, diz autora de tese premiada sobre letramento científico
Andriele Ferreira Muri comparou o resultado de avaliações de ensino entre Japão e Brasil para descobrir o que torna o país asiático um destaque no exame. Autora de tese premiada analisa resultado do Pisa do Brasil e do Japão Como o método de ensino de um país faz com que a população alcance o letramento científico? Por que o Japão se sai bem em provas de avaliação internacional de ensino de ciência e o Brasil apresenta resultados pífios? Para entender as diferenças e semelhanças entre o ensino de ciências do Brasil e do Japão, a hoje doutora em educação Andriele Ferreira Muri foi atrás de dados. Ela analisou os resultados dos dois países no Programa Internacional de Avaliação de Estudantes (Pisa) das edições voltadas a ciências (2006 e 2015), acompanhou como são dadas as aulas, e comparou políticas públicas. O resultado foi a tese "Letramento científico no Brasil e no Japão a partir dos resultados do Pisa". O estudo foi considerado a melhor tese em educação do país e ganhou o Grande Prêmio da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) de Humanas na edição de 2018. O que motivou Muri a pesquisar o Pisa e comparar resultados foi a convicção de que a educação pode transformar a sociedade. “Educação é transformar, libertar e fazer pensar ciência. É nisso que eu acredito: em uma educação que transforma, informa, que forma o cidadão crítico para que atue ativamente na sociedade”, disse Muri, em entrevista ao G1. Letramento científico O conceito de letramento científico é vasto. Mas, pela definição da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), responsável pelo Pisa, letramento científico é conseguir replicar os conhecimentos básicos de ciência aprendidos na escola nas experiências cotidianas, interpretar dados e tirar uma conclusão válida. No Brasil, o contexto não é favorável. Em um país em que 55% dos estudantes de 8 anos do 3º ano do ensino fundamental de escolas públicas têm conhecimento insuficiente em matemática e leitura e que 7 em cada 10 alunos do ensino médio não têm níveis suficientes de compreensão e leitura nestas mesmas disciplinas, saber e entender ciência é ainda um vasto campo a ser desenvolvido. “Um cidadão cientificamente letrado é um cidadão crítico, capaz de participar ativamente das questões como um todo em um país. Questões não apenas científicas e tecnológicas, mas também sociais. Um país cientificamente letrado significa um povo que entende e participa das decisão do dia a dia e transforma a sua realidade”, disse Andriele Muri, em entrevista ao G1. Conclusões da tese O Pisa é um bom instrumento para comparar alunos brasileiros e japoneses. Não foram identificados problemas de compreensão com traduções, por exemplo, ou questões que privilegiassem uma cultura ou outra; O Japão se sai melhor porque as crianças veem química e física em meio ao ensino de ciência desde as primeiras séries do ensino fundamental; Não reprovar estudantes tem impacto positivo na aprendizagem no Japão; O Japão tem um currículo nacional comum. Ele foi considerado coerente e focado em tópicos e exploração conceitual. Além disso, ele é revisado a cada dez anos, levando em conta os resultados da avaliação do Pisa; A formação dos professores faz diferença: no Japão, os professores têm as aulas analisadas por outros colegas. Esta troca permite aperfeiçoar o método, “acelerando a disseminação das melhores práticas em toda a escola ou comunidade”, escreve Muri; O uso do tempo em sala de aula é mais otimizado no país asiático: 20% do tempo de aula no Brasil é perdido com questões como orientações gerais, recados administrativos e controle de alunos em sala. No Japão, o índice é de 2%; Resultados de avaliações guiam a educação: “No Japão, os testes são utilizados como forma de monitoramento e de diagnóstico do desempenho do sistema educacional”, analisa Muri. Segundo ela, em 2006, quando o país repetiu uma tendência de baixa no desempenho, o Japão implementou uma reformulação do ensino. Outro ponto apontado pela doutora é que o Japão não publica resultados por escola, o que evita o ‘ranking’ das instituições. Para chegar a esses resultados, Andriele fez uma imersão na cultura japonesa ao longo do doutorado da Pontifícia Universidade Católica do Rio (PUC-Rio) e com a Universidade Gakugei de Tóquio, onde passou oito meses. Por meio do programa Ciências Sem Fronteiras, ela pode frequentar escolas e observar como os japoneses davam aulas de ciência. Foi assim que ela constatou que as crianças do Japão veem química e física desde as primeiras séries do ensino fundamental em meio ao conteúdo de ciência, enquanto no Brasil o ensino é específico e fica para as séries posteriores. "A gente tem pouco contato com conteúdo de química e física, somos mais focados em ciências naturais e biologia. No ensino fundamental, guardamos só para o nono ano uma pincelada dessas disciplinas e depois só retomamos no ensino médio. Os japoneses promovem mais a investigação e a autonomia", compara. Antes, no mestrado, ela já havia analisado os resultados do Brasil no exame, o que resultou no livro "A Formação Científica no Brasil e o Pisa". Também participou do programa de formação de professores, o Teacher Training Program, entre 2007 e 2009, onde teve aulas teóricas por seis meses e depois foi atuar com desenvolvimento de material didático para alunos do ensino fundamental e médio. Ao voltar do Japão, Andriele diz que ela mesma reviu a forma como dava aulas. "Minhas aulas eram bem tradicionais e eu reproduzia muito o que tinha tido [como aluna]. Só então eu vi que havia outras formas [de ensinar]." Conhecimento na palma da mão: Andriele Ferreira Muri Leite e a turma de alunos japoneses durante treinamento no Japão, em 2008. Arquivo Pessoal Currículo nacional no Brasil e no Japão Em dezembro de 2018, o Conselho Nacional de Educação (CNE) aprovou a Base Nacional Comum Curricular (BNCC) do ensino médio. Em 2017, foi aprovada a BNCC do ensino infantil e fundamental. Antes, o Brasil não tinha um currículo nacional obrigatório. No ensino médio, as únicas disciplinas exigidas por lei eram português, matemática, artes, educação física, filosofia e sociologia. Agora, são matemática e portugês. Os demais conhecimentos deverão ser distribuídos ao longo dos três anos (seja concentrado em um ano, ou em dois, ou mesmo em três). No ensino infantil e fundamental, a BNCC não contempla, nas competências gerais, o ensino de ciência ou conteúdos que desenvolvam o letramento científico das crianças. "Acho a nossa língua e a matemática de fato importantes, mas não dá para não reconhecer a importância das demais disciplinas. A falta de consenso [entre educadores, na formulação das BNCCs] é visível e notória. Sou a favor de uma base nacional curricular, mas que contemple coisas que são básicas, incluindo ciências", diz. No Japão, o Pisa é usado como diagnóstico sobre o desenvolvimento da educação. Quando, em 2006, o país caiu no ranking comparado à edição anterior, foi feita uma reformulação de ensino e o resultado na edição seguinte melhorou, conta Andriele. Já no Brasil, os números do Pisa não influenciam em decisões de políticas educacionais. "Sem avaliação, não temos diagnóstico. Mas tão importante quanto o diagnóstico é saber o que fazer com ele, e não só usar para ranking", diz. "Não é preparando o aluno para a prova que vamos resolver o problema", analisa. O que é o Pisa Pisa é a sigla para Programme for International Student Assessment, ou, em português, Programa Internacional de Avaliação de Estudantes. Ele é coordenado pela Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) e, no Brasil, a aplicação é responsabilidade do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), vinculado ao Ministério da Educação (MEC). O Pisa é aplicado a cada três anos para estudantes a partir do 7º ano do ensino fundamental, com média de 15 anos (idade em que a maioria dos estudantes de todos os países concluem o ensino médio). Na última edição, em 2016, 70 países participaram. Cada edição tem foco em uma área de conhecimento. As edições analisadas pela Andriele (de 2006 e 2015) tiveram foco em ciência. Em 2016, o Brasil ficou na 63ª posição em ciências, na 59ª em leitura e 66ª em matemática. O Japão ficou em 2º lugar em ciências, 8º em leitura e em 5º em matemática. Sobre a autora Andriele Ferreira Muri Leite concluiu o doutorado em educação pela PUC-Rio em 2017. Fez doutorado sanduíche na Universidade Gakugei de Tóquio (8 meses) onde antes já havia sido bolsista no Teacher Training Program (2007 a 2009). Atualmente é professora adjunta do Departamento de Educação do Campo da Universidade Federal de Rondônia (UNIR). É autora do livro "A Formação Científica no Brasil e o PISA". Suas pesquisas situam-se nos campos da educação e do ensino de ciências, com ênfase em Avaliação de Sistemas e Programas Educacionais, Avaliação Internacional Comparada e Desigualdades Educacionais. Prêmio Capes Criado em 2005, o Prêmio Capes de Tese é oferecido anualmente às melhores teses de doutorado de cada uma das 49 áreas do conhecimento. Em 2018, 939 trabalhos foram inscritos. Os critérios de premiação consideram a originalidade do trabalho, sua relevância para o desenvolvimento científico, tecnológico, cultural, social e de inovação, além da valorização dada pelo sistema educacional ao candidato.
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18/01 - Unicamp 2019: comissão divulga respostas esperadas para provas de biologia, física e química
Resoluções das questões foram publicadas nesta sexta-feira (18) pela universidade. Candidatos durante a 2ª fase da Unicamp, em Campinas Antoninho Perri / Unicamp A Unicamp divulgou na tarde desta sexta-feira (18) as respostas esperadas para as provas de biologia, física e química, aplicadas no terceiro dia da 2ª fase do vestibular 2019. Veja abaixo. Biologia; Física; Química; Esta etapa do processo seletivo foi encerrada na terça-feira com abstenção de 14,3%, o maior índice em três anos. Cursinhos valorizaram o fato da universidade ter elaborado o exame com foco em direitos humanos e por ter estabelecido diálogos entre conteúdos do ensino médio e atualidades. Língua portuguesa e literaturas; Expectativas da banca de redação; Geografia; História; Matemática; A universidade considerou que o número de ausentes está dentro da expectativa e frisou que houve recorde de participantes nesta fase, o que permite elevar a qualidade da seleção. As provas foram aplicadas em 16 cidades de São Paulo e mais cinco estados. Calendário Provas de habilidades específicas: 21 a 25 de janeiro Divulgação da 1ª chamada: 11 de fevereiro Matrícula não-presencial: 12 de fevereiro Divulgação das notas da 2ª fase e classificação: 14 de fevereiro Outros formatos O total de vagas disponíveis no vestibular 2019 diminuiu após a Unicamp adotar novos formatos para aumentar a inclusão social. Uma delas foi a reserva de 645 cadeiras para ingresso via Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) - o candidato teve a possibilidade de participar das duas seleções. Além disso, a universidade estadual destinará 90 oportunidades a estudantes que foram premiados em olimpíadas ou competições de conhecimentos realizadas entre 2017 e o ano passado. A Unicamp Fundada em 1966, a universidade estadual conta com 34 mil alunos matriculados em cursos de graduação e programas de pós-graduação, segundo o site oficial. Os três campi, localizados nas cidades de Campinas, Limeira e Piracicaba, compreendem 24 unidades de ensino e pesquisa. Veja mais notícias da região no G1 Campinas.
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18/01 - UFRGS publica listão de aprovados no vestibular 2019
Mais de 28 mil inscritos concorreram a 4.017 vagas em 90 cursos de graduação. Mais disputado é medicina, com 76,4 candidatos por vaga. Aprovados devem realizar primeira fase da matrícula entre 21 e 27 de janeiro. Candidatos do vestibular 2019 já podem consultar a lista de aprovados UFRGS/Divulgação Os candidatos a uma vaga nos cursos de graduação da UFRGS já podem consultar se foram aprovados no vestibular 2019 da universidade. O listão foi publicado na tarde desta sexta-feira (18), no site do vestibular. Aprovados tanto para o 1º quanto para o 2º semestre devem realizar a primeira fase da matrícula entre os dias 21 e 27 de janeiro. Foram 28.503 inscritos na disputa pelas 4.017 vagas oferecidas em 90 cursos. O mais procurado é medicina, com 76,4 candidatos por vaga, contra 83,81 na última edição. No ranking dos cursos que mais despertaram interesse, aparece o de psicologia em segundo lugar, seguido por fisioterapia e medicina veterinária. A abstenção foi de 18,93%, de acordo com a UFRGS. Os gabaritos dos quatro dias de prova já estão disponíveis no site da instituição. Os candidatos classificados devem enviar à universidade os documentos exigidos para ocupação da vaga, conforme as orientações do Manual do Candidato.
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18/01 - Alunos homenageiam diretora que deixou carta comovente antes de morrer
Sue East, de 58 anos, escreveu para se despedir de crianças no dia em que morreu, mas as consolou dizendo que estava embarcando em 'nova aventura'. Em seu funeral, crianças cantaram e desenhos foram colados em seu caixão. Sue East era professora na St. Andrews Church School Reprodução/Diocese Bath & Wells Uma diretora escolar que morreu de câncer em dezembro do ano passado foi homenageada por centenas de alunos e ex-alunos durante seu funeral esta semana em Bath, na Inglaterra. Além de cantar na cerimônia, as crianças produziram desenhos que foram colados em seu caixão, com imagens de fadas, borboletas, arco-íris e corações. Sue East tinha 58 anos e recebeu o diagnóstico da doença recentemente. Segundo a escola onde ela trabalhava, a St. Andrews Church School, sua saúde se deteriorou muito rápido e no final do ano a família comunicou que ela não prosseguiria o tratamento. Em 19 de dezembro, a diretora escreveu uma carta de despedida para os alunos, e horas depois morreu. Na carta, ela agradecia pela “alegria e amizade” e explicava que morreria em breve. Mas consolava as crianças, dizendo que elas eram “todas maravilhosas” e que estaria embarcando em uma nova aventura, navegando em um pequeno barco para a terra dos anjos (leia aqui, em inglês). East citou um trecho do livro A Viagem do Peregrino da Alvorada, da série As Crônicas de Nárnia, de C.S. Lewis, para falar da experiência, e pediu ainda que os alunos fizessem desenhos. Sue East e alunos pintam portão na escola St. Andrews School Church em foto de outubro de 2018 Reprodução/Twitter/Sue East Na quarta-feira (16), em seu funeral, cerca de 800 pessoas, entre amigos, colegas de trabalho, alunos, ex-alunos e pais lotaram a abadia de Bath para seu funeral, carregando flores de papel feitas pelos estudantes. No sermão do reverendo Simon Holland e nas falas dos três filhos da diretora foram feitas diversas referências a temas que ela gostava, como Shakespeare, Star Trek e a música “Space Oddity”, do cantor David Bowie. Segundo Josiah East, de 25 anos, filho mais novo de Sue, ela disse que queria que seus alunos fossem incluídos na cerimônia. “Minha mãe não queria que as crianças tivessem medo da morte”, disse ele à BBC.
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18/01 - Nota mil na redação do Enem, aluno de Janaúba formou 'coletânea de dados socioculturais na cabeça’ para fazer a prova
André Bahia, de 18 anos, conta que tentou memorizar citações e estatísticas relacionadas a quaisquer temas de redação que pudessem ser cobrados; estudante superou problemas de ansiedade através dos esportes. André Bahia estudava uma média de cinco horas por dia, além do tempo que ficava na escola André Bahia/ Arquivo pessoal O estudante norte-mineiro André Bahia, de 18 anos, conseguiu alcançar nota mil na redação do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). O jovem morador de Janaúba, no Norte de Minas, é um membro do seleto grupo de 55 candidatos que conquistaram o feito, entre 4,1 milhões de textos corrigidos. Ele relaciona o resultado à boa formação que recebeu desde criança e revelou ao G1 técnicas que desenvolveu para prestar a prova. Bahia conta que deixou de ser adepto dos rascunhos e faz os textos à caneta na lauda oficial da prova, por conta do grande número de questões objetivas cobradas pelo Enem. O rapaz apenas lista citações e dados que pretende inserir na redação em uma folha separada. Segundo ele, foram estas informações as peças-chave para que conseguisse tirar nota total. Ele procurou reunir na mente estatísticas e citações sobre temas variados, que ele chama de “coletânea de dados socioculturais”. “O Enem cobra em um dia 90 questões e uma redação. Se eu fizesse o rascunho e para depois copiar tudo de novo não daria tempo de eliminar as provas objetivas. Com muito treino, consegui sentir segurança para escrever direto à caneta. Escrevia só esqueleto antes, com isso meu texto ficou padronizado. Com a prática, já defini quais conjunções uso em cada parágrafo e como desenvolver. Listar conjunções é uma boa dica, além de formar na mente uma coletânea de dados socioculturais, que reúne citações de filósofos, citações de cientistas, estatísticas. Para qualquer tema cobrado, tenho pelo menos duas opções”, explica. Como não tinha rascunhos do texto oficial, André tentou reescrever a redação para que fosse corrigida por professores do colégio onde estudou. Avaliando o texto não oficial do rapaz, os profissionais de humanas da cidade acreditavam que ele ia alcançar uma média que variasse entre 950 e 960 pontos. Por isso, o aluno afirma ter ficado bastante surpreso. “Eu não tinha o texto em mãos, mas sai da prova curioso e resolvi refazer mais ou menos a mesma ideia. Mostrei para alguns professores e me deram uma média de 960, nem eles achavam que eu fosse alcançar o total. Pode ser que na hora ‘H’ eu não tenha cometido alguns deslizes, por isso tenha causado essa diferença. Como eles disseram que eu iria tirar essas notas, não esperava mesmo fechar. Fiquei muito surpreso”, afirma. Preparação A professora de redação da escola particular de Janaúba, Camila Guimarães, conta que o bom resultado do aluno foi consequência da trajetória disciplinada que percorreu durante os anos. “André é um aluno excelente em todas as áreas. Começou a se preparar no ensino fundamental. Já no ano passado ele prestou a prova como treinante e havia tirado 960 na redação”, relembra. Camila diz ainda que houve um trabalho interdisciplinar para que os alunos tivessem técnicas de escrita desenvolvidas, associando a uma bagagem de conhecimentos gerais para que pudesse discorrer sobre temas cobrados. “Durante 2018, intensificamos atividades com a turma para que todos eles pudessem melhorar as notas. Foi um trabalho interdisciplinar, que promoveu essa melhora. Não treinar só escrita, mas conhecimentos gerais. Fizemos treinamentos de redações em sala com tempo cronometrado, atividades extraclasse para estimular a turma. Além do André que tirou nota mil, tem vários outros que tiraram 960, então foi uma média muito boa”, comenta a professora. Trajetória escolar Aluno nota mil no Enem estudou durante toda a vida escolar no mesmo colégio André Bahia/ Arquivo pessoal André Bahia se formou em uma escola particular de Janaúba, e estudou no mesmo local desde os dois anos de idade. Filho da diretora do colégio, ele conta que sempre se sentiu acolhido pelos profissionais e colegas, mas que também era cobrado por ter como mãe a coordenadora. “Eu tenho uma formação muito boa desde educação infantil. Meus professores são amigos de fato. Tiro dúvidas por WhatsApp, sempre me senti em casa. Ao mesmo tempo, ser filho da diretora ajuda muito e atrapalha muito. Os professores naturalmente pegam no pé, minha mãe acompanha as notas de muito perto, então cobra mais. Por outro lado, é muito bom. A própria escola é muito boa, convivo com as pessoas desde os dois anos de idade”, diz o estudante. Sobre a formação técnica, Bahia diz que nunca se mudou de escola e não procurou cursinhos específicos, apenas aulas online. Ele chegou a competir várias olimpíadas de matemática e conhecimentos gerais da rede de apostilas adotada pelo colégio, além de projetos extracurriculares da escola. “Não fiquei atento só ao conteúdo da escola. Eu assistia vídeo aulas, me matriculei em cursos online de redação, às vezes pegava propostas que via na rede e pedia aos professores para corrigirem, não fiquei na zona de conforto”, comenta André. Sobre o tempo diário de estudo, André se considera normal. Conta que chegava da escola, almoçava, e não abria mão do cochilo depois do almoço. Costumava se assentar em frente aos cadernos por volta das 14h e parava, no máximo, às 19h. O jovem diz que não deixou de se dedicar aos esportes, de namorar e sair com os amigos, por exemplo. O aluno conta ainda que não abrir mão do que gosta de fazer foi justamente o que o ajudou a superar a ansiedade, que o atrapalhou por alguns momentos. “Eu sempre tive ansiedade. Fico nervoso e em estado de apreensão. No Enem desse ano, nos quinze primeiros minutos eu travei. Pensei que era tudo ou nada, a prova da minha vida. Cheguei a ficar muito ruim, fui fazendo uma questão por uma, até que me soltei. O bom para não deixar esse sentimento atrapalhar é praticar exercício físico para relaxar, dormir bem, namorar, sair com os amigos, fazer o que gosta de fazer sem deixar de ser responsável”, afirma Bahia. André participava do time de handebol com amigos e não abriu mão de atividades que gosta durante período de estudos André Bahia/ Arquivo pessoal A mãe do rapaz e diretora escolar, Elisabeth Cristina Bahia, conta que o coração fica a mil por saber que o filho dela está entre os 55 melhores do Brasil. Ela relembra com emoção a trajetória do estudante e diz ter orgulho dos desafios pessoais que ele superou com disciplina. “André é muito disciplinado, e sempre se cobra muito, é extremamente preocupado e ansioso. Quando ele era criança, o pai teve um infarto dentro de casa e ele viu aquele contexto. Eu penso que na construção da história de vida dele, foi algo que marcou. Quando ele entrou no primeiro ano do ensino médio e vimos que ansiedade estava além do normal, procuramos tratamento homeopático. A médica conseguiu mostrar para ele que funcionava e o ajudou a lidar com aquilo. Hoje consegue perceber que se sair e fazer uma corrida fica mais tranquilo, então usa estratégias”, conta a mãe. Ensino superior A expectativa, daqui para frente, é de que o garoto reúna aprovações em faculdades públicas do país. André pretende tentar a nota para medicina na UFMG, já prestou prova para segunda etapa de engenharia elétrica na Unicamp, fez o vestibular seriado da Unimontes, em Montes Claros, e também na faculdade pública de Diamantina, a UFVJM. Apesar de todo o desempenho que já mostrou, o rapaz tenta não alimentar expectativas. “Foi uma alegria muito boa, mas ainda estou contido porque faltam quatro dias para o Sisu abrir. Por ter sido algo tão inédito eu estou feliz, só que com cautela”, brinca. Veja mais notícias da nossa região em G1 Grande Minas. Initial plugin text
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18/01 - Aluna de escola pública da Paraíba faz 980 pontos na redação do Enem 2018: 'três anos focada'
Adolescente diz que estudo e ótimo ensino foram fundamentais para atingir pontuação. Boletim do Inep mostra nota da redação de Maria Eduarda Ferreira, estudante da cidade de Pombal, na Paraíba Reprodução/Inep Maria Eduarda Ferreira tem 17 anos, mas há três anos decidiu focar na prova que seria a decisiva da sua vida. Aluna da Escola Estadual Arruda Câmara, na cidade de Pombal, Sertão paraibano, Eduarda conseguiu, no Enem 2019, somar 980 pontos na redação. Ficou muito surpresa porque, apesar de já ter discutido sobre tecnologia em outras redações, nunca havia escrito sobre um tema tão específico. “Faço [cursinho de] redação desde o 1º ano, três anos focada. Um conjunto de esforço e ótimo ensino”, declarou a adolescente. Para a estudante, uma receita simples foi fundamental para atingir a pontuação que precisava. Além do cursinho que fazia em horário extraclasse, atribui a sua nota não apenas à sua dedicação e aos estudos, mas também aos professores capacitados que passaram por sua trajetória. “O ensino era bom. Os professores eram muito capacitados. Mas eu achei importante para dar um reforço no que eu já via na escola. E também porque nem sempre dá para ver todo conteúdo numa escola pública”, explicou Maria Eduarda, sobre a escolha de ter aulas particulares além das que assistia na escola estadual. O tempo de estudo é, para Eduarda, uma das principais causas que levam ao bom desempenho. Na Escola Estadual Arruda Câmara, ela estudava pela manhã. Quando chegava em casa, logo após a aula, estudava até as 17h e, às 18h30, começava a aula no cursinho. Uma rotina corrida, mas focada nos estudos. Fazia uma redação por semana. Se somado aos três anos de estudo que Eduarda já se dedicou, foram 36 redações para chegar aos 980. Maria Eduarda pontuou 980 na redação do Enem 2019 Maria Eduarda/Arquivo Pessoal É verdade que ela não é uma novata na prova do Enem. Esse é o quarto ano que a adolescente faz o exame e, certamente, a preparação foi determinante para conhecer bem o que iria encontrar na redação. “Na média, a nota foi boa, principalmente em linguagens”, conta. O tema da redação é quase unanimidade. “Achei muito difícil. Na hora fiquei sem ideia, depois que li os textos foi melhorando”, opinou Maria Eduarda. “Eu me baseei nos textos que já tinham na prova e no conhecimento que eu adquiri ao longo dos anos de cursinho”, explica. Ela ainda acrescenta que a professora de redação foi “muito importante” para que ela pudesse atingir a pontuação.
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18/01 - Enem 2018: 'Sair sem livro é como sair sem celular', diz estudante do Paraná nota mil em redação
Incentivada pela mãe, professora de português, a estudante que mora em Toledo, no oeste do Paraná, tenta uma vaga no curso de medicina. Gabriela de Araújo, de 21 anos, tenta uma vaga para o curso de medicina; a preferência da estudante é pela Unioeste Arquivo Pessoal A estudante Gabriela de Araújo, de 21 anos, que mora em Toledo, no oeste do Paraná, é uma dos 55 candidatos que tiraram nota mil na redação do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2018. Ela tenta uma vaga no curso de medicina. O segredo para alcançar a nota máxima e também conseguir boas notas nas outras provas foi manter a calma, ler e escrever todos os dias. Na reta final, segundo ela, a dica é se dedicar a resolver exercícios dos exames anteriores. “Sempre li e escrevi muito, por incentivo da minha mãe, que é professora de português. Escrevo todos os dias. Sempre estou com um caderninho por perto. E, sair de casa sem um livro é como sair sem celular”, contou. VEJA COMO CONSULTAR O RESULTADO DO ENEM 2018 Responsável pelas vendas online na livraria onde trabalha, Gabriela também está quase sempre conectada à internet. Outro fator que, segundo ela, ajudou com o tema da redação: “Manipulação do comportamento do usuário pelo controle de dados na internet". “Eu estava batendo nesta tecla fazia tempo. É um assunto do nosso dia a dia, desta nossa geração que gosta de ter tudo mastigado, inclusive no entretenimento. Quando a gente entra na Netflix, está tudo lá, e a gente consome o que oferecem”, comentou. A prova de redação do Enem 2018 teve como tema a 'Manipulação do comportamento do usuário pelo controle de dados na internet' Reprodução Nas outras disciplinas, as notas variaram entre 600 e 750, o que de acordo com a estudante pode ser suficiente para se classificar pelo Sistema de Seleção Unificada (Sisu) 2019. O prazo de inscrição no site do MEC começa na terça-feira (22) e termina na sexta-feira (25). Esta foi a sétima vez que a estudante de 21 anos fez o Enem, mas é a primeira que vai tentar uma vaga em medicina. Gabriela já deixou os cursos de jornalismo, artes visuais e cinema. Neste ano, não prestou nenhum vestibular. “Tinha muito medo de não conseguir entrar. Ficava olhando as pessoas passando. Até que no ano passado decidi e coloquei na cabeça que também sou capaz. Fui bastante desacreditada para o Enem, mas, fazer a prova tranquila parece que deu certo”, lembrou. A instituição de preferência dela é a Universidade Estadual do Oeste do Paraná (Unioeste), que tem o curso em Cascavel, vizinha a Toledo, onde a caçula de outros dois irmãos mora com a família. O cartão do candidato comprova a nota mil em redação alcançada pela estudante Gabriela de Araújo Reprodução Veja mais notícias da região no G1 Oeste e Sudoeste.
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18/01 - Enem 2018: estudantes nota mil dão dicas de como fazer uma boa redação
Ao todo, foram 4,1 milhões de redações corrigidas, e somente 55 receberam pontuação máxima. Cadernos de prova do Enem 2018 Ana Carolina Moreno/G1 Somente 55 alunos tiraram nota mil na redação do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2018, de acordo com balanço divulgado nesta sexta-feira (18) pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais e Pesquisas Anísio Teixeira (Inep). Este ano, os candidatos tinham que fazer uma redação sobre "Manipulação do comportamento do usuário pelo controle de dados na internet". No total, o Inep diz que corrigiu 4.122.423 provas de redação na aplicação regular do Enem, que aconteceu nos dias 4 e 11 de novembro. Os dados, portanto, não incluem as provas do Enem PPL, aplicado para pessoas privadas de liberdade. O G1 conversou com alguns desses estudantes nota mil, que deram dicas de como elaborar uma boa redação. Confira: Temas da atualidade Lucas Felpi citou 'Black Mirror' na redação do Enem 2018 e tirou nota mil Arquivo pessoal A série de ficção científica distópica 'Black Mirror', da Netflix, foi o segredo que garantiu ao estudante Lucas Felpi, de 17 anos, a nota mil na redação do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2018. "Sempre uso Black Mirror em muitas redações", explicou Lucas. "Acho que 'Black Mirror' é uma série que discute vários dos temas, encaixa em muitos temas, não só sobre tecnologia, sobre comportamento humano, relações humanas", afirmou Lucas Felpi, que foi aluno do colégio Rio Branco, em São Paulo. (Confira a reportagem completa). Citação de filósofos Cearense diz que se emocionou ao ver a nota. "Quase não acreditei" Arquivo Pessoal Pela segunda vez consecutiva, a cearense Marília Oliveira, de 19 anos, alcançou a nota mil na redação do Enem. Para alcançar este feito, a estudante diz ter citado no texto o escândalo do vazamento de informações que envolveu o Facebook no ano passado. Marília baseou a redação em textos de pensadores como o filósofo Michel Foucault e Sigmund Freud. (Confira a reportagem completa). "Aproveitei os textos motivadores e todas as dicas que recebi dos professores ao longo do ano. Agora fica a expectativa de passar na faculdade", comemorou. Escrever todos os dias A estudante Gabriela de Araújo, de 21 anos, que mora em Toledo, no oeste do Paraná, também tirou nota mil e conta que o segredo para atingir a nota máxima foi manter a calma, ler e escrever todos os dias. Na reta final, segundo ela, a dica é se dedicar a resolver exercícios dos exames anteriores. (Confira a reportagem completa). “Sempre li e escrevi muito, por incentivo da minha mãe, que é professora de português. Escrevo todos os dias. Sempre estou com um caderninho por perto. E, sair de casa sem um livro é como sair sem celular”, contou. Gabriela de Araújo, de 21 anos, tenta uma vaga para o curso de medicina; a preferência da estudante é pela Unioeste Arquivo Pessoal Quatro redações por semana O estudante João Vitor, do Piauí, que pretende cursar medicina, disse que a maior dificuldade que tinha no início do curso preparatório de redação era elaborar uma boa argumentação. Ele chegou a fazer quase 150 redações no ano inteiro. “Ano passado eu aprendi a fazer redação e esse ano eu aprimorei, aperfeiçoei. As aulas de atualidades, o debate em sala de aula com o professor e outros colegas proporcionaram esse aprendizado. A gente fazia umas quatro redações por semana, foram muitas durante o ano”, contou João Vitor. (Confira a reportagem completa). Coletânea de dados socioculturais O estudante norte-mineiro André Bahia, de 18 anos, conta que para alcançar nota mil na redação do Enem, ele reuniu na mente estatísticas e citações sobre temas variados, que ele chama de “coletânea de dados socioculturais”. Bahia conta que deixou de ser adepto dos rascunhos e faz os textos à caneta na lauda oficial da prova, por conta do grande número de questões objetivas cobradas pelo Enem. (Confira a reportagem completa). "Com a prática, já defini quais conjunções uso em cada parágrafo e como desenvolver. Listar conjunções é uma boa dica, além de formar na mente uma coletânea de dados socioculturais, que reúne citações de filósofos, citações de cientistas, estatísticas. Para qualquer tema cobrado, tenho pelo menos duas opções”, explica. André Bahia estudava uma média de cinco horas por dia, além do tempo que ficava na escola André Bahia/ Arquivo pessoal Initial plugin text
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18/01 - Simulador de notas de corte do Sisu é divulgado pelo MEC para ajudar candidatos do Enem 2018
Ministério da Educação divulgou ferramenta para candidatos do Enem 2018 compararem o resultado com as notas de cortes das edições anteriores do Sisu e preverem as chances de aprovação. MEC lança simulador de notas do Sisu Reprodução/MEC O Ministério da Educação lançou, nesta semana, um simulador de notas do Sistema de Seleção Unificada (Sisu). Anunciado na noite desta quinta-feira (17), o sistema já está no ar e pode ser usado pelos estudantes que fizeram o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2018. Acesse o simulador de notas de corte do Sisu O resultado do Enem 2018 foi divulgado na manhã desta sexta-feira (18). Segundo o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), só 55 candidatos tiraram a nota mil na prova de redação. Os dados do simulador são os das notas mínimas exigidas para um candidato ter sido aprovado nas edições passadas do Sisu – isso não quer dizer que ele saberá com 100% de segurança se será ou não aprovado para determinada vaga no Sisu do primeiro semestre de 2019, mas dá uma ideia da concorrência. "Com a ferramenta – que será um instrumento de consulta permanente –, à medida que o estudante inserir as notas, poderá verificar onde teria sido aprovado e em quais opções", afirmou o MEC, em um comunicado. Filtros Ao inserir as notas do Enem em cada uma das cinco provas, o candidato recebe, do simulador, uma lista de todos os cursos em que a nota mínima exigida para aprovação era menor do que a nota dele no Sisu. Ele ainda mostra qual seria a nota dele, caso esse tivesse concorrido com essa pontuação na edição passada. Isso acontece porque, como as universidades podem escolher pesos diferentes para cada curso em cada prova do Enem, a nota do Sisu acaba variando: um curso de medicina pode pedir mais peso para a nota de ciências da natureza, enquanto outro de história pode querer um peso maior à prova de ciências humanas, por exemplo. O simulador do Sisu também permite que os candidatos façam diversos filtros para achar as opções de curso desejadas: Modalidade (notas da ampla concorrência ou pela Lei Federal de Cotas) Regiões do Brasil Turno (integral, matutino, noturno ou vespertino) Nome da carreira Estado brasileiro "O objetivo é manter o simulador sempre atualizado, com dados da última edição do Sisu, e disponível para acesso durante todo o ano, de forma a incentivar o estudante a melhorar o seu desempenho no Enem para obtenção de vaga no curso de graduação desejado", diz a nota do ministério. Initial plugin text
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18/01 - Candidato que tirou nota mil na redação do Enem 2018 diz que citou 'Black Mirror' na prova
Estudante Lucas Felpi, de São Paulo, diz que sempre que possível cita um dos episódios da série de ficção científica distópica. 'Fiquei feliz, porque é um tema 'muito Black Mirror' sim', afirmou ele ao G1. Lucas Felpi citou 'Black Mirror' na redação do Enem 2018 e tirou nota mil Arquivo pessoal A série de ficção científica distópica 'Black Mirror', da Netflix, foi o segredo que garantiu ao estudante Lucas Felpi, de 17 anos, a nota mil na redação do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2018. "Sempre uso Black Mirror em muitas redações", explicou ele em entrevista ao G1 nesta sexta-feira (18), horas depois de ele descobrir que foi um dos 55 participantes do Enem 2018 a conseguir a nota máxima na prova. No total, 4.122.423 foram corrigidas nesta edição regular. "Acho que 'Black Mirror' é uma série que discute vários dos temas, encaixa em muitos temas, não só sobre tecnologia, sobre comportamento humano, relações humanas", afirmou Lucas Felpi, que foi aluno do colégio Rio Branco, em São Paulo. VEJA DICAS DE CANDIDATOS COM NOTA MIL NA REDAÇÃO Algoritmos Apesar de Lucas considerar a série um "coringa" para vários temas, ele diz ter ficado feliz ao se deparar, em 4 de novembro, com o tema da prova de redação do Enem 2018: "Manipulação do comportamento do usuário pelo controle de dados na internet". "Fiquei feliz, porque é um tema 'muito Black Mirror' sim, é um tema que eu acho bem interessante, quero trabalhar com isso", disse Lucas Por causa da atualidade do assunto abordado – os algoritmos usados pelos serviços de internet –, o estudante diz que o tema era um dos mais propícios para citar o seriado. Por isso, ele escolheu o episódio batizado de "Hang the DJ", que conta a história de uma sociedade onde as pessoas solteiras são obrigadas a sair em encontros românticos. Seus pares, porém, são definidos por um computador, assim como a duração de cada relacionamento, que pode ser de algumas horas ou de vários anos. "Os algoritmos restringem as opções das pessoas, a máquina filtra pelo ser humano as opções, faz esse trabalho e restringe cada vez mais, que é o tema da manipulação das informações", explicou o estudante. Episódio 'Hang the DJ', da série de ficção científica distópica 'Black Mirror', foi citada por Lucas na redação do Enem 2018 sobre a manipulação de dados nas redes sociais Divulgação Como citar referências na redação do Enem Lucas explica, porém, que se esforçou, durante a prova do Enem, para garantir que a referência externa que ele trouxe ao texto não representasse a fuga ao tema, um problema que, segundo o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), zerou 0,77% do total de redações no Enem 2018. "Você tem que abordar um lado da referência que você quer usar para que se encaixe ao tema", recomenda ele. "E sempre uma perspectiva favorável à sua tese e à sua argumentação." Ele também diz que nem todas as referências e citações a serem feitas para aumentar a nota da redação no Enem precisam ser clássicas, principalmente em temas como o do Enem 2018. Além disso, Lucas sugere que os candidatos do Enem pratiquem muito a leitura, que ajuda as pessoas a construírem vocabulário e a escreverem melhor. 25 redações em 2018 Para se preparar para o Enem 2018, Lucas, que estava no terceiro ano do Colégio Rio Branco da Granja Vianna, diz que fez 25 redações na escola no ano passado. O treinamento teve resultado: entre 2017, quando fez o Enem pela primeira vez como treineiro, e 2018, sua nota subiu de 760 para mil. Ele também conseguiu aumentar a nota em todas as provas objetivas, chegando a 988,7 na prova de matemática, quase a pontuação máxima desta edição, que foi de 996,1. Ele afirma que uma redação por semana é bom para treinar, mas que é possível se preparar fazendo uma redação a cada duas semanas. "Uma redação a cada duas semanas não tem problema se você fizer direito, se forçar e fizer com essa frequência de forma eficiente você consegue." Lucas, de 17 anos, fez o ensino médio no Colégio Rio Branco da Granja Vianna Divulgação/Colégio Rio Branco Proposta de intervenção Ele diz também que outro truque que o ajudou a conseguir uma boa nota foi "decorar" o parágrafo final que escreveria na redação. "Eu uso bastante essa tática no último parágrafo, acho que, como muita gente tem dificuldade na proposta de intervenção, tenho um modelo que sei que funciona", diz ele. "Assim, não fujo dos critérios da proposta: o agente, ação, modo, finalidade e detalhamento. Tenho um modelo que eu sei que se eu seguir vou cumprir essa tarefa." Faculdade no exterior Apesar da nota mil no Enem 2018, Lucas diz que não pretende fazer faculdade no Brasil. Ele fez a Fuvest, vestibular da Universidade de São Paulo (USP), e o vestibular da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), mas seu foco é fazer a graduação nos Estados Unidos. Durante o ano de 2018, ele enviou sua inscrição para concorrer a vagas em pelo menos dez universidades americanas, e já foi aprovado em pelo menos uma, o Georgia Institute of Technology, que fica em Atlanta. Ele também aguarda respostas de instituições como Harvard, Yale e o MIT, mas diz que sua primeira opção é a Universidade de Stanford, que fica na Califórnia. Seu objetivo é um dia trabalhar com computação. "Acho que sempre fui um pouco apaixonado por tecnologia, de achar fascinante, querer entender como funcionava, adorava mexer em Excel, planilha, mexer no controle remoto", contou o estudante, que já aprendeu sozinho a programar em diversas linguagens. Prova de redação do Enem 2018 Reprodução Initial plugin text
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18/01 - Estudante cearense tira nota mil na redação do Enem pelo 2º ano seguido: 'estudava até dormir'
Estudante sonha em cursar direito na UFC, um dos cursos mais concorridos do estado. Provas de redação do Enem: todos os anos, candidatos precisam escrever um texto dissertativo-argumentativo no exame Celso Tavares/G1 Pela segunda vez consecutiva, a estudante Marília Oliveira, de 19 anos, alcançou a nota mil na redação do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Para realizar o feito, a jovem cearense diz que "estudava até dormir". Além de Marília, as cearenses Laís Mesquita e Melissa Fiuza também tiraram nota máxima no exame. "Só conseguimos chorar". Aluna de um cursinho particular de Fortaleza, Marília sonha em estudar direito na Universidade Federal do Ceará (UFC), um dos cursos mais concorridos da instituição. Em 2017, a estudante ficou com a média final em torno de 720 pontos e, apesar da nota máxima na redação, não conseguiu a vaga. A nota de corte para direito (diurno) foi de 731 em 2017. "Se três pessoas tivessem desistido na época, eu teria conseguido ingressar", lembrou. No Enem deste ano, ela conquistou 750,02 pontos e acredita que ficou muito próximo de alcançar o sonho. Sem desistir Marília Oliveira não desistiu após a reprovação e seguiu com a rotina desgastante de estudos durante o dia inteiro. "Fazia o cursinho pela manhã e estudava pelo restante do dia, até dormir. Inclusive, fiz uma lista de possíveis temas", revela. Em 2018, a redação do Enem teve como tema "Manipulação do comportamento do usuário pelo controle de dados na internet". Marília diz que achou o assunto bem mais complicado que o de edições anteriores. Textos motivacionais Dentre as 30 linhas, a estudante diz ter citado no texto o escândalo do vazamento de informações que envolveu o Facebook no ano passado. Marília baseou a redação em textos de pensadores como o filósofo Michel Foucault e Sigmund Freud. "Aproveitei os textos motivadores e todas as dicas que recebi dos professores ao longo do ano. Agora fica a expectativa de passar na faculdade", comemorou. Laís Mesquita diz que se emocionou ao ver a nota. "Quase não acreditei" Arquivo Pessoal Sonho de cursar medicina Já a estudante Laís Mesquita prestou o Enem pela terceira vez, e quase não acreditou no resultado. “Eu, minha mãe e meu irmão estávamos juntos e só conseguimos chorar”, conta, sobre o momento em que conferiu as notas. Laís pretende estudar medicina na UFC. “Foi um ano muito puxado, estudando às vezes mais de 12 horas em aula e mais em casa. Além de abdicar de diversas saídas para estudar”, destacou. As dicas da professora de redação, para Laís, foram essenciais para o resultado. “Pensar muito bem na tese que se vai usar, organizar bem os argumentos, e usar referências que você lembre a respeito do tema, livros, estudos, etc.” Laís confessa que não tinha muito conhecimento sobre o tema de 2018. A ansiedade, segundo ela, era um dos empecilhos nas horas de estudo. “Queria dizer a todo mundo que não desistam e se empenhem, a vitória vem se você se esforçar”, completa a estudante. Somente 55 candidatos em todo o país alcançaram os mil pontos. O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais e Pesquisas Anísio Teixeira (Inep) corrigiu 4.122.423 provas de redação na aplicação regular do Exame. Melissa Fiuza, aluna nota mil na redação do Enem 2018 Arquivo Pessoal 'Nem acreditei' Assim como Laís, outra “cearense nota 1000” tenta cursar Medicina na UFC. Melissa Fiuza, 17, atingiu a nota máxima na Redação do Enem sem receio de revelar: “eu não gosto de escrever”. "Prefiro Ciências da Natureza. É o que eu realmente gosto de estudar, mas a gente tem que aceitar, apesar de não gostar, para passar no vestibular. Tem que estudar todas igualmente, principalmente as que você não gosta", completa a adolescente. Por conta da falta de afinidade com a área, Melissa não esconde a surpresa ao conferir a nota. “Assim, eu nem acreditei, sabe? Fiquei assustada porque eu nem esperava”, relata a jovem que tenta Medicina pela segunda vez. Contudo, Melissa não deixou de se preparar para a prova. “Eu me preparei para todos os temas possíveis. Eu sabia que o Enem não ia trazer um tema óbvio. Eu tentei criar um esqueleto para a redação. Aí quando eu peguei aquele tema, parecia muito com uma redação que eu tinha feito uma semana antes”, comenta. A adolescente mora no Bairro Messejana com a mãe, o padrasto e um irmão de quatro anos. Além do Sistema de Seleção Unificada (Sisu), Melissa pode usar a nota para comprovar o mérito em receber apoio da própria mãe, mesmo com as críticas da família por ingressar em um cursinho depois de terminar o Ensino Médio. "Minha mãe me apoia, mas algumas pessoas da família criticam por estar tentando, por estar fazendo cursinho. Mas minha mãe apoia 100%", destaca Melissa que fazia de três a quatro redações por semana. Melissa demonstra estar otimista e segue firme na decisão de se tornar médica. "Se eu não passar, eu vou tentar de novo no Enem 2019. Não vou desistir", complementa. Em 2018, a nota de corte de Medicina na UFC foi 785.62. Initial plugin text
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18/01 - Estudante do Piauí conquista nota 1000 na redação do Enem 2018: 'fiz mais de 100 redações no ano'
João Victor Amorim tem 17 anos e pretende cursar medicina. Aluno do Piauí conquistou nota mil no Enem. Reprodução O estudante João Victor , 17 anos, foi um dos 55 alunos de todo o país que conquistaram nota 1000 na redação do Exame Nacional do Ensino Médio em 2018. O resultado das notas da prova foi divulgado nesta sexta-feira (18). João Victor contou ao G1 que pretende cursar medicina e que a maior dificuldade que tinha no início do curso preparatório de redação era elaborar uma boa argumentação. Ela chegou a fazer quase 150 redações no ano inteiro. João Victor Amorim. Reprodução/TV Clube “Ano passado eu aprendi a fazer redação e esse ano eu aprimorei, aperfeiçoei. As aulas de atualidades, o debate em sala de aula com o professor e outros colegas proporcionaram esse aprendizado. A gente fazia umas quatro redações por semana, foram muitas durante o ano”, contou. Professor de João Victor nos dois anos, Thiago Morais disse que as aulas voltadas para a redação não se concentravam apenas na produção textual, mas em todo um embasamento teórico e de conteúdo para o aluno. “A gente tem aulas de atualidades toda semana, técnicas redacionais para Enem e outros vestibulares, gramática, norma culta e toda aula tem uma produção de texto, são pelo menos quatro por mês e no final do mês fazemos a reescrita, corrigindo erros. Somos muito rigorosos na preparação dos nossos alunos”, explicou o professor.
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18/01 - Resultado do Enem 2018 já foi visto por 1,5 milhão de candidatos, diz Inep
No total, 4,1 milhão de participantes fizeram pelo menos um dos dois dias de provas em novembro; resultado foi divulgado na manhã desta sexta-feira (18). Resultado do Enem 2018 mostra apenas as notas: espelho da redação só será divulgado em 18 de março, segundo o Inep Reprodução/Inep Mais de 1,5 milhão de participantes do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2018 já acessaram a nota pela internet. Segundo balanço parcial divulgado pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), a marca de 1,5 milhão foi ultrapassada às 11h40 desta sexta-feira (18), quase três horas e meia após a liberação do acesso. VEJA COMO CONSULTAR O RESULTADO DO ENEM 2018 Ao G1, o Inep informou que o sistema de acesso on-line ao resultado segue estável e não houve problemas de sobrecarga de usuários. O acesso à nota do Enem 2018 é feito de modo individual. Os participantes precisam inserir, na Página do Participante, o CPF e a senha escolhida no sistema para poderem visualizar a pontuação das quatro provas objetivas e da redação. Redações nota mil Nesta edição, segundo o Inep, 4.122.423 provas de redação foram corrigidas pela banca avalidadora, e apenas 55 tiraram a nota máxima de mil pontos. Outras 112.559 tiveram nota zero e, em 1,12% desses casos, os candidatos entregaram a prova em branco. Notas médias, máximas e mínimas Ainda de acordo com os dados do Inep, as notas médias aumentaram em três das quatro provas objetivas: linguagens, matemática e ciências humanas. Já em ciências da natureza, a proficiência média geral dos estudantes caiu de 2017 para 2018. Initial plugin text
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18/01 - Notas médias no Enem 2018 sobem em todas as provas objetivas, menos em ciências da natureza; veja as máximas e mínimas
Em linguagens, matemática e ciências humanas, nota média dos cerca de 4 milhões de participantes é a maior desde pelo menos 2016; em ciências da natureza, pontuação média recuou de 510,6 para 493,8. Caderno de provas azul do segundo dia de Enem 2018 G1/G1 A nota média dos mais cerca de 4 milhões de participantes do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2018 cresceu em três das quatro provas objetivas, em comparação com a edição anterior. Segundo dados divulgados pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) na manhã desta sexta-feira (18), apenas em ciências da natureza a nota média ficou abaixo da registrada no Enem 2017. VEJA COMO CONSULTAR O RESULTADO DO ENEM 2018 Em redação, a nota média também caiu, mas o número de estudantes com nota mil subiu pela primeira vez desde pelo menos 2014, de 52 para 55. A quantidade de redações com nota zero sofreu uma redução de dois terços, de 309.157 para 112.559. Resultado de todas as áreas do conhecimento Veja abaixo as médias gerais dos participantes por áreas em 2017: Linguagens Nota mínima – 318,8 pontos Nota máxima – 816,9 Nota média geral – 526,9 Ciências humanas Nota mínima – 387,2 Nota máxima – 850,4 Nota média geral – 569,2 Matemática Nota mínima – 360 Nota máxima – 996,1 Nota média geral – 535,5 Ciências da natureza Nota mínima – 362,5 Nota máxima – 869,6 Nota média geral – 493,8 Redação Das 4,1 milhões de redações corrigidas, 112.559 tiveram notas zero. Em 1,12% dos casos, o motivo da nota zero foi porque o participante entregou a prova em branco. Initial plugin text
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18/01 - Enem 2018: número de redações nota mil volta a crescer, e cai o número de notas zero
Foram 4,1 milhões de redações corrigidas, e somente 55 receberam pontuação máxima; outros 112.559 candidatos tiveram a dissertação zerada. Nota média caiu e ficou em 522,8. Prova de redação do Enem 2018 Reprodução Apenas 55 alunos tiraram nota mil na redação do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2018, de acordo com anúncio feito nesta sexta-feira (18) pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais e Pesquisas Anísio Teixeira (Inep). No total, o Inep diz que corrigiu 4.122.423 provas de redação na aplicação regular do Enem, que aconteceu nos dias 4 e 11 de novembro. Os dados, portanto, não incluem as provas do Enem PPL, aplicado para pessoas privadas de liberdade. VEJA COMO CONSULTAR O RESULTADO DO ENEM 2018 O número representa um aumento em relação a 2017, que teve 53 notas máximas (veja o gráfico abaixo). Neste ano, os candidatos escreveram sobre 'Manipulação do comportamento do usuário pelo controle de dados na internet'. Entre as provas objetivas, a nota média aumentou em linguagens, matemática e ciências humanas para o maior nível das últimas três edições, mas caiu em ciências da natureza. Queda no número de notas zero Além do leve aumento no número de notas mil, o Enem 2018 teve uma grande queda no número de participantes tiveram a redação zerada. Segundo o Inep, "os principais motivos para nota zero no Enem 2018 foram: redações em branco (1,12%), fuga ao tema (0,77%) e cópia do texto motivador (0,36%)". Em 2017, 5% dos participantes, o maior percentual, zerou a prova por fuga ao tema. Já a nota média na redação passou de 558 para 522,8, considerando apenas as notas dos candidatos que não zeraram a prova. Initial plugin text
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18/01 - Resultado do Enem 2018 inspira memes nas redes sociais
Notas foram divulgadas pelo Inep pouco depois das 8h desta sexta-feira (18). Resultado do Enem 2018 Reprodução/Inep As notas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2018 foram divulgadas na manhã desta sexta-feira (18), e muitos candidatos se surpreenderam com o fato de que elas acabaram sendo divulgadas para consulta quase duas horas antes do horário previsto. VEJA COMO CONSULTAR O RESULTADO DO ENEM 2018 Segundo o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), o motivo da antecipação foi um teste feito no sistema pouco após as 8h, para garantir que, às 10h, ele esteja estável para o acesso dos cerca de 4 milhões de participantes. Mas a liberação pegou muitos candidatos de surpresa, para o bem e para o mal. O resultado foi uma série de memes no Twitter para comemorar a nota boa ou, pelo menos, rir do resultado. Veja abaixo algumas das piadas que mobilizaram os candidatos do Enem nesta sexta: Initial plugin text Initial plugin text Initial plugin text Initial plugin text Initial plugin text Initial plugin text Initial plugin text Initial plugin text Initial plugin text
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18/01 - Enem 2018: resultado é divulgado pelo Inep; veja como consultar a nota
Resultado dos treineiros só será divulgado no dia 18 de março. Resultado do Enem 2018 é divulgado pelo Inep As notas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2018 foram divulgadas na manhã desta sexta-feira (18). Para acessar, os candidatos que fizeram o exame devem entrar na Página do Participante (https://enem.inep.gov.br/participante/), incluir o CPF e a senha cadastrada. A nota do Enem só pode ser consultada individualmente. Sisu 2019: simulador de notas de corte ajuda candidatos do Enem 2018 Inicialmente, o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) havia divulgado que as notas sairiam a partir das 10h desta sexta. Porém, o resultado já estava disponível por volta das 8h20. Ao G1, o Inep esclareceu que a liberação das notas costuma ser antecipada para que, até o horário oficial da divulgação, o sistema passe por um período considerado de teste, quando pode passar por momentos de sobrecarga. O objetivo desse teste, segundo o Inep, é garantir que, às 10h, o acesso de todos os cerca de 4 milhões de participantes do Enem esteja estável e não fique sobrecarregado. De acordo com o Inep, o resultado dos treineiros e o espelho da redação estarão disponíveis no dia 18 de março. Resultado do Enem 2018 mostra apenas as notas: espelho da redação só será divulgado em 18 de março, segundo o Inep Reprodução/Inep Sisu 2019 Com a nota do Enem 2018, os candidatos podem se inscrever no Sistema de Seleção Unificada (Sisu) 2019. O prazo começa na próxima terça (22) e encerra na sexta-feira (25). A inscrição é feita pelo site do programa: http://sisu.mec.gov.br/. Neste primeiro semestre, serão ofertadas 235.476 vagas em 129 instituições de todo o país. No site do Sisu é possível escolher duas opções de curso. Quem teve melhor pontuação no Enem tem mais chances de conquistar a vaga. Calendário do Sisu 1º semestre de 2019 Inscrições: 22/1 a 25/1 1ª chamada: 28/1 Matrículas da 1ª chamada: 30/1 a 4/2 Inscrição na lista de espera: 28/1 a 4/2 Convocações de outras chamadas: a partir de 7/2 Além do Sisu, as notas do Enem podem ser usadas pelos candidatos no Programa Universidade para Todos (ProUni), Financiamento Estudantil (Fies), e em 37 universidades de Portugal. Confira as universidades portuguesas que aceitam notas do Enem Veja as regras para participar do Fies De acordo com o Ministério da Educação (MEC), o Enem é a segunda maior prova do tipo no mundo, só perdendo para o "gao kao", prova de admissão ao ensino superior da China, com 9 milhões de candidatos. Caderno de provas azul do segundo dia de Enem 2018 G1/G1 Initial plugin text
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18/01 - Governo anula nomeação de diretor do Inep responsável pelo Enem
Murilo Resende Ferreira chefiaria a Diretoria de Avaliação da Educação Básica (Daeb) do Inep, que coordena a elaboração das provas do Enem. Governo anula nomeação de Murilo Resende para diretoria do Inep O governo federal anulou a nomeação de Murilo Resende Ferreira do cargo de diretor de Avaliação da Educação Básica do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). A decisão foi publicada na edição desta sexta-feira (18) do "Diário Oficial da União". A Daeb é a diretoria do Inep que coordena o processo de elaboração de provas como o Enem. Em uma portaria na qual nomeou os novos ocupantes a cargos no Ministério da Educação, o ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, decidiu "tornar sem efeito" a nomeação de Resende, que havia sido publicada na quarta-feira (16), em uma edição extra do "Diário Oficial". Entenda como é feito o Enem O Enem é realizado pelo Inep, uma autarquia do Ministério da Educação, desde 1998. Em 2009, ele se transformou em um exame para ser usado como acesso ao ensino superior. Mas usa uma metodologia diferente dos vestibulares tradicionais e, por isso, as questões não são todas elaboradas por uma mesma equipe: são retiradas de um banco de itens com milhares de questões já feitas durante vários anos por muitos professores. Todos os anos, um grupo menor do Inep, formado por servidores da Daeb, seleciona as questões para elaborar três versões diferentes da prova. Duas delas são aplicadas todos os anos: a primeira aplicação regular é aplicada em dois domingos seguidos, geralmente no início de novembro. Em 2018, ela teve 5,5 milhões de inscritos. Uma segunda é aplicada algumas semanas depois para presos, e uma terceira fica como “reserva”, para o caso de algum imprevisto. Nomeações Na mesma portaria, foram nomeadas outras quatro pessoas para ocupar cargos vinculados ao Ministério da Educação, entre eles Anderson Ribeiro Correia, que será o novo presidente da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes). Cadernos de prova do Enem 2018 Ana Carolina Moreno/G1
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18/01 - Resultado do Enem 2018 será divulgado às 10h desta sexta-feira, diz Inep
Nota só pode ser consultada individualmente. A vista do 'espelho da redação', usado para fins pedagógicos, não será liberada nesta sexta. Caderno de provas azul do segundo dia de Enem 2018 G1/G1 O resultado do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2018 será divulgado às 10h desta sexta-feira (18). A informação foi divulgada pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) na noite desta quinta (17). Os participantes que realizaram o exame como treineiros só terão acesso aos seus resultados no dia 18 de março. O "espelho da redação", que são as cópias digitalizadas dos textos e as justificativas para as notas, também será liberado em 18 de março, informou o Inep. Como consultar o resultado Para acessar a nota, os candidatos devem acessar a Página do Participante, incluir o CPF e a senha cadastrada. A nota do Enem 2018 só pode ser consultada individualmente. Sisu Com a nota do Enem 2018, os candidatos podem se inscrever no Sistema de Seleção Unificada (Sisu) de 2019. O prazo começa na próxima terça (22) e encerra na sexta-feira (25). A inscrição é feita pelo site do programa: http://sisu.mec.gov.br/. Sisu 2019: dicas para inscrição na seleção do primeiro semestre Sisu 2019: como lidar com a ansiedade do processo seletivo Calendário do Sisu 1º semestre de 2019 Inscrições: 22/1 a 25/1 1ª chamada: 28/1 Matrículas da 1ª chamada: 30/1 a 4/2 Inscrição na lista de espera: 28/1 a 4/2 Convocações de outras chamadas: a partir de 7/2
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18/01 - Haitiano se forma engenheiro no Rio e sonha reconstruir comunidade destruída por terremoto
Com o conhecimento adquirido no Brasil, ele quer construir casas populares em seu país de origem. Haitiano vira engenheiro no Rio e sonha em reconstruir comunidade destruída por terremoto "Jac, tome cuidado! A maior ciência da vida é a experiência." Esse foi o conselho que o haitiano Jac-Ssone Alerte, de 34 anos, recebia do pai e que o norteou quando chegou ao Brasil. Na bagagem, o projeto de reconstruir Don De L’Amitié, comunidade no Haiti onde nasceu e cresceu. Com o conhecimento adquirido no Brasil, onde se formou em engenharia civil pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), ele criou um projeto para construir casas populares em seu país de origem. A ideia é não só reerguer o que foi destruído pelo terremoto de 2010, que devastou a ilha, mas também oferecer itens básicos que os moradores nunca tiveram. "É como se fosse um ponto fora do Haiti. Para não dizer uma roça onde não tem absolutamente nada. Nem saneamento básico, nem estes quatro pilares, nem abastecimento de água, sistema de esgoto, drenagem e não tem coleta de lixo. Até hoje, no século XXI. Esse lugar que eu nasci", explicou Jac. O desafio de aplicar o que aprendeu no Brasil não é fácil. O local não possui indicadores confiáveis. Em 2016, uma pesquisa própria realizada no fim do curso concluiu que o local possui cerca de 500 habitantes. Assim como a dos outros moradores da comunidade, a vida de Jac também nunca foi fácil. Filho de um agricultor e uma comerciante, já falecida, ele é o sétimo filho de uma família de 12 irmãos –duas mulheres e dez homens. A família ainda vive no Haiti. "Vir para o Brasil foi um milagre, para não dizer impossível. Se você levar em conta onde nasci, eu não poderia estar na UFRJ. Você é cercado pela pobreza, você não tem esperança. É difícil se inspirar em alguma coisa para sair dali", explicou Jac sobre sua vinda para o Brasil. Governos e ONGs se mobilizam para ajudar vítimas do terremoto no Haiti 'Dia mais triste da vida' Ele conseguiu vir para o Brasil em 2008 após um concurso promovido pela embaixada do país. Com isso, ganhou o direito de estudar Língua Portuguesa na UFRJ durante seis meses. "Logo depois fiz a uma prova de proficiência do Ministério da Educação do Brasil. Passei nessa prova e fui estudar, inicialmente Odontologia", contou. A decisão pela mudança de carreira aconteceu em janeiro de 2010, quando o país foi atingido por um terremoto de magnitude 7 que devastou o país. "O mundo não acabou. Mas sim aquele mundo, que me cercava, naquele momento. Eu vi o meu país completamente destruído estando fora. Foi muito difícil", relembrou Jac. O epicentro do tremor aconteceu próximo da capital, Porto Príncipe. Pelo menos 200 mil pessoas morreram, entre elas 21 brasileiros. Entre eles o diplomata Luiz Carlos da Costa e a fundadora da Pastoral da Criança, Zilda Arns. Em pouco tempo, a situação humanitária do país se tornou caótica. Prédios foram destruídos. Cadáveres de algumas vítimas foram enterrados em valas comuns ou pelas próprias famílias. Comida, medicamentos e água escassearam rapidamente. Diante disso, Jac-Ssone se decidiu pela mudança de curso. Após um ano de Odontologia, ele partiu para a Engenharia. "Assim que eu mudei de curso, com uma vontade fora do comum de voltar e ter um projeto de reconstrução", destacou. Em outubro de 2016, um novo desastre natural. O furacão Matthew devastou o país e deixou mais de 900 mortos. Ainda mais preocupado, ele resolveu assumir a responsabilidade por minimizar os danos na região. "Se não existe poder público em Don De L’Amitié, então agora eu sou o poder público", ressaltou. Tijolo ecológico que será usado na construção de casas no Haiti Daiene dos Santos/ G1 Projeto Jac ressalta que o projeto não leva apenas em condições de engenharia civil, mas também o que chamou de "engenharia social". Ele acredita que será necessário mudar a forma de pensar dos conterrâneos para conseguir realizar seu propósito. "O desafio é convencer o cidadão comum de sair de um espaço extremamente vulnerável para morar em um espaço conjugado, que é uma vila. Então você tem que tirar a cultura daquele espaço extremamente isolado em que não se consegue oferecer nenhum serviço básico para dizer: 'agora é hora de viver aqui, dividindo cultura e experiência com outras pessoas'", detalhou Jac. O engenheiro quer usar o que aprendeu no Brasil para capacitar os próprios moradores na construção das próprias casas e das melhorias na área de saneamento básico. A ideia é reduzir o custo de produção de cada imóvel em até 40% com a ajuda de um tijolo ecológico, com baixo custo, feito com materiais que são abundantes na área. Cada casa tem uma estimativa inicial de custo de R$ 18 mil, mas acredita que esse valor possa ser reduzido a partir do momento que as casas sejam produzidas em média e larga escala. "Você atende 15 famílias sendo cinco pessoas por família, você tem 75 pessoas impactadas diretamente. E você oferecendo alguns serviços básicos, como poço artesiano, você consegue atender toda a comunidade", explicou o haitiano. O plano do engenheiro da UFRJ é fazer com que o projeto venha a se expandir por outras comunidades, que sigam o mesmo modelo. Parte do dinheiro que será usado nas construções vem das vendas do livro “Reconstruir um sonho”, que conta a história de Jac-Ssone. Ele também criou um financiamento coletivo para levantar fundos. "Todo mundo contribuindo vamos ter um espaço diferente", encerrou. *sob supervisão de Cristina Boeckel
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18/01 - Trabalhar fora do país 'não era o foco', diz brasileira que fez carreira em 6 países e virou CEO no Chile
Na série 'Trabalhar no exterior', o Guia de Carreiras do G1 entrevista brasileiros que fizeram a graduação no país, mas hoje seguem carreira pelo mundo. Conheça a história da administradora de empresas Patrícia Capel, que já morou em seis países de três continentes diferentes desde 2004. A paulistana Patrícia Capel, de 46 anos, trabalha fora do Brasil desde 2004 e hoje é CEO da AB Inbev no Chile Divulgação A administradora de empresas Patrícia Capel, de 46 anos, não pode dizer que trocou de emprego várias vezes, mas ela está há tanto tempo trabalhando na mesma empresa que já mudou de cargo – e país – em diversas ocasiões. Desde a graduação na FEA-USP até os cargos no exterior, Patrícia aprendeu a ponderar cada passo e o momento certo de investir na carreira e na formação. TESTE VOCACIONAL: com qual carreira você mais se identifica? (Patrícia é a segunda entrevistada na série "Trabalhar no exterior", do Guia de Carreiras do G1, que mostra a trajetória e as dicas de quem fez a graduação no Brasil e hoje seguem carreira de sucesso no exterior.) O brasileiro que virou referência em antropologia da informática nos EUA para ter impacto maior no Brasil Casada com um francês que a acompanha pelo mundo em cada transferência internacional a trabalho, Patrícia teve o primeiro filho na Rússia e o segundo nos Estados Unidos. Desde setembro, a família se mudou para a América Latina, onde ela é atualmente a CEO para Chile, Bolívia e Paraguai da AB Inbev, conhecida no Brasil como Ambev. Em 1996, quando Patrícia ingressou na empresa, ela ainda se chamava Companhia Cervejaria Brahma. Hoje, o ramo continua o mesmo – é uma cervejaria –, mas o nome oficial mudou depois de uma série de fusões. Naquela época, ela tinha apenas três anos de formada, depois de conseguir o diploma da Faculdade de Economia e Administração da Universidade de São Paulo (FEA-USP). Já tinha passado por duas grandes multinacionais antes da cervejaria, mas não pensava especificamente em buscar uma carreira no exterior. "Eu sempre quis ter uma carreira bacana, trabalhar num lugar onde eu pudesse crescer, aprender. Quando comecei a minha carreira, pra mim, morar fora não era o objetivo principal, mas não era uma barreira", explicou ela ao G1, por telefone, desde Santiago do Chile. "Pensava assim: se morar fora significar crescimento de carreira, uma experiência bacana, eu topo. O fato de que eu gostava muito de viajar ajudava, mas tem que ter um sentido." - Patrícia Capel Patrícia durante visita à cervejaria da Ambev na Bolívia Arquivo pessoal/Patrícia Capel São Paulo - Lages - Canadá Antes de se mudar pela primeira vez a trabalho, a paulistana Patrícia só havia morado fora de São Paulo uma vez, quando criança, quando passou alguns anos em Campinas. Mas ela não negou a oportunidade quando a Ambev decidiu enviá-la para Lages, em Santa Catarina, onde ela exerceria o cargo de gerente da fábrica local da empresa. Segundo ela, a ideia era ganhar experiência em uma área de atuação voltada à parte "interna" da empresa, já que antes, nos setores de relações com investidores e tesouraria, ela se dedicava mais para observar o mercado. Do Sul do Brasil, Patrícia logo foi enviada à América do Norte para coordenar, no Canadá, uma das frentes financeiras da integração entre a Ambev e a Interbrew. Desde essa mudança para fora do Brasil, em 2004, ela nunca mais voltou a morar no Brasil, mas visita o país pelo menos uma vez por ano. Patrícia com o primeiro filho, que nasceu em Moscou, no jardim do condomínio em que moraram na Rússia Arquivo pessoal/Patrícia Capel A carreira e a vida pessoal Do Canadá, a administradora foi transferida para Bruxelas, Moscou, Nova York, Londres e, agora, Santiago do Chile. Porém, ela afirma que só topou todas as oportunidades de mudança depois de ponderar se aquele passo fazia sentido para suas ambições pessoais. "O mais importante para mim era ter uma carreira de sucesso em uma grande empresa", explicou ela. Por isso, assumir cargos em outros países aconteceu como "continuidade" do trabalho que ela fez no Brasil. De acordo com Patrícia, as mudanças eram menos complexas quando ela ainda não tinha uma família. "Eu fiz muitos movimentos ainda solteira", conta ela. "Hoje, a minha vinda para o Chile veio com uma logística mais complicada. Tem que ver vaga na escola, as aulas começam no meio do ano..." Por isso, a principal dica dela para quem quer seguir um caminho parecido na carreira e também quer ter filhos é procurar fazer essas movimentações antes de expandir a família. "A pessoa precisa estar alinhada com a cultura da empresa, buscar crescer por meio do mérito, entregar os resultados. Tem que sempre fazer o melhor de si, aceitar os desafios, e sempre ter alguma ponderação se o próximo passo faz sentido." Esse equilíbrio, segundo ela, é o que garante que o desempenho no trabalho vai continuar alto. "Você tem que sempre estar feliz. Tem que ponderar para que tenha paz de espírito para fazer um trabalho bacana." No segundo semestre de 2018, Patrícia, em foto em Santiago do Chile, assumiu o cargo de CEO da Ambev no Chile, Bolívia e Paraguai Arquivo pessoal/Patrícia Capel Diversidade Nova York foi a cidade onde ela passou mais tempo nos últimos 14 anos. Ela ficou seis anos lá. Depois de aceitar passar uma curta temporada em Londres, ela se mudou para o Chile com a intenção de também "sossegar" durante vários anos, enquanto os filhos crescem. É a primeira vez que os dois vivem em um país que não é anglófono e, apesar de estudarem em uma escola internacional, eles agora aprendem o espanhol. Em casa, porém, só falam português com a mãe, e praticam francês com o pai, que tem o próprio negócio e pode trabalhar a distância, onde a família estiver. Apesar da saudade dos amigos de longa data e do pão de queijo – primeiro item que ela compra no Aeroporto Internacional de Guarulhos, sempre que aterrissa no Brasil – Patrícia diz que ver os filhos crescerem em torno de uma grande diversidade de culturas é a melhor parte de sua carreira no exterior. "Eles têm amiguinhos da Coreia, outro do Canadá. Não tem discriminação. As crianças aprendem que os amigos vêm de vários lugares, têm várias cores, isso é muito legal. É aquela parte de não ter preço."
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17/01 - Unicamp 2019: comissão divulga respostas esperadas nas provas de geografia, história e matemática
Resoluções das questões foram publicadas nesta quinta-feira (17) pela universidade. Estudantes durante a 2ª fase da Unicamp, em Campinas Antoninho Perri / Unicamp A Unicamp divulgou nesta quinta-feira (17) as respostas esperadas para as provas de geografia, história e matemática, aplicadas no segundo dia da 2ª fase do vestibular 2019. Veja abaixo. Geografia; História; Matemática; Esta etapa do processo seletivo foi encerrada na terça-feira com abstenção de 14,3%, o maior índice em três anos. Cursinhos valorizaram o fato da universidade ter elaborado o exame com foco em direitos humanos e por ter estabelecido diálogos entre conteúdos do ensino médio e atualidades. Língua portuguesa e literaturas; Expectativas da banca de redação; A Unicamp considerou que o número de ausentes está dentro da expectativa e frisou que houve recorde de participantes nesta fase, o que permite elevar a qualidade da seleção. As provas foram aplicadas em 16 cidades de São Paulo e mais cinco estados. As respostas esperadas nas avaliações de biologia, física e química serão divulgadas na tarde esta sexta-feira. Calendário Provas de habilidades específicas: 21 a 25 de janeiro Divulgação da 1ª chamada: 11 de fevereiro Matrícula não-presencial: 12 de fevereiro Divulgação das notas da 2ª fase e classificação: 14 de fevereiro Outros formatos O total de vagas disponíveis no vestibular 2019 diminuiu após a Unicamp adotar novos formatos para aumentar a inclusão social. Uma delas foi a reserva de 645 cadeiras para ingresso via Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) - o candidato teve a possibilidade de participar das duas seleções. Além disso, a universidade estadual destinará 90 oportunidades a estudantes que foram premiados em olimpíadas ou competições de conhecimentos realizadas entre 2017 e o ano passado. A Unicamp Fundada em 1966, a universidade estadual conta com 34 mil alunos matriculados em cursos de graduação e programas de pós-graduação, segundo o site oficial. Os três campi, localizados nas cidades de Campinas, Limeira e Piracicaba, compreendem 24 unidades de ensino e pesquisa. Veja mais notícias da região no G1 Campinas.
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17/01 - Unicamp recebe 283 inscrições para 90 vagas destinadas a premiados em olimpíadas
Oportunidades estão distribuídas em 22 cursos e total de candidatos foi divulgado na tarde desta quinta-feira (17) pela universidade. Veja calendário com datas de chamadas e matrículas. Estudantes no campus da Unicamp, em Campinas Antonio Scarpinetti / Unicamp A Unicamp confirmou na tarde desta quinta-feira (17) que recebeu 283 inscrições válidas para as 90 vagas reservadas na graduação aos estudantes premiados em olimpíadas ou competições de conhecimentos entre 2017 e 2018. As oportunidades são para 22 cursos; veja abaixo calendário. A modalidade está entre os novos formatos criados pela universidade estadual com objetivo de elevar a inclusão social e ampliar as formas de acesso. Segundo a comissão organizadora (Comvest), o "ranking" de inscritos inclui 55 medalhistas de ouro, cinco deles em disputas internacionais; 93 de prata (dois internacionais) e 133 de bronze (sete internacionais), além de dois casos em que os estudantes receberam menções honrosas em olimpíada internacional. Em relação ao total, 166 são de escolas públicas e 117 de escolas privadas. A Unicamp recebeu outras 33 inscrições, porém, inválidas por descumprirem regras para envio da documentação. “Tivemos uma amplitude de medalhistas em 15 olimpíadas, o que indica que há um nicho a ser explorado, já que interessa à Unicamp ter alunos que venham de experiências educacionais relacionadas às olimpíadas de conhecimento”, avaliou o coordenador executivo da Comvest, José Alves de Freitas Neto, em nota, sobre o resultado alcançado pela instituição na modalidade. Mais procurados De acordo com a universidade, entre as 18 competições aceitas, foram contabilizados inscritos de 15 modalidades diferentes, entre elas, sete internacionais. Os cursos mais procurados como primeira opção foram engenharia física, física, física médica e biomédica, matemática e matemática aplicada e computacional; e engenharia elétrica. "A Olimpíada Brasileira de Matemática (OBMEP) foi o certame com maior número de inscritos, seguida da Olimpíada Brasileira de Robótica (OBR)." A Unicamp também oferece nesta edição 2,5 mil vagas por meio do exame tradicional, encerrado na terça-feira; e 645 cadeiras para ingresso via nota Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). "As vagas que não forem preenchidas por essa modalidade de ingresso serão transferidas para o vestibular Unicamp, exceto nos casos dos cursos de ciência da computação, engenharia de manufatura e engenharia de produção, que oferecem vagas adicionais", diz nota da instituição. Regras Os estudantes puderam optar por até dois cursos no momento da inscrição e identificar a competição e tipo de medalha obtida (ouro, prata e bronze); ou, no caso de disputas internacionais, também foram aceitos o certificado de participação. Veja, abaixo, a lista de olimpíadas aceitas: International Mathmatical Olympiad (IMO) International Physics Olympiad (IPhO) International Olympiad in Informatics (IOI) International Biology Olympiad (IBO) International Chemistry Olympiad (IChO) International Olympiad on Astronomy (IOA) Olimpíada Ibero-americana de Matemática (OIM) Olimpíada Ibero-americana de Física (OIbF) Olimpíada Ibero-americana de Biologia (OIAB) Competição Ibero-americana de Informática e Computação (CIIC) Olimpíada Brasileira de Matemática (OBM) Olimpíada Brasileira de Física (OBF) Olimpíada Brasileira de Informática (OBI) Olimpíada Brasileira de Química (OBQ) Olimpíada Brasileira de Robótica – Teórica (OBR–Teórica) Olimpíada Brasileira de Biologia (OBB) Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas + Escolas Privadas (OBMEP) Olimpíada Brasileira de Física de Escola Pública (OBFEP) A competição deve ter nível equivalente ao ensino médio e, portanto, foram desconsideradas as de nível fundamental ou superior, informou a assessoria da universidade. Vista aérea do campus de Campinas da Unicamp Antoninho Perri/ Ascom/ Unicamp Calendário Divulgação da 1ª chamada: 22 de janeiro; Matrícula virtual da 1ª chamada (até 17h, site da Comvest): 22 a 23 de janeiro; Divulgação da 2ª chamada: 29 de janeiro; Matrícula virtual da 2ª chamada (até 17h, site da Comvest): 29 a 30 de janeiro; Divulgação da 3ª chamada: 05 de fevereiro; Matrícula virtual da 3ª chamada (até 17h, site da Comvest): 05 a 06 de fevereiro; Divulgação da 4ª chamada: 11 de fevereiro; Matrícula presencial de todas as chamadas: 18 de fevereiro Outras informações estão disponíveis no site da comissão organizadora. A Unicamp Fundada em 1966, a universidade estadual conta com 34 mil alunos matriculados em cursos de graduação e programas de pós-graduação, segundo o site oficial. Os três campi, localizados nas cidades de Campinas, Limeira e Piracicaba, compreendem 24 unidades de ensino e pesquisa. Veja mais notícias da região no G1 Campinas.
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17/01 - Resultado do Enem 2018 será divulgado nesta sexta-feira
Nota só pode ser consultada individualmente. A vista do "espelho da redação", usado para fins pedagógicos, não será liberada nesta sexta. Cadernos de prova do Enem 2018 Ana Carolina Moreno/G1 Os candidatos que fizeram o Enem 2018 vão poder consultar suas notas a partir desta sexta-feira (18). Segundo o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), o horário de liberação será divulgado no dia, nas rede sociais da instituição. Os participantes que realizaram o exame como treineiros só terão acesso aos seus resultados no dia 18 de março. O "espelho da redação", que são as cópias digitalizadas dos textos e as justificativas para as notas, também será liberado em 18 de março, informa o Inep. Como consultar o resultado Para acessar a nota, os candidatos devem acessar a Página do Participante, incluir o CPF e a senha cadastrada. A nota do Enem 2018 só pode ser consultada individualmente. Sisu Com a nota do Enem 2018, os candidatos podem se inscrever no Sistema de Seleção Unificada (Sisu) 2019. O prazo começa na próxima terça (22) e encerra na sexta-feira (25). A inscrição é feita pelo site do programa: http://sisu.mec.gov.br/. Sisu 2019: dicas para inscrição na seleção do primeiro semestre Sisu 2019: como lidar com a ansiedade do processo seletivo Calendário do Sisu 1º semestre de 2019 Inscrições: 22/1 a 25/1 1ª chamada: 28/1 Matrículas da 1ª chamada: 30/1 a 4/2 Inscrição na lista de espera: 28/1 a 4/2 Convocações de outras chamadas: a partir de 7/2 Enem 2018 A primeira aplicação do Enem 2018 aconteceu nos dias 4 e 11 de novembro, e a segunda, voltada para Pessoas Privadas de Liberdade (Enem PPL) e Jovens sob Medida Socioeducativa, ocorreu nos dias 11 e 12 de dezembro. Dos 5,5 milhões de inscritos na edição, apenas 24,9% não compareceram para fazer o exame. Além do Sisu, as notas do Enem podem ser usadas pelos candidatos no Programa Universidade para Todos (ProUni), Financiamento Estudantil (Fies), e em 37 universidades de Portugal. Confira as universidades portuguesas que aceitam notas do Enem Veja as regras para participar do Fies De acordo com o Ministério da Educação (MEC), o Enem é a segunda maior prova do tipo no mundo, só perdendo para o "gao kao", prova de admissão ao ensino superior da China, com 9 milhões de candidatos.
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17/01 - Sisu 2019: como lidar com a ansiedade do processo seletivo
O Sisu oferece vagas em todo o país e a seleção é feita com base na nota do Enem. No entanto, o ranking de selecionados é dinâmico e muda ao longo do período de inscrição. Sisu: ranking de selecionados é dinâmico e muda ao longo do período de inscrição Reprodução/Bom Dia Brasil O Sistema de Seleção Unificada (Sisu) abre as inscrições na próxima terça (22) para candidatos disputarem uma vaga nas universidades públicas participantes. São 235.476 vagas em 129 instituições de todo o país. A seleção se encerra na sexta (25). Sisu 2019: veja dicas para inscrição na seleção do primeiro semestre A inscrição é feita pela internet com a nota do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), que deve ser divulgada na próxima sexta (18), segundo o calendário do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep), responsável pela prova. Enem 2018: resultado é divulgado pelo Inep No entanto, o ranking de selecionados é dinâmico e muda ao longo do período de inscrição. Tem vaga em todo país, mas tem para todo mundo? Em 2018, 5,5 milhões de pessoas se inscreveram para fazer o Enem. Destes, 29,2% faltaram. Ainda assim, se todos os estudantes que fizeram o Enem tentarem se inscrever no Sisu, a concorrência será acirrada. Cai o nº total de vagas no Sisu pela primeira vez desde 2010 Para Ivo Carraro, orientador educacional do Curso Positivo, de Curitiba, psicólogo e autor do livro “Profissões: pais preocupados, filhos inseguros’’, processos seletivos sempre aumentam a tensão dos inscritos. Mas, o fato de o Sisu alterar a nota de corte uma vez ao dia ao longo do processo de inscrição faz com que a tensão se eleve. Com adolescentes, o nervosismo pode ser maior, diz Carraro, por causa da influência do hormônio do estresse no organismo e pela inexperiência com situações tensas. Unindo jovens ansiosos a um processo seletivo demorado, tem-se o cenário propício para uma bomba de ansiedade. “Muitas vezes este é o primeiro grande desafio da vida destes jovens. A ansiedade está ligada às coisas do futuro. Todos desejam ter sucesso naquilo que empreendem, mas surge o medo de que não dê certo”, diz Ivo Carraro, psicólogo, escritor e coordenador do curso Positivo. Já Renato Pellizzari, professor de história e coordenador de vestibular do colégio QI, do Rio, diz que a tensão pode até ajudar na decisão final. “É uma angústia, sim, mas é importante até para tomar a decisão final, porque o estudante pode alterar as opções quando quiser. Por isso, essa angústia é necessária”, fala. Ansiedade x razão Para aliviar a tensão, a dica de Carraro é fortalecer a razão. “O aluno tem que lidar com a razão em vez da emoção. Precisa saber que já fez o Enem, já tem a pontuação. O que fez está feito, não tem como mudar.” Caso o estudante sinta os sintomas comuns da ansiedade, como taquicardia, sudorese e insônia, é hora de se acalmar. “Procure um abraço dos seus pais, faça um passeio, tire o foco da seleção”, fala Carraro. Pelizzari sugere que o estudante analise todas as possibilidades e saiba que há outras saídas, caso a vaga desejada não seja conquistada. “O importante para a família e candidatos é saberem lidar com todas as possibilidades durante o processo, ter a consciência de todas as alternativas. Tem que fazer um planejamento e pensar na chance se não conseguir a vaga, saber que a vida continua”, diz. Como faço para me inscrever? Esteja com a nota do Enem em mãos Acesse o site do Sisu http://sisu.mec.gov.br/ Confira, atualize e confirme seus dados. É importante estar com tudo atualizado Clique em ‘Minha Inscrição’ Você pode pesquisar as vagas por cidade, nome da universidade ou do curso Escolha duas opções de curso. Esta seleção poderá ser alterada até sexta (25) Para confirmar, clique em ‘escolher este curso’ Após estes passos, sua inscrição está concluída Lembre-se de voltar ao sistema uma vez ao dia para checar se a sua nota continua sendo suficiente para ser classificado. Se o curso tem 60 vagas e você está na 100ª posição, talvez seja a hora de reconsiderar o curso ou manter a seleção, sabendo que poderá ficar na lista de espera Fique atento à documentação exigida pela instituição de ensino para fazer a matrícula Providencie o que estiver faltando para ter tudo em mãos quando precisar Calendário do Sisu 1º semestre de 2019 Inscrições: 22/1 a 25/1 1ª chamada: 28/1 Matrículas da 1ª chamada: 30/1 a 4/2 Inscrição na lista de espera: 28/1 a 4/2 Convocações de outras chamadas: a partir de 7/2 Initial plugin text
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16/01 - Universidades desafiam governo e se recusam a cobrar taxa de inscrição para não-europeus na França
Após a faculdade de Clermont-Auvergne, Lyon 2 disse nesta terça-feira (15) que não aplicará o aumento de até 1.500% na taxa de inscrição para estudantes fora da União Europeia. Na França, o valor de matrícula de estrangeiro em universidade subiu 16 vezes RFI/Reprodução Enquanto o governo francês planeja aumentar as taxas de ensino para estudantes fora da União Europeia no ano letivo que começa em setembro de 2019, a Universidade Lyon 2 (leste) anunciou que isentará todos os estudantes estrangeiros dessas taxas adicionais. Após a faculdade de Clermont-Auvergne (centro), Lyon 2 disse nesta terça-feira (15) que não aplicará o aumento de até 1.500% na taxa de inscrição para estudantes fora da União Europeia. A Lyon 2 seguiu os passos da Universidade Clermont-Auvergne. “Para permitir que o maior número de pessoas possam continuar seus estudos na França, a Université Lumière Lyon 2 vai isentar todos os estudantes estrangeiros destes custos adicionais para o ano letivo de 2019/2020", disse a instituição em um comunicado. Clermont-Auvergne também se recusou recentemente a aplicar este aumento no início do ano letivo. O governo francês anunciou em novembro de 2018 o aumento das taxas universitárias para jovens não-europeus, ao mesmo tempo em que afirmava seu desejo de atrair mais estudantes internacionais, melhorando a política de vistos e oferecendo mais bolsas de estudo, especialmente para aqueles que vêm do exterior, como estudantes da África francófona. Um aumento de quase 1.500%, em alguns casos. As instituições de ensino consideraram a medida "nem relevante, nem justa". "Se melhorar a recepção de estudantes estrangeiros é obviamente uma necessidade", diz a Lumière Lyon 2, o aumento nas taxas "não parece relevante ou justo porque diz respeito a alguns dos estudantes financeiramente mais frágeis e isso prejudica o princípio da igualdade de tratamento entre os utilizadores de serviços públicos", declarou a universidade. Atualmente, os estudantes de fora da Europa (cerca de cem mil na França) pagam as mesmas taxas que os estudantes franceses ou europeus: € 170 por um ano para a licença, € 243 para o mestrado e € 380 para o doutorado. A partir do ano letivo de 2019, serão cobrados € 2.770 e € 3.770 para mestrado e doutorado, ou "um terço do custo real" de um estudante estrangeiro para as finanças públicas, segundo o governo francês. Os não-europeus que já iniciaram seus estudos na França não serão atingidos por esse aumento.
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16/01 - Unicamp 2019: comissão divulga respostas esperadas para provas de língua portuguesa e literaturas
Universidade também publicou nesta quarta-feira (16) as expectativas da banca de redação. Temas passaram por 'doutrinação ideológica em sala de aula' e desenvolvimento. Estudantes durante a 2ª fase do vestibular 2019 da Unicamp Antoninho Perri / Unicamp A Unicamp divulgou na tarde desta quarta-feira (16) as respostas esperadas para as provas de língua portuguesa e literaturas, aplicadas no primeiro dia da 2ª fase do vestibular 2019. Além disso, a universidade também publicou as expectativas da banca de redação para os textos que deveriam passar pelo tema "doutrinação ideológica na sala de aula" ou a relação entre o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) e o comportamento do Produto Interno Bruto (PIB). Veja abaixo. Respostas em língua portuguesa e literaturas; Expectativas da banca de redação; Esta etapa do processo seletivo foi encerrada na terça-feira com abstenção de 14,3%, o maior índice em três anos. Cursinhos valorizaram o fato da universidade ter elaborado o exame com foco em direitos humanos e por ter estabelecido diálogos entre conteúdos do ensino médio e atualidades. A universidade considerou que o número de ausentes está dentro da expectativa e frisou que houve recorde de participantes nesta fase, o que permite elevar a qualidade da seleção. As provas foram aplicadas em 16 cidades de São Paulo e mais cinco estados. Próximos 'gabaritos' As respostas esperadas pela Unicamp nas avaliações de matemática, geografia e história serão divulgadas nesta quinta-feira; enquanto que as explicações das questões abordadas nos exames de biologia, física e química serão divulgadas na sexta-feira, informou a Comvest. Calendário Provas de habilidades específicas: 21 a 25 de janeiro Divulgação da 1ª chamada: 11 de fevereiro Matrícula não-presencial: 12 de fevereiro Divulgação das notas da 2ª fase e classificação: 14 de fevereiro Outros formatos O total de vagas disponíveis no vestibular 2019 diminuiu após a Unicamp adotar novos formatos para aumentar a inclusão social. Uma delas foi a reserva de 645 cadeiras para ingresso via Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) - o candidato teve a possibilidade de participar das duas seleções. Além disso, a universidade estadual destinará 90 oportunidades a estudantes que foram premiados em olimpíadas ou competições de conhecimentos realizadas entre 2017 e o ano passado. A Unicamp Fundada em 1966, a universidade estadual conta com 34 mil alunos matriculados em cursos de graduação e programas de pós-graduação, segundo o site oficial. Os três campi, localizados nas cidades de Campinas, Limeira e Piracicaba, compreendem 24 unidades de ensino e pesquisa. Veja mais notícias da região no G1 Campinas.
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16/01 - Guia de carreiras: está em dúvida de qual profissão seguir? Veja opções
Especialistas de diversas áreas do mercado fazem raio-x das graduações mais procuradas. Escolha da profissão é momento decisivo Pixabay/Free photos A hora de escolher uma carreira no fim do ensino médio é um desafio. Segundo o Censo da Educação Superior, realizado pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Estatísticas Anísio Teixeira (Inep), entre 2007 e 2017, a matrícula na educação superior aumentou 56,4%. Teste vocacional online, grátis e rápido ajuda na escolha da carreira Atualmente, são cerca de 324 carreiras de nível superior oferecidas no Brasil. Para ajudar na hora de escolher qual carreira seguir, o G1 preparou uma série de reportagens sobre algumas das áreas mais procuradas: Administração Análise de sistemas Ciências biológicas Ciências contábeis Design de games Direito Educação física Engenharia civil Gestão de pessoas Gestor ambiental Medicina Medicina veterinária Novas profissões Pedagogia Piloto de avião Psicologia Initial plugin text
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16/01 - Escola na Islândia ensina criança a crescer sem estereótipos de gênero
Professores buscam atividades que estimulam a imaginação, a criatividade e o pensamento inovador das crianças. Aos 2 anos, as crianças já moldaram suas ideias sobre o que significa ser uma menina ou um menino e se tornam muito tradicionais a esse respeito Pexels/Divulgação Enquanto o Brasil retrocede no debate sobre a igualdade de gênero, e a declaração da ministra Damares Alves – "menino veste azul, menina veste rosa" – ainda é ridicularizada no exterior, a Islândia aplica há quase 30 anos uma metodologia única de desconstrução de estereótipos de gênero em crianças que frequentam o jardim da infância. O método "Hjalli", palavra que significa “terraço” em português, foi criado pela educadora Margrét Pála Ólafsdóttir em 1989, uma personalidade na Islândia. Em entrevista à RFI, Magga Pála, como é chamada em seu país, conta que a pedra angular do modelo "Hjalli" é educar as crianças desde muito novas à igualdade e à diversidade no sentido mais amplo, independentemente do status socioeconômico dos pais. "Democracia e igualdade são irmãs que andam de mãos dadas", diz a pedagoga. Nas escolas “Hjalli”, não há brinquedos nas salas de aula (caminhões, trenzinhos, cozinhas e bonecas) para que as crianças possam se expressar sem as tradicionais referências de gênero. Os meninos ficam separados das meninas na maior parte do tempo, incluindo no recreio. Segundo Magga Pála, aos 2 anos de idade as crianças já moldaram suas ideias sobre o que significa ser uma menina ou um menino e se tornam muito tradicionais a esse respeito. Aos 5 anos, elas já estruturaram seus valores de vida. Por isso, é preciso trabalhar uma parte do tempo com "configurações de sexo único". Isto significa, na prática, separar os meninos das meninas nas salas de aula. Professores realizam atividades que estimulam a imaginação, a criatividade e o pensamento inovador Pexels/Divulgação Os professores do modelo "Hjalli" buscam atividades que estimulam a imaginação, a criatividade e o pensamento inovador das crianças. Meninos e meninas podem brincar de massa de modelagem, fazer pinturas e desenhar livremente, além de se dedicar a atividades físicas e lúdicas sem se preocupar se estão fazendo brincadeiras associadas ao “universo masculino” ou ao “universo feminino”. A separação física, considerada exagerada por alguns críticos do modelo, é uma necessidade, na opinião de Magga Pála. “Os meninos têm a tendência de ocupar todo o espaço físico e dominar as meninas”, observa. "Os garotos, por outro lado, recebem muita 'atenção negativa' por demonstrar o comportamento que consideram apropriado para seu grupo e muitos deles perdem, já nessa idade, o interesse pelo aprendizado", explica a educadora.  Separados, meninos e meninas podem ser individualmente empoderados pelos professores sem ficar envergonhados. "As crianças não se atrevem a praticar novas habilidades com o sexo oposto presente na sala", constata a islandesa. "Nós queremos que todas as crianças experimentem todas as qualidades humanas e tenham a experiência mais rica possível, independentemente do sexo", destaca. Empoderando meninas e meninos sem referências de gênero Num jardim da infância "Hjalli", o dia começa com as meninas fazendo uma sessão de ginástica tônica. Elas fazem exercícios imitando índios que atiram com o arco e flecha e dão gritos de guerra: "Nós somos fortes!". Pulam, erguem os braços para o alto, usam o corpo para se impor no espaço e demonstrar uma grande disposição. Já os meninos começam o dia fazendo atividades mais calmas, às vezes uma sessão de meditação, seguida de uma boa conversa com os amiguinhos, onde são incentivados a olhar os colegas nos olhos e a expressar seus sentimentos, dizendo frases como "foi bom brincar com você" ou "você é um bom amigo". Em pleno inverno islandês de temperaturas negativas, uma das atividades sugeridas é levar as meninas para andar descalças na neve. O objetivo da brincadeira é ensiná-las a ter coragem. As meninas enfrentam o gelo sob os pés com muitos gritos e risadas. Quando voltam para a sala de aula, ganham uma massagem nos pés das educadoras e ouvem palavras de incentivo como “vocês são fortes e corajosas”. Os meninos, que adoram o contato físico, podem brincar de luta à vontade, mas também aprendem a dar demonstrações de afeto e amizade pelos colegas. Os pequenos islandeses aprendem a superar os comportamentos tradicionais atribuídos aos meninos e às meninas. Nas escolas, os jogos que estimulam a rivalidade são evitados pelos professores Unplash/Divulgação Eles se reúnem uma vez ao dia, durante uma hora, para compartilhar o que aprenderam e devem acatar algumas regras. "Eles são ensinados a ouvir o outro, a se comunicar respeitando o outro", diz a especialista islandesa. Nesse momento, fazem jogos e atividades em que os dois sexos têm a mesma força, a mesma importância. Os jogos que estimulam a rivalidade são evitados, cedendo espaço a brincadeiras que estimulam a colaboração, o diálogo e a comunicação de igual para igual. Para Magga Pála, é muito importante as crianças se desenvolverem em um ambiente de liberdade e respeito mútuo, sem ideias e papéis predefinidos. Por meio do estímulo a atividades variadas e lúdicas, meninos e meninas podem “desaprender” comportamentos ditados pela sociedade patriarcal. "Queremos ensinar liderança e empatia às meninas e aos meninos. Queremos mostrar a eles que não importa o sexo, meninos e meninos podem fazer o que quiserem", explica. Baiano vê vantagens na metodologia Para o brasileiro George Leite, as escolas com essa metodologia fortalecem os dois gêneros Unplash/Divulgação O empresário baiano George Leite, dono de um bar da moda na capital islandesa, vive no país há 18 anos. Sua filha Sofia, hoje com 14 anos, de mãe islandesa, frequentou durante dois anos, dos 4 aos 6 anos, um jardim da infância que também tinha essa preocupação com a igualdade de gênero, a escola Isaksskóli, em Reykjavik. George diz que o casal escolheu a escola, na época, pelo conceito e pela abertura aos estrangeiros. O baiano conta que não via problema nenhum, ao contrário, achava enriquecedor ver a filha fazendo aula de carpintaria e de cozinha separada dos meninos, que seguiam os mesmos cursos isoladamente. Para George, “o trabalho dessas escolas não é só o de fortalecer a mulher, é fazer com que o homem entenda que a mulher é igual”. Como brasileiro, baiano e negro, George diz ter vivido um choque cultural quando chegou à Islândia, mas hoje vê muitas vantagens em viver numa sociedade igualitária. “É mais fácil viver assim, porque há maior divisão de tarefas e também tenho mais tempo para mim”, destaca. Com o recuo do tempo, George analisa: “Como brasileiro, tinha um ranço de machismo. Em algumas situações, achei estranho quando uma mulher me ofereceu uma bebida num bar. Mas não foi por isso que eu a chamei disso ou daquilo”. Ele considera que o brasileiro “perde muito tempo pensando na vida alheia”. “No meu bar entra todo mundo: o prefeito da cidade, muçulmano, cristão, mulher, homossexual, empresário, não existe diferença.” Primeiro país no mundo a eleger uma mulher na presidência, a Islândia já está na segunda geração de pessoas que vivem a igualdade de gênero no cotidiano. “O país foi governado por uma mulher durante 16 anos (1980-1996). Esses debates sobre igualdade de gênero, racismo, homossexualismo, religião, não se fala mais disso aqui. As meninas desde pequenas aprendem quais são os direitos delas”, explica George. O empresário baiano disse que na semana passada um cliente dele perguntou “que história era essa de rosa e azul no Brasil”. George, que não tinha ouvido o discurso da ministra Damares Alves, foi se atualizar na internet. “Fiquei sem graça, revoltado. É surreal que um político pense assim”, disse o brasileiro. Professor que propaga discriminação seria punido, diz brasileira A guia turística brasileira Erika Martins Carneiro, colaboradora do site Brasileiras pelo Mundo, casada com um islandês, mora há 12 anos em Reykjavik. O casal cria duas filhas na capital islandesa, atualmente com 6 e 11 anos. As duas meninas frequentaram a creche a partir de 1 ano e meio, depois passaram por um sistema de cuidadoras especializadas, que as recebiam em casa (“Dagmamma”), até entrarem na escola pública aos 6 anos. “Nas escolas islandesas, eles não rotulam, em momento algum, o comportamento de que uma coisa é para menino ou menina. Um professor que rotulasse ‘isso é coisa de ‘mulherzinha’ seria um criminoso, isso não existe na Islândia”, explica. “A sociedade islandesa dá um valor altíssimo à educação, as pessoas são cultas e abertas. Eles erradicaram o analfabetismo no século 17, nada a ver com o que estamos vendo no Brasil agora”, destaca. Na família do marido de Erika, os meninos crescem brincando com cozinhas e bonecas. "São famílias absolutamente tradicionais islandesas", explica a carioca. “Não existe essa coisa de gênero. As pessoas vivem a igualdade na prática, nada é um problema, nada é tabu, os homossexuais, os transgêneros, nada se problematiza”, conta Erika. A filha mais velha do casal, Luna, quis falar à RFI sobre uma amiga que esteve num jardim da infância “Hjalli”. “Nessa idade, quando as crianças são pequenas, algumas coisas acontecem de maneira separada, os meninos das meninas, mas depois a gente faz tudo juntos”, testemunha. Mãe e filha dizem que meninos vão à escola de unhas pintadas, assim como meninas se fantasiam de Homem-Aranha com a maior naturalidade. País número 1 em igualdade de gênero A Islândia está no topo do ranking mundial de igualdade de gênero Toru Hanai/Reuters A Islândia está no topo do ranking mundial de igualdade entre homens e mulheres. Nos últimos nove anos, o país ficou em primeiro lugar no ranking mundial de igualdade de gênero em relação à participação econômica das mulheres, conquistas educacionais, saúde e empoderamento político, de acordo com o relatório Global Gender Gap Report publicado pelo The World Economic Forum. Este relatório global classifica todos os países em uma escala de 0 a 1, e a Islândia é "a vanguarda" pelo nono ano consecutivo. Devido às particularidades da pedagogia "Hjalli", utilizada hoje em 14 jardins da infância islandeses, o método foi alvo de vários estudos. "Os dados mostram que nossas crianças adquirem competências com mais facilidade do que em outras escolas, há pouco ou nenhum bullying em nossos estabelecimentos e nossos filhos conquistam uma pontuação mais alta em testes. Os níveis de ruído são muito menores do que em outros jardins da infância e também são mais pacíficos", comemora Magga Pála. Igualdade é um direito da criança Informada sobre as declarações de Bolsonaro e da ministra Damares Alves sobre a ideologia de gênero, a especialista islandesa diz ficar surpresa com a "ignorância" em torno do que representa ser um menino ou uma menina no mundo de hoje. "A falta de igualdade é a maior aflição da humanidade. A desigualdade atrapalha a melhoria do padrão de vida, o crescimento econômico e a paz mundial", estima. Confrontada ao alto número de feminicídios no Brasil, Magga Pála disse que este é o típico exemplo de uma sociedade em que os homens evoluem de acordo com uma masculinidade extrema, e as mulheres acabam vítimas de sua extrema feminilidade. "Tanto homens como mulheres estão sofrendo, porque ser estuprado ou morto ou ficar preso por violência é o mesmo trágico destino da desigualdade, na minha opinião. Se quisermos mudar, precisamos começar cedo, como eu disse: as crianças formam suas ideias de masculinidade e feminilidade antes de deixarem o jardim de infância", adverte. "Depois de 30 anos trabalhando com crianças, não sou feminista, esquerdista, direitista ou qualquer outro 'ista'. Igualdade é um direito da criança e vou lutar para que cada menina e menino saia de nossas escolas com o mesmo desejo ardente de viver", conclui.
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16/01 - Etecs divulgam lista de classificação no vestibulinho
Para conferir as listas de convocação, o candidato precisa ir até a escola onde pretende estudar. Etec Presidente Vargas, em Mogi das Cruzes Alessandro Batata/TV Diário A lista de classificação geral com os participantes do processo seletivo das Escolas Técnicas Estaduais (Etecs) para o primeiro semestre de 2019 já está no site www.vestibulinhoetec.com.br. A informação será também divulgada na Etec onde o candidato deseja estudar. A relação inclui quem se inscreveu nos Ensinos Médio Regular; Médio com Qualificação Profissional; Médio com Habilitação Técnica Profissional; Médio com ênfase em Linguagens, Ciências Humanas e Sociais; Médio com Habilitação Técnica Profissional do projeto de Articulação da Formação Profissional Média e Superior; Ensino Técnico Integrado ao Médio (Etim) e na modalidade EJA; cursos técnicos; no processo de avaliação e certificação de competências para acesso às vagas remanescentes do segundo módulo para cursos técnicos; para acesso à segunda série do Médio; e para os cursos de especialização. Para conferir as listas de convocação, o candidato precisa ir até a escola onde pretende estudar. Os selecionados devem fazer a matrícula, no horário definido pela unidade de ensino, nos dias relacionados abaixo, desde que não seja feriado municipal na cidade onde a Etec está localizada. Calendário de matrícula 17 e 18 de janeiro - Primeira lista de convocação e matrícula; 21 de janeiro - Divulgação dos convocados da segunda lista, nas respectivas Etecs; 22 e 23 de janeiro - Matrícula dos convocados da segunda lista Caso as vagas não sejam preenchidas após a segunda chamada, outra lista deverá ser divulgada na Etec. Cabe ao candidato comparecer na unidade em que pretende estudar para acompanhar a convocação.
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16/01 - Adeus aos currículos: empresas usam robôs e games em seleção de vagas de emprego
Inteligência artificial poupa tempo de processos seletivos e promete resultados mais assertivos. Profissionais de RH, no entanto, não são substituídos. Entregar currículos na porta das empresas? Enviá-los por e-mail e ficar esperando uma resposta? Participar de um processo seletivo que se resuma a uma entrevista? Essas práticas estão sendo substituídas pelo uso da inteligência artificial que incluem até jogos, desafios de lógica e robôs na seleção dos candidatos. Aplicativos e sites tentam modernizar as técnicas de recrutamento para economizar tempo e atrair candidatos mais jovens ou adaptáveis. O contato pessoal com a empresa vem só nas fases finais (leia mais abaixo). Gestão de pessoas: veja perfil dos cursos, o que faz e remuneração Essa tendência de usar a tecnologia como método de seleção representa também uma mudança de perspectiva das empresas: elas não querem só saber a universidade onde alguém se formou. “O diploma mostra qual graduação você fez. Mas, quando algum game é proposto, por exemplo, consigo ter acesso a muitas outras informações – um jogo propõe desafios e o candidato mostra quais estratégias usa diante de dificuldades”, explica Márcia Ballariny, professora de planning for branding da ESPM-Rio. Segundo a docente, isso ajuda a empresa a trazer alguém que tenha a ver com a vaga e que não vá pedir demissão ou ser demitido dali a 2 meses. É importante ter alguém rápido? O game ajuda a selecionar a pessoa com o perfil certo. Para atrair talentos, setor de RH precisa pensar na qualidade de vida dos funcionários “Não é justo eliminar um candidato que tenha vindo do interior e cursado uma graduação mediana. A perseverança dele pode acrescentar muito à equipe. Há 10 anos, era diferente; hoje, queremos diversidade”, completa Márcia. Os robôs ou “bots” Além de games, há o uso dos chamados “bots”, espécies de robôs que conversam com os candidatos em chats online. O publicitário Kleber Piedade, em junho de 2017, fundou a Matchbox exatamente com esse foco – elaborar processos seletivos com base em bots. “Existe uma procura crescente de empresas por processos de seleção automatizados. A gente elabora uma experiência de inscrição e recrutamento muito mais ágil e fluida, sem aqueles formulários longos que perguntam até os nomes dos pais do candidato”, conta Kleber. “É a tecnologia sendo usada para que as empresas ganhem tempo na seleção.” Design de games: conheça perfil dos cursos, o que faz e remuneração O publicitário Kleber Piedade criou a Matchbox, plataforma que elabora processos seletivos com base em "bots". Divulgação/Matchbox Quando a Matchbox é procurada por uma empresa, ela cobra de R$ 30 mil a R$ 150 mil para formular os testes personalizados – o preço varia de acordo com o número de vagas a serem preenchidas. Ela cria personagens que conversarão com os candidatos e enviarão perguntas sobre dados pessoais ou conhecimentos de inglês, por exemplo. “Dá para colocar vídeos, perguntas, imagens, áudios. O principal uso da ferramenta é para programas de trainee e de estágio, que recebem muitas inscrições”, explica o CEO da empresa. Agilidade e apelo jovem Esses novos processos seletivos facilitam, inclusive, a participação de candidatos que moram longe dos grandes centros urbanos. Mesmo nas entrevistas, é possível usar programas de interação em vídeo, como o Skype. As empresas também têm a ganhar: além de avaliarem mais habilidades dos candidatos, conseguem ganhar tempo – a inteligência artificial filtra os currículos que têm mais a ver com o perfil da vaga. Deixa de ser necessário avaliar páginas e mais páginas de inscrições. Márcia, da ESPM, explica que, para atrair recém-formados e jovens em geral, não basta ser digital. “Precisa ter boa interface para o celular. Se quero atingir essa faixa etária específica, preciso saber onde ela está. E não é nos desktops”, diz. Há um ano, Renato Dias fundou o Taqe, um aplicativo de celular que funciona como um jogo para capacitar jovens e recomendá-los ao mercado de trabalho. Eles se inscrevem, assistem a vídeos de conteúdo e fazem testes de personalidade, de conhecimento e de lógica. Com os resultados, o sistema detecta um perfil do candidato e elabora uma ficha com suas características. Depois, faz um cruzamento de dados com as vagas disponíveis, cadastradas por uma das 15 empresas parceiras – até dar “match”. Há oportunidades no Santander, na Nestlé e na Danone, por exemplo. O empregador recebe uma lista com os jovens que mais se encaixam naquela proposta – e os candidatos são informados sobre quais vagas têm o perfil deles. “Nosso foco é para jovens de 16 a 24 anos, das classes C, D e E. É um olhar de impacto social, porque percebemos que essas pessoas são muito afetadas pelo desemprego e não têm clareza sobre suas potencialidades, talentos e caminhos possíveis”, diz Renato. “Elas estão acostumadas a nem receberem um retorno dos processos seletivos. Na Taqe, a gente ajuda que expressem quem são, sem precisar de um currículo.” Testes de personalidade fazem parte do app Taqe. Reprodução/Taqe E a profissão de RH nisso? Apesar de toda a automatização dos processos seletivos, os profissionais de RH não estão sendo substituídos pela inteligência artificial. As entrevistas ainda ocorrem pessoalmente, mas em fases mais avançadas, quando já foi feita uma triagem de currículos e selecionados os mais interessantes para a vaga. “Por mais que ocorram revoluções, a gente ainda precisa de seres humanos no processo”, diz Maria Amália, professora do curso de gestão de pessoas e RH na Anhembi Morumbi (SP). Kleber, CEO da Matchbox, reforça a necessidade de o profissional de RH se manter atualizado e acompanhar as novidades da área. “O setor passa a trabalhar com outras áreas, como de engenharia, de administração e de tecnologia. Precisa ter essa visão complementar”, afirma. “E é bom lembrar que nada vai substituir os recrutadores. Os meios tecnológicos vão poupar tempo das equipes de recursos humanos e entregar resultados mais assertivos.” Initial plugin text
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15/01 - Unicamp 2019: cursinhos valorizam foco em direitos humanos e 'diálogos' na 2ª fase
A pedido do G1, coordenadores de três instituições avaliam nível de dificuldade das provas, os temas da redação e a relação entre conteúdos do ensino médio com pautas da atualidade. Estudantes no campus da Unicamp, em Campinas Antonio Scarpinetti / Unicamp O foco nos direitos humanos e os diálogos entre conteúdos do ensino médio e temas em destaque na sociedade brasileira estão entre os pontos valorizados nas provas da segunda fase do vestibular 2019 da Unicamp, por representantes de cursinhos preparatórios ouvidos pelo G1. Os exames foram aplicados entre domingo e esta terça-feira (15). A universidade registrou abstenção de 14,3%, o maior índice em três anos, mas valorizou recorde de participantes na etapa e destacou que isso permite elevar a qualidade da seleção feita em São Paulo e mais cinco estados. A redação teve como temas a "doutrinação ideológica na sala de aula" e a relação entre Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) e o comportamento do Produto Interno Bruto (PIB). Veja análises: Tempo e enunciados Daniel Perry, coordenador do Anglo "Os enunciados estavam claros, sofisticados, exigiram bastante capacidade analítica dos candidatos. As questões de praticamente todas as provas, com exceção de matemática, exigiram diversas habilidades. Atenção à leitura dos textos, análise de imagens e gráficos, e isso transformava elas em relativamente difíceis. O tempo foi suficiente para quem estava bem preparado. A prova é de alto nível, foi exigente como nos anos anteriores." Edmilson Motta, coordenador do Etapa "O tempo de prova era um problema sério até a mudança para o formato atual. Era reclamação constante dos participantes e não vemos ocorrer mais. Algumas mudanças que a gente viu: geografia, que era uma prova onde eram questões mais contextuais, foram mais diretas em alguns itens; em história é usual ter análises de imagens e na Unicamp não teve, mas com riqueza de textos; e a prova de biologia teve uma pergunta com bastante criatividade sobre DNA. Questões bem colocadas, dentro do esperado, e matemática com enunciados mais clássicos." Marcelo Pavani, coordenador da Oficina do Estudante "Tipicamente o tempo nunca é um problema nas provas de segunda fase e isso não me pareceu um problema. Na redação, embora fossem temas importantes e instigantes, as propostas foram simples e os alunos identificaram rapidamente o que deveria ser feito [...] Enunciados claros, dentro de um contexto de realidade, com exceção de matemática que foram mais clássicos." Praça em frente ao prédio da reitoria da Unicamp, em Campinas Fernando Pacífico / G1 Campinas Dificuldade das provas Daniel Perry, coordenador do Anglo "O nível de dificuldade estava adequado para selecionar os mais bem preparados. Não estava mais difícil que o ano anterior, seguiu os mesmos padrões de 2018 e 2017. Uma prova considerada mais fácil, embora isso seja relativo, foi matemática porque foram questões tradicionais, diretas, dessa forma não demandava tanto tempo dos candidatos. Não teve uma que se destacou como a mais difícil, mas o terceiro dia foi o mais trabalhoso." Edmilson Motta, coordenador do Etapa "O nível de dificuldade da prova raramente é homogêneo. Física, como destaque pela dificuldade, caiu física moderna, uma questão com fórmula de capacitância [...] e matemática um pouco mais fácil, citando as matérias que chamam sempre a atenção pela complexidade." Marcelo Pavani, coordenador da Oficina do Estudante "A gente tem que pensar que é uma segunda fase. A gente não espera questões dadas, como ocorre na primeira. O nível tem que ser maior, porque estamos selecionando candidatos que passaram por uma peneira. Foram de muito bom nível, não havia questões fáceis, mas eram facilmente compreensíveis [...] Muito difícil olhar para as provas e identificar uma mais fácil ou difícil, a Unicamp está muito calibrada. Nível muito homogêneo, nada que destoe para mais ou menos." Candidatos na 2ª fase do vestibular 2019 da Unicamp Ana Letícia Lima / G1 Temas da redação Daniel Perry, coordenador do Anglo "A redação no vestibular tem um viés sócio-filosófico. A Unicamp traz consigo, ao longo dos últimos anos, e ficou nítida a preocupação com a diversidade e os direitos humanos. Ela [prova] foi bastante marcante neste sentido. Se o mesmo tema caísse há cinco anos não ia causar tanta polêmica, mas gera essa atenção por conta do contexto em que se debate mais a questão dos direitos humanos. De toda maneira, as propostas foram excelentes, um vestibular maravilhoso." Edmilson Motta, coordenador do Etapa "A Unicamp sempre se destaca por gêneros textuais diferentes, e desta vez foram duas propostas argumentativas, um pouco diferente. Algo que chamou atenção foram as qualidades dos textos de apoio, muito bons, dando vários elementos aos candidatos. Já que se requer reflexão de direitos humanos, é importante fornecer dados e bases sólidas [...] Unicamp sempre tem viés mais social." Marcelo Pavani, coordenador da Oficina do Estudante "As duas propostas trouxeram temas da atualidade e pediram para o aluno se posicionar e ter uma linha de argumentação condizente com uma ou outra perspectiva. Não só na redação, mas história e geografia também tiveram questões que provocam diálogos com questões da atualidade. Em geografia sobre precarização e terceirização do trabalho, e na de história sobre o papel da mulher na construção do conhecimento [...] a prova traz o tempo todo para reflexão. Muito adequada." Estudantes na primeira prova da 2ª fase do vestibular 2019 da Unicamp Ana Letícia Lima / G1 Universidade 'antenada' Daniel Perry, coordenador do Anglo "Nesse sentido, a prova é a mais antenada com a realidade brasileira, a que mais contextualiza, trazendo conteúdos do cotidiano, exigindo não só conteúdo tradicional, mas entendimento do mundo ao redor para que o aluno tenha uma bom conhecimento da realidade, uma capacidade crítica bastante pronunciada. Ela busca selecionar, isso é claro, e as provas de todas as matéria demonstram esse viés. Uma universidade moderna que tem avançado em vários aspectos." Edmilson Motta, coordenador do Etapa "Isso foi mais marcante em português e história, a gente percebe o cuidado com as abordagens. Em geografia, que teria um campo para isso, não foi feito com a intensidade usual e nas outras provas não teve essa preocupação [...] Uma dica para os futuros candidatos é atenção com a lista de obras obrigatórias, porque três das seis questões dissertativas exigiram leitura dos livros." Marcelo Pavani, coordenador da Oficina do Estudante "As universidades, cada vez mais através dos vestibulares, estão se posicionado sobre o perfil do aluno que elas querem ver dentro. Tecnicista ou que consegue articular conhecimento escolar com a realidade de mundo, de modo a contribuir no contexto inserido. Me parece que essa aposição da Unicamp é muito clara. Aluno crítico, que tenha um domínio técnico, mas consiga colocar esse conhecimento nas discussões do cotidiano, que não seja alienado." Calendário Provas de habilidades específicas: 21 a 25 de janeiro Divulgação da 1ª chamada: 11 de fevereiro Matrícula não-presencial: 12 de fevereiro Divulgação das notas da 2ª fase e classificação: 14 de fevereiro Gabarito As respostas esperadas pela Unicamp serão divulgadas a partir de quarta. Neste dia, a Comvest irá disponibilizar o gabarito das avaliações de língua portuguesa e literaturas de língua portuguesa; enquanto que nos dois dias posteriores serão publicadas respectivamente as explicações para questões de matemática, geografia e história; e na sequência as de química, biologia e física. Veja mais notícias da região no G1 Campinas.
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15/01 - Unicamp 2019: segunda fase do vestibular termina com maior índice de abstenção em três anos
Segundo comissão organizadora, 2,7 mil dos 18,9 mil classificados deixaram de fazer as provas desta terça-feira (15). Universidade aplicou questões de biologia, física e química. Estudantes durante a 2ª fase da Unicamp, em Campinas Antoninho Perri / Unicamp O terceiro e último dia de provas da segunda fase do vestibular 2019 da Unicamp terminou com abstenção de 14,3%, na tarde desta terça-feira (15), segundo a comissão organizadora do processo seletivo (Comvest). Ao todo, 2,7 mil dos 18,9 mil classificados para esta etapa deixaram de fazer as avaliações de biologia, física e química. O índice é o maior em três anos - veja abaixo o gráfico. Nos dias anteriores de processo seletivo, os índices foram de 12,7% e 13,6%. As avaliações foram aplicadas pela universidade estadual em 16 cidades de São Paulo e mais cinco capitais. A Comvest destacou que os índices estão dentro das expectativas e frisou que a estatística mais relevante foi ter alcançado recorde de participantes na segunda fase do vestibular. "Devemos considerar que a oscilação da abstenção se deu num contexto de maior número de candidatos realizando a prova e um menor número de vagas em disputa no vestibular, o que é positivo para a Unicamp do ponto de vista da seleção”, avaliou, em nota, o coordenador executivo da comissão, José Alves de Freitas Neto. Os maiores percentuais de ausentes, de 37,3% e 25,7%, permaneceram respectivamente em Fortaleza (CE) e Curitiba (PR). Para a universidade, os valores foram influenciados no primeiro caso porque a Universidade Estadual do Ceará (UECE) também aplicou provas nesta semana; e a Universidade Federal do Paraná (UFPR) já divulgou a lista de aprovados no vestibular. Salvador (BA) e Curitiba (PR) foram incluídas na lista da Unicamp neste ano, e as outras capitais que receberam as avaliações foram São Paulo (SP), Belo Horizonte (MG), Brasília (DF) e Fortaleza (CE). "Temos que considerar que a Unicamp é a única universidade paulista que aplica provas em cinco capitais do país, onde sabemos que há dinâmicas locais", destacou Freitas Neto. Números da 2ª fase do vestibular 2019 da Unicamp No domingo, a prova de redação abordou como temas a "doutrinação ideológica na sala de aula" e a relação entre Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) e o comportamento do Produto Interno Bruto (PIB). Os estudantes destacaram que as questões exigiram atenção com enunciados. Já na segunda-feira, de acordo com a comissão, os enunciados das questões de matemática, geografia e história não geraram aos candidatos dificuldades na leitura ou interpretação. Calendário Provas de habilidades específicas: 21 a 25 de janeiro Divulgação da 1ª chamada: 11 de fevereiro Matrícula não-presencial: 12 de fevereiro Divulgação das notas da 2ª fase e classificação: 14 de fevereiro Gabarito As respostas esperadas pela Unicamp serão divulgadas a partir de quarta. Neste dia, a Comvest irá disponibilizar o gabarito das avaliações de língua portuguesa e literaturas de língua portuguesa; enquanto que nos dois dias posteriores serão publicadas respectivamente as explicações para questões de matemática, geografia e história; e na sequência as de química, biologia e física. Veja mais notícias da região no G1 Campinas.
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15/01 - Gestão de pessoas: para atrair talentos, setor precisa pensar na qualidade de vida dos funcionários
Especialistas reforçam que novas gerações dão peso maior ao bem-estar no emprego. Produtividade e motivação são maiores entre aqueles que trabalham felizes. Jovens estão mais exigentes quanto às condições de trabalho. Lukas Bieri/Pixabay O profissional que atua na área de recursos humanos não se restringe ao recrutamento de candidatos ou ao treinamento da equipe. Ele tem uma função cada vez mais valorizada pelas empresas: garantir o bem-estar e a qualidade de vida dos funcionários. Para as novas gerações, principalmente, conseguir conciliar o emprego com a vida privada é um critério importante para escolher onde trabalhar. O que faz e quanto ganha o profissional formado em gestão de pessoas e RH Uma pesquisa elaborada em 2015 pela Social Market Foundation, associação em Londres, mostra que a satisfação no ambiente de trabalho aumenta em até 20% a produtividade dos empregados. Considerando aqueles que estão no setor de comércio, a felicidade tem um impacto ainda maior no desempenho: as vendas chegam a crescer até 37%. “Esse bem-estar no emprego é influenciado por vários fatores: o modo como a chefia trata o funcionário, a maneira como o RH distribui promoções e benefícios, as ferramentas disponíveis para executar as tarefas. E tem a questão da identificação – se você está em um lugar com desafios que tragam motivação, certamente irá se empenhar mais. E isso é interessante para a empresa”, explica Márcia Ballariny, professora de planning for branding da ESPM-Rio. Por isso, o profissional de RH deve detectar quais são as queixas da equipe e, a partir desse resultado, elaborar estratégias que reparem essas insatisfações. Uma das formas de fazer o diagnóstico é elaborar pesquisas de clima. “É uma metodologia vendida por grandes consultorias internacionais para avaliar o que os funcionários pensam sobre remuneração, equilíbrio entre vida e trabalho, treinamentos”, diz Márcia. Ela explica que, no entanto, esse tipo de questionário é algo antigo, que não pode ocorrer somente uma vez ao ano. “A gente está no mundo digital. É preciso reagir no momento em que o problema acontece. Toda empresa precisa de ferramentas de interação com os funcionários para que eles apontem os problemas e, rapidamente, soluções sejam pensadas”, completa. Políticas de qualidade de vida elaboradas pelo RH podem envolver mudanças no modo como a chefia trata os funcionários, elaboração de novos espaços de relaxamento na empresa, convênio com academias, escolha de um dia para home office (trabalhar em casa) e flexibilização de benefícios. Por exemplo: é possível que um empregado que seja solteiro prefira dispensar o direito ao plano de saúde familiar para ter um vale-refeição maior. Geração jovem: sem bem-estar, nada feito Maria Amália Catalan, professora da Anhembi Morumbi, comenta que as novas gerações prezam ainda mais pela qualidade de vida. “Os jovens querem ganhar dinheiro, mas também querem poder ‘ter vida’”, diz. “Toda empresa precisa de um setor do RH para pensar em bem-estar.” Isso influencia, inclusive, na reputação dos empregadores no mercado. “Os jovens comentam que a empresa X tem cargas horárias abusivas, por exemplo, e não recomendam que alguém vá para lá. Por isso, é interessante criar um branding de qualidade de vida e ser conhecido como um bom lugar para se trabalhar”, explica Márcia. Por mais que o desemprego preocupe, há uma “guerra de talentos”, de acordo com a professora da ESPM. Segundo ela, aqueles funcionários que podem fazer a diferença em uma equipe escolhem empresas que sejam conhecidas por proporcionarem o bem-estar. “Para quem nasceu de 1980 adiante, principalmente na década de 1990, a prioridade é conciliar vida privada com trabalho”, diz. Custos de um funcionário com estafa Além de atrair talentos e aumentar a produtividade dos funcionários, as empresas que se preocupam com a qualidade de vida têm menos casos de pessoas afastadas por estresse ou outras doenças psicossociais. “Há um custo em treinar aquele funcionário, prepará-lo para trabalhar ali, estimular que ele desenvolva um projeto. Se ele se afasta ou pede demissão por motivos de saúde, como esgotamento mental, isso traz um impacto de custo”, explica Márcia.
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15/01 - Sisu 2019: dicas para inscrição na seleção do primeiro semestre
Edição terá 235.476 vagas em 129 instituições de todo o país. Para participar, é preciso ter feito o Enem. Sisu 2019 abre as inscrições no dia 22/1. Reprodução/Sisu/MEC O Sistema de Seleção Unificada (Sisu) abre as inscrições na próxima terça (22) para candidatos disputarem uma vaga nas universidades públicas participantes. São 235.476 vagas em 129 instituições de todo o país. A seleção se encerra na sexta (25). A inscrição é feita pela internet com a nota do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), que deve ser divulgada na próxima sexta (18), segundo o calendário do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep), responsável pela prova. Sisu 2019: como lidar com a ansiedade do processo seletivo No site do Sisu é possível escolher duas opções de curso. Quem teve melhor pontuação no Enem tem mais chances de conquistar a vaga. O G1 preparou uma série de dicas para o candidato se sair bem na seleção. Neste ano, a principal mudança é na lista de espera. Confira nos tópicos abaixo: O que o candidato deve saber: As inscrições vão de 22 a 25/1 É possível escolher dois cursos (primeira e segunda opção) O sistema atualiza uma vez ao dia e muda a ordem dos inscritos conforme a nota do Enem A primeira atualização será divulgada a partir da 0h de 23/1 Recomenda-se que o estudante entre no sistema uma vez ao dia para saber se a disputa pela vaga ainda é viável ou se prefere mudar de curso O resultado da chamada regular sai no dia 28/1 Se for aprovado na segunda opção de curso, o candidato não será incluído na lista de espera da primeira opção (leia mais abaixo) O prazo para escolher participar da lista de espera é de 28/1 a 4/2 A matrícula deverá ser feita na universidade entre 30/1 e 4/2 A convocação da lista de espera será no dia 7/2 Qual a vantagem de se inscrever no Sisu? As principais são: amplo acesso a vagas escolha de universidades e cursos por todo o país O Sisu oferece vagas em diversas universidades públicas pelo país. São 235.476 vagas em 129 instituições de diversos estados. “A vantagem é que o candidato pode concorrer a uma vaga em uma universidade em qualquer estado do país. Claro que tem as suas dificuldades e outros obstáculos, mas pelo menos o acesso a essas universidades é democrático, está amplo”, diz Renato Pellizzari, professor de história e coordenador de vestibular do colégio QI, do Rio. “É mais uma oportunidade para aqueles que tiraram uma boa nota no Enem, mas não conseguiram ser aprovados em alguma universidade específica [que não faz parte do Sisu]”, diz Ivo Carraro, orientador educacional do Curso Positivo, de Curitiba, psicólogo e autor do livro “Profissões: pais preocupados, filhos inseguros’’. Se antes do Sisu um candidato precisava viajar para fazer as provas, agora basta fazer o Enem na cidade onde está e usar uma só nota para tentar uma vaga no ensino superior. “Um aluno pode se inscrever em engenharia no Maranhão e, no dia seguinte, mudar para fisioterapia no Rio Grande do Sul. São coisas que não estão próximas, nem geograficamente, mas existe esta liberdade”, diz Vitor Israel, coordenador de matemática e diretor de operações do colégio Ao Cubo, do Rio. Para qual universidade posso me inscrever? Que curso escolher? entre no site do Sisu pesquisa por universidade, curso, ou município Mesmo antes do período de inscrição, o candidato já pode consultar o site do Sisu para saber quais universidades participam da seleção e quais cursos elas oferecem. Este ano, 129 instituições participam da seleção. Basta acessar http://sisu.mec.gov.br/cursos e fazer a escolha por nome do curso, instituição ou município, ou acessar a lista completa. Como saber se a nota do Enem é suficiente para conseguir uma vaga? Pesquise as notas de corte de outras edições A dica do professor Vitor Israel, do colégio Ao Cubo, é pesquisar as notas de corte dos anos anteriores para saber se a sua pontuação é suficiente. Com isso, o estudante saberá se pode concorrer à vaga que deseja quando for divulgada a nota do Enem. Confira as 10 maiores e menores notas de corte do Sisu 2018 Sisu 2018: veja lista com os 15 cursos mais concorridos no 1º dia de inscrições Como faço para me inscrever? Esteja com a nota do Enem em mãos Acesse o site do Sisu http://sisu.mec.gov.br/ Confira, atualize e confirme seus dados. É importante estar com tudo atualizado Clique em ‘Minha Inscrição’ Você pode pesquisar as vagas por cidade, nome da universidade ou do curso Escolha duas opções de curso. Esta seleção poderá ser alterada até sexta (25) Para confirmar, clique em ‘escolher este curso’ Após estes passos, sua inscrição está concluída Lembre-se de voltar ao sistema uma vez ao dia para checar se a sua nota continua sendo suficiente para ser classificado. Se o curso tem 60 vagas e você está na 100ª posição, talvez seja a hora de reconsiderar o curso ou manter a seleção, sabendo que poderá ficar na lista de espera Fique atento à documentação exigida pela instituição de ensino para fazer a matrícula Providencie o que estiver faltando para ter tudo em mãos quando precisar Já me inscrevi. Agora é só esperar? Depende. O Sisu atualiza a base de dados todos os dias a partir da 0h. Isso faz com que a nota de corte se altere, disse Vitor Israel, do colégio Ao Cubo. Se o estudante quiser concorrer a apenas uma vaga em uma única instituição, ele não precisa verificar o sistema todos os dias. Basta se inscrever e esperar. Mas, se tiver mais de uma opção, o recomendado é que ele verifique a inscrição ao menos uma vez ao dia, entre 22 e 25 de janeiro, para ver se quer manter as opções selecionadas, ou se quer trocar de curso, instituição ou cidade. Eu preciso entrar no sistema todos os dias? Conforme os candidatos vão se inscrevendo, a disputa vai ficando mais acirrada porque o sistema seleciona os estudantes pela nota do Enem. Assim, se um candidato com nota maior se inscreve depois, ele passa à frente do candidato que já estava inscrito. A atualização do Sisu é feita uma vez ao dia. “Como realmente é atualizado diariamente, o candidato precisa acompanhar de perto”, diz Renato Pellizzari, coordenador de vestibular do colégio QI, do Rio. Ao entrar no Sisu para verificar o ranking, o estudante deve avaliar: Quantas vagas estão disponíveis Qual a posição em que se encontra Se a nota é suficiente para garantir uma vaga Qual foi a mudança na lista de espera? Até 2018, o candidato a uma vaga no ensino superior poderia escolher duas opções de curso e desistir da segunda opção para ficar na lista de espera da primeira. Neste ano, a regra mudou. Agora, haverá uma chamada regular e o estudante selecionado em uma das opções de curso desta chamada não poderá participar da lista de espera. Se ele não for selecionado, poderá ficar na lista de espera de apenas uma das suas opções de curso. Segundo o Ministério da Educação (MEC), a mudança na lista de espera é para permitir "maior liberdade de escolha para os estudantes não selecionados na chamada regular dos processos seletivos do Sisu." Calendário do Sisu 1º semestre de 2019 Inscrições: 22/1 a 25/1 1ª chamada: 28/1 Matrículas da 1ª chamada: 30/1 a 4/2 Inscrição na lista de espera: 28/1 a 4/2 Convocações de outras chamadas: a partir de 7/2
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15/01 - Unicamp 2019: último dia de provas da 2ª fase aborda questões de física, química e biologia
Cada disciplina terá seis questões dissertativas. Prova tem duração de quatro horas e portões fecham às 13h. Esta terça-feira é o último dia de provas para segunda fase do vestibular da Unicamp O último dia de aplicação das provas da 2ª fase do vestibular da Unicamp, nesta terça-feira (15), terá questões de física, química e biologia. O exame é composto por seis questões dissertativas de cada uma das matérias e se inicia às 13h, com o fechamento dos portões. Os candidatos terão quatro horas para concluírem a prova. As provas da segunda fase são divididas em três dias, com aplicação em vinte e uma cidades, sendo 16 delas no estado de São Paulo e cinco em capitais espalhadas pelo país. A comissão organizadora (Comvest) orienta para que os candidatos estejam atentos ao local da prova, que não necessariamente é o mesmo da 1ª fase. Veja lista de locais alterados abaixo. Primeiro dia No domingo, os candidatos enfrentaram o primeiro dia de exame com seis questões de língua portuguesa e literaturas de língua portuguesa, além de duas redações. Neste ano, o tema das redações girou em torno da doutrinação em sala de aula, com a proposta de produção de um abaixo-assinado em apoio a uma professora que teria sofrido ameaças anônimas, e um comentário em rede social sobre gráficos de índice de Desenvolvimento Humano (IDH) e Produto Interno Bruto (PIB). De acordo com a comissão organizadora (Comvest), o primeiro dia de provas teve abstenção de 12,7% dos candidatos. O índice é considerado dentro do esperado pela comissão. Candidatos realizam prova do primeiro dia da segunda fase do vestibular 2019 da Unicamp Ana Letícia Lima / G1 Segundo dia A abstenção aumentou na segunda-feira e chegou a 13,6%, segundo a universidade. Ao todo, 2,5 mil dos 18,9 mil classificados deixaram de fazer as provas de matemática, geografia e história. O coordenador executivo da Comvest, José Alves de Freitas Neto, destacou que os temas não apresentaram aos candidatos dificuldades durante leitura e interpretação dos textos. O que levar para a prova? Documento de identidade original; Caneta preta em material transparente, lápis preto e borracha; Régua transparente e compasso; Água, suco e lanches; É permitido o uso de bermudas e vestimentas leves. O que NÃO levar para a prova? Aparelhos celulares (devem ser desligados imediatamente ao entrar na sala e colocados em embalagens fornecidas pela organização, só sendo permitido retirá-los após os candidatos deixarem o prédio); Equipamentos eletrônicos, relógios digitais, corretivo, lapiseira, caneta marca-texto, bandana/lenço, boné, chapéu ou outros materiais estranhos à prova; É permitido o uso de relógio para controlar o tempo, mas deve ser deixado no chão durante a prova. Mudança de cidades - vestibular 2019 da Unicamp Formas de ingresso O total de vagas disponíveis no vestibular 2019 diminuiu após a Unicamp adotar novos formatos para aumentar a inclusão social. Uma delas foi a reserva de 645 cadeiras para ingresso via Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) - o candidato teve a possibilidade de participar das duas seleções. Além disso, a universidade estadual destinará 90 oportunidades a estudantes que foram premiados em olimpíadas ou competições de conhecimentos realizadas entre 2017 e o ano passado. O vestibular 2019 é o primeiro a incluir o sistema de cotas étnico-raciais para elevar a inclusão na universidade. Calendário Provas de habilidades específicas: 21 a 25 de janeiro Divulgação da 1ª chamada: 11 de fevereiro Matrícula não-presencial: 12 de fevereiro Divulgação das notas da 2ª fase e classificação: 14 de fevereiro O gabarito com as respostas esperadas das questões da segunda fase da Unicamp será divulgado no site da Comvest a partir do dia 16, quarta-feira, começando pela prova de língua portuguesa e literaturas de língua portuguesa. Na quinta-feira (17) serão divulgadas as respostas esperadas da prova de matemática, geografia e história. Já na sexta (18) o gabarito divulgado será das questões de física, química e biologia. Acesse o G1 Campinas e veja mais notícias da região.
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14/01 - Unicamp 2019: abstenção sobe e chega a 13,6% no 2º dia da segunda fase do vestibular
Universidade aplicou questões de matemática, geografia e história nesta segunda-feira (14). Candidatos durante a 2ª fase do vestibular 2019 da Unicamp Ana Letícia Lima / G1 O segundo dia de provas da segunda fase do vestibular 2019 da Unicamp teve aumento na abstenção e chegou a 13,6% nesta segunda-feira (14), segundo a comissão organizadora do processo seletivo (Comvest). Ao todo, 2,5 mil dos 18,9 mil classificados para esta etapa deixaram de fazer as provas de matemática, geografia e história. No domingo, o índice foi de 12,7%. As avaliações foram aplicadas em 16 cidades de São Paulo e mais cinco capitais. Não houve incidentes e, em nota, o coordenador executivo da Comvest, José Alves de Freitas Neto, destacou que os temas não apresentaram aos candidatos dificuldade na leitura e interpretação dos textos. Os maiores percentuais de ausentes, de 36,2% e 25,7%, voltaram a ser registrados respectivamente em Fortaleza (CE) e Curitiba (PR). Para a universidade, os valores foram influenciados no primeiro caso porque a Universidade Estadual do Ceará (UECE) também aplicou provas nesta semana; e a Universidade Federal do Paraná (UFPR) já divulgou a lista de aprovados no vestibular. Além disso, a comissão organizadora destacou que o número de candidatos presentes no primeiro dia da segunda fase foi recorde e que, por isso, os índices estão dentro das expectativas. Números da 2ª fase do vestibular da Unicamp No domingo, a prova de redação abordou como temas a "doutrinação ideológica na sala de aula" e a relação entre Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) e o comportamento do Produto Interno Bruto (PIB). Os estudantes destacaram que as questões exigiram atenção com enunciados. Calendário A segunda fase do vestibular da Unicamp terá continuidade nesta terça-feira, com aplicação dos exames de física, biologia e química. Ao todo são seis questões dissertativas de cada disciplina. As provas começam às 13h, mas os candidatos devem chegar com uma hora de antecedência. O que pode levar para a prova? Documento de identidade original indicado na inscrição; Caneta preta em material transparente, lápis preto e borracha; Régua transparente e compasso; Água, sucos, doces; É permitido uso de bermudas e vestimentas leves O que NÃO pode levar? Aparelhos celulares (devem ser desligados imediatamente ao entrar na sala e colocar em embalagem; ele pode ser retirado após o candidato deixar o prédio); Equipamentos eletrônicos, relógios digitais, corretivo líquido, lapiseira, caneta marca texto, bandana/lenço, boné, chapéu, ou outros materiais estranhos à prova; O candidato pode usar relógio para controlar o tempo, mas ele deve ficar no chão. Locais de prova Além de 16 cidades paulistas, incluindo a capital, a segunda fase do vestibular será aplicada em outros estados. Salvador (BA) e Curitiba (PR) foram incluídas na lista da Unicamp neste ano, e as avaliações também serão realizadas em Belo Horizonte (MG), Brasília (DF) e Fortaleza (CE). Outros formatos O total de vagas disponíveis no vestibular 2019 diminuiu após a Unicamp adotar novos formatos para aumentar a inclusão social. Uma delas foi a reserva de 645 cadeiras para ingresso via Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) - o candidato teve a possibilidade de participar das duas seleções. Além disso, a universidade estadual destinará 90 oportunidades a estudantes que foram premiados em olimpíadas ou competições de conhecimentos realizadas entre 2017 e o ano passado. Calendário Provas de habilidades específicas: 21 a 25 de janeiro Divulgação da 1ª chamada: 11 de fevereiro Matrícula não-presencial: 12 de fevereiro Divulgação das notas da 2ª fase e classificação: 14 de fevereiro Gabarito As respostas esperadas pela Unicamp serão divulgadas a partir de quarta. Neste dia, a Comvest irá disponibilizar o gabarito das avaliações de língua portuguesa e literaturas de língua portuguesa; enquanto que nos dois dias posteriores serão publicadas respectivamente as explicações para questões de matemática, geografia e história; e na sequência as de química, biologia e física. Veja mais notícias da região no G1 Campinas.
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